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	<title>Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Bem-estar de suínos: Certified Humane® participa de evento no México</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 13:53:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[bem estar de suínos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar animal na produção de suínos será tema do encontro “Estratégias para fortalecer o bem-estar na produção suína”, realizado pela Humane World for Animals no dia 28 de setembro de 2026, em Mérida, Yucatán, no México.  O evento presencial vai reunir produtores, empresas, profissionais...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O bem-estar animal na produção de suínos será tema do encontro </span><a href="https://humanesociety.zoom.us/meeting/register/XFtmGaQTT9K6YmzYefp1Wg?document_id=8c1e2bd9-71aa-4bcf-94bb-99590a40355a&amp;qr_code_id=192367#/registration"><b>“Estratégias para fortalecer o bem-estar na produção suína”</b></a><span style="font-weight: 400;">, realizado pela </span><b>Humane World for Animals</b><span style="font-weight: 400;"> no dia </span><b>28 de setembro de 2026, em Mérida, Yucatán, no México</b><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento presencial vai reunir produtores, empresas, profissionais e especialistas da suinocultura para discutir práticas e sistemas de produção voltados ao bem-estar dos animais. A programação começa às 8h, no </span><b>Rodium Business Center</b><span style="font-weight: 400;">, com inscrição obrigatória e gratuita.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane® estará representada pela </span><b>Dr.ª Rosangela Poletto, professora do Campus Sertão do Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e integrante do Comitê Científico da Humane Farm Animal Care</b><span style="font-weight: 400;">. Das 9h às 9h45, ela apresentará a palestra </span><b>“Entendendo o conceito de bem-estar e comportamento sob a perspectiva da neurofisiologia suína”</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A palestra vai abordar a relação entre comportamento, neurofisiologia e bem-estar animal, com foco na compreensão das necessidades dos suínos e em como esse conhecimento pode orientar as práticas de manejo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O cronograma também contempla temas como alimentação de precisão, alojamento em grupo, mortalidade de matrizes, avaliação do bem-estar suíno e experiências com gestação coletiva.</span></p>
<h2><b>Certified Humane® e o bem-estar de suínos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Certified Humane®</b><span style="font-weight: 400;"> é um programa internacional de certificação em bem-estar animal que estabelece critérios específicos para diferentes espécies, incluindo os suínos. Na </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-suinos"><span style="font-weight: 400;">produção suína</span></a><span style="font-weight: 400;">, as normas consideram aspectos como alimentação, acesso à água, manejo, saúde, alojamento, espaço, conforto térmico e condições que favoreçam comportamentos próprios da espécie.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os pontos avaliados estão a liberdade de movimento, o acesso a materiais de enriquecimento ambiental e os cuidados com matrizes e leitões. Produtores e empresas que atendem aos padrões definidos pela Humane Farm Animal Care (HFAC) podem obter a </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-funciona/"><span style="font-weight: 400;">certificação Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Serviço</b></h2>
<p><b>Evento:</b> <a href="https://humanesociety.zoom.us/meeting/register/XFtmGaQTT9K6YmzYefp1Wg?document_id=8c1e2bd9-71aa-4bcf-94bb-99590a40355a&amp;qr_code_id=192367#/registration"><span style="font-weight: 400;">Estratégias para fortalecer o bem-estar na produção suína</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a><b>Data:</b><span style="font-weight: 400;"> 28 de setembro de 2026</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Local:</b><span style="font-weight: 400;"> Rodium Business Center – Mérida, Yucatán, México</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Início:</b><span style="font-weight: 400;"> 8h</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Palestra de Rosangela Poletto:</b><span style="font-weight: 400;"> 9h às 9h45</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Inscrição:</b><span style="font-weight: 400;"> obrigatória e gratuita</span></p>
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		<title>Criação de bovinos leiteiros: práticas de nutrição, manejo e alojamento</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/criacao-de-bovinos-leiteiros-conheca-dicas-praticas-para-nutricao-e-alojamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas agropecuárias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de bovinos leiteiros exige cuidados específicos com alimentação, saúde, conforto e ambiente. Uma rotina adequada de manejo permite que os animais tenham melhores condições de vida, reduz riscos à saúde do rebanho e atende aos padrões de uma produção leiteira responsável. Desenvolvida a...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A criação de bovinos leiteiros exige cuidados específicos com alimentação, saúde, conforto e ambiente. Uma rotina adequada de manejo permite que os animais tenham melhores condições de vida, reduz riscos à saúde do rebanho e atende aos padrões de uma produção leiteira responsável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvida a partir de pesquisas científicas, recomendações veterinárias e experiências práticas de produtores, a </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-bovinos-de-leite?_gl=1*17t1yoe*_gcl_aw*R0NMLjE3ODMzNjEyNjguQ2p3S0NBandwSzNTQmhBU0Vpd0F0VjFTUEhrQ3l3OGNvRjhHblBMSkd3dEdZSjQ3U05HdVRyUDYxOURHT3I3b3lhaGRrYzVnemwwb0dob0N4VjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTY3Mzg5MzQ0NC4xNzg1MTY5MTE4LjIwMzQ4NTQ2MTQuMTc4NzI1MzY1NC4xNzg3MjUzNjUzLjEyOTIwNDg5NC4xNzg3MjUzNjU0LjE3ODcyNTM2NTM."><span style="font-weight: 400;">norma do Instituto Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;"> para bovinos leiteiros reúne critérios específicos para a criação desses animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao seguir essas diretrizes, produtores podem utilizar o selo Certified Humane® em seus produtos, materiais de comunicação e ações de marketing, demonstrando o compromisso da empresa com práticas reconhecidas internacionalmente de cuidado animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais temas abordados pela norma estão alimentação, alojamento, manejo de bezerros e cuidados com touros. Confira as principais recomendações.</span></p>
<h1><b>O que é importante considerar na criação de bovinos leiteiros?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma criação adequada de bovinos leiteiros deve considerar as necessidades naturais dos animais em todas as fases da vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso inclui garantir:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alimentação equilibrada e compatível com a idade e fase produtiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">acesso permanente à água limpa e fresca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ambiente confortável e seguro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espaço suficiente para movimentação e descanso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cuidados veterinários adequados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">manejo que permita a expressão dos comportamentos naturais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses fatores contribuem para a saúde dos animais e para uma produção leiteira com padrões elevados de qualidade.</span></p>
<h1><b>Nutrição de bovinos leiteiros: quais são os principais cuidados?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação é um dos pontos fundamentais para a saúde das vacas leiteiras. Os bovinos devem receber uma dieta equilibrada, adequada à idade, ao peso e à fase produtiva, sempre em quantidade suficiente para atender todo o rebanho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da composição nutricional dos alimentos, existem critérios sobre produtos e práticas que devem ser evitados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as principais orientações estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não fornecer alimentos contendo proteínas derivadas de mamíferos ou aves, com exceção de leite e derivados.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não utilizar o hormônio somatotropina bovina recombinante (rBST) para estimular a produtividade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não administrar antibióticos, ionóforos utilizados como coccidiostáticos ou outras substâncias com objetivo de aumentar desempenho, eficiência alimentar ou produção de leite.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Utilizar antibióticos somente para tratamento de doenças e com orientação veterinária.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Oferecer alimentos com fibras que estimulem a ruminação para bovinos adultos e bezerros com mais de 30 dias.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir acesso a pastagens e forragens de qualidade em quantidade suficiente para atender às necessidades nutricionais das vacas leiteiras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter os comedouros limpos, acessíveis e com espaço adequado para que todos os animais possam se alimentar.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar água potável e fresca diariamente, além de garantir alternativas de abastecimento em situações emergenciais, como períodos de seca.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter os animais com escore de condição corporal mínimo de 2, conforme a escala definida pelos padrões Certified Humane®.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4554 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg" alt="" width="900" height="296" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg 900w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-300x99.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-600x197.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-768x253.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-200x66.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-400x132.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-800x263.jpg 800w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h1><b>Alimentação de bezerros: cuidados nos primeiros meses de vida</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Os primeiros meses são determinantes para o desenvolvimento dos bezerros. Por isso, a alimentação nessa fase deve atender necessidades específicas.</span></p>
<h2><b>Água desde a primeira semana</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os bezerros devem ter acesso a água limpa e fresca desde a primeira semana de vida.</span></p>
<h2><b>Importância do colostro</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas primeiras horas após o nascimento, o colostro fornece nutrientes e componentes importantes para o desenvolvimento do sistema imunológico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação é oferecer de 2 a 4 litros de colostro da mãe, de outra vaca recém-parida ou de colostro congelado nas primeiras seis horas de vida.</span></p>
<h2><b>Desmame gradual</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O bezerro não deve ser desmamado antes das cinco semanas de idade. A retirada do leite deve ocorrer gradualmente, reduzindo a oferta ao longo do processo.</span></p>
<h2><b>Oferta de fibras</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após os 30 dias de vida, os bezerros devem receber diariamente alimentos ou forragens contendo fibras digestíveis.</span></p>
<h1><b>Alojamento de bovinos leiteiros: como deve ser o ambiente?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">As instalações para bovinos leiteiros devem proporcionar conforto físico e térmico, além de permitir que os animais expressem seus comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os animais precisam ter liberdade para caminhar, deitar, levantar, virar o corpo, se lamber e esticar seus membros. A manutenção dos bovinos permanentemente amarrados não é permitida pelos padrões Certified Humane®.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais critérios para o ambiente de criação estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter registros sobre área disponível, número de baias ou estábulos, espaço de descanso e capacidade máxima de animais conforme idade, peso e disponibilidade de bebedouros e comedouros.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Utilizar pisos antiderrapantes e estruturas que reduzam riscos de ferimentos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir corredores com espaço suficiente para circulação segura dos animais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter galpões com altura adequada para permitir o comportamento natural dos bovinos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar abrigo contra vento e áreas secas, bem drenadas e confortáveis para descanso quando os animais estiverem em piquetes ou galpões parcialmente cobertos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir estruturas de sombra naturais ou artificiais suficientes para proteger todos os animais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar área mínima de 5,6 m² por vaca adulta em alojamentos com animais soltos, permitindo que todas possam se deitar simultaneamente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter camas com profundidade mínima de 7,5 cm. Também podem ser utilizados tapetes emborrachados adequados, com espessura mínima de 2,54 cm.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Controlar a concentração de amônia no ambiente, que não deve ultrapassar 25 ppm em situações extremas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir ventilação suficiente para manter a umidade relativa abaixo de 80%.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar iluminação adequada para inspeção dos animais a qualquer momento.</span></li>
</ul>
<h1></h1>
<h1><b>Cuidados com parto e ordenha</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">As áreas destinadas ao parto devem permanecer limpas, secas ou bem drenadas e possuir acesso à água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sala de ordenha deve seguir padrões rigorosos de higiene para reduzir riscos de infecções. Os equipamentos utilizados precisam passar por avaliações regulares e permanecer em boas condições de funcionamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses cuidados ajudam a preservar a saúde das vacas leiteiras e a qualidade do leite produzido.</span></p>
<h1><b>Cuidados específicos para touros e bezerros</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das recomendações gerais, existem critérios específicos para o alojamento desses animais.</span></p>
<h2><b>Instalações para touros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os touros devem possuir:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área individual de acomodação de pelo menos 14 m²;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área de repouso proporcional ao peso do animal, considerando 1 m² para cada 60 kg de peso vivo em touros de grande porte;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área de exercício de pelo menos 28 m².</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço deve permitir movimentação adequada e reduzir situações de desconforto.</span></p>
<h2><b>Instalações para bezerros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o desmame, os bezerros devem ser alojados em grupos com animais de idade e tamanho semelhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles também devem ter acesso a áreas externas e espaços de descanso adequados, com:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cama limpa e seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estrutura sólida, não ripada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">piso com inclinação adequada para drenagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espaço compatível com idade, porte e raça.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O alojamento individual pode ser utilizado até as oito semanas de idade, desde que ofereça condições adequadas de conforto e movimentação.</span></p>
<h1><b>Como funciona a certificação Certified Humane® para bovinos leiteiros?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação Certified Humane® reconhece propriedades e empresas que seguem critérios baseados em ciência para a criação responsável de animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação considera aspectos como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alimentação adequada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">acesso à água;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">saúde e cuidados veterinários;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">condições de alojamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espaço disponível;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">manejo responsável;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">transporte e práticas de criação.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O selo permite que consumidores identifiquem produtos provenientes de empresas que adotam padrões reconhecidos de cuidado animal.</span></p>
<h1><b>Perguntas frequentes sobre criação de bovinos leiteiros</b></h1>
<h2><b>Qual é a alimentação adequada para bovinos leiteiros?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dieta deve ser equilibrada e atender às necessidades nutricionais dos animais conforme idade, peso e fase produtiva. Também deve incluir fibras para estimular a ruminação e acesso constante à água.</span></p>
<h2><b>O que uma vaca leiteira precisa para ter boas condições de criação?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela precisa de alimentação adequada, ambiente confortável, espaço para movimentação, descanso, cuidados veterinários e manejo responsável.</span></p>
<h2><b>Bovinos leiteiros podem permanecer presos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não. Os padrões Certified Humane® determinam que os animais tenham liberdade de movimento para realizar comportamentos naturais.</span></p>
<h2><b>Por que o ambiente influencia a produção leiteira?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Instalações adequadas ajudam a reduzir desconfortos, prevenir problemas de saúde e proporcionar melhores condições para os animais.</span></p>
<h2><b>O que significa o selo Certified Humane®?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O selo identifica produtos provenientes de propriedades que seguem padrões específicos de bem-estar animal baseados em pesquisas científicas e boas práticas de manejo.</span></p>
<p><b>Quer conhecer mais detalhes sobre os critérios para criação de bovinos leiteiros?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o e-book </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica?_gl=1*1tjhzfb*_gcl_aw*R0NMLjE3ODMzNjEyNjguQ2p3S0NBandwSzNTQmhBU0Vpd0F0VjFTUEhrQ3l3OGNvRjhHblBMSkd3dEdZSjQ3U05HdVRyUDYxOURHT3I3b3lhaGRrYzVnemwwb0dob0N4VjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTY3Mzg5MzQ0NC4xNzg1MTY5MTE4LjIwMzQ4NTQ2MTQuMTc4NzI1MzY1NC4xNzg3MjUzNjUzLjEyOTIwNDg5NC4xNzg3MjUzNjU0LjE3ODcyNTM2NTM."><b>“O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática”</b></a><span style="font-weight: 400;"> e confira as principais orientações da norma Certified Humane.</span></p>
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		<title>Selo Certified Humane®: como funciona a inspeção de bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 13:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas de manejo]]></category>
		<category><![CDATA[certificação de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[inspeção]]></category>
		<category><![CDATA[Produção animal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para obter o selo Certified Humane®, produtores e empresas precisam demonstrar que suas práticas atendem aos padrões de bem-estar animal estabelecidos para cada espécie. Uma das principais etapas desse caminho é a inspeção realizada por profissionais capacitados, que verificam as condições da operação diretamente no...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Para </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certificacao-de-bem-estar-animal-como-obter-o-selo/"><span style="font-weight: 400;">obter o selo Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;">, produtores e empresas precisam demonstrar que suas práticas atendem aos padrões de bem-estar animal estabelecidos para cada espécie. Uma das principais etapas desse caminho é a inspeção realizada por profissionais capacitados, que verificam as condições da operação diretamente no local.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o que é analisado durante essa visita? E o que acontece quando são encontradas não conformidades? Entenda as principais etapas.</span></p>
<h2><b>Antes da inspeção</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O primeiro passo é conhecer os padrões Certified Humane® aplicáveis à espécie e ao sistema de produção que se deseja certificar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/"><span style="font-weight: 400;">referenciais</span></a><span style="font-weight: 400;"> estabelecem requisitos relacionados a aspectos como alimentação, acesso à água, saúde, ambiente, instalações, manejo e treinamento das equipes. Dependendo da atividade, também há critérios específicos para transporte e abate.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa análise inicial ajuda o produtor ou a empresa a identificar possíveis adequações antes de solicitar a certificação.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<h2><b>Avaliação inicial da operação</b></h2>
<h2><img decoding="async" class="size-full wp-image-7358 alignright" style="font-size: 16px;" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/04/Selo-de-bem-estar-animal-suinos-300x166-1.jpg" alt="" width="300" height="166" /></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao iniciar a solicitação, o interessado deve responder a um questionário com perguntas detalhadas a respeito da operação. Dentre as questões estão assuntos como o número de animais alojados, infraestrutura dos aviários, currais, piquetes ou estábulos, além de recursos utilizados na recria, criação, engorda e abate.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A equipe técnica do Instituto Certified Humane® analisa os </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">dados para identificar se a operação está preparada para a inspeção ou se algum ponto precisa ser revisto previamente e também envia ao solicitante o orçamento para os serviços de inspeção e solicitação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Concluída essa etapa, é programada a visita de um inspetor à propriedade ou empresa.</span></p>
<h2><b>O que é verificado durante a inspeção?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A inspeção permite observar diretamente as condições em que os animais são criados e como os procedimentos previstos nos padrões Certified Humane® são aplicados no dia a dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os pontos que podem ser verificados estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">condições das instalações;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">acesso à água e alimentação adequada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">saúde dos animais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">qualidade do ambiente;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">práticas de manejo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">capacitação das pessoas responsáveis pelos animais;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">registros e procedimentos de controle;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">transporte e abate, quando aplicáveis.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Dependendo do escopo da certificação, também podem ser avaliados aspectos relacionados à rastreabilidade dos produtos e ingredientes que utilizam o selo Certified Humane®. A ideia é concluir todo o processo de inspeção, desde a solicitação inicial, em até 30 dias.</span></p>
<h2><b>O que acontece quando não há conformidades?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Encontrar uma não conformidade durante a inspeção não significa necessariamente que a certificação será negada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando isso acontece, a operação deve realizar as correções necessárias e apresentar as evidências solicitadas pela equipe técnica. A documentação é então analisada para verificar se o problema foi solucionado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, quando o número de não conformidades for muito alto, pode ser necessária uma nova inspeção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação é concedida após a conclusão das etapas previstas e a confirmação de que os requisitos aplicáveis foram atendidos.</span></p>
<h2><b>Como funciona a certificação de grupos de produtor</b><b style="font-size: 16px;">es?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Cooperativas, empresas integradoras e outras organizações que reúnem diferentes propriedades podem solicitar a certificação na modalidade de </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/quem-pode-obter-a-certificacao-de-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">grupo de produtores</span></a><span style="font-weight: 400;">. Nesse modelo, é necessário manter um Sistema de Controle Interno (SCI), responsável por acompanhar o cumprimento dos padrões entre os participantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este Sistema é gerenciado pela empresa integradora ou cooperativa e pode ser constituído por um profissional ou por uma equipe, que deverá realizar auditorias de bem-estar animal com todos os participantes do grupo, no mínimo, uma vez ao ano. O SCI também estabelece processos a serem seguidos, produz relatórios de acompanhamento, realiza treinamentos e determina critérios para que um produtor participe do grupo ou seja excluído deste.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas inspeções realizadas pelo Instituto Certified Humane®, também é</span> verificada a eficácia desse sistema. Uma amostra das propriedades participantes (no mínimo 10% dos componentes) é auditada para confirmar se os controles internos estão funcionando conforme previsto.</p>
<h2><b>Por que a inspeção é importante?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A inspeção é o momento em que as informações apresentadas pelo produtor ou pela empresa são confrontadas com as condições encontradas na operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essa verificação independente que dá respaldo ao selo Certified Humane® e oferece ao mercado uma referência para identificar produtos provenientes de sistemas avaliados segundo padrões de bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para produtores e empresas interessados na certificação, </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/"><span style="font-weight: 400;">o primeiro passo é conhecer os padrões Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;"> aplicáveis à sua atividade e identificar os requisitos que precisam ser atendidos.</span></p>
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		<title>Alho na nutrição de frangos de corte: o que dizem os estudos sobre saúde e desempenho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 15:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frangos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Aditivos fitogênicos]]></category>
		<category><![CDATA[Alho]]></category>
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		<category><![CDATA[Microbiota intestinal]]></category>
		<category><![CDATA[Nutrição avícola]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde intestinal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na avicultura de corte, cresce o interesse por alternativas nutricionais aos antibióticos promotores de crescimento. Entre os ingredientes estudados está o alho (Allium sativum), conhecido por compostos com ação antimicrobiana, antioxidante, anti-inflamatória e imunomoduladora. Segundo o informativo “Como o alho pode contribuir para a saúde...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na avicultura de corte, cresce o interesse por alternativas nutricionais aos antibióticos promotores de crescimento. Entre os ingredientes estudados está o alho (</span><i><span style="font-weight: 400;">Allium sativum</span></i><span style="font-weight: 400;">), conhecido por compostos com ação antimicrobiana, antioxidante, anti-inflamatória e imunomoduladora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><a href="https://mira.org.br/informativos_frangos/gen.php?id=MTI5"><span style="font-weight: 400;">o informativo “Como o alho pode contribuir para a saúde e o desempenho de frangos de corte”, da Iniciativa MIRA</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans, o alho tem sido analisado como aditivo fitogênico por seu possível papel no equilíbrio intestinal, na resposta imune e no aproveitamento dos nutrientes.</span></p>
<h2><b>O que os estudos apontam?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O alho contém compostos organossulfurados, fenólicos, saponinas, vitaminas, minerais, enzimas e óleos essenciais. Entre eles, a alicina é uma das substâncias mais estudadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o informativo, esses componentes podem atuar sobre a microbiota intestinal, a digestibilidade da dieta, a conversão alimentar, o crescimento, parâmetros sanguíneos e a resposta inflamatória. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos citados no material também indicam que o extrato de alho pode ajudar a reduzir populações bacterianas potencialmente nocivas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Escherichia coli</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Uso exige critério</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os efeitos do alho dependem da forma de apresentação, da dosagem, da idade das aves, da composição da dieta e das condições do lote. Em pintinhos, o informativo indica início com níveis menores, em torno de 0,5% da ração, para evitar distúrbios digestivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ingrediente pode ser utilizado em pó, extrato aquoso, óleo essencial ou produtos comerciais formulados, na ração ou na água de bebida, sempre com orientação técnica.</span></p>
<h2><b>Relação com bem-estar animal</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nutrição é uma das bases do bem-estar animal. Dietas adequadas favorecem a saúde das aves e reduzem a vulnerabilidade a doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa discussão se relaciona ao trabalho da Certified Humane®, certificação voltada ao bem-estar de animais de produção. O programa considera critérios como alimentação adequada, saúde, manejo, ambiência e prevenção de sofrimento.</span></p>
<h2><b>Potencial, não solução isolada </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O alho pode ser uma alternativa fitogênica promissora na nutrição de frangos de corte, mas não substitui boas práticas de manejo, biosseguridade, ambiência adequada e assistência técnica.</span></p>
<p><a href="https://mira.org.br/informativos_frangos/gen.php?id=MTI5"><b>Fonte: Informativo 05 da Iniciativa MIRA, “Como o alho pode contribuir para a saúde e o desempenho de frangos de corte”, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans.</b></a></p>
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		<title>Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/peritonite-da-gema-revela-riscos-a-saude-das-galinhas-poedeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura de postura]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
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		<category><![CDATA[Sanidade avícola]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde das aves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/peritonite-da-gema-revela-riscos-a-saude-das-galinhas-poedeiras/">Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a peritonite da gema, também conhecida como peritonite do ovo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A enfermidade afeta o sistema reprodutivo das galinhas poedeiras e pode provocar inflamação abdominal, dor prolongada, infecções secundárias, queda na postura e aumento da mortalidade. Por isso, reconhecer os sinais é importante tanto para o desempenho do lote quanto para o bem-estar das aves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><span style="font-weight: 400;">informativo da Iniciativa MIRA</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans, a doença ocorre quando ovos parcialmente ou totalmente formados, ou o próprio conteúdo vitelino, chegam à cavidade abdominal. Esse material pode desencadear uma resposta inflamatória e favorecer a proliferação de bactérias oportunistas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Escherichia coli</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Por que a peritonite da gema exige atenção?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema tem impacto direto na sanidade e no desempenho produtivo. De acordo com o informativo, a enfermidade pode estar associada à mortalidade entre 3% e 4% e à redução de 2% a 3% na produção de ovos. Também há registros de que 15,4% das alterações observadas no sistema reprodutivo de galinhas poedeiras comerciais, entre 21 e 80 semanas de idade, estão relacionadas ao problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em granjas comerciais, esses índices representam perdas relevantes, especialmente quando os sinais são identificados tardiamente. Além do efeito produtivo, a presença de material vitelino na cavidade abdominal pode comprometer a locomoção, o consumo de alimento e o comportamento das aves.</span></p>
<h2><b>Como a doença se desenvolve?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O quadro pode surgir quando há falhas no processo normal de formação e postura dos ovos. Retenção, ruptura no trato reprodutivo, peristaltismo reverso do oviduto ou deslocamento da gema para a cavidade abdominal são algumas das situações associadas à enfermidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conteúdo vitelino acumulado cria um ambiente favorável ao crescimento bacteriano. Em aves de alta produção, submetidas a intensa atividade ovariana, o risco tende a ser maior quando há desequilíbrios no desenvolvimento reprodutivo, manejo inadequado ou presença de agentes infecciosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos crônicos, esse material pode formar massas aderidas aos órgãos internos, causar inflamação persistente e provocar lesões no oviduto. Com a evolução do quadro, o desconforto se agrava, a recuperação se torna mais difícil e os reflexos sobre o lote podem ser ampliados.</span></p>
<h2><b>Sinais que merecem atenção na granja</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A identificação da peritonite da gema nem sempre é simples. Os primeiros sinais podem ser confundidos com alterações comuns de manejo ou desempenho, o que torna a observação diária ainda mais importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os indicativos mais frequentes estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redução na postura;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Interrupção da produção; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na qualidade dos ovos, como cascas deformadas, finas, moles ou quebradas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a evolução da doença, as aves podem apresentar apatia, isolamento, perda de peso, menor atividade, dificuldade respiratória, aumento do volume abdominal, esforço abdominal e dor à palpação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quadros graves, há risco de septicemia e morte. Outro ponto de atenção é que o aumento abdominal pode gerar falsa impressão de boa condição corporal. Por isso, a avaliação do lote deve considerar comportamento, aspecto físico e histórico produtivo.</span></p>
<h2><b>O que a doença revela sobre o bem-estar animal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema não deve ser analisada apenas pelo impacto na produção. A inflamação abdominal, as aderências entre órgãos internos e possíveis infecções secundárias podem limitar movimentos, afetar a alimentação e restringir a expressão de comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o informativo, a forma crônica da doença pode estar associada a uma carga de dor comparável à observada em aves com fratura de quilha, condição reconhecida como extremamente dolorosa. Esse dado reforça a importância de tratar a enfermidade como um problema sanitário com efeito direto sobre o bem-estar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa abordagem dialoga com </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras"><span style="font-weight: 400;">os princípios da certificação Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;">, que considera saúde, manejo adequado, nutrição, ambiência e resposta a sinais de dor ou doença como partes fundamentais de um sistema produtivo orientado ao bem-estar animal. No caso das poedeiras, acompanhar a sanidade reprodutiva é uma medida indispensável para prevenir o sofrimento ao longo do ciclo produtivo.</span></p>
<h2><b>Fatores que aumentam o risco</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência da peritonite da gema pode estar relacionada a diferentes fatores produtivos, sanitários e de manejo. Entre eles estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alta produção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Maturidade sexual precoce;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intensa atividade ovariana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ovulação ectópica,</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retenção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Infecções bacterianas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Excesso de gordura corporal; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Traumatismos e alterações no oviduto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de recria também merece atenção. Programas inadequados de iluminação ou estímulos precoces podem antecipar o início da postura antes da completa maturação do aparelho reprodutivo. Esse desequilíbrio aumenta a probabilidade de alterações no sistema reprodutivo e pode favorecer o desenvolvimento da enfermidade.</span></p>
<h2><b>Como reduzir riscos no manejo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção depende de uma rotina bem estruturada, que combine nutrição, sanidade, biosseguridade e acompanhamento do lote. Entre os pontos mais importantes estão o controle do peso corporal, a uniformidade das aves, o monitoramento da qualidade dos ovos, a higiene das instalações e a qualidade da água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação deve ser ajustada às exigências nutricionais de cada fase produtiva, considerando o desenvolvimento reprodutivo e a condição corporal das poedeiras. Diante de sinais sugestivos da enfermidade, a avaliação de um médico-veterinário é indispensável para diagnóstico e definição das medidas adequadas.</span></p>
<h2><b>Observação diária é parte da prevenção</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Reconhecer alterações no lote antes que o quadro se agrave é uma das formas mais eficazes de reduzir efeitos sanitários e produtivos. Mudanças no comportamento, na postura, na qualidade da casca e no aspecto físico devem ser avaliadas com atenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando identificada precocemente, a peritonite da gema pode ser manejada com mais rapidez, reduzindo riscos sanitários e prejuízos ao lote. Por isso, o acompanhamento contínuo deve fazer parte da rotina da granja.</span></p>
<p><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><b>Fonte: Informativo da Iniciativa MIRA, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans.</b></a></p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/peritonite-da-gema-revela-riscos-a-saude-das-galinhas-poedeiras/">Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Certified Humane® participa do ELBA 2026, encontro latino-americano sobre bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e Cursos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço das discussões sobre bem-estar animal tem levado diferentes setores a buscar soluções baseadas em ciência para aprimorar o manejo, a saúde e as condições de criação dos animais. Nesse cenário, será realizado o ELBA 2026 – Encuentro Latinoamericano de Bienestar Animal, nos dias...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O avanço das discussões sobre bem-estar animal tem levado diferentes setores a buscar soluções baseadas em ciência para aprimorar o manejo, a saúde e as condições de criação dos animais. Nesse cenário, será realizado o ELBA 2026 – Encuentro Latinoamericano de Bienestar Animal, nos dias 5 e 6 de agosto de 2026, no Hotel Le Meridien, em Santiago, no Chile.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane® estará na terceira edição do evento, que reúne médicos veterinários, pesquisadores, produtores, representantes da indústria, certificadoras e especialistas para debater temas relacionados à produção animal, sustentabilidade, inovação e saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com mais de 400 participantes e 60 expositores internacionais, o encontro conta com salas dedicadas à avicultura, porcicultura, bovinocultura, aquicultura, equinos e animais de companhia. Entre os temas previstos estão certificação, uso responsável de antimicrobianos, mensuração de impacto e o conceito One Welfare, que considera a relação entre animais, pessoas e sociedade.</span></p>
<h2><b>Participação na programação técnica do ELBA 2026</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Compartilhando experiências relacionadas à aplicação de padrões em diferentes cadeias produtivas, a certificadora estará presente na programação técnica do encontro com duas palestras no dia 5 de agosto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Sala Acuicultura, às 12h50, Daniel Rucinque apresentará a palestra “Certified Humane® &#8211; Principales Desafíos de Operaciones de Salmón de Atlántico Certificadas en Bienestar Animal”. A abordagem será sobre os principais desafios da </span><a href="https://materiales.certifiedhumanelatino.org/salmon"><span style="font-weight: 400;">certificação de operações de salmão do Atlântico</span></a><span style="font-weight: 400;">, considerando aspectos como manejo, ambiente, alimentação, saúde e processos produtivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na Sala Bovinos, às 15h45, a inspetora Beatriz Zapata abordará os principais pontos críticos e</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/qual-e-o-manejo-adequado-para-vacas-leiteiras/"><span style="font-weight: 400;"> práticas aplicadas em operações certificadas de vacas leiteiras</span></a><span style="font-weight: 400;">, tema da palestra “Certified Humane® &#8211; Puntos Críticos y Prácticos en Operaciones Certificadas para Vacas Lecheras”. Entre os aspectos discutidos estarão manejo, saúde do rebanho, interação entre pessoas e animais, prevenção de problemas sanitários e organização das rotinas na fazenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção dessas medidas contribui para melhores condições aos animais, maior controle sanitário e uma gestão mais eficiente das propriedades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://www.passline.com/eventos/elba2026"><span style="font-weight: 400;">inscrições para o ELBA 2026 estão abertas</span></a><span style="font-weight: 400;">. A Certified Humane® oferece 20% de desconto nas primeiras 20 inscrições utilizando o cupom CH-ELBA no momento da inscrição.</span></p>
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		<title>Como criar galinhas poedeiras soltas com bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 18:20:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[aves soltas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de galinhas poedeiras está evoluindo, e os sistemas que utilizam gaiolas vêm perdendo espaço diante de modelos orientados ao bem-estar animal. A produção cage-free, também conhecida como criação livre de gaiolas, tornou-se uma alternativa cada vez mais relevante para produtores, empresas de alimentos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A criação de </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certificacao-de-galinhas-poedeiras-conheca-as-regras/"><span style="font-weight: 400;">galinhas poedeiras</span></a><span style="font-weight: 400;"> está evoluindo, e os sistemas que utilizam gaiolas vêm perdendo espaço diante de modelos orientados ao </span><b>bem-estar animal</b><span style="font-weight: 400;">. A produção </span><em><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">cage-free</span></a></em><span style="font-weight: 400;">, também conhecida como criação livre de gaiolas, tornou-se uma alternativa cada vez </span><b>mais relevante para produtores</b><span style="font-weight: 400;">, </span><b>empresas de alimentos</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>consumidores atentos</b><span style="font-weight: 400;"> à origem dos ovos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sistema, as aves </span><b>não permanecem confinadas em gaiolas</b><span style="font-weight: 400;">. Elas têm acesso a galpões com ninhos, poleiros, cama limpa e espaço para se movimentar com mais liberdade. Isso permite que expressem </span><b>comportamentos naturais</b><span style="font-weight: 400;">, como caminhar, empoleirar-se, ciscar e tomar banhos de poeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora ainda existam muitas dúvidas sobre como implementar esse modelo, a transição pode ser mais simples do que muitos imaginam quando há planejamento, manejo adequado e atenção constante às necessidades do lote.</span></p>
<h2><b>Boas práticas para sistemas <em>cage-free</em></b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Adotar um sistema livre de gaiolas exige </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/normas-de-bem-estar-animal-muito-alem-do-cage-free/"><span style="font-weight: 400;">mais do que retirar as gaiolas.</span></a><span style="font-weight: 400;"> A produção deve considerar </span><b>nutrição, sanidade, estrutura, capacitação da equipe e monitoramento diário</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As granjas devem contar com </span><b>ventilação e luminosidade adequadas</b><span style="font-weight: 400;">. Para manter uma </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-reduzir-os-efeitos-do-calor-na-criacao-de-galinhas/"><span style="font-weight: 400;">temperatura apropriada</span></a><span style="font-weight: 400;"> dentro das instalações, pode ser necessário utilizar ventiladores ou exaustores, especialmente em períodos de calor excessivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir da quarta semana de vida, as aves devem ter acesso a poleiros. Esse recurso favorece a adaptação ao ambiente e permite a expressão de um comportamento natural. </span><b>O corte do bico</b><span style="font-weight: 400;">, quando realizado, deve ser feito nos primeiros dias de vida e sempre de acordo com critérios técnicos que evitem sofrimento desnecessário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação também exige atenção. As aves devem receber uma</span><b> dieta equilibrada</b><span style="font-weight: 400;">, adequada à idade e à fase produtiva. Além disso, a granja deve contar com comedouros e bebedouros suficientes para evitar disputas e garantir o acesso ao alimento e à água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os profissionais envolvidos no manejo precisam estar</span><b> capacitados</b><span style="font-weight: 400;">. A equipe deve conhecer as boas práticas aplicáveis, compreender o comportamento do lote e saber como tratar as aves </span><b>sem gerar estresse ou medo</b><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de</span><b> ninhos e poleiros em quantidade suficiente</b><span style="font-weight: 400;"> é essencial. Os ninhos oferecem um ambiente adequado para a postura, enquanto os poleiros favorecem o descanso. O banho de poeira também deve ser considerado, com cama limpa, seca e bem manejada no piso dos galpões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto-chave é o </span><b>monitoramento</b><span style="font-weight: 400;">. Os animais devem ser observados ao menos duas vezes ao dia para verificar temperatura, umidade, ventilação, consumo de alimento e água, comportamento geral e possíveis sinais de doença, lesão ou estresse.</span></p>
<h2><b>4 dicas para a criação de galinhas poedeiras soltas</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A demanda por ovos provenientes de sistemas </span><i><span style="font-weight: 400;">cage-free</span></i><span style="font-weight: 400;"> segue crescendo em diferentes mercados. Para produtores que desejam migrar para esse modelo ou melhorar a segurança das aves, alguns cuidados são essenciais.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">1. Priorize a higiene</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A higiene começa na entrada da granja. Controlar quais veículos e pessoas acessam a propriedade ajuda a reduzir riscos sanitários.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é recomendável fornecer roupas adequadas a visitantes e colaboradores, além de estabelecer protocolos de limpeza para as áreas de circulação e os galpões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cama deve ser mantida seca e em boas condições, evitando acúmulo de umidade, sujeira e materiais que possam prejudicar a saúde das aves.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">2. Ajuste a estrutura</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma granja adaptada para aves livres de gaiolas nem sempre exige um investimento elevado. Muitas adequações podem ser realizadas com planejamento e uso inteligente de materiais, desde que cumpram requisitos de segurança e conforto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O piso deve ser coberto com substrato de boa qualidade, capaz de favorecer comportamentos como ciscar e tomar banhos de poeira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também se deve evitar a presença de estruturas, buracos ou equipamentos em que os animais possam se esconder, ficar presos ou se machucar. A circulação dentro do galpão deve facilitar tanto o movimento das aves quanto o manejo por parte da equipe.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">3. Invista em segurança</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As instalações devem ser protegidas contra o acesso de outros animais, inclusive os domésticos. Esse cuidado reduz riscos de acidentes, transmissão de doenças e estresse no lote.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando as aves têm acesso à área externa, o espaço deve ser bem delimitado e manejado. Caso sejam utilizadas árvores, recomenda-se optar por espécies não frutíferas e mantê-las podadas, para evitar a atração de aves silvestres e outros animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A segurança também inclui revisar cercas, portas, equipamentos elétricos, bebedouros, comedouros e sistemas de ventilação. A prevenção é parte central de um manejo responsável.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">4. Tenha um plano de emergência</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Toda granja deve contar com um plano de emergência para situações como quedas de energia, falhas em equipamentos, problemas climáticos ou interrupções no fornecimento de água e alimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendável dispor de equipamentos de apoio, como gerador próprio ou alugado, para evitar que imprevistos comprometam o funcionamento diário da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O plano deve ser conhecido pela equipe e revisado periodicamente. Em sistemas livres de gaiolas, uma resposta rápida pode evitar estresse, perdas produtivas e riscos à saúde das aves.</span></p>
<h2><b>Manejo constante faz a diferença</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema <em>cage-free</em> representa um avanço em relação ao confinamento em gaiolas, mas não funciona sozinho. Para que a produção seja eficiente, é necessário combinar estrutura adequada, manejo responsável, capacitação, monitoramento e protocolos claros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando implementado corretamente, esse modelo favorece a qualidade de vida das aves e ajuda a responder a uma demanda crescente por alimentos vinculados a práticas mais responsáveis.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras?_gl=1*414hym*_gcl_aw*R0NMLjE3ODMzNjEyNjguQ2p3S0NBandwSzNTQmhBU0Vpd0F0VjFTUEhrQ3l3OGNvRjhHblBMSkd3dEdZSjQ3U05HdVRyUDYxOURHT3I3b3lhaGRrYzVnemwwb0dob0N4VjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTM5MDI2NzQ3Ny4xNzc3MDQ4MzMx"><span style="font-weight: 400;">Para obter mais informações, acesse também nosso material gratuito: Guia digital para a criação de galinhas poedeiras.</span></a></p>
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		<title>Selo Certified Humane: como identificar alimentos com bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 04:00:43 +0000</pubDate>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma boa imagem diz quase tudo &#8211; ou, pelo menos, tudo o que é importante dizer. Por isso, o Instituto Certified Humane trata com especial cuidado a identificação visual que acompanha as marcas aprovadas pelo programa.</p>
<p>Essa é uma premissa válida para muitos aspectos da vida: os símbolos transmitem mensagens poderosas. Pense nas alianças que os noivos trocam para<strong> confirmar seu compromisso</strong>, na paixão dos torcedores pela bandeira de seus times ou, ainda, na força dos logotipos de empresas bem-sucedidas.</p>
<p>Nos alimentos de origem animal, o selo Certified Humane transmite uma mensagem importante: o produto está vinculado a uma cadeia avaliada com base em padrões de cuidado animal, aplicados desde o nascimento até o abate.</p>
<p>Embora ocupe um pequeno espaço na embalagem, ele representa uma decisão que atravessa a produção e alcança toda a vida dos animais que dão origem a um alimento ou matéria-prima.</p>
<h3><strong>Obter a certificação exige responsabilidade</strong></h3>
<p>Em muitas ocasiões, <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-como-obter-o-selo-de-bem-estar-animal?_gl=1*16llqj6*_ga*MTEzMTgxMTg4Mi4xNzYxMTQzODI2*_ga_V65P2PJ510*czE3ODMzNTYxNDgkbzgzJGcxJHQxNzgzMzYwNDUxJGo1NSRsMCRoMA..*_gcl_aw*R0NMLjE3ODI5MTQ2OTEuQ2owS0NRanc5WkxTQmhDY0FSSXNBRWhHS2dQbVM2YzZkVHBZUjZaS0VHSjIzV1RnQS01S3l6czF5eTN0Q0p1d2R3Y2dESkwweHVIUFlHOGFBaVlERUFMd193Y0I.*_gcl_au*MTM5MDI2NzQ3Ny4xNzc3MDQ4MzMx">você já leu neste blog que qualquer empresa pode obter a certificação</a>. É verdade: as normas são objetivas, o processo é exigente e granjas de diferentes portes podem assumir os custos, especialmente quando comparados aos <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/como-melhorar-o-bem-estar-animal/">benefícios</a> de atrair <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/consumidores-rejeitam-empresas-que-nao-pensam-no-bem-estar-animal/">consumidores</a> atentos ao tratamento dado aos animais. Por outro lado, nem todas as empresas estão dispostas a seguir esse caminho e assumir suas exigências.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1390 alignleft" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-300x215.jpg" alt="selo de bem-estar- animal - cow" width="300" height="215" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-300x214.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-600x429.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-200x143.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal-400x286.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/07/cow-selo-de-bem-estar-animal.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Na prática, não falta quem defenda publicamente o bem-estar animal, mas ignore esse compromisso quando ninguém está olhando: em granjas com instalações precárias, transportes inadequados ou abatedouros mal conservados. Nessas condições, bovinos, suínos, aves e outras espécies que fazem parte da nossa alimentação podem adoecer, sofrer e se machucar.</p>
<p>Separar <strong>quem está realmente comprometido</strong> de quem busca apenas benefício econômico com um discurso vazio é a missão do Instituto Certified Humane, uma organização não governamental sem fins lucrativos.</p>
<p>A identificação que as empresas exibem indica que, em algum momento, um sócio da companhia ou o proprietário da granja decidiu que seu negócio não poderia crescer às custas do sofrimento desnecessário de um ser vivo.</p>
<h3><strong>Como funciona o processo Certified Humane</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para obter a certificação, a empresa provavelmente precisou adaptar sua linha de produção ou sua granja. Também teve que investir na capacitação de seus colaboradores. </span><span style="font-weight: 400;">Acima de tudo, precisou se comprometer com a transparência, abrindo periodicamente suas instalações ao acompanhamento de inspetores que vão a campo verificar se as boas práticas estão sendo cumpridas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação considera critérios técnicos relacionados à alimentação, acesso à água, saúde, alojamento, espaço, transporte, manejo adequado e práticas de abate, quando aplicável. </span><span style="font-weight: 400;">Por isso, o processo ajuda a mostrar aos consumidores em quais marcas eles podem confiar. Mais do que uma imagem na embalagem, o selo representa auditoria, responsabilidade e melhoria contínua.</span></p>
<h3><b>Um símbolo que orienta a escolha do consumidor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em um mercado no qual muitas marcas falam sobre responsabilidade, contar com uma certificação independente ajuda a diferenciar aquelas que aceitam demonstrar suas práticas por meio de critérios técnicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A identificação não substitui a informação completa sobre a produção, mas oferece um sinal claro no momento da compra. Para quem se preocupa com a origem dos alimentos e com as condições de criação, essa informação facilita uma escolha mais consciente. </span><span style="font-weight: 400;">Escolher produtos certificados também é uma forma de reconhecer empresas que investem em melhores práticas e aceitam se submeter a uma avaliação externa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em síntese, o selo Certified Humane mostra que o cuidado animal não deve ser tratado como um argumento comercial vazio, mas como uma prática verificável. </span><span style="font-weight: 400;">Para saber mais sobre o tema, continue acompanhando os conteúdos do blog e descubra como suas decisões de consumo podem apoiar cadeias produtivas mais responsáveis.</span></p>
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		<title>Simpósio em Curitiba debate bem-estar de frangos de corte no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:03:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Curitiba recebeu, no dia 16 de junho, no Auditório do Bloco Didático da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o simpósio “Conexão Ciência &#38; Campo: Bem-estar de Frangos”. O encontro presencial e gratuito promoveu debates sobre os avanços, os desafios e os caminhos para a evolução...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Curitiba recebeu, no dia 16 de junho, no Auditório do Bloco Didático da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o simpósio “Conexão Ciência &amp; Campo: Bem-estar de Frangos”. O encontro presencial e gratuito promoveu debates sobre os avanços, os desafios e os caminhos para a evolução da avicultura de corte no Brasil.</p>
<p>Realizado pela Alianima, pela Iniciativa MIRA e pelo LABEA — Laboratório de Bem-estar Animal da Universidade Federal do Paraná (UFPR) —, o evento reuniu especialistas, pesquisadores e representantes do setor para discutir evidências científicas, experiências práticas e perspectivas de mercado relacionadas ao bem-estar de frangos de corte.</p>
<p>A proposta foi promover uma conversa técnica entre diferentes atores da cadeia produtiva, considerando rotas de evolução compatíveis com a realidade brasileira e com as demandas cada vez mais presentes nas cadeias globais de alimentos.</p>
<h2>Bem-estar animal ganha relevância na avicultura brasileira</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil ocupa posição de destaque no mercado global de carne de frango. Em 2025, o país produziu 15,289 milhões de toneladas, segundo o </span><a href="https://abpa-br.org/wp-content/uploads/2026/04/relatorio_ABPA-2804_DIGITAL.pdf"><span style="font-weight: 400;">Relatório Anual 2026 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>Diante desse protagonismo, as condições de criação, manejo, transporte e abate das aves vêm ganhando relevância nas agendas corporativas, nos critérios de fornecimento e nas demandas dos mercados consumidores.</p>
<p>Durante o simpósio, foram discutidos o cenário da produção de frangos no país, as tendências internacionais, os desafios para a implementação de boas práticas e as oportunidades de evolução para a avicultura brasileira. A programação também abordou temas como genética, linhagens com maior potencial de bem-estar e estratégias para transformar o conhecimento técnico em ações aplicáveis à realidade produtiva.</p>
<h2><b>Norma Certified Humane® para frangos de corte</b></h2>
<p>O debate sobre o bem-estar de frangos de corte também destacou a importância de normas reconhecidas e baseadas em ciência para orientar a melhoria contínua na produção animal.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-frangos-de-corte"><span style="font-weight: 400;">norma Certified Humane® para frangos de corte</span></a><span style="font-weight: 400;"> estabelece critérios voltados ao bem-estar das aves ao longo de todo o ciclo produtivo. Entre os aspectos avaliados estão manejo, ambiência, densidade, acesso a recursos adequados, transporte e abate humanitário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com verificação independente, a certificação orienta produtores, empresas e consumidores sobre modelos produtivos mais responsáveis, transparentes e alinhados às exigências das cadeias globais de alimentos.</span></p>
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		<title>Certified Humane® leva debate sobre bem-estar animal ao Buffalo Day 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 12:16:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Búfalos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O crescimento da bubalinocultura brasileira e as transformações do setor estiveram em pauta no 1º Buffalo Day, realizado no dia 11 de abril, no Centro de Pesquisas Tropicais em Bubalinos (CPTB), da UNESP, em Botucatu (SP). A Certified Humane® participou do encontro compartilhando conhecimentos sobre como práticas adequadas de manejo contribuem para a qualidade dos produtos e para a valorização da produção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O evento reuniu 115 participantes entre produtores, pesquisadores, estudantes e profissionais vindos do Pará, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo. Ao longo da programação, universidade, pesquisa e setor produtivo compartilharam experiências e discutiram os caminhos da bubalinocultura no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A organização foi conduzida pelo professor André Mendes Jorge, coordenador do CPTB, e pela pesquisadora Caroline Francisco, integrantes do Comitê Científico da Humane Farm Animal Care (HFAC) e participantes da elaboração das normas Certified Humane® para Bubalinos de Corte e Bubalinos de Leite.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com estande próprio e presença na programação técnica, a Certified Hu</span>mane® foi representada pelo diretor Luiz Mazzon e pela professora Dra. Rosângela Poletto, integrante do Comitê Científico da certificação. Durante o encontro, Rosângela ministrou uma palestra sobre a importância do bem-estar animal para o mercado e para os sistemas produtivos, abordando como práticas adequadas de manejo contribuem para melhores resultados no campo e maior valorização dos alimentos.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7196 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8-300x225.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8-600x450.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8-768x576.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8-800x600.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8-700x525.jpeg 700w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-8.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7188" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01-225x300.jpeg" alt="" width="168" height="224" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01-225x300.jpeg 225w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01-450x600.jpeg 450w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01-768x1024.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01-600x800.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01-700x933.jpeg 700w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.03.01.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 168px) 100vw, 168px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7195" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4-225x300.jpeg" alt="" width="169" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4-225x300.jpeg 225w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4-450x600.jpeg 450w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4-768x1024.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4-600x800.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4-700x933.jpeg 700w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-4.jpeg 960w" sizes="auto, (max-width: 169px) 100vw, 169px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os participantes também conheceram as instalações do CPTB e acompanharam pesquisas desenvolvidas pela unidade, fortalecendo a conexão entre conhecimento científico e aplicação prática nas propriedades rurais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A programação incluiu ainda degustações de cortes de carne preparados pelo chef Rodrigo Francisco, além de queijos e derivados do leite de búfala, evidenciando o potencial gastronômico e o valor agregado dos produtos bubalinos.</span></p>
<h2><b>Certificação específica para bubalinos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação Certified Humane® possui </span>protocolos específicos para bubalinos, considerando as características e necessidades de cada sistema produtivo.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">As normas são divididas em duas categorias:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-bubalinos-de-corte"><span style="font-weight: 400;">bubalinos de corte</span></a><span style="font-weight: 400;">, destinados à produção de carne e derivados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-bubalinos-de-leite"><span style="font-weight: 400;">bubalinos de leite</span></a><span style="font-weight: 400;">, voltados à produção de leite e derivados lácteos.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Os critérios envolvem manejo, alimentação, instalações, saúde e comportamento natural dos animais, assegurando condições adequadas de bem-estar físico e mental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A participação da Certified Humane® no Buffalo Day acompanha um movimento cada vez mais presente no setor, com a busca por modelos de produção que conciliem bem-estar animal, responsabilidade na criação e atenção às novas exigências do mercado consumidor.</span></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7189 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23-300x225.jpeg" alt="Búfalos " width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23-300x225.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23-600x450.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23-768x576.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23-800x600.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23-700x525.jpeg 700w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.09.23.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7187 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-300x225.jpeg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-300x225.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-600x450.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-768x576.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-800x600.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-700x525.jpeg 700w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7191 size-thumbnail" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-150x150.jpeg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-570x570.jpeg 570w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7190 size-thumbnail" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-3-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-3-150x150.jpeg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-3-570x570.jpeg 570w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.47.08-3-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7186 size-thumbnail" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-2-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-2-150x150.jpeg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-2-570x570.jpeg 570w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-16.43.04-2-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7198 size-thumbnail" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-150x150.jpeg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-570x570.jpeg 570w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-13-at-08.57.53-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-7193 size-thumbnail" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.52.01-2-150x150.jpeg" alt="" width="150" height="150" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.52.01-2-150x150.jpeg 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.52.01-2-570x570.jpeg 570w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-04-10-at-17.52.01-2-500x500.jpeg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></p>
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