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	<title>Arquivos bovinos - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 30 May 2023 20:45:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>5 regras de bem-estar para o transporte de bovinos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 17:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assegurar o bem-estar dos bovinos não apenas no local de criação, mas também durante o transporte, tem enorme impacto na condição dos animais e na qualidade do produto final. É por isso que gerenciar o transporte de bovinos em condições de bem-estar, assim como para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Assegurar o bem-estar dos bovinos não apenas no local de criação, mas também durante o transporte, tem enorme impacto na condição dos animais e na qualidade do produto final. É por isso que gerenciar o transporte de bovinos em condições de bem-estar, assim como para outras espécies de animais, envolve uma série de variáveis a observar e diretrizes a seguir.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Referência no tema, o </span><i><span style="font-weight: 400;">North American Meat Institute</span></i><span style="font-weight: 400;"> (NAMI) recomenda que os locais de abate e processamento avaliem o bem-estar dos animais que chegam realizando auditorias internas regulares para detectar possíveis problemas e promover melhorias no transporte. Outra orientação é para que as diretrizes específicas do MAPA em questão sejam consultadas. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas existem práticas de bem-estar que valem para qualquer situação &#8211; e você vai conhecer no texto abaixo 5 regras essenciais de bem-estar para o transporte de bovinos! Siga conosco!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>1. Treinamento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A indústria da carne possui programas específicos para cada espécie baseados em dados científicos que são destinados a educar produtores, transportadores e processadores sobre as melhores práticas de bem-estar na criação dos animais. Isso inclui programas voltados para o transporte de bovinos que oferecem, inclusive, a certificação de treinamento para transportadores e manejadores dos animais, tanto na fazenda como nas plantas frigoríficas. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A certificação de treinamento é a única maneira de comprovar que o produtor, o transportador ou o processador conhece as práticas de bem-estar e as técnicas de manejo animal que são aprovadas pela indústria &#8211; e é extremamente recomendado que ela seja obtida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>2. Práticas de direção de caminhão</b></h2>
<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Dirigir o caminhão cuidadosamente ao realizar o transporte de bovinos ajuda a prevenir lesões, ferimentos e perdas. Em contrapartida, paradas bruscas e acelerações muito rápidas aumentam os níveis de estresse e a ocorrência de ferimentos. Mitigar riscos de acidentes deve ser sempre uma prioridade durante o transporte!</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Optar por rotas mais diretas e simultaneamente evitar buracos e rodovias não pavimentadas também oferece benefícios &#8211; a principal recomendação, no entanto, é manter o veículo e a carga sempre em movimento. Isso porque o número de animais doentes, feridos, fatigados e até mortos cresce substancialmente quando o veículo é parado uma vez que os animais se agitam e aumenta o calor corporal. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h2><strong>3. Modelo de carroceria</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As carrocerias dos veículos usados no transporte de bovinos devem permitir que os animais sejam transportados de forma humanitária. O piso deve ser integralmente antiderrapante e as carrocerias devem ter altura suficiente entre os compartimentos para que os animais mantenham sua posição natural sem que a cabeça ou o dorso encostem no teto ou nos portões internos da carroceria. Atenção às pontas de ferros e ripas quebradas que podem ferir os animais, por isso a inspeção rotineira e a manutenção devem ser prioridade. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Para carrocerias de dois andares, as rampas internas devem permanecer niveladas, com painéis ou trilhos no lugar para evitar que os animais caiam para os lados. As rampas não devem ser tão íngremes a ponto de fazer com que os animais deslizem e precisam ser construídas com material antiderrapante. Portas e portões devem poder ser abertos e fechados livremente e de forma segura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>4. Embarque</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pesquisas comprovam que a sobrecarga dos caminhões aumenta as contusões e o número</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">de animais cansados, feridos, incapazes de se locomover ou mortos. Assim, as carrocerias só devem ser carregadas na densidade recomendada pelo MAPA e pela indústria. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Motoristas e equipes de embarque devem conhecer a metragem quadrada da carroceria do veículo e o peso médio dos animais para determinar o número de animais adequado por compartimento. Os motoristas ainda devem estar cientes de condições que exijam ajustes</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">de densidade, como condições climáticas extremas e o transporte de animais de descarte. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As características físicas dos animais, como a presença de chifres, também devem ser levadas em conta &#8211; bem como a presença de animais incompatíveis por natureza, como machos inteiros e animais muito agitados. Nesses casos, os bovinos devem ser separados e todos os portões fechados em cargas que requerem segregação durante o transporte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os animais apresentados para o transporte devem estar em condições adequadas para permanecerem em pé sem dificuldade para serem transportados. O embarque de qualquer animal debilitado ou sem condições físicas é inaceitável.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
<b>5. Recepção na planta processadora</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O local de processamento tem a responsabilidade de garantir que a instalação esteja preparada para receber os bovinos: piso antiderrapante nas rampas e docas e iluminação suficiente na área de desembarque são obrigatórios. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">É preciso fornecer a funcionários e motoristas não apenas treinamento sobre o manejo correto como também colocar à disposição deles equipamentos aceitáveis para exercê-lo. Em caso de condições climáticas extremas, deve-se prover recursos para gerenciar tais condições como água potável e cobertura parcial, em especial nos currais de espera. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Outro cuidado indispensável é sempre disponibilizar a programação das cargas para evitar o acúmulo de caminhões e permitir o desembarque imediato dos animais. Também é preciso criar uma política e meios de manejo destinados aos animais incapazes de se locomover, bem como dispor de equipamento de abate de emergência em bom estado de manutenção.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-para-o-abate"><b>→ Clique e conheça as normas para o abate de bovinos, suínos e ovinos! </b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></h3>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Transporte de bovinos: como realizar o manejo correto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 19:19:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de sensibilidade (empatia) e de conhecimento prático sobre os animais é uma consequência da intensificação na produção que causa sofrimento desnecessário aos animais de criação. Exercer um manejo eficaz requer conhecer as características comportamentais do animal e a forma como ele interage com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A falta de sensibilidade (empatia) e de conhecimento prático sobre os animais é uma consequência da intensificação na produção que causa sofrimento desnecessário aos animais de criação. Exercer um manejo eficaz requer conhecer as características comportamentais do animal e a forma como ele interage com o ambiente evitando o estresse dele e do criador, inclusive durante etapas cruciais como o transporte de bovinos. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O manejo tranquilo é um dos princípios fundamentais do bem-estar animal e é somente com garantia de bem-estar que as empresas adequam-se às exigências da lei e dos mercados nacionais e internacionais e reduzem os custos na produção e as lesões nos animais, melhoram o ambiente de trabalho e aumentam a produtividade e a qualidade do produto final.  </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Foi para preencher essa lacuna e incentivar a implantação de programas de bem-estar animal nas empresas que a WSPA, atual WAP (World Protection of Animals) através do </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/12/Programa-STEPS-%E2%80%93-Abate-Humanit%C3%A1rio-de-Bovinos.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Programa Steps </span></a><span style="font-weight: 400;">elaborou algumas orientações para um manejo correto dos bovinos durante os manejos pré-abate e abate &#8211; orientações com embasamento científico e adequadas à realidade brasileira. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Conheça abaixo os cuidados necessários para o transporte de bovinos e saiba como fazer o manejo correto no embarque e desembarque dos animais!</span></p>
<h2><b>Manejo dos bovinos no embarque</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo dos bovinos durante o embarque deve ser sempre feito de forma tranquila, sem correria e livre do uso de instrumentos que agitam e causam estresse nos animais. Os bovinos só devem ser embarcados se estiverem com saúde plena e em ótima condição física: animais doentes, magros ou feridos não devem ser transportados. É essencial que os bovinos tenham acesso a água de bebida potável até o momento do embarque e que o curral seja provido de sombra se nele os animais permanecerem por períodos prolongados.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O transporte é uma etapa estressante para os bovinos e que pode lhes causar ferimentos &#8211; por isso, só deve ser realizado por pessoas devidamente treinadas e capacitadas. Nunca se deve usar força ou métodos que lesionam os animais. Confira abaixo algumas orientações:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Substitua o bastão elétrico por bandeiras para reduzir o estresse e o risco de acidentes; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Use um embarcadouro com estrutura firme e estável, bem-iluminado, piso uniforme e no mesmo nível do veículo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se não for possível corrigir o desnível, a angulação não deve ultrapassar 20 graus; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Durante o embarque, mantenha uma equipe preparada para lidar com emergências e atrasos; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Animais que sofreram acidentes, fraturas ou estão em estado de sofrimento nunca devem ser embarcados para transporte. </span></p>
<h2><b>Cuidados durante o transporte</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os responsáveis pelo transporte de bovinos devem estar treinados e capacitados para proporcionar bem-estar aos animais. Eles precisam se comprometer em entregar os bovinos em boas condições físicas e, para tanto, devem ter cautela com alguns fatores:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Manter o veículo em velocidade moderada e constante;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ter cuidado ao realizar curvas;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Evitar frear ou reduzir bruscamente;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Evitar ao máximo paradas durante o percurso &#8211; elas aumentam o estresse, a desidratação e as injúrias ao bovinos;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se parar for uma necessidade extrema, deve-se fazê-lo na sombra e em terreno plano;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Em caso de acidente durante o percurso, o transportador precisa comunicar imediatamente o responsável para que sejam tomadas providências como envio de veículo de apoio para o transporte de bovinos ou realizar a eutanásia dos animais acidentados. Por isso, um plano para casos de acidentes e emergência e os devidos contatos devem estar prontamente disponíveis.</span></p>
<h2><b>Procedimentos de desembarque</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao chegar no destino, o desembarque dos bovinos deve ser feito o mais rapidamente possível: os animais não devem ficar no compartimento de carga, especialmente sob o sol. Também é preciso identificar se há bovinos doentes ou feridos para que recebam um encaminhamento diferenciado dos demais &#8211; veja abaixo as principais orientações:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A rampa deve ser de piso antiderrapante para evitar quedas e escorregões, os animais devem sair no seu tempo de forma calma;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Atenção com as portas da carroceria, elas devem estar totalmente abertas para evitar lesões nos animais na passagem. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Em hipótese alguma os bovinos devem ser agredidos ou arrastados pelos chifres, orelhas, cabeça, cauda, patas ou outras partes sensíveis do corpo; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Em frigoríficos, animais que apresentam lesões mas conseguem se locomover devem ser desembarcados com calma e encaminhados para o curral de observação; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Bovinos com dificuldade ou incapacidade para se locomover devem ser submetidos ao abate emergencial;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se não for possível remover o animal de dentro do veículo, é preciso realizar o abate emergencial no próprio local com métodos adequados de insensibilização; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211;  O equipamento de emergência deve estar em ótimo estado de conservação e disponível próximo ao desembarque, em local de fácil acesso;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os frigoríficos são responsáveis por manter um programa de bem-estar animal listando os procedimentos adequados para manejar animais incapacitados de se locomover e dispor de equipamentos e profissionais capacitados para executar tais procedimentos sem demora. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><b>Baixe gratuitamente o e-book &#8220;O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática&#8221;!</b><b><br />
</b></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Bem-estar dos bovinos leiteiros: importância da nutrição adequada</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-importancia-da-nutricao-adequada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2021 20:19:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar para bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por todos os ângulos que empresas, produtores e profissionais da área olhem a questão, propiciar o bem-estar dos bovinos leiteiros traz somente benefícios para todos os envolvidos.  É bom para os clientes, que consomem um produto de melhor qualidade nutricional e ética. É bom para...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Por todos os ângulos que empresas, produtores e profissionais da área olhem a questão, propiciar o</span><b> bem-estar dos bovinos leiteiros traz somente benefícios para todos os envolvidos</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bom para os clientes, que consomem um produto de melhor qualidade nutricional e ética. É bom para empresas e produtores, que constroem uma ótima reputação. E é muito bom para os animais. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Quando os bovinos leiteiros são bem tratados, alimentados adequadamente e o manejo é realizado da maneira correta e calma, levam uma vida saudável e livre de estresse que causa sofrimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem desconforto e bem cuidados, </span><b>os animais conseguem desenvolver seu comportamento natural e atingem a condição física ideal</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; peso moderado, com boa condição corporal e pelagem. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As consequências positivas de se promover o bem-estar dos bovinos leiteiros são rapidamente percebidas em diversas frentes: </span><b>a produção de leite aumenta</b><span style="font-weight: 400;">, a doenças e </span><b>mortalidade dos animais diminui</b><span style="font-weight: 400;"> e a </span><b>qualidade do produto final é nitidamente aprimorada</b><span style="font-weight: 400;">, isso só para citar alguns benefícios. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Logicamente, a promoção do bem-estar animal não pode ser feita de qualquer maneira. </span><b>Cada espécie e cada tipo de criação exige cuidados específicos para atender as necessidades particulares dos animais. </b></p>
<p><b>Boas práticas de produção envolvem práticas adequadas de </b><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/qual-e-a-relacao-entre-manejo-animal-e-qualidade-da-carne/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">manejo</span></a><span style="font-weight: 400;">, transporte, saúde, ambiente, gerenciamento da fazenda e, ainda, alimentação. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Cuidados estes que são promovidos mundialmente pela </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/quem-somos/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Certified Humane</span></a><span style="font-weight: 400;">. Siga conosco e entenda a real importância de se fornecer a nutrição adequada para assegurar o bem-estar dos bovinos leiteiros!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>A nutrição adequada</b></h2>
<p><b>Todos os bovinos leiteiros precisam ter acesso a uma dieta saudável</b><span style="font-weight: 400;"> e a uma quantidade de alimentos adequada à idade, à fase produtiva e que ainda leva em consideração o clima e a estação do ano. Alimentos contendo proteínas de mamíferos ou aves são terminantemente proibidos, exceto leite e derivados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com às normas de bem-estar dos bovinos:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">As vacas leiteiras não devem ser tratadas com rBST.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Os bovinos não devem ser alimentados com antibióticos, incluindo ionóforos, coccidiostáticos, ou outra substância para deliberadamente promover o crescimento, a eficiência alimentar ou produção de leite;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Antibióticos podem ser administrados individualmente apenas por razões terapêuticas (tratamento de doenças) e somente com a orientação de um veterinário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">As novilhas, por exemplo, precisam ter suas </span><b>exigências específicas de alimentação atendidas para assegurar um bom desempenho quando vacas</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de água limpa sempre à disposição desde as primeiras semanas de vida (necessária na produção de qualquer espécie animal), assim que nascem eles precisam receber uma quantidade mínima de colostro da mãe, de outra vaca e ainda uma dose de colostro adequadamente descongelado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Bezerros machos devem receber também colostro nos primeiros dias de vida. O colostro garante que os animais recém nascidos adquiram anticorpos que atuam na defesa do organismo contra doenças. O desmame é gradual e não deve ocorrer nunca antes das 5 semanas de idade.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Enquanto as vacas leiteiras adultas precisam se alimentar principalmente da pastagem e de forrageiras de qualidade, as bezerras com mais de 30 dias requerem uma </span><b>alimentação rica em fibras para estimular a ruminação</b><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Para reduzir o </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/entenda-por-que-o-estresse-calorico-em-bovinos-prejudica-o-bem-estar-e-gera-queda-de-produtividade/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">estresse pelo calor no verão</span></a><span style="font-weight: 400;">, uma das melhores alternativas é adaptar a dieta de acordo com as necessidades nutricionais dos bovinos leiteiros nesta época do ano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo ocorre </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/especies-forrageiras-podem-ser-solucao-para-melhorar-dieta-dos-bovinos-no-inverno/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">durante o inverno</span></a><span style="font-weight: 400;">, quando as pastagens são prejudicadas pelo frio: para que a alimentação dos bovinos não seja afetada, o plantio de espécies forrageiras serve como ótima opção de suplementação. Um planejamento forrageiro é essencial para prevenir imprevistos com a nutrição dos animais.</span></p>
<h2></h2>
<h2><b>O comedouro ideal </b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O comedouro dos bovinos leiteiros também precisa atender às necessidades específicas de acesso e espaço que estes animais exigem. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um local que precisa preferencialmente ter sombra, ser de fácil acesso e ser mantido sempre limpo e livre de alimentos envelhecidos ou mofados. Ainda mais importante, ele </span><b>precisa oferecer espaço para que todos os bovinos se alimentem ao mesmo tempo</b><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Assim, o comedouro ideal dos bovinos leiteiros requer um mínimo de 61 cm de espaço por vaca ou novilha. No caso das vacas prenhes ou frescas (com até 21 dias de lactação), é preciso dispor de 76,2 cm de espaço para cada uma delas se alimentar no comedouro.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Água fresca e potável sempre</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Fornecer acesso a uma fonte de água potável e fresca todos os dias é primordial em qualquer produção animal. Assegurar que a água esteja livre de contaminantes é importante para manter a sanidade dos animais e a qualidade do produto final quando esta mesma água é usada na higiene das instalações e equipamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A disponibilidade de água é essencial para o bem-estar dos animais, sendo esta a primeira das </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-cinco-liberdades-dos-animais/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Cinco Liberdades (Livre de fome e sede)</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso de vacas na fase de lactação, o acesso a um volume adequado de água é ainda mais crítico: uma vaca  precisa consumir, em média, </span><b>quatro litros de água por quilo de leite produzido todos os dias</b><span style="font-weight: 400;"> &#8211; e boa parte destes animais pesa entre 500 kg e uma tonelada. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O rebanho inteiro de bovinos leiteiros precisa ter </span><b>acesso livre e diário a uma fonte de água fresca e potável</b><span style="font-weight: 400;">  nos pastos e nos currais e análises regulares de água, pelo menos uma vez ao ano, são importantes e indicam a necessidade de práticas de desinfecção quando aplicáveis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os bebedouros devem ser limpos com frequência e regulados de forma a prevenir que a água escorra em excesso, evitando que a área de descanso dos animais seja molhada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na fazenda, deve haver </span><b>alternativas para fornecimento de água em caso de emergências como seca por exemplo</b><span style="font-weight: 400;"> ou falha no equipamento principal. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Quando os bovinos estão no pasto, é preciso certificar-se de que não precisam percorrer grandes distâncias para chegar até a fonte de água, e que tenham acesso a áreas de sombra, sejam elas naturais ou artificiais. Se for empregada uma fonte natural de água (o que não é recomendado), é necessário </span><b>evitar o risco de transmissão de doenças e contaminação do meio</b><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Estes são apenas alguns dos requisitos e exigências que precisam ser seguidas para assegurar o bem-estar dos bovinos leiteiros. Exigências que, quando são cumpridas, conferem a empresas e produtores de bovinos leiteiros a vantagem de incluírem nos rótulos dos seus produtos, o</span><b> selo de bem-estar animal Certified Humane</b><span style="font-weight: 400;">. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><b>Baixe grátis agora mesmo o E-book &#8220;O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática&#8221;! </b></a></p>
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		<title>Entenda por que o estresse calórico em bovinos prejudica o bem-estar e gera queda de produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Nov 2020 20:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[estresse calórico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a proximidade do verão e do calor intenso, uma preocupação natural dos produtores é garantir que não haja estresse calórico em bovinos. Além de provocar mudanças no comportamento e na fisiologia desses animais, pode gerar perdas significativas de desempenho.  A proporção dos impactos do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Com a proximidade do verão e do calor intenso, uma preocupação natural dos produtores é garantir que não haja estresse calórico em bovinos. Além de provocar mudanças no comportamento e na fisiologia desses animais, pode gerar perdas significativas de desempenho. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A proporção dos </span><strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/entenda-como-o-calor-influencia-no-bem-estar-animal-e-sua-produtividade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">impactos do calor nas criações de animais</a></strong><span style="font-weight: 400;">, em muitos casos, não são identificados por desconhecimento dos produtores ou descaso. Os ajustes ou modificações para mitigar o efeito do estresse calórico em bovinos ficam restritos aos produtores, que devem conhecer os seus impactos</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alta exposição ao calor e a radiação solar pode provocar consequências não somente no gado de corte, mas também, por exemplo, entre os bovinos de leite, os suínos e as galinhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-reduzir-os-efeitos-do-calor-na-criacao-de-galinhas/#_blank" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Veja como reduzir os efeitos do calor na criação de aves</span></a><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse estresse calórico acontece porque a taxa de ganho (além da produção metabólica) de calor excede o índice de perdas ou dissipação do mesmo. Esta condição tira os bovinos de sua zona de temperatura neutra, fazendo com que eles passem a consumir maior volume de água em detrimento da ingestão de alimentos. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por consequência, há diminuição da atividade física devido a tentativa de uma menor liberação de calor corporal por meio da taxa metabólica. Nos bovinos de corte, caso não haja um ajuste comportamental e fisiolólico nas condições de manutenção dos bovinos e a perda de produtividade seja alta na fase de engorda, o romaneio do lote abatido sofrerá perdas importantes. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos prejuízos principais é observado no desempenho da carcaça, que terá rendimento menor. É possível identificar quando isso ocorre: alguns dos sinais mais comuns de calor excessivo são a respiração ofegante dos animais e a boca constantemente aberta, com a narina dilatada e a língua de fora, para respirar mais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira os principais fatores que ajudam a identificar o estresse calórico em bovinos (fonte: </span><strong><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__rehagro.com.br_blog_estresse-2Dtermico_-23-3A-7E-3Atext-3DO-2520estresse-2520t-25C3-25A9rmico-2520em-2520vacas-2Ce-252Fou-2520fisiologia-2520do-2520animal.&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=1sgdmiylSZgrxmLeSu6B-vlH_0J_fpkqcjVzU1XBa-E&amp;s=BmHo_EN0Ja5rR_lsccM4j6SZdNgorRBPDPz_VTnCxxk&amp;e=#_blank" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Rehagro</a></strong><span style="font-weight: 400;">): </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Diminuição na produção de leite de 10 a 20%;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Frequência respiratória acima de 80 movimentos por minuto em 70% dos animais do lote;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Temperatura retal maior que 39,2ºC em 70% dos animais do lote ou acima de 39ºC por mais de 16 horas seguidas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Redução de pelo menos 10 a 15% na ingestão de alimentos (observar a leitura de cocho);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumento do consumo de água.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<h3><b>Como reduzir o estresse calórico em bovinos?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, existem maneiras de mitigar os reflexos do estresse calórico em bovinos. Garantir uma dieta de acordo com as necessidades nutricionais de cada criação, e adaptá-la quando possível para reduzir a produção de calor metabólico, por exemplo, são formas de promover o bem-estar animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra forma mais simples é prover aos animais um abrigo, ou seja, garantir</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/projeto-avalia-importancia-do-sombrite-para-bovinos-de-corte/#_blank" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"> espaços com sombra </span></a><span style="font-weight: 400;">para que eles possam se proteger e evitar o contato direto com a radiação solar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><strong><a href="https://www.milkpoint.com.br/artigos/producao-de-leite/sombra-para-bovinos-parte-2-43176n.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">sombreamento de área pode ser tanto natural</a></strong><span style="font-weight: 400;">, composto por vegetação, </span><strong><a href="https://www.milkpoint.com.br/artigos/producao-de-leite/sombra-para-bovinos-parte-1-42451n.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">quanto artificial</a></strong><span style="font-weight: 400;">, com a construção de sombrite de no mínimo 80% de retenção da radiação (coberturas normalmente feitas com redes plásticas ou telas de polietileno).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em ambas as condições, a área de sombreamento deve ser suficiente para abrigar todos os animais, com recomendações que variam entre 3,5m</span><span style="font-weight: 400;">2</span><span style="font-weight: 400;"> a 5m</span><span style="font-weight: 400;">2  </span><span style="font-weight: 400;">por animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa tática reduz a incidência dos raios solares sobre os animais, mas é insuficiente para regularizar a temperatura corporal dos animais, caso se mantenham as condições climáticas e atmosféricas adversas. Assim, outra opção é investir em aspersores de água e ventilação automática sempre que possível, pois são capazes de reduzir bastante os efeitos do calor sobre os animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O investimento em sistemas de sombreamento nos confinamentos de gado de corte é chancelado pelos resultados de uma </span><strong><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=http-3A__blog.nutron.com.br_bovinos-2Dde-2Dcorte_oportunidades-2Dcom-2Duso-2Dde-2Dsombra-2Dem-2Dbovinos-2Dconfinados-2Dno-2Dbrasil_&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=1sgdmiylSZgrxmLeSu6B-vlH_0J_fpkqcjVzU1XBa-E&amp;s=PjAjeF4yhvQPWOxFwS5uFB3TcAN_Zbj3nbZvDErCmCU&amp;e=#_blank" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa feita pela Nutron/Cargill</a></strong><span style="font-weight: 400;">, que </span><span style="font-weight: 400;">confirmou que o animal n</span><span style="font-weight: 400;">a sombra respira numa taxa mais lenta e que a temperatura corporal dele fica mais baixa do que o animal exposto diretamente ao Sol. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso faz necessário menos dreno de energia e, consequentemente, uma sobra maior de energia para manter esses animais produtivos. Confira em números o consumo dos animais:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">De matéria seca foi 8% menor entre os animais submetidos ao tratamento com sombra, sem efeito sobre o ganho de peso em relação aos demais; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">A conversão alimentar e biológica para animais com sombra foi, respectivamente, 11% e 15% melhor; </span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Na sombra apenas 1% dos animais apresentou respiração ofegante;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">16% dos animais sem sombra tiveram quadro de ofegação.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Ficou interessado neste tema e quer saber mais sobre como manter boas práticas de produção e promover o bem-estar animal? A Certified Humane mostra neste ebook gratuito os principais pontos das normas para certificação de bem-estar animal para bovinos leiteiros, com padrões que incorporam pesquisa científica, recomendações de veterinários e experiências dos produtores. </span></p>
<p><strong><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica#_blank" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Acesse agora e saiba mais</a></strong><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
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		<title>Espécies forrageiras podem ser solução para melhorar dieta dos bovinos no inverno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 17:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[forrageiras]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até a segunda quinzena do mês de setembro, o hemisfério sul enfrenta o inverno. O clima mais frio ascende a preocupação dos pecuaristas no que diz respeito à alimentação dos bovinos. Em algumas regiões a escassez de alimento pode ser minimizada com o cultivo de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Até a segunda quinzena do mês de setembro, o hemisfério sul enfrenta o inverno. O clima mais frio ascende a preocupação dos pecuaristas no que diz respeito à alimentação dos bovinos. Em algumas regiões a escassez de alimento pode ser minimizada com o cultivo de espécies forrageiras para ofertar suplementação aos animais via pastagens, que podem auxiliar na dieta e no bem-estar dos animais. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das possibilidades é o </span><strong><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/3362038/forrageiras-de-inverno-sao-alternativas-para-melhorar-dieta-animal-nesta-epoca" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cultivo de espécies forrageiras</a></strong><span style="font-weight: 400;"> de clima temperado por sobressemeadura em áreas de pastagens tropicais. Algumas opções, como a aveia e o azevém, cultivados em consórcio com o capim Tanzânia, podem produzir uma boa forragem na época mais fria do ano, inclusive servindo de alimentação para as vacas leiteiras entre junho e setembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/entenda-como-o-calor-influencia-no-bem-estar-animal-e-sua-produtividade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>o calor tem uma relação direta com o bem-estar animal</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">e sua produtividade, o frio e a seca também podem prejudicar as pastagens, enquanto os animais têm seu metabolismo e comportamento afetados. Vale ressaltar que essas respostas variam com a raça animal e sua adaptabilidade à condição climática da região onde está sendo criada. Por exemplo, animais de origem europeia, advindos de climas onde as temperaturas são baixas exercem maior potencial produtivo e consequentemente estão em melhor estado de bem-estar animal, que é o caso do gado holandês. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação do rebanho é tão importante que está indicada no primeiro item dos </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>referenciais de bem-estar animal</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">para bovinos, desenvolvidos pela Certified Humane. Com base em um comitê científico composto por pesquisadores de diversos países, a certificadora destaca que os animais necessitam ter acesso a uma dieta saudável de qualidade, adequada à idade, à fase produtiva e à espécie e, além disso, fornecida na quantidade necessária. As substâncias para promover o crescimento são proibidas pelas diretrizes da Certified. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O produtor precisa estar ciente que diante da falta de algum alimento natural &#8211; como as forragens para os bovinos ou até mesmo a água &#8211; é necessário prover e garantir o fornecimento também em casos emergenciais, independente da época do ano ou dos recursos existentes. Tudo isso irá garantir que os animais tenham um </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/saiba-como-acompanhar-o-escore-da-condicao-corporal-em-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>ECC (escore de condição corporal)</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">de pelo menos 2, conforme é exigido pela norma. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Benefícios de estabelecer espécies forrageiras</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas espécies forrageiras podem ser utilizadas como pastagem para o gado dependendo da época do ano, do ciclo de vida e da família botânica. Neste caso, as mais utilizadas são </span><strong><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.embrapa.br_clima-2Dtemperado_forrageiras&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=85JqPT7IOMRbDFWto9zAoFJFP9wzUZmHixd-4LOvL88&amp;s=dCIiUEr95u8RF0VIpnmVG42P_5mw0mllP9PCC3qYN5w&amp;e=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gramíneas e as leguminosas</a></strong><span style="font-weight: 400;">, esse conceito é dado de acordo com a fisiologia vegetal da forrageira. Ao escolher a espécie, o produtor precisa considerar a sua produtividade, qualidade nutritiva e a adaptação ao solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As forrageiras de origem tropical, por exemplo, apesar de apresentarem menor valor nutritivo  em comparação com as espécies de clima temperado e serem pouco produtivas durante o inverno, tendem a aumentar a capacidade de suporte da pastagem e melhorar o desempenho animal, estendendo a estação de pastejo, com a sobressemeadura &#8211; associada com o manejo apropriado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Independente das espécies forrageiras, é necessário todo o cuidado com o controle das formigas ou insetos quanto a deterioração das folhas, estolões, caules e raízes, que podem prejudicar o desenvolvimento inicial das plantas invasoras ou daninhas. Pode-se destacar </span><strong><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.milkpoint.com.br_colunas_educapoint_forrageiras-2Dtemperadas-2Dpodem-2Dmelhorar-2Ddieta-2Ddos-2Danimais-2Dno-2Dinverno-2D218882_&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=85JqPT7IOMRbDFWto9zAoFJFP9wzUZmHixd-4LOvL88&amp;s=3q4xbMhCn1SfnbcNFlGYlk2G2TesT2npnpARcuiqo3U&amp;e=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">alguns benefícios</a></strong><span style="font-weight: 400;"> ao estabelecer as espécies forrageiras:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumento na produção de matéria seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumento na qualidade da forragem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Melhoria na fertilidade do solo com a incorporação de nitrogênio e matéria orgânica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Maior potencial de rebrota da espécie de gramínea na primavera;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Controle de plantas invasoras.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira algumas espécies forrageiras que podem ser utilizadas para este fim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aveia branca e preta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Azevém;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Capim (elefante, lanudo, nilo, Sudão);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cornichão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Feijão-miúdo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Gramas bermuda e estrela;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Hermártria;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Lótus ‘El Rincon’;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Milheto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sorgo forrageiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Trevo (branco, persa, vermelho, vesiculoso).</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Complemento nutricional para o bem-estar animal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade nutricional de qualquer alimento deve ser avaliada pelo veterinário, zootecnista agrônomo e/ou áreas afins responsável da propriedade antes de ser oferecida ao rebanho. Como já comentado, a quantidade e o tipo de alimento variam de acordo com a idade produtiva do animal e o clima da região onde está inserida a produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso da silagem (método de armazenagem de espécies forrageiras para que em épocas de estiagem de pastagens faça a suplementação de alimentação para os animais), por exemplo, na nutrição de ruminantes, já é uma prática rotineira adquirida por produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contém boa qualidade nutritiva e é uma ótima opção quando há escassez de alimentos na propriedade em determinadas épocas do ano, podendo suplementar o rebanho também na forma de complementação alimentar, já que conforme as normas de bem-estar animal Certified Humane não é possível utilizar promotores de crescimento ou antibióticos com este objetivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A silagem é uma ferramenta viável e que não necessita de excessivos investimentos, podendo se adequar a cada propriedade. Independentemente do tamanho da produção é possível proporcionar o bem-estar animal, assim como muitas empresas têm feito. Acesse os </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>referenciais da Certified Humane</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">e busque a certificação. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/especies-forrageiras-podem-ser-solucao-para-melhorar-dieta-dos-bovinos-no-inverno/">Espécies forrageiras podem ser solução para melhorar dieta dos bovinos no inverno</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Saiba como acompanhar o escore da condição corporal em bovinos de leite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2020 15:08:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de corte]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manter o equilíbrio corporal das vacas leiteiras é fundamental para garantir a saúde do animal e a produção de leite em quantidade e qualidade adequadas. Isto não é segredo para os produtores, mas o que muitos ainda não têm claro é como monitorar o desenvolvimento...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/saiba-como-acompanhar-o-escore-da-condicao-corporal-em-bovinos-de-leite/">Saiba como acompanhar o escore da condição corporal em bovinos de leite</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Manter o equilíbrio corporal das vacas leiteiras é fundamental para garantir a saúde do animal e a produção de leite em quantidade e qualidade adequadas. Isto não é segredo para os produtores, mas o que muitos ainda não têm claro é como monitorar o desenvolvimento dos bovinos leiteiros da maneira correta. A forma mais eficaz de avaliar os animais é acompanhar o ECC &#8211; Escore da Condição Corporal dos bovinos.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentre as possibilidades de uso do ECC está a aferição sobre o manejo nutricional, como o alimento que o animal recebe, e se o mesmo é adequado à fase produtiva. Em outras palavras, o ECC é uma ferramenta de manejo animal a qual deve ser usada como parâmetro para ajustar a nutrição adotada. Ele serve ainda como indicador da sanidade, uma vez que animais doentes tendem a comer menos e emagrecer, ficando debilitados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base no ECC, é possível corrigir as práticas sanitárias de forma a maximizar o potencial produtivo e minimizar as desordens reprodutivas dos bovinos leiteiros. Resumindo, o escore da condição corporal em bovinos é um</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bovinos-de-leite-melhores-resultados-na-producao/"> <span style="font-weight: 400;">indicador direto de bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;">. Por este motivo, a avaliação rotineira do ECC pode (e deve) ser aplicada a animais de todas as faixas etárias (desde bezerra até vaca em lactação) seguindo as normas internacionais do Comitê Científico da HFAC &#8211; Humane Farm Animal Care. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ou seja, além de ajudar o produtor a manter o equilíbrio entre o manejo alimentar e a viabilidade econômica da atividade leiteira, a adoção criteriosa da avaliação do ECC em bovinos de leite &#8211; quando realizada por pessoas treinadas &#8211; acaba com a avaliação das condições de saúde do animal feitas no “olhômetro”.</span></p>
<p><b>Fator de produtividade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conforme publicação do</span><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.milkpoint.com.br_colunas_educapoint_como-2Davaliar-2Da-2Dcondicao-2Dcorporal-2Dde-2Dvacas-2Dleiteiras-2D216546_&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=OUoH23Py1srrsTEBCkSZY_wVrjjQLidQ0ksKaxoRvME&amp;s=EbAJfhwwG6aCmfZHY_2wn4vPifelLx6-0-8Iss6rsrs&amp;e=" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> <span style="font-weight: 400;">MilkPoint</span></a><span style="font-weight: 400;">, maior portal sobre lácteos do mundo, a importância em assegurar e monitorar o equilíbrio corporal está diretamente ligada a produtividade. Vacas muito magras, por exemplo, produzem menos leite porque tem pouca reserva corporal, resultando ainda em problemas metabólicos e de baixa libido pós-parto. Já as vacas acima do peso, podem desencadear doenças metabólicas, apresentar dificuldades no parto e também ter redução da produção de leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, as vacas em “boa”</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bovinos-de-leite-melhores-resultados-na-producao/"> <span style="font-weight: 400;">condição corporal</span></a> <span style="font-weight: 400;">no parto (em equilíbrio) maximizam a produção ao mesmo tempo em que tem seu bem-estar garantido. A professora Dr</span><span style="font-weight: 400;">a</span><span style="font-weight: 400;">. Rosângela Poletto Cattani, especialista em bem-estar de animais de produção e membro do Comitê Científico da HFAC, destaca que o escore da condição corporal em bovinos de leite ideal varia conforme a fase produtiva e o estado fisiológico de cada animal. Por isso, requer pessoal devidamente treinado e um olhar individualizado. Por exemplo, o ECC na fase do pré-parto é determinante para assegurar que as vacas tenham condição corporal adequada ao parto. “Vacas com ECC elevado tendem a ter mais problemas reprodutivos”, explica a especialista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro auxílio do ECC ocorre nos momentos após a vaca leiteira parir. Isto porque, logo após o parto, as vacas têm maior dificuldade de ingerir as quantidades ideais de alimento que o corpo precisa, em um período em que a produção de leite demanda mais energia. Por isso, a alimentação em níveis adequados é essencial para prevenir a perda excessiva de peso e garantir uma boa produtividade. Do mesmo modo, quando a vaca está muito magra e o ECC na fase de pré-parto for baixo, a tendência é de haver sofrimento maior após a parição e ocasionar o comprometimento de sua produção leiteira.</span></p>
<p><b>Classificações e escala ECC</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, a escala do escore da condição corporal dos bovinos de leite mais utilizada varia de 1 a 5 (EDMUNDSON et al., 1989). O primeiro nível serve para indicar que a vaca está extremamente magra, enquanto o quinto nível aponta para gordura excessiva (veja quadro abaixo). É importante saber que, dependendo do grau de experiência do avaliador, a escala pode ser dividida em escalas de 0,50 ou 0,25 pontos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é importante considerar o que diz o ‘Padrão FW 5’ que descreve sobre a condição corporal na sessão “Alimento e água” da norma HFAC para a conquista do selo de bem-estar animal Certified Humane. O documento determina que: </span></p>
<p style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: 400;">a.  </span>Os animais devem ser alimentados para que mantenha plena saúde e capacidade de reprodução normal pelo período máximo previsto de vida.</p>
<p style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: 400;">b.  Alterações nas condições corporais devem ser cuidadosamente planejadas, monitoradas e mantidas de acordo com o estágio da produção.</span></p>
<p style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: 400;">c.   Em todos os momentos, os animais devem ter um escore de condição corporal (ECC) de pelo menos</span></p>
<p style="padding-left: 40px;"><span style="font-weight: 400;">d.   Nenhum animal com ECC menor que 2 deve ser transportado ou deixar a propriedade a menos que seja para o tratamento veterinário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resolvida a questão da importância de considerar o equilíbrio corporal dos animais para a certificação, outra dúvida sobre o escore da condição corporal em bovinos é quanto ao ECC ideal, na escala de 1 a 5, para cada faixa etária das vacas leiteiras. Montamos abaixo uma tabela que considera que os bovinos devem ser alimentados para atingir os seguintes ECCs, confira:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2,75-3,25: 3,25-3,75 (1-120 dias): 2,5-3,25 (120-304 días): 2,75-3,25 (305+ dias): 3,0-3,5</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Novilhas em crescimento: 2,75 &#8211; 3,25</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Vacas secas e novilhas no parto: 3,25 &#8211; 3,75</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Início da lactação (1-120 dias): 2,5 &#8211; 3,25</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Meio da lactação (120-304 dias): 2,75 &#8211; 3,25</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Fim da lactação (305+ dias): 3,0 &#8211; 3,5</span></li>
</ul>

<a href='https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos.jpg' title="" data-rl_title="" class="rl-gallery-link" data-rl_caption="" data-rel="lightbox-gallery-1"><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Escore da condição corporal em bovinos" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-150x150.jpg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-66x66.jpg 66w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-1.jpg' title="" data-rl_title="" class="rl-gallery-link" data-rl_caption="" data-rel="lightbox-gallery-1"><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Escore da condição corporal em bovinos" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-1-150x150.jpg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-1-66x66.jpg 66w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>
<a href='https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-2.jpg' title="" data-rl_title="" class="rl-gallery-link" data-rl_caption="" data-rel="lightbox-gallery-1"><img decoding="async" width="150" height="150" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-2-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="Escore da condição corporal em bovinos" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-2-150x150.jpg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2020/02/escore-da-condição-corporal-em-bovinos-2-66x66.jpg 66w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></a>

<p><b>Escala para definir o escore da condição corporal em bovinos de leite:</b></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><b>Escore</b></td>
<td><b>Aparência</b></td>
<td><b>Condição</b></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">1</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Condicionamento reduzido grave (Emaciado)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Apófises espinhosas e transversais proeminentes, nenhuma camada de gordura, cavidade profunda em volta da base da cauda, depressão profunda no lombo,</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">2</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Esqueleto evidente</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Apófises espinhosas e transversais proeminentes porém macias, fina camada de gordura, pequena cavidade em volta da base da cauda com uma fina camada de tecido adiposo,</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">3</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Moderado, esqueleto e cobertura bem equilibrada</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Apófises espinhosas e transversais arredondadas, desenvolvimento muscular completo, nenhuma cavidade em volta da base da cauda, pequena depressão na área do lombo,</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">4</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Esqueleto não tão visível como a cobertura</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Apófises espinhosas evidentes apenas como uma linha, camada de gordura considerável, porém firme, apófises transversais não podem ser sentidas, base da cauda arredondada com gordura, nenhuma depressão na área do lombo,</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span style="font-weight: 400;">5</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Condicionamento excessivo grave (Obeso)</span></td>
<td><span style="font-weight: 400;">Apófises espinhosas e transversais não detectáveis, camada de gordura densa e macia, base da cauda enterrada, sob grossa camada de tecido adiposo,</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
Se você chegou até aqui é porque se interessou pelo assunto e está preocupado em garantir o bem-estar de seus animais. Pensando nisso, montamos uma lista especial para você saber mais: </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/veja-5-aspectos-de-bem-estar-para-bovinos-de-corte/"><span style="font-weight: 400;">veja cinco aspectos</span></a><span style="font-weight: 400;"> de bem-estar para bovinos que fazem toda a diferença. </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>É importante medir o manejo, diz Temple Grandin</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/e-importante-medir-o-manejo-diz-temple-grandin/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jul 2018 17:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[manejo racional]]></category>
		<category><![CDATA[Temple Grandin]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maior referência mundial em bem-estar animal, Temple Grandin, esteve no Brasil na última semana. Psicóloga, mestre e doutora em Ciência Animal, ela visitou uma propriedade rural no país pela primeira vez, no Centro-Oeste. Temple Grandin iniciou a sua luta pelo bem-estar animal em 1970,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">A maior referência mundial em bem-estar animal, Temple Grandin, esteve no Brasil na última semana. Psicóloga, mestre e doutora em Ciência Animal, ela visitou uma propriedade rural no país pela primeira vez, no Centro-Oeste. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Temple Grandin iniciou a sua luta pelo bem-estar animal em 1970, quando o manejo dos bovinos era realmente ruim, segundo ela. “Nos últimos anos, melhorou muito a criação, pois as associações estão trabalhando para isso”. </span></p>
<p><b>Uma vida que valha a pena viver </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conceito original de bem-estar animal vem do Reino Unido, sendo que os animais precisam ter uma “vida que valha a pena viver”, disse Temple Grandin. É importante que se faça um manejo racional e que se apliquem boas práticas para que os pecuaristas atinjam os melhores resultados nas propriedades, segundo a especialista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre a experiência na Fazenda Orvalho das Flores, Temple Grandin comentou sobre a diferença entre a personalidade do gado brasileiro e do europeu, mas que já se percebem ações positivas para superar esta questão. “Vi que há organização, bons equipamentos e atitudes corretas com os animais. As pessoas estão realmente se importando com o seu manejo. É preciso haver um interesse crescente em se criar o gado de forma natural e isso está acontecendo”, avaliou. </span></p>
<p><b>No rumo do bem-estar animal </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temple Grandin também falou sobre os primeiros passos em direção ao bem-estar animal. Para ela, o primeiro passo é que o produtor ou o fazendeiro se certifique que não está fazendo nada que é realmente abusivo aos animais. Devem ser analisados desde os itens mais simples, como a utilização de um bastão afiado contra o gado, por exemplo. “Isso é algo que não se deve fazer”, orientou.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisadora ainda comentou sobre a habilidade natural que algumas pessoas têm com os animais. “Ao receber treinamento para manejar o gado, esses criadores descobrem que podem utilizar isso para facilitar o trabalho”, explicou. Temple Grandin acredita que o bom manejo é o que realmente importa &#8211; melhora o bem-estar animal, a produtividade e promove a segurança para os peões, evitando lesões. </span></p>
<p><b>A tecnologia não substitui o manejo</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando o assunto é o bem-estar animal, a tecnologia não é um dos fatores mais importantes. “Ela não substitui o manejo, <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-2076" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-300x284.jpeg" alt="Temple Grandin em palestra no Brasil" width="276" height="261" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-300x284.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-768x727.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-600x568.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-200x189.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-400x379.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1-800x758.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/07/Temple-Grandin-Palestra-1.jpeg 966w" sizes="auto, (max-width: 276px) 100vw, 276px" /></a>mas auxilia nos equipamentos, que precisam ser adequados. Uma porta automática, por exemplo, facilita o trabalho e não deixa o manejador impaciente por esta estar emperrada. Isso tudo faz diferença”, disse Temple Grandin. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra mensagem que a pesquisadora deixou foi que o bem-estar animal requer evolução contínua &#8211; sempre é possível melhorar. Mensurar as atitudes dos animais é o termômetro para saber se o manejo está sendo feito adequadamente. “Em um bom manejo não há animais pulando, caindo e nem se batendo contra as cercas. Os mugidos tem que ficar em um nível muito baixo”, explica Temple Grandin. É preciso “medir” e avaliar as atitudes dos animais, pois eles realmente são muito bons em não transparecer a dor por serem presas. “Uma alternativa é gravá-los em vídeo ou não deixá-los perceber que você está observando-os”, aconselhou. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por fim, vale dizer que “quem lidera o manejo deve se importar porque já vi manejos melhorarem por causa de um bom líder e piorar por causa de uma liderança ruim ou com a mudança deste líder”, disse. </span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">* Este conteúdo foi produzido com informações do </span></i><a href="https://www.girodoboi.com.br/destaques/tecnologia-nao-substitui-o-bom-manejo-afirma-temple-grandin/"><i><span style="font-weight: 400;">Giro do Boi</span></i></a><i><span style="font-weight: 400;">.  </span></i></p>
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