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	<title>Arquivos Galinhas Poedeiras - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura de postura]]></category>
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		<category><![CDATA[Saúde das aves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a peritonite da gema, também conhecida como peritonite do ovo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A enfermidade afeta o sistema reprodutivo das galinhas poedeiras e pode provocar inflamação abdominal, dor prolongada, infecções secundárias, queda na postura e aumento da mortalidade. Por isso, reconhecer os sinais é importante tanto para o desempenho do lote quanto para o bem-estar das aves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><span style="font-weight: 400;">informativo da Iniciativa MIRA</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans, a doença ocorre quando ovos parcialmente ou totalmente formados, ou o próprio conteúdo vitelino, chegam à cavidade abdominal. Esse material pode desencadear uma resposta inflamatória e favorecer a proliferação de bactérias oportunistas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Escherichia coli</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Por que a peritonite da gema exige atenção?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema tem impacto direto na sanidade e no desempenho produtivo. De acordo com o informativo, a enfermidade pode estar associada à mortalidade entre 3% e 4% e à redução de 2% a 3% na produção de ovos. Também há registros de que 15,4% das alterações observadas no sistema reprodutivo de galinhas poedeiras comerciais, entre 21 e 80 semanas de idade, estão relacionadas ao problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em granjas comerciais, esses índices representam perdas relevantes, especialmente quando os sinais são identificados tardiamente. Além do efeito produtivo, a presença de material vitelino na cavidade abdominal pode comprometer a locomoção, o consumo de alimento e o comportamento das aves.</span></p>
<h2><b>Como a doença se desenvolve?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O quadro pode surgir quando há falhas no processo normal de formação e postura dos ovos. Retenção, ruptura no trato reprodutivo, peristaltismo reverso do oviduto ou deslocamento da gema para a cavidade abdominal são algumas das situações associadas à enfermidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conteúdo vitelino acumulado cria um ambiente favorável ao crescimento bacteriano. Em aves de alta produção, submetidas a intensa atividade ovariana, o risco tende a ser maior quando há desequilíbrios no desenvolvimento reprodutivo, manejo inadequado ou presença de agentes infecciosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos crônicos, esse material pode formar massas aderidas aos órgãos internos, causar inflamação persistente e provocar lesões no oviduto. Com a evolução do quadro, o desconforto se agrava, a recuperação se torna mais difícil e os reflexos sobre o lote podem ser ampliados.</span></p>
<h2><b>Sinais que merecem atenção na granja</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A identificação da peritonite da gema nem sempre é simples. Os primeiros sinais podem ser confundidos com alterações comuns de manejo ou desempenho, o que torna a observação diária ainda mais importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os indicativos mais frequentes estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redução na postura;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Interrupção da produção; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na qualidade dos ovos, como cascas deformadas, finas, moles ou quebradas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a evolução da doença, as aves podem apresentar apatia, isolamento, perda de peso, menor atividade, dificuldade respiratória, aumento do volume abdominal, esforço abdominal e dor à palpação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quadros graves, há risco de septicemia e morte. Outro ponto de atenção é que o aumento abdominal pode gerar falsa impressão de boa condição corporal. Por isso, a avaliação do lote deve considerar comportamento, aspecto físico e histórico produtivo.</span></p>
<h2><b>O que a doença revela sobre o bem-estar animal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema não deve ser analisada apenas pelo impacto na produção. A inflamação abdominal, as aderências entre órgãos internos e possíveis infecções secundárias podem limitar movimentos, afetar a alimentação e restringir a expressão de comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o informativo, a forma crônica da doença pode estar associada a uma carga de dor comparável à observada em aves com fratura de quilha, condição reconhecida como extremamente dolorosa. Esse dado reforça a importância de tratar a enfermidade como um problema sanitário com efeito direto sobre o bem-estar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa abordagem dialoga com </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras"><span style="font-weight: 400;">os princípios da certificação Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;">, que considera saúde, manejo adequado, nutrição, ambiência e resposta a sinais de dor ou doença como partes fundamentais de um sistema produtivo orientado ao bem-estar animal. No caso das poedeiras, acompanhar a sanidade reprodutiva é uma medida indispensável para prevenir o sofrimento ao longo do ciclo produtivo.</span></p>
<h2><b>Fatores que aumentam o risco</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência da peritonite da gema pode estar relacionada a diferentes fatores produtivos, sanitários e de manejo. Entre eles estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alta produção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Maturidade sexual precoce;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intensa atividade ovariana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ovulação ectópica,</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retenção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Infecções bacterianas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Excesso de gordura corporal; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Traumatismos e alterações no oviduto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de recria também merece atenção. Programas inadequados de iluminação ou estímulos precoces podem antecipar o início da postura antes da completa maturação do aparelho reprodutivo. Esse desequilíbrio aumenta a probabilidade de alterações no sistema reprodutivo e pode favorecer o desenvolvimento da enfermidade.</span></p>
<h2><b>Como reduzir riscos no manejo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção depende de uma rotina bem estruturada, que combine nutrição, sanidade, biosseguridade e acompanhamento do lote. Entre os pontos mais importantes estão o controle do peso corporal, a uniformidade das aves, o monitoramento da qualidade dos ovos, a higiene das instalações e a qualidade da água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação deve ser ajustada às exigências nutricionais de cada fase produtiva, considerando o desenvolvimento reprodutivo e a condição corporal das poedeiras. Diante de sinais sugestivos da enfermidade, a avaliação de um médico-veterinário é indispensável para diagnóstico e definição das medidas adequadas.</span></p>
<h2><b>Observação diária é parte da prevenção</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Reconhecer alterações no lote antes que o quadro se agrave é uma das formas mais eficazes de reduzir efeitos sanitários e produtivos. Mudanças no comportamento, na postura, na qualidade da casca e no aspecto físico devem ser avaliadas com atenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando identificada precocemente, a peritonite da gema pode ser manejada com mais rapidez, reduzindo riscos sanitários e prejuízos ao lote. Por isso, o acompanhamento contínuo deve fazer parte da rotina da granja.</span></p>
<p><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><b>Fonte: Informativo da Iniciativa MIRA, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans.</b></a></p>
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		<title>Como criar galinhas poedeiras soltas com bem-estar animal</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/dicas-para-criar-galinhas-poedeiras-soltas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[aves soltas]]></category>
		<category><![CDATA[avicultura]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas avícolas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de galinhas poedeiras está evoluindo, e os sistemas que utilizam gaiolas vêm perdendo espaço diante de modelos orientados ao bem-estar animal. A produção cage-free, também conhecida como criação livre de gaiolas, tornou-se uma alternativa cada vez mais relevante para produtores, empresas de alimentos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A criação de </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certificacao-de-galinhas-poedeiras-conheca-as-regras/"><span style="font-weight: 400;">galinhas poedeiras</span></a><span style="font-weight: 400;"> está evoluindo, e os sistemas que utilizam gaiolas vêm perdendo espaço diante de modelos orientados ao </span><b>bem-estar animal</b><span style="font-weight: 400;">. A produção </span><em><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">cage-free</span></a></em><span style="font-weight: 400;">, também conhecida como criação livre de gaiolas, tornou-se uma alternativa cada vez </span><b>mais relevante para produtores</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>empresas de alimentos</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>consumidores atentos</b><span style="font-weight: 400;"> à origem dos ovos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sistema, as aves </span><b>não permanecem confinadas em gaiolas</b><span style="font-weight: 400;">. Elas têm acesso a galpões com ninhos, poleiros, cama limpa e espaço para se movimentar com mais liberdade. Isso permite que expressem </span><b>comportamentos naturais</b><span style="font-weight: 400;">, como caminhar, empoleirar-se, ciscar e tomar banhos de poeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora ainda existam muitas dúvidas sobre como implementar esse modelo, a transição pode ser mais simples do que muitos imaginam quando há planejamento, manejo adequado e atenção constante às necessidades do lote.</span></p>
<h2><b>Boas práticas para sistemas <em>cage-free</em></b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Adotar um sistema livre de gaiolas exige </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/normas-de-bem-estar-animal-muito-alem-do-cage-free/"><span style="font-weight: 400;">mais do que retirar as gaiolas.</span></a><span style="font-weight: 400;"> A produção deve considerar </span><b>nutrição, sanidade, estrutura, capacitação da equipe e monitoramento diário</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As granjas devem contar com </span><b>ventilação e luminosidade adequadas</b><span style="font-weight: 400;">. Para manter uma </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-reduzir-os-efeitos-do-calor-na-criacao-de-galinhas/"><span style="font-weight: 400;">temperatura apropriada</span></a><span style="font-weight: 400;"> dentro das instalações, pode ser necessário utilizar ventiladores ou exaustores, especialmente em períodos de calor excessivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir da quarta semana de vida, as aves devem ter acesso a poleiros. Esse recurso favorece a adaptação ao ambiente e permite a expressão de um comportamento natural. </span><b>O corte do bico</b><span style="font-weight: 400;">, quando realizado, deve ser feito nos primeiros dias de vida e sempre de acordo com critérios técnicos que evitem sofrimento desnecessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação também exige atenção. As aves devem receber uma</span><b> dieta equilibrada</b><span style="font-weight: 400;">, adequada à idade e à fase produtiva. Além disso, a granja deve contar com comedouros e bebedouros suficientes para evitar disputas e garantir o acesso ao alimento e à água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os profissionais envolvidos no manejo precisam estar</span><b> capacitados</b><span style="font-weight: 400;">. A equipe deve conhecer as boas práticas aplicáveis, compreender o comportamento do lote e saber como tratar as aves </span><b>sem gerar estresse ou medo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de</span><b> ninhos e poleiros em quantidade suficiente</b><span style="font-weight: 400;"> é essencial. Os ninhos oferecem um ambiente adequado para a postura, enquanto os poleiros favorecem o descanso. O banho de poeira também deve ser considerado, com cama limpa, seca e bem manejada no piso dos galpões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto-chave é o </span><b>monitoramento</b><span style="font-weight: 400;">. Os animais devem ser observados ao menos duas vezes ao dia para verificar temperatura, umidade, ventilação, consumo de alimento e água, comportamento geral e possíveis sinais de doença, lesão ou estresse.</span></p>
<h2><b>4 dicas para a criação de galinhas poedeiras soltas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A demanda por ovos provenientes de sistemas </span><i><span style="font-weight: 400;">cage-free</span></i><span style="font-weight: 400;"> segue crescendo em diferentes mercados. Para produtores que desejam migrar para esse modelo ou melhorar a segurança das aves, alguns cuidados são essenciais.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">1. Priorize a higiene</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A higiene começa na entrada da granja. Controlar quais veículos e pessoas acessam a propriedade ajuda a reduzir riscos sanitários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é recomendável fornecer roupas adequadas a visitantes e colaboradores, além de estabelecer protocolos de limpeza para as áreas de circulação e os galpões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cama deve ser mantida seca e em boas condições, evitando acúmulo de umidade, sujeira e materiais que possam prejudicar a saúde das aves.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">2. Ajuste a estrutura</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma granja adaptada para aves livres de gaiolas nem sempre exige um investimento elevado. Muitas adequações podem ser realizadas com planejamento e uso inteligente de materiais, desde que cumpram requisitos de segurança e conforto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O piso deve ser coberto com substrato de boa qualidade, capaz de favorecer comportamentos como ciscar e tomar banhos de poeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também se deve evitar a presença de estruturas, buracos ou equipamentos em que os animais possam se esconder, ficar presos ou se machucar. A circulação dentro do galpão deve facilitar tanto o movimento das aves quanto o manejo por parte da equipe.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">3. Invista em segurança</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As instalações devem ser protegidas contra o acesso de outros animais, inclusive os domésticos. Esse cuidado reduz riscos de acidentes, transmissão de doenças e estresse no lote.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando as aves têm acesso à área externa, o espaço deve ser bem delimitado e manejado. Caso sejam utilizadas árvores, recomenda-se optar por espécies não frutíferas e mantê-las podadas, para evitar a atração de aves silvestres e outros animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segurança também inclui revisar cercas, portas, equipamentos elétricos, bebedouros, comedouros e sistemas de ventilação. A prevenção é parte central de um manejo responsável.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">4. Tenha um plano de emergência</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Toda granja deve contar com um plano de emergência para situações como quedas de energia, falhas em equipamentos, problemas climáticos ou interrupções no fornecimento de água e alimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendável dispor de equipamentos de apoio, como gerador próprio ou alugado, para evitar que imprevistos comprometam o funcionamento diário da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O plano deve ser conhecido pela equipe e revisado periodicamente. Em sistemas livres de gaiolas, uma resposta rápida pode evitar estresse, perdas produtivas e riscos à saúde das aves.</span></p>
<h2><b>Manejo constante faz a diferença</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema <em>cage-free</em> representa um avanço em relação ao confinamento em gaiolas, mas não funciona sozinho. Para que a produção seja eficiente, é necessário combinar estrutura adequada, manejo responsável, capacitação, monitoramento e protocolos claros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando implementado corretamente, esse modelo favorece a qualidade de vida das aves e ajuda a responder a uma demanda crescente por alimentos vinculados a práticas mais responsáveis.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras?_gl=1*414hym*_gcl_aw*R0NMLjE3ODMzNjEyNjguQ2p3S0NBandwSzNTQmhBU0Vpd0F0VjFTUEhrQ3l3OGNvRjhHblBMSkd3dEdZSjQ3U05HdVRyUDYxOURHT3I3b3lhaGRrYzVnemwwb0dob0N4VjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTM5MDI2NzQ3Ny4xNzc3MDQ4MzMx"><span style="font-weight: 400;">Para obter mais informações, acesse também nosso material gratuito: Guia digital para a criação de galinhas poedeiras.</span></a></p>
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		<title>Selo Certified Humane: como identificar alimentos com bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 04:00:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma boa imagem diz quase tudo &#8211; ou, pelo menos, tudo o que é importante dizer. Por isso, o Instituto Certified Humane trata com especial cuidado a identificação visual que acompanha as marcas aprovadas pelo programa. Essa é uma premissa válida para muitos aspectos da...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa imagem diz quase tudo &#8211; ou, pelo menos, tudo o que é importante dizer. Por isso, o Instituto Certified Humane trata com especial cuidado a identificação visual que acompanha as marcas aprovadas pelo programa.</p>
<p>Essa é uma premissa válida para muitos aspectos da vida: os símbolos transmitem mensagens poderosas. Pense nas alianças que os noivos trocam para<strong> confirmar seu compromisso</strong>, na paixão dos torcedores pela bandeira de seus times ou, ainda, na força dos logotipos de empresas bem-sucedidas.</p>
<p>Nos alimentos de origem animal, o selo Certified Humane transmite uma mensagem importante: o produto está vinculado a uma cadeia avaliada com base em padrões de cuidado animal, aplicados desde o nascimento até o abate.</p>
<p>Embora ocupe um pequeno espaço na embalagem, ele representa uma decisão que atravessa a produção e alcança toda a vida dos animais que dão origem a um alimento ou matéria-prima.</p>
<h3><strong>Obter a certificação exige responsabilidade</strong></h3>
<p>Em muitas ocasiões, <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-como-obter-o-selo-de-bem-estar-animal?_gl=1*16llqj6*_ga*MTEzMTgxMTg4Mi4xNzYxMTQzODI2*_ga_V65P2PJ510*czE3ODMzNTYxNDgkbzgzJGcxJHQxNzgzMzYwNDUxJGo1NSRsMCRoMA..*_gcl_aw*R0NMLjE3ODI5MTQ2OTEuQ2owS0NRanc5WkxTQmhDY0FSSXNBRWhHS2dQbVM2YzZkVHBZUjZaS0VHSjIzV1RnQS01S3l6czF5eTN0Q0p1d2R3Y2dESkwweHVIUFlHOGFBaVlERUFMd193Y0I.*_gcl_au*MTM5MDI2NzQ3Ny4xNzc3MDQ4MzMx">você já leu neste blog que qualquer empresa pode obter a certificação</a>. É verdade: as normas são objetivas, o processo é exigente e granjas de diferentes portes podem assumir os custos, especialmente quando comparados aos <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-melhorar-o-bem-estar-animal/">benefícios</a> de atrair <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/consumidores-rejeitam-empresas-que-nao-pensam-no-bem-estar-animal/">consumidores</a> atentos ao tratamento dado aos animais. Por outro lado, nem todas as empresas estão dispostas a seguir esse caminho e assumir suas exigências.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-1390 alignleft" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-300x215.jpg" alt="selo de bem-estar- animal - cow" width="300" height="215" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-300x214.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-600x429.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-200x143.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-400x286.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Na prática, não falta quem defenda publicamente o bem-estar animal, mas ignore esse compromisso quando ninguém está olhando: em granjas com instalações precárias, transportes inadequados ou abatedouros mal conservados. Nessas condições, bovinos, suínos, aves e outras espécies que fazem parte da nossa alimentação podem adoecer, sofrer e se machucar.</p>
<p>Separar <strong>quem está realmente comprometido</strong> de quem busca apenas benefício econômico com um discurso vazio é a missão do Instituto Certified Humane, uma organização não governamental sem fins lucrativos.</p>
<p>A identificação que as empresas exibem indica que, em algum momento, um sócio da companhia ou o proprietário da granja decidiu que seu negócio não poderia crescer às custas do sofrimento desnecessário de um ser vivo.</p>
<h3><strong>Como funciona o processo Certified Humane</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para obter a certificação, a empresa provavelmente precisou adaptar sua linha de produção ou sua granja. Também teve que investir na capacitação de seus colaboradores. </span><span style="font-weight: 400;">Acima de tudo, precisou se comprometer com a transparência, abrindo periodicamente suas instalações ao acompanhamento de inspetores que vão a campo verificar se as boas práticas estão sendo cumpridas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação considera critérios técnicos relacionados à alimentação, acesso à água, saúde, alojamento, espaço, transporte, manejo adequado e práticas de abate, quando aplicável. </span><span style="font-weight: 400;">Por isso, o processo ajuda a mostrar aos consumidores em quais marcas eles podem confiar. Mais do que uma imagem na embalagem, o selo representa auditoria, responsabilidade e melhoria contínua.</span></p>
<h3><b>Um símbolo que orienta a escolha do consumidor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um mercado no qual muitas marcas falam sobre responsabilidade, contar com uma certificação independente ajuda a diferenciar aquelas que aceitam demonstrar suas práticas por meio de critérios técnicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A identificação não substitui a informação completa sobre a produção, mas oferece um sinal claro no momento da compra. Para quem se preocupa com a origem dos alimentos e com as condições de criação, essa informação facilita uma escolha mais consciente. </span><span style="font-weight: 400;">Escolher produtos certificados também é uma forma de reconhecer empresas que investem em melhores práticas e aceitam se submeter a uma avaliação externa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, o selo Certified Humane mostra que o cuidado animal não deve ser tratado como um argumento comercial vazio, mas como uma prática verificável. </span><span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre o tema, continue acompanhando os conteúdos do blog e descubra como suas decisões de consumo podem apoiar cadeias produtivas mais responsáveis.</span></p>
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		<title>Conheça os mitos e fatos do bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 12:47:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o assunto é bem-estar animal, é comum surgirem dúvidas e percepções distorcidas sobre o processo de certificação. Muitos produtores e empresas acreditam que o selo é restrito a operações de grande porte, que envolve custos elevados ou que exige um processo burocrático. Mas será...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Quando o assunto é bem-estar animal, é comum surgirem dúvidas e percepções distorcidas sobre o processo de certificação. Muitos produtores e empresas acreditam que o selo é restrito a operações de grande porte, que envolve custos elevados ou que exige um processo burocrático. Mas será que esses obstáculos realmente existem?</p>
<p class="p1">Neste conteúdo, reunimos os principais <span class="s1"><b>mitos e verdades sobre a certificação de bem-estar animal</b></span> para mostrar que o caminho para uma produção mais ética e responsável é mais viável do que parece. Se você atua com criação de animais ou utiliza produtos de origem animal na sua cadeia produtiva, vale a pena conferir.</p>
<h3><b>A certificação é mesmo para todos?</b></h3>
<p class="p1">Sim. Ao contrário do que muitos pensam, <span class="s1"><b>a certificação de bem-estar animal não depende do tamanho da propriedade ou empresa</b></span>. O que conta é o compromisso com boas práticas. Pequenos e grandes produtores podem se certificar, desde que sigam as normas e estejam organizados para atender aos critérios definidos.</p>
<h3><b>Os custos são altos?</b></h3>
<p class="p1">Não. O processo envolve etapas com taxas claras e proporcionais ao porte da operação. Os valores incluem análise documental, auditorias presenciais e renovação anual. A certificação pode, inclusive, gerar <span class="s1"><b>economia a longo prazo</b></span>, já que animais bem tratados adoecem menos, produzem mais e agregam valor ao produto final.</p>
<h3><b>É um processo complicado?</b></h3>
<p class="p1">Outro mito. As normas são objetivas e baseadas em ciência. Elas orientam como garantir que os animais tenham espaço, conforto, acesso à água e alimentação adequadas, e vivam livres de dor, estresse e maus-tratos. <span class="s1"><b>Com planejamento e transparência, qualquer produtor consegue se adequar.</b><b></b></span></p>
<h3><b>Por que ainda existem tantos mitos?</b></h3>
<p class="p1">Boa parte da resistência vem da desinformação. Assim como em outros processos de melhoria, é comum surgirem dúvidas ou justificativas para adiar mudanças. Mas o mercado evoluiu, e os consumidores estão mais atentos ao que consomem. Estar certificado é também uma <span class="s1"><b>estratégia de posicionamento e diferenciação</b></span>.</p>
<h3><b>O selo Certified Humane é mesmo confiável?</b></h3>
<p class="p1">Sim. Desde 2003, o programa atua em diversos países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Chile e Peru, certificando produtores de carne, leite e ovos que passam por auditorias rigorosas e periódicas. O selo garante ao consumidor que o produto segue critérios internacionais de bem-estar animal.</p>
<p class="p1">Não existem barreiras econômicas ou geográficas para quem quer produzir de forma ética. O primeiro passo é <span class="s1"><b>buscar informação confiável</b></span>. O selo Certified Humane está ao alcance de quem valoriza o respeito à vida animal e deseja oferecer produtos com mais responsabilidade.</p>
<p class="p4"><b>Quer entender melhor como funciona a certificação e quais são os mitos mais comuns?</b><b></b></p>
<p class="p1">👉 <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/mitos-e-fatos-da-certificacao-bem-estar-animal?_gl=1*1bsjtic*_gcl_au*OTYyMjE0Mzk0LjE3NTc2MTA2OTU">Baixe agora o guia gratuito “Mitos e Fatos da Certificação de Bem-Estar Animal”</a> e veja por que essa prática compensa para produtores, empresas e consumidores.</p>
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		<title>Certified Humane® participa do lançamento do primeiro centro de treinamento cage free da Índia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 15:07:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Certified Humane® marcou presença em um dos eventos mais significativos da avicultura indiana nos últimos anos: o lançamento do primeiro centro de treinamento ambientalmente controlado para sistemas livres de gaiolas no estado de Tamil Nadu. O evento foi organizado pelas instituições Global Food Partners...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane® marcou presença em um dos eventos mais significativos da avicultura indiana nos últimos anos: o lançamento do primeiro centro de treinamento ambientalmente controlado para sistemas livres de gaiolas no estado de Tamil Nadu. O evento foi organizado pelas instituições Global Food Partners e People for Animals Public Policy Foundation e reuniu profissionais de diversos setores estratégicos ligados à produção de ovos no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O encontro, realizado na cidade de Trichy, foi estruturado como um ToT — Training of Trainers (treinamento de treinadores). O objetivo principal foi capacitar formadores de opinião e multiplicadores técnicos sobre as boas práticas de alojamento, manejo, saúde e bem-estar de galinhas poedeiras em sistemas alternativos de produção, especialmente aqueles livres de gaiolas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane® foi convidada a compartilhar sua experiência técnica e os critérios do seu referencial de </span><b>certificação de bem-estar animal para galinhas poedeiras</b><span style="font-weight: 400;">, utilizados em mais de 25 países. Luiz Mazzon, diretor da organização no Brasil, América Latina e Ásia, detalhou os requisitos que as granjas devem cumprir para obter a certificação internacional, com base em evidências científicas e parâmetros objetivos de bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foi um momento importante para mostrar que sistemas cage free são não apenas viáveis, como também produtivos, tecnicamente robustos e cada vez mais exigidos por consumidores e mercados internacionais”, afirma Luiz.</span></p>
<p><b>LEIA TAMBÉM: </b><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-garantir-o-bem-estar-das-galinhas-poedeiras/"><b>Como garantir o bem-estar das galinhas poedeiras? &#8211; Certified Humane Brasil</b></a><b> </b></p>
<h3><b>Um evento voltado à transformação da avicultura</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento reuniu uma diversidade de atores-chave da avicultura na Índia: veterinários de universidades e órgãos estatais, técnicos da Organização Central de Desenvolvimento de Aves (CPDO), representantes do Instituto Central de Pesquisa Aviária (CARI), fornecedores de equipamentos, especialistas em genética e empreendedores rurais de todo o país. Todos reunidos para entender, discutir e multiplicar práticas alinhadas ao bem-estar animal e à produção responsável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O centro de treinamento inaugurado durante o evento funcionará como um espaço permanente para capacitação, pesquisa e inovação em modelos produtivos que respeitam as necessidades fisiológicas e comportamentais das aves. Ele é sediado em uma granja que já adota sistemas livres de gaiolas e recebe todos os visitantes para uma imersão prática nos conceitos abordados durante o treinamento.</span></p>
<p><b>MATERIAL EXCLUSIVO: </b><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras"><b>Novo Guia Digital Certified Humane® para Galinhas Poedeiras</b></a><b> </b></p>
<h3><b>A experiência da Happy Hens como exemplo prático</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante o evento, um dos destaques foi o relato da Happy Hens, produtora de ovos certificados na Índia e cliente do programa Certified Humane®. Manjunath Marapan, diretor geral da empresa, compartilhou a trajetória da marca, que nasceu com a missão de oferecer ovos produzidos de forma ética e hoje expande sua atuação em mercados exigentes dentro e fora da Índia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também participou Mathavan, proprietário da granja que abriga o novo centro de treinamento e que tem desempenhado papel ativo na adoção e promoção dos sistemas cage free no país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A experiência da Happy Hens mostra que produzir com bem-estar animal não é apenas uma questão ética, mas também estratégica e economicamente viável”, destacou Luiz Mazzon.</span></p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=jJNP27d7xrc"><b>ACOMPANHE NO YOUTUBE: Animal welfare in India: Happy Eggs founder discusses egg market trends</b></a></p>
<h3><b>Certificação como instrumento técnico e de mercado</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante sua participação, a Certified Humane® reforçou que a certificação é um processo técnico, auditável e transparente, que pode trazer ganhos tanto para a gestão da propriedade quanto para a valorização do produto final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao cumprir os critérios do programa, que abrangem desde o espaço mínimo por ave até práticas de alimentação, saúde, manejo e abate, o produtor se alinha a padrões reconhecidos internacionalmente, com potencial de acesso a mercados mais exigentes e valorização da sua marca junto a consumidores cada vez mais atentos às origens dos alimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização também reforçou que a certificação de bem-estar animal para galinhas poedeiras pode ser implementada em diferentes escalas de produção, inclusive por pequenos e médios produtores, desde que haja compromisso com os ajustes necessários nas rotinas de manejo.</span></p>
<h3><b>Um passo importante para o futuro da avicultura na Ásia</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença da Certified Humane® nesse marco da avicultura indiana reforça seu papel como referência global na promoção de sistemas de produção mais éticos, sustentáveis e tecnicamente sólidos.  </span></p>
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		<title>Ovos livres de gaiola no Brasil: avanços, desafios e o papel da Certified Humane</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Jul 2025 15:09:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
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		<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um levantamento inédito divulgado pela Alianima revela um panorama detalhado sobre a produção, comercialização e consumo de ovos livres de gaiola no Brasil.  Publicado em 2025, o relatório “Observatório do Ovo” traça um retrato fiel dos avanços e obstáculos enfrentados por produtores, varejistas e consumidores...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Um levantamento inédito divulgado pela </span><a href="https://materiais.alianima.org/observatoriodoovo"><span style="font-weight: 400;">Alianima</span></a><span style="font-weight: 400;"> revela um panorama detalhado sobre a produção, comercialização e consumo de ovos livres de gaiola no Brasil. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Publicado em 2025, o relatório “Observatório do Ovo” traça um retrato fiel dos avanços e obstáculos enfrentados por produtores, varejistas e consumidores que apostam em modelos mais éticos de criação animal. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com base em dados de empresas certificadas e compromissos públicos, o estudo joga luz sobre a transição para sistemas cage-free no país e o papel das certificações de bem-estar animal, como o selo Certified Humane.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Panorama da produção nacional: ainda majoritariamente em gaiolas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil possui atualmente um plantel estimado em 112 milhões de galinhas poedeiras em produção. Deste total, mais de 90% ainda são mantidas em sistemas intensivos com gaiolas. Em contraste, apenas cerca de 8,7 milhões de aves &#8211; o equivalente a menos de 8% &#8211; vivem em sistemas livres de gaiolas, como o cage-free, caipira e orgânico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar de ainda representar uma fatia pequena do total, a produção de ovos livres de gaiola cresceu 15% em relação ao ano anterior, somando 239,4 milhões de dúzias em 2023. Esse crescimento mostra que há uma demanda em expansão por produtos alinhados com </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/entenda-a-importancia-do-enriquecimento-ambiental-para-galinhas-poedeiras/"><span style="font-weight: 400;">práticas de bem-estar animal.</span></a><span style="font-weight: 400;"> (Fonte: Relatório “Observatório do Ovo”, 2025).</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Compromissos públicos e certificações: credibilidade e rastreabilidade</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório mostra que 91 empresas no Brasil assumiram compromissos públicos para eliminar o uso de ovos de galinhas confinadas em gaiolas. Desse total, 40% são do setor de food service e 24% são supermercados e redes de varejo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um fator central para a efetividade desses compromissos é a adoção de auditorias e certificações externas. Entre os varejistas que já implementaram os compromissos, 42,9% disseram exigir certificações de bem-estar animal, sendo o selo Certified Humane o mais citado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os supermercados com 100% de conversão para ovos livres de gaiola estão Casa Santa Luzia, Empório Varanda e Festval, que já comercializam apenas ovos livres de gaiolas em suas unidades. Estes exemplos mostram que a transição é viável, especialmente quando há fornecedores disponíveis e demanda consolidada.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Varejo: percepção de valor e desafios logísticos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os dados do relatório indicam que os principais benefícios percebidos pelos varejistas ao comercializar ovos cage-free são a imagem positiva da marca e o aumento na percepção de valor pelo consumidor. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, a transição ainda é desigual entre as regiões. O acesso a fornecedores é o principal entrave identificado por redes localizadas nas regiões Norte e Nordeste, onde a presença de granjas certificadas é mais limitada e os custos logísticos são elevados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, o Sudeste concentra a maioria dos compromissos e da oferta de ovos livres de gaiola. </span><b>A pesquisa identificou ainda que 71,4% dos supermercados entrevistados conhecem certificações como a Certified Humane, o que aponta para um avanço no nível de informação do setor em relação às práticas de bem-estar animal.</b></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Consumo consciente: cenário e tendências</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora o consumidor final nem sempre tenha clareza sobre os diferentes sistemas de produção de ovos, há sinais de mudança. Um número crescente de clientes busca produtos com maior transparência, e iniciativas como o Observatório do Ovo ajudam a ampliar o conhecimento sobre os impactos dos sistemas de criação intensiva. </span></p>
<p><b>Produtos com selos reconhecidos agregam valor ao portfólio e facilitam a comunicação de responsabilidade social pelas marcas.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A migração para sistemas livres de gaiola também se alinha às exigências de mercados internacionais. Países como os da União Europeia impõem restrições severas à importação de produtos de origem animal que não atendem aos padrões mínimos de bem-estar. Ou seja, para além de um compromisso ético, essa transição representa uma estratégia competitiva.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Certified Humane: referência internacional em bem-estar animal</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os selos citados no relatório, o Certified Humane se destaca como o principal referencial adotado por produtores e redes varejistas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação assegura que as galinhas poedeiras tenham liberdade de movimento, acesso à alimentação nutritiva, ambientes enriquecidos, iluminação controlada e manejo livre de práticas cruéis, como o confinamento em gaiolas. Ela também contribui para mitigar riscos sanitários, melhorar a qualidade dos ovos e atender a consumidores mais exigentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O selo, além de ser reconhecido internacionalmente, oferece rastreabilidade, verificação independente e diretrizes claras de manejo para cada fase da produção. Assim, ele representa uma ponte entre as demandas do mercado, a responsabilidade das marcas e a expectativa ética dos consumidores.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Caminhos para o futuro: como acelerar a mudança</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O relatório da Alianima conclui que o avanço da produção de ovos livres de gaiola no Brasil depende de três fatores principais: o fortalecimento das políticas públicas de fomento, o compromisso real das empresas com a execução das metas de transição e o acesso facilitado à informação pelo consumidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Certificações como a </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/quem-somos/"><span style="font-weight: 400;">Certified Humane</span></a><span style="font-weight: 400;"> são peças-chave nesse processo, pois promovem a confiança, padronizam práticas e contribuem para educar tanto os profissionais da cadeia produtiva quanto o público final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">À medida que o Brasil se consolida como um dos maiores produtores de proteína animal do mundo, cabe aos diferentes atores da cadeia: produtores, indústrias, varejo e consumidores assumirem a responsabilidade por um modelo mais sustentável, ético e transparente.  </span></p>
<h3>Materiais relacionados</h3>
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			<p>2ª Edição &#8211; Orientações Técnicas para sistemas de criação de galinhas de postura comercial livres de gaiolas</p>

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		<title>Entenda a importância do enriquecimento ambiental para galinhas poedeiras</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/entenda-a-importancia-do-enriquecimento-ambiental-para-galinhas-poedeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jul 2025 13:22:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[abicagem]]></category>
		<category><![CDATA[canibalismo]]></category>
		<category><![CDATA[canibalismo entre galinhas]]></category>
		<category><![CDATA[forrageamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar animal não somente é uma exigência do consumidor como comprovadamente melhora a qualidade de vida dos animais, a eficiência produtiva e a qualidade do produto final &#8211; o que inclui os ovos gerados por galinhas poedeiras. E um dos fatores essenciais para garantir...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O bem-estar animal não somente é uma exigência do consumidor como comprovadamente melhora a qualidade de vida dos animais, a eficiência produtiva e a qualidade do produto final &#8211; o que inclui os ovos gerados por galinhas poedeiras.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">E um dos fatores essenciais para garantir o bem-estar destes animais é o enriquecimento ambiental para galinhas, em especial aquelas que não acessam o meio exterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambientes que submetem as aves a confinamento extremos, com piso e cama inadequados, poluição, objetos cortantes, iluminação inapropriada e outros fatores de risco, afetam a saúde física e mental dos animais e resultam em desconforto, desnutrição, doenças e redução na produtividade esperada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O enriquecimento ambiental para galinhas auxilia para evitar todos esses problemas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber como funciona o enriquecimento ambiental para galinhas, conhecer as diferenças de um ambiente sem enriquecimento e entender os problemas da criação convencional? Veja a seguir!</span></p>
<h3><b>O que é enriquecimento ambiental para galinhas?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O enriquecimento ambiental para as galinhas, assim como para todas as espécies animais, cria um ambiente mais complexo para as aves viverem, simulando situações que ocorreriam na natureza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse ambiente de maior interatividade, as galinhas poedeiras conseguem expressar seu comportamento natural e saem da monotonia, favorecendo na prevenção de problemas com comportamentos anormais tais quais abicagem de pena e o canibalismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O correto é adaptar o ambiente e fornecer o enriquecimento ambiental coerente à fase de criação das galinhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por exemplo, pode-se utilizar recursos como cama de boa qualidade, seca e solta, ninhos com substratos naturais ou artificiais que estimulem a nidação, poleiros com angulação e tamanho corretos, plataforma com esconderijos, caixas de areia no caso da falta de cama, feno, pasto verde, folhas e caules de bananeiras e verduras suspensas para forrageamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na fase de cria e recria, por exemplo, podem ser utilizados poleiros a baixa altura que sejam de fácil acesso às pintainhas e fardos de alfafa para bicagem; na fase de criação, pequenas pedras auxiliam no desgaste de bico.</span></p>
<h3><b>Cama, Poleiros, Ninhos</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja como as normas de bem-estar para cama, poleiros e ninhos enriquecem o ambiente das galinhas poedeiras:</span></p>
<h4><b>Cama</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O material de cama deve ser de partícula com tamanho confortável aos pés e manter limpa a plumagem limpa das aves, sempre mantido seco, solto, limpo e sem materiais estranhos e contaminantes;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A cama deve ter espessura mínima entre 10 a 15 cm, com área suficiente para que as aves expressem o seu comportamento natural de banho de poeira, ciscar e que possam se locomover livremente;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Deve-se monitorar a cama diariamente, retirar partes úmidas em caso de acidentes e substituir por um material novo, seco e limpo;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Deve-se providenciar a retirada de aves mortas da cama para evitar contaminações e prevenir o canibalismo;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; É preciso evitar qualquer tipo de umidificação da cama (por exemplo, bebedouros vazando) para não formar placas duras que comprometam os pés das aves com a formação de bolas de excretas presas aos dedos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A cama do aviário pode ser reutilizada desde que o lote de aves anterior não tenha apresentado comprometimento sanitário.</span></p>
<h4><b>Poleiros</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Recomenda-se instalar poleiros para favorecer o fortalecimento da musculatura e dos ossos das aves, evitando fraturas e deformações ao longo do ciclo produtivo; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os poleiros devem ter um espaço mínimo de 7,5 cm de comprimento por ave para as fases de cria (a partir de 7-10 dias) e recria e de no mínimo 15 cm por ave para a fase de produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os poleiros devem ser posicionados com inclinação igual ou menor que 45 graus em relação à cama para favorecer o empoleiramento nas barras e evitar que as aves excretam umas sobre as outras;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Atenção com o formato e diâmetro dos poleiros: poleiros muito finos (menos do que 2,5 cm e mais do que 7,6 cm de diâmetro) com saliências pontiagudas ou de cantos vivos podem machucar as  aves.</span></p>
<h4><b>Ninhos</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ninho é uma área fornecida à ave que preserva o comportamento natural de nidação, priorizando a segurança e privacidade da ave  para a postura;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Existem ninhos individuais ou comunitários. Ninho individual deve considerar 1 boca de 30 cm x 30 cm para cada 5 aves. Ninhos comunitários devem ter uma área mínima de superfície de ninho de 80 cm2 para cada 100 aves;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A área do ninho não deve ser incluída quando se calcula o espaço de área utilizável no aviário;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ninhos devem ser limpos com periodicidade para evitar o acúmulo de excretas no local;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ninhos manuais devem ser forrados com substrato natural e reposto ou trocado conforme necessidade. Já os ninhos automáticos devem ser forrados com tapetes de borracha e mantidos limpos.</span></p>
<h3><b>Sem enriquecimento x com enriquecimento</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Um </span><a href="https://www.researchgate.net/publication/350616575_Comportamento_de_galinhas_poedeiras_em_sistema_cage_freeem_diferentes_idades_e_a_qualidade_de_ovos"><span style="font-weight: 400;">estudo</span></a><span style="font-weight: 400;"> da Universidade Estadual Paulista (Unesp) comprovou que o enriquecimento ambiental provoca uma série de mudanças positivas no comportamento das galinhas poedeiras e na qualidade dos ovos &#8211; confira alguns:</span></p>
<h4><b>Comportamento com enriquecimento ambiental </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Consomem menos água e comida;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Coçam-se menos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Esticam mais as pernas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Empoleiram-se;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Perseguem menos outras aves.</span></p>
<h4><b>Qualidade dos ovos com enriquecimento ambiental</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Maior peso;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Maior índice de gema;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Coloração mais intensa da gema;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Mais ricos em nutrientes.</span></p>
<h4><b>Os problemas de uma criação convencional</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação convencional de galinhas poedeiras, em gaiolas, ou seja, em confinamento extremo, não permite que as aves expressem seu comportamento natural e as submetem a estresse contínuo. Esse tipo de criação favorece o surgimento de situações negativas tais como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Impossibilidade de abrir e bater asas, ciscar, se locomover, </span><span style="font-weight: 400;">fazer a postura em ninhos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não pode empoleirar para fugir de ataques de outras aves;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Mortalidade elevada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bicagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Canibalismo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desnutrição;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Obesidade;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Lesões de pés; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Dificuldade de locomoção e debilidade física. </span></li>
</ul>
<p><b>Leia também:</b></p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/enriquecimento-ambiental-para-frangos-de-corte/"><b>→ Saiba mais sobre enriquecimento ambiental para frangos de corte</b></a></p>
<p><b></b><a href="https://mira.org.br/o-que-e-enriquecimento-ambiental-e-como-esta-tecnica-pode-aumentar-o-nivel-de-bem-estar-das-aves/"><b>→ O que é enriquecimento ambiental e como ele aumenta o bem-estar das aves!</b></a></p>
<p><a href="https://alianima.org/movimento-livre-de-gaiolas-quer-minimizar-impactos-na-vida-das-galinhas-poedeiras/"><b>→ Movimento livre de gaiolas minimiza impactos nas vidas das galinhas poedeiras!</b><span style="font-weight: 400;"> </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></p>
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		<item>
		<title>Como garantir o bem-estar das galinhas poedeiras?</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/como-garantir-o-bem-estar-das-galinhas-poedeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 14:28:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo por Espécie]]></category>
		<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[galinhas poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[manejo de aves]]></category>
		<category><![CDATA[ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, mais do que nunca, os consumidores exigem alimentos que não apenas atendam às suas necessidades nutricionais, mas que também respeitem os direitos dos animais. Quando falamos de ovos, essa demanda é ainda mais evidente. O bem-estar das galinhas poedeiras, responsáveis pela produção dos ovos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, mais do que nunca, os consumidores exigem alimentos que não apenas atendam às suas necessidades nutricionais, mas que também respeitem os direitos dos animais. Quando falamos de ovos, essa demanda é ainda mais evidente. O bem-estar das galinhas poedeiras, responsáveis pela produção dos ovos consumidos diariamente, é fundamental para garantir a qualidade do produto final e a saúde das aves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação livre de gaiolas é um dos princípios fundamentais para garantir o bem-estar das galinhas. Para que as aves tenham uma vida saudável e produtiva, é necessário seguir uma série de boas práticas que assegurem a preservação do seu estado físico, mental e fisiológico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ajudar produtores a melhorar o manejo de galinhas poedeiras e garantir a qualidade dos ovos, criamos um guia completo sobre o manejo e as certificações necessárias para obter o selo Certified Humane®. Neste material é possível encontrar informações importantes para garantir o bem-estar das galinhas poedeiras. Veja algumas delas abaixo.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Tipos de ovos e os sistemas de produção (Cage Free, Free Range, Caipira, Orgânico)</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de ovos pode ser classificada em diferentes sistemas, como o Cage Free, Free Range, Caipira e Orgânico, que refletem os cuidados com o bem-estar das aves. Cada tipo de sistema oferece um nível distinto de liberdade e condições de vida para as galinhas, impactando os ovos produzidos e atendendo às demandas dos consumidores preocupados com o bem-estar animal.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Cuidados na recria das aves</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A recria das aves é uma fase fundamental para garantir que as galinhas cresçam saudáveis e com o mínimo de estresse. As condições do ambiente, o manejo adequado e a nutrição balanceada são fundamentais para o desenvolvimento saudável dos animais.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Nutrição adequada e a importância da alimentação balanceada</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Fornecer uma dieta adequada não só contribui para a saúde das aves, mas também influencia diretamente na produção de ovos saudáveis e no desenvolvimento de aves com menos predisposição a doenças.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">O ambiente ideal para o bem-estar das galinhas</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O ambiente onde as galinhas são mantidas desempenha um papel importante em seu bem-estar. Garantir espaço suficiente para as aves se moverem, um ambiente livre de estresse e com boas condições de iluminação, ventilação e conforto térmico são elementos-chave para um manejo adequado e para a obtenção de ovos de qualidade.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Padrões e práticas para obter a certificação Certified Humane®</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação Certified Humane® estabelece padrões rigorosos para garantir que as aves sejam tratadas com respeito e que suas necessidades físicas e comportamentais sejam atendidas. Ao seguir essas práticas, os produtores não apenas cumprem com a regulamentação, mas promovem práticas de manejo que elevam a qualidade do produto final e atendem a um público consciente.</span></p>
<p><b>Baixe o Guia Digital Certified Humane® Galinhas Poedeiras para saber mais! <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras">Clique aqui</a> para fazer o download gratuito.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O guia é uma excelente ferramenta para produtores de ovos comerciais que buscam melhorar suas práticas de manejo, atender às exigências de bem-estar animal e, claro, obter a certificação que pode fazer toda a diferença para o seu negócio.</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Produção e consumo de ovos cage free é uma tendência mundial</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/producao-e-consumo-de-ovos-cage-free-e-uma-tendencia-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 15:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo por Espécie]]></category>
		<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A preocupação com o bem-estar animal na produção de alimentos é uma realidade mundial, e a produção e consumo de ovos cage free são uma parte importante desse movimento. Por causa disso, grandes redes de restaurantes, como o McDonald&#8217;s, e de hotéis, como Hyatt e...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/producao-e-consumo-de-ovos-cage-free-e-uma-tendencia-mundial/">Produção e consumo de ovos cage free é uma tendência mundial</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A preocupação com o </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal-2/"><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;"> na produção de alimentos é uma realidade mundial, e a produção e consumo de ovos cage free são uma parte importante desse movimento. Por causa disso, grandes redes de restaurantes, como o McDonald&#8217;s, e de hotéis, como Hyatt e Four Seasons, têm investido na oferta de ovos de galinhas livres de gaiolas em seus estabelecimentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com um relatório da </span><a href="https://thehumaneleague.org/article/cage-free-progress-worldwide"><span style="font-weight: 400;">Open Wing Alliance</span></a><span style="font-weight: 400;">, que une mais de 90 organizações-membro de mais de 70 países, </span><b>15,8% das galinhas poedeiras do mundo vivem fora de sistemas de gaiolas. </b><span style="font-weight: 400;">Campanhas globais lideradas por diversas organizações como a Humane Society International ou The Humane League compartilham estratégias, táticas e recursos ao redor do mundo, com o objetivo de auxiliar granjas a iniciar a produção ovos de galinhas livres melhorando significativamente o bem-estar animal e promovendo práticas mais éticas na avicultura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Continue lendo esse post e veja a tendência de produção e consumo de ovos cage free.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Produção e consumo de ovos cage free no mundo</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Empresas globais como Nestlé, Unilever, Burger King, KFC e a rede de hotéis Marriott, além das asiáticas Minor Foods, Jollibee Foods Corporation e Kewpie se comprometeram a gradualmente substituir totalmente a compra de ovos provenientes de gaiolas em favor de práticas de bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O incentivo à produção de ovos de galinhas felizes é uma tendência, muito potencializada pelo consumo de ovos cage free. É importante, no entanto, que haja clareza nos requisitos para o manejo das aves, bem como esforço dos produtores para adequação da produção, como vem ocorrendo em diversas partes do mundo. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Produção cage free nos Estados Unidos</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os Estados Unidos são um exemplo onde as mudanças no consumo geralmente antecipam tendências globais. Ao todo, </span><a href="https://unitedegg.com/facts-stats/"><span style="font-weight: 400;">34% das galinhas</span></a><span style="font-weight: 400;"> poedeiras do país (106 milhões) em 2022 foram criadas livres de gaiolas. O USDA (United States Department of Agriculture) projeta que até 2026 essa população cresça para 66% da produção nacional, a fim de atender a demanda de consumo de ovos cage free. Desde 2012, já houve um salto de 9,6% para 39,6% em 2024. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A legislação em alguns estados já determina que os produtores se adaptem e ofereçam a totalidade da produção sem gaiolas até uma data-limite. Em Nevada e Oregon, por exemplo, os produtores devem se adaptar até o final de 2024; em Michigan, Utah e Arizona, o prazo é até o final de 2025; e em Rhode Island até julho de 2026. A California é o estado que possui a legislação mais rígida em relação ao bem-estar animal, tendo</span><a href="https://www.poultryworld.net/the-industrymarkets/market-trends-analysis-the-industrymarkets-2/implementation-has-started-of-proposition-12-in-california/"><span style="font-weight: 400;"> proibido desde 2022 </span></a><span style="font-weight: 400;">a venda de ovos que não sejam provenientes de galinhas livres. </span><a href="https://www.oregonlive.com/politics/2024/01/eggs-raised-or-sold-in-oregon-and-washington-must-now-be-cage-free.html"><span style="font-weight: 400;">Outros estados</span></a><span style="font-weight: 400;"> também já possuem legislações semelhantes para promover o bem-estar das galinhas poedeiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os produtores, em uma </span><a href="https://www.wattagnet.com/egg/article/15661839/us-cagefree-egg-pledges-coming-due-chaos-not-expected"><span style="font-weight: 400;">pesquisa com 31 entrevistados</span></a><span style="font-weight: 400;">, 15 deles esperam que haja uma oferta ampla de ovos cage free, sem escassez, até 2026. A expectativa destes  produtores é de que a oferta de ovos de galinhas livres seja de 87% de toda a produção até 2040. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Realidade Brasileira e Latino-Americana</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A estimativa é de que, atualmente, 5% da produção brasileira de ovos seja originada do modelo sem gaiolas. A tendência é de que o investimento no sistema cage free seja mais significativo nas granjas que atendem grandes redes bem como indústrias de alimentos que usam ovos como ingredientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porém, o consumo de ovos cage free é uma tendência cada vez mais presente, pois o consumidor final está mais atento às condições de bem-estar animal. Nesse sentido, grandes marcas como Heinz, Unilever, Barilla e </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/nissin-foods-do-brasil-ltda/"><span style="font-weight: 400;">Nissin</span></a><span style="font-weight: 400;"> valorizam o selo Certified Humane de bem-estar animal para agregar valor aos seus produtos e atender à demanda de consumo consciente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as maiores produtoras de ovos do país, a </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/mantiqueira-alimentos-brasil/"><span style="font-weight: 400;">Mantiqueira</span></a><span style="font-weight: 400;"> possui produções com selo Certified Humane e é fornecedora da rede McDonald’s no Brasil. A rede de </span><i><span style="font-weight: 400;">fast food </span></i><span style="font-weight: 400;">alcançou a meta de ser </span><a href="https://mercadoeconsumo.com.br/14/08/2023/foodservice/mcdonalds-retoma-parceria-com-mantiqueira-para-uso-de-ovos-de-galinhas-criadas-livremente/?cn-reloaded=1"><span style="font-weight: 400;">100% cage free no país em 2023</span></a><span style="font-weight: 400;">, além de ter obtido o mesmo êxito na Costa Rica, Peru e Colômbia. A meta é que até 2025 o consumo de ovos cage free seja de 100% em 20 países da América Latina e Caribe.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Cenário Asiático de produção de ovos cage free</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Da mesma forma que no resto do mundo, a demanda de consumo de ovos cage free  aumenta na Ásia. Os 10 maiores países consumidores de ovos do mundo são países asiáticos, correspondendo a uma criação de 3 bilhões de galinhas (63% da produção mundial). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, apenas 10% da produção local é livre de gaiolas, estando em descompasso com a vontade dos consumidores. Uma pesquisa da Open Wing Alliance mostrou que 86% dos consumidores em 8 países da Ásia-Pacífico se preocupam com o bem-estar dos animais de criação. Os países do sul e oeste da Ásia apresentaram o maior progresso em direção ao fim das gaiolas para criação de galinhas poedeiras. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane já tem </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/asia/"><span style="font-weight: 400;">presença na Ásia</span></a><span style="font-weight: 400;"> desde 2019, em países como Indonésia, Malásia, Tailândia, Vietnã, Cingapura e Índia. </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Importância da Certificação de Bem-estar Animal</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Adotar práticas de </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal-2/"><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal na produção de ovos</span></a><span style="font-weight: 400;"> está alinhado com as tendências globais dos consumidores, que estão cada vez mais exigentes em relação às condições de produção. Granjas do mundo todo precisam adequar suas produções para não ficarem atrás nem perderem mercado devido às novas exigências, entre elas o consumo de ovos cage free. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Humane Farm Animal Care (HFAC) fornece aos produtores padrões de criação de galinhas livres de gaiolas para garantir que as aves possam viver em condições adequadas. Dentre estes padrões temos a densidade máxima nos galpões, a qualidade do ar, a capacitação dos encarregados em pontos críticos de bem-estar, espaço mínimo de comedouros e de poleiros, bem como número mínimo de ninhos e bebedouros, dentre outros recursos para enriquecimento ambiental que permitam às aves a expressão dos seus comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O selo Certified Humane não só ajuda a ganhar a confiança dos consumidores, mas também facilita o comércio internacional de produtos certificados. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre o bem-estar das galinhas, conheça nossos </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras?_gl=1*n3go7t*_ga_V65P2PJ510*MTcyNDE4MDY5MC4yLjEuMTcyNDE4MDkzNC42MC4wLjA."><span style="font-weight: 400;">padrões específicos de bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;"> para cada espécie.</span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
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		<title>Como identificar piolhos e ácaros de galinhas e evitar uma infestação na granja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 14:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Conteúdo por Espécie]]></category>
		<category><![CDATA[Frangos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chamados de ectoparasitas por se manterem sobre a pele e as penas dos animais, os piolhos e os ácaros de galinhas podem estar nas estruturas e até na cama dos galpões. Em geral, infestações leves são facilmente controladas e as aves conseguem se livrar destes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Chamados de ectoparasitas por se manterem sobre a pele e as penas dos animais, os piolhos e os ácaros de galinhas podem estar nas estruturas e até na cama dos galpões. Em geral, infestações leves são facilmente controladas e as aves conseguem se livrar destes parasitas sozinhos através do banho de areia e autolimpeza. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ácaros, por exemplo, podem ser eliminados das penas com os banhos de poeira. Daí a importância de manter sempre a cama seca e solta. Mas atenção, um controle sem intervenção clínica pode acontecer se não houver fatores favoráveis à sua proliferação e os animais estiverem saudáveis.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As condições de alojamento desfavoráveis à criação das galinhas ou que não atendem rigorosamente as medidas de biosseguridade são fatores críticos que predispõem a infestação por ectoparasitas nas aves. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os piolhos e ácaros são parasitos externos que se alimentam do sangue, pena ou descamação da pele das aves. Podem ser encontrados infestando as poedeiras, ou, a depender das fases do ciclo de vida dos parasitas, são também encontrados no ambiente </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os ácaros podem viver até 10 meses em um galpão vazio, bem como as larvas de piolhos que vivem no mesmo ambiente das aves, o problema é quando elas conseguem chegar à fase adulta e parasitam o lote. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando há infestação, os ácaros e piolhos de galinha causam sequestra</span><span style="font-weight: 400;">mento de sangue, debilitando e resultando no enfraquecimento ao sistema imunológico das aves, o que gera risco de infecção por outras doenças. Para evitar esse problema, manter a </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/biosseguridade-na-producao-animal-saiba-quais-procedimentos-seguir/"><span style="font-weight: 400;">biosseguridade</span></a><span style="font-weight: 400;"> das pessoas e nas instalações é fundamental.  </span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Tipos de ectoparasitas e impactos das infestações</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os efeitos negativos dos ectoparasitas no bem-estar das galinhas são vários, desde o estresse persistente pela perturbação das aves, debilidades fisiológicas, aumento da suscetibilidade a outras doenças, improdutividade e até mesmo o óbito. As aves podem apresentar sinais como anemia, perda de peso progressiva e diminuição da taxa de postura. O risco de infestações não identificadas e não tratadas é de colapsar a criação em casos extremos.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Tipos de piolhos </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os tipos de piolhos que podem acometer as aves silvestresmais comuns nas poedeiras são o </span><i><span style="font-weight: 400;">Menopon gallinae</span></i><span style="font-weight: 400;">,  </span><i><span style="font-weight: 400;">Menacanthus sp., Gonlocotes gallinae, Cuciotogaster heterographa </span></i><span style="font-weight: 400;">e</span><i><span style="font-weight: 400;"> Columbicola columbae. </span></i><span style="font-weight: 400;">Esse último é o piolho de pombo, que pode infestar também as galinhas se houver  o ingresso deles e de outras aves silvestres nos alojamentos, além de falha na desinfecção de calçados ao ingressar no alojamento das galinhas. O </span><i><span style="font-weight: 400;">Menopon gallinae</span></i><span style="font-weight: 400;"> e o </span><i><span style="font-weight: 400;">Menacanthus sp.</span></i><span style="font-weight: 400;">  possuem cinco fases de vida: ovo, ninfa 1, ninfa 2, ninfa 3 e macho e fêmea as quais vivem agarradas às penas das poedeiras. Esse tipo de piolho não sobrevive por muito tempo no ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os piolhos são mastigadores, e não sugadores de sangue, ou seja, vivem sobre a pele das aves, ao redor da cloaca, embaixo das asas, coxas e peito. Eles não sobrevivem por muito tempo no ambiente em vida livre, sem parasitar as aves. Podem causar grandes irritações na pele das aves, causando estresse, agitação e comprometendo o desempenho e o bem-estar animal. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Tipos de ácaros </span></h3>
<h4><span style="font-weight: 400;">Piolhinho ou Vermelhinho (Dermanyssus gallinae)</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Também conhecido como &#8220;pixilinga&#8221;, apesar do nome popular de &#8220;piolhinho&#8221;, trata-se de um ácaro e não de um piolho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses ácaros se escondem em galinheiros, paióis e aviários durante o dia e sobem nas aves à noite para se alimentarem de sangue, ou seja, são hematófagos e com potencial de debilitar de forma grave as galinhas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ciclo de vida completo se completa em cerca de duas semanas, podendo ser reduzido para uma semana em condições ideais (35°C e umidade relativa acima de 70%).</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Ácaro da Pena (Ornithonyssus sp)</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Conhecido como &#8220;ácaro da pena&#8221;, permanece praticamente todo o tempo na ave.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Infesta as aves continuamente, tornando fácil distinguir sua infestação da causada pelo Dermanyssus gallinae.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das aves de criação, esse ácaro é encontrado em pombos urbanos, causando infestações em ambientes como praças e parques públicos.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Outro Ácaro da Pena (Megninia sp)</span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse ácaro não é hematófago (não se alimenta de sangue).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Passa todo o ciclo de vida nas aves poedeiras, vivendo nas penas. Danifica as penas, deixando-as sujas, frágeis e quebradiças. No Brasil, há poucas informações sobre esse tipo de ácaro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses ácaros são importantes a serem monitorados e controlados para garantir a saúde das aves e a qualidade da produção de ovos.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Sinais da presença de Piolhos e Ácaros de Galinhas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os primeiros sinais de infestação podem ser sutis, já que os ectoparasitas são minúsculos. No entanto, o produtor perceberá um avanço de sintomas comuns a várias aves: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Visualização dos ectoparasitas no exame físico das aves;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Fadiga e apatia;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Coceira (comportamento de bicar entre as penas, as escamas das pernas ou pés);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redução na </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/descubra-como-melhorar-a-producao-de-ovos-promovendo-o-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">produção de ovos</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manchas vermelhas na pele; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Palidez e regressão nas cristas e barbelas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bicagem de penas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Crostas ou sangue nas pernas e pés;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ovos de piolhos nas hastes das penas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Presença de sangue nas cascas dos ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Problemas e relutância para empoleirar-se ou usar os ninhos caso estes locais estejam infestados com os parasitas.</span></li>
</ul>
<h2><span style="font-weight: 400;">Como prevenir infestações por ectoparasitas</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As medidas preventivas de biosseguridade e exames físicos regulares das aves são as melhores práticas de monitorar e prevenir infestações por  piolhos e ácaros na sua granja. Impedir o acesso de pássaros silvestres por falhas no telamento e fechamento de portas do alojamento limita a transmissão destes ectoparasitas dos pássaros silvestres às galinhas. A instalação de passarinheiras contribui para impedir a entrada de outros pássaros hospedeiros, como pombos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro risco potencial e importante é a desatenção ou falha nas medidas de biosseguridade como a desinfecção ou troca de calçados e roupas ao ingressar no ambiente das galinhas. Estes e outros objetos podem estar contaminados com diferentes parasitas e transmiti-los às aves do ambiente externo ou de um galpão para outro. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda, a desinfecção eficaz das estruturas e recursos de acesso às aves no vazio sanitário é essencial para impedir a transmissão destes organismos aos próximos lotes.  Ninhos  elevados da cama e reposição frequente de substrato ou limpeza de tapete impedem o acúmulo dos parasitas no interior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/manejo-de-galinhas-poedeiras-conheca-as-melhores-praticas-e-recomendacoes/"><span style="font-weight: 400;">monitoramento do ambiente</span></a><span style="font-weight: 400;"> e das aves deve ser constante para identificar infestações a tempo de combatê-las, ou seja, bem no início. Atenção especial ao comportamento das aves como excesso de autolimpeza e relutância em ingressar nos ninhos. O acesso a cama seca e solta que permita os banhos de poeira também é preventivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção é a maneira mais eficiente de combater a presença de ectoparasitas de galinhas de postura em qualquer fase da vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os pontos abordados neste  artigo são criteriosamente avaliados durante as auditorias pelo programa Certified Humane, conforme o manual de galinhas poedeiras que pode ser acessado </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras?_gl=1*xx5ik4*_ga*OTg0Mjk1ODkwLjE3MTk0MTc4OTY.*_ga_V65P2PJ510*MTcyMTIzNzk0Ni4xMi4xLjE3MjEyMzc5NDkuNTcuMC4w"><span style="font-weight: 400;">aqui.</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para te ajudar a prevenir esse tipo de desafio na sua granja, promover conforto e bem-estar aos animais, leia nosso conteúdo sobre o</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/criacao-de-galinhas-poedeiras-saiba-o-que-deve-ser-verificado-diariamente/"><span style="font-weight: 400;"> que deve ser verificado diariamente na criação de galinhas poedeiras</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Referência: </span><a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/216170/1/final-9491.pdf"><span style="font-weight: 400;">https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/216170/1/final-9491.pdf</span></a></p>
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