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	<title>Arquivos Pesquisa - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Consumidores abominam crueldade e priorizam o bem-estar animal, segundo pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 13:14:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como os animais são tratados é uma questão levada muito a sério pelos brasileiros &#8211; a maior parte dos consumidores coloca o bem-estar animal em primeiro lugar na hora de ir ao supermercado. É o que revela uma pesquisa encomendada pela ONG Mercy...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;"> A forma como os animais são tratados é uma questão levada muito a sério pelos brasileiros &#8211; a maior parte dos consumidores coloca o bem-estar animal em primeiro lugar na hora de ir ao supermercado.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É o que revela uma pesquisa encomendada pela </span><a href="https://www.mercyforanimals.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>ONG Mercy For Animals</b></a><span style="font-weight: 400;">, que atua contra as atrocidades praticadas com os animais explorados para o consumo. O </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1938754-consumidor-rejeita-sofrimento-animal-e-quer-transparencia-diz-pesquisa.shtml"><span style="font-weight: 400;">estudo</span></a><span style="font-weight: 400;">, que foi realizado pelo </span><b>instituto Ipsos </b><span style="font-weight: 400;">e divulgado pela Folha de São Paulo, ainda apontou que 72% dos entrevistados acreditam que o consumidor deveria estar a par do sofrimento contra os animais na produção dos alimentos. O bem-estar animal e a relação do consumidor com práticas abusivas de criação foram questões levantadas no estudo, que envolveu cerca de 1.000 internautas de ambos os sexos, com 18 anos ou mais.</span></p>
<h3>Não ao sofrimento dos animais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal.png" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright wp-image-1629 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-300x126.png" alt="" width="300" height="126" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-300x126.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-600x252.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-200x84.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-400x168.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal.png 643w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ovos-bem-estar-das-galinhas-poedeiras-esta-no-topo-da-preocupacao-dos-consumidores/"><span style="font-weight: 400;">limitação do movimento das galinhas </span></a><span style="font-weight: 400;">pelo confinamento em gaiolas foi outro ponto destacado. O questionário exibiu uma imagem do sistema de produção de ovos “gaiola de baterias”, em que estes animais ficam confinados por toda a vida em um espaço muito restrito, além de perguntas mais gerais. Quando perguntados sobre esta prática, 63% julgaram absolutamente <strong>inaceitável</strong>, o que confirma a preocupação com o bem-estar animal. Somente 3% consideraram absolutamente aceitável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre limitar o espaço de movimento dos animais a fim de produzir alimentos, 66% avaliaram como totalmente inaceitável. Por fim, 72% dos consumidores concordam totalmente que deveriam estar cientes do <strong>sofrimento</strong> envolvido com os produtos vendidos em supermercados, sendo que para 57% estes estabelecimentos não deveriam nem disponibilizar estas mercadorias.</span></p>
<h3>Respeito ao bem-estar animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Felizmente, estes números revelam que a percepção das pessoas em relação à criação dos animais vem mudando &#8211; </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/consumidor-exige-producao-de-alimentos-com-transparencia/"><span style="font-weight: 400;">o público está disposto a pagar mais por produtos que envolvam o bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;">, práticas mais humanas e responsáveis de criação. Esta conscientização vai ao encontro da atuação do Instituto Certified Humane na busca por <strong>melhores condições de vida para os animais</strong>, desde o nascimento até o abate. É uma luz que se acende e emite um sinal para os criadores repensarem o manejo dos animais, que pode ocorrer de uma forma mais decente e humanizada, gerando ganhos de eficiência e produtividade.</span></p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Livro mostra importância do bem-estar animal para as empresas de alimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). A obra reúne uma série...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal</span> <span style="font-weight: 400;">para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra reúne uma série de artigos e estudos de caso escritos por 32 autores entre cientistas e  executivos de empresas e instituições financeiras, que comentam sobre a importância do bem-estar animal. O prefácio é assinado pela americana Temple Grandin, uma das pesquisadoras mais respeitadas do mundo em manejo de bovinos e integrante do comitê científico da Certified Humane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, a obra apresenta os riscos que a falta de comprometimento com a qualidade de vida dos animais traz para um negócio &#8211; e como é possível encontrar oportunidades de crescimento quando se adotam boas práticas para que aves, bovinos, suínos e outras espécies vivam com conforto e sem sofrimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os organizadores do livro são o especialista em responsabilidade corporativa Nicky Amos e o consultor de investimentos Rory Sullivan.  Os dois são as figuras mais proeminentes de uma organização não-governamental responsável por produzir um ranking global sobre as empresas que melhor gerenciam as boas práticas de bem-estar animal (em 2016, as brasileiras BRF, Marfrig e JBS estavam na lista, chamada de <a href="https://www.bbfaw.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Business Benchmark on Farm Animal Welfare</a> &#8211; BBFAW).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos assinam a apresentação e o capítulo de introdução, nos quais demonstram uma dupla importância para as empresas e criadores. Tratar o assunto com desleixo pode comprometer o futuro de um negócio &#8211; mas tomar a atitude de aprimorar a qualidade de vida dos animais é algo capaz de abrir um futuro bem mais promissor, abrindo mercados e caminhos para o crescimento sustentável levando em conta a importância do bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Longe de ser uma preocupação ética de um  nicho, o bem-estar dos animais de fazenda tem profundas implicações para os custos corporativos, receitas, ativos, marcas e reputação&#8221;, escreve Sullivan na apresentação da obra. &#8220;É tanto um risco comercial quanto um conceito chave para oportunidades comerciais&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><b>Humanizar o tratamento é urgente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.amazon.co.uk/Business-Farm-Animal-Welfare/dp/1783535296"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1625" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare.jpg 333w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>Gestores de fundos que juntos somam quase 2 trilhões de dólares em ativos já levam a importância do bem-estar animal em consideração nas suas avaliações de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amos e Sullivan explicam porque é urgente humanizar o tratamento que aves, bovinos, suínos e outras espécies criadas comercialmente nos sítios e fazendas.  A preocupação dos investidores com a maneira que as empresas do setor de alimentação lidam com a qualidade de vida dos animais é mais do que evidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os organizadores do livro, 19 grandes instituições de investimento participam de uma iniciativa internacional para colaborar com o bem-estar dos animais de fazenda, entre os quais o banco francês BNP Paribas. Juntos esses grupos gerenciam mais de 1,5 trilhão de libras em ativos (quase 2 trilhões de dólares) e usam o ranking da BBFAW para avaliar como as empresas alimentos gerenciam riscos e oportunidades em relação ao bem-estar animal.</span></p>
<p><b>Os animais estão sendo realmente respeitados? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, declarações de boas práticas e a documentação dos relatórios que as empresas costumam apresentar ao mercado são um bom indício de como as empresas tratam os animais que de alguma forma estão inseridos nas suas cadeias produtivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se pode esquecer, porém, da importância de organizações certificadoras como o Instituto Certified Humane. De outro modo, como consumidores e investidores poderiam ter garantias de que os belos discursos em favor da qualidade de vida de aves, bovinos, suínos e outras espécies estão sendo realmente respeitados?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, livros como o de Amos e Sullivan mostram que o cerco sobre as companhias está se fechando. Não são só os consumidores que pensam na importância do bem-estar animal e se importam com a maneira como vivem as criaturas que dão origem à nossa comida. O tema já está na agenda dos responsáveis por administrar o dinheiro dos investidores, sem o qual as perspectivas de expansão de um negócio pode ser um bocado mais difícil. </span></p>
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		<title>Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 13:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos. É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos.</h2>
<p>É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk, da canadense University of British Columbia. Aproximadamente 500 pessoas participaram do estudo que leva em conta o bem-estar animal.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p>A cada uma delas, os entrevistadores mostraram dois pares de imagens. No primeiro conjunto, os participantes tinham de dizer se preferiam a produção em confinamento ou fora dele para um determinado tipo de animal (que poderiam ser bovinos de corte, frangos de corte, galinhas poedeiras, matrizes suínos ou leitões em amamentação). No segundo conjunto de imagens, a escolha era entre a criação em gaiolas ou fora de confinamento. A preferência pelos métodos que proporcionam mais liberdade foi significativa – apenas uma minoria afirmou preferir os sistemas mais tradicionais.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1595" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg" alt="bem-estar animal galinhas poedeiras livres" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-200x134.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Mais especificamente, 87% das pessoas disseram preferir a ausência de confinamento, quando a opção era entre a criação confinada ou não – 78% dos entrevistados optaram pela criação livre de gaiolas, quando essas eram as opções apresentadas. A razão para essas preferências, segundo os entrevistados, é a percepção que os bichos livres para se mover e expressar seu comportamento natural têm mais qualidade de vida, visando o bem-estar animal.</p>
<p>O estudo foi publicado em setembro na Animals, uma revista científica internacional dedicada a pesquisas sobre os animais, incluindo zoologia e ciências veterinárias. De acordo com as pesquisadoras, o trabalho buscou descobrir quais as crenças e as atitudes dos brasileiros – especialmente daqueles que não têm qualquer ligação com o setor agropecuário – no que diz respeito aos métodos de criação dos animais de fazenda. “Nossas descobertas indicam que as atuais práticas de criação de animais de fazenda que são associadas às restrições de movimento podem não estar alinhadas com as <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-como-exigencia-do-mercado/">expectativas da sociedade</a></strong>”, escrevem as autoras. Isso pode ser um problema sério para as empresas que não souberem se adaptar. “A falta de engajamento nesse tema põe em risco a sustentabilidade de longo prazo das indústrias”.</p>
<h3>Um alerta para criadores de animais</h3>
<p>Um motivo de alerta para o setor de alimentos: 79% dos entrevistados acreditam que os animais de fazenda não são bem tratados no Brasil. Esse é um dado importante para o Instituto Certified Humane. Empresas e criadores dispostos a dar um tratamento humano e adequado aos animais terão de encontrar maneiras de<strong> <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/medida-concreta-de-certificacao-de-alimentos/">comprovar seu compromisso aos consumidores</a></strong> – e isso pode ser feito por meio da certificação de bem-estar animal, na qual uma entidade independente avalia o sistema de produção para assegurar ao público se as boas práticas estão realmente sendo adotadas.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/estudo-brasileiros-se-preocupam-com-o-bem-estar-animal/">Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Estudo revela que donos de bichos de estimação são os consumidores que pensam mais em bem-estar animal</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 13:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha. Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/estudo-donos-de-bichos-de-estimacao-bem-estar-animal/">Estudo revela que donos de bichos de estimação são os consumidores que pensam mais em bem-estar animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/pesquisa-pets-bem-estar-animal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha.</a></h3>
<p>Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do sofrimento na produção de carne, leite e ovos. A convivência com cães, gatos e outros bichos de estimação é uma das forças que torna o bem-estar animal uma questão cada vez mais importante para os consumidores. Um exemplo: 57% das pessoas que têm cães ou gatos disseram estar dispostas a pagar preços acima de 10% <strong>maiores pela carne que apresentar um certificado de bem-estar animal</strong>. Essa parcela cai para 44% entre a população que não têm bichos de estimação.</p>
<p>Em outras palavras, a fofura de gatinhos e cãezinhos faz algo mais do que chamar a atenção em vídeos e fotos nas redes sociais: <strong>ela reforça os vínculos e o respeito entre humanos e animais</strong>. Criadores de bovinos, suínos e aves – entre outras espécies – precisam levar isso em conta. “Donos de pets transferem os sentimentos fortemente positivos que nutrem pelos animais domésticos para os animais de fazenda, pelo menos até certo ponto”, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Inicialmente, o objetivo da pesquisa era averiguar se haveria um mercado promissor para rações de cães e gatos produzidas de acordo com boas práticas de bem-estar animal. A resposta é afirmativa, uma vez que ficou demonstrado que a sensibilidade ao sofrimento dos animais é mais aguçada em quem convive diariamente com um bichinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Brasil tem hoje a segunda maior população de pets no mundo – e cada um deles convive com humanos potencialmente sensíveis ao bem-estar dos animais de fazenda</h3>
<p>Embora o estudo tenha se dedicado a investigar apenas o comportamento dos consumidores alemães, os pesquisadores acreditam que padrões semelhantes possam se repetir em outros países. “Em geral, nos países da Europa Ocidental os cidadãos estão cada vez mais críticos com relação aos processos de produção usados nos rebanhos das fazendas”, escrevem eles.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1554" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg" alt="" width="300" height="176" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-768x452.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-600x353.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-200x118.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-400x235.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-800x471.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-1200x706.jpeg 1200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>É bom lembrar que o Brasil tem hoje a <strong>segunda maior população mundial de pets</strong>. Segundo o IBGE, há no país 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos – quase a metade dos lares tem um cachorrinho, e cerca de um quinto das casas possui um felino residente. Em cada uma delas, há um consumidor humano potencialmente sensível ao bem-estar animal da fazenda.</p>
<p>Um aspecto a destacar: estudos como esse mostram como é importante que as empresas <strong>busquem uma certificação de bem-estar animal</strong> – ou seja, que abram suas operações à avaliação de instituições independentes como forma de assegurar ao público que adotam as boas práticas necessárias para melhorar a qualidade de vida e o conforto das criações. Trata-se de um passo importante para a transparência no mercado.</p>
<p>De outro modo, os consumidores estariam sujeitos a serem enganados por companhias que adotam apenas um discurso bonito, com o qual encobrem métodos cruéis no manejo dos animais que dão origem aos nossos alimentos. O Instituto Certified Humane é uma instituição que cumpre o papel de verificar se as boas intenções e as belas palavras são efetivamente, postas em prática por criadores e empresas que se comprometem com a causa.</p>
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		<title>Bem-estar animal das galinhas é levado em conta para quem busca comida saborosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 May 2017 17:08:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
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		<category><![CDATA[certificação de bem-estar animal]]></category>
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		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É certo que há uma parcela crescente da população que dá valor ao bem-estar animal das galinhas – assim como existem os preferem comprar carne, leite e ovos que não tenham sido produzidos às custas dos sofrimentos de outras criaturas. Mas isso não quer dizer...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>É certo que há uma parcela crescente da população que dá valor ao bem-estar animal das galinhas – assim como existem os preferem comprar carne, leite e ovos que não tenham sido produzidos às custas dos sofrimentos de outras criaturas.</h3>
<p>Mas isso não quer dizer que a qualidade da vida da criação não tenha apelo para a outra parte do público, muitas vezes desinformada sobre as condições que aves, bovinos e suínos enfrentam do nascimento ao abatedouro. De fato, nem todos são sensibilizados por questões éticas ou altruístas. Mas pode haver uma boa dose de interesse próprio em jogo: eles veem nos produtos que ostentam um atestado de qualidade de vida dos animais – como os que recebem o selo Certified Humane – uma <strong>espécie de certificado de garantia de qualidade</strong>. Em outras palavras, na busca por comida gostosa, os consumidores optam por ovos produzidos com o bem-estar animal das galinhas.</p>
<p>É o que descobriu um <a href="https://www.tandfonline.com/doi/abs/10.1080/08927936.2017.1310986?needAccess=true#aHR0cDovL3d3dy50YW5kZm9ubGluZS5jb20vZG9pL3BkZi8xMC4xMDgwLzA4OTI3OTM2LjIwMTcuMTMxMDk4Nj9uZWVkQWNjZXNzPXRydWVAQEAw" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo realizado pela Universidade de Adelaide</a>, na Austrália, que procurou descobrir o que levava as pessoas a adquirir ovos criados com o bem-estar animal das galinhas, ou seja, criadas ao ar livre ou que não ficavam confinadas em gaiolas. A resposta: <strong>a decisão era motivada pela qualidade</strong>. Esses consumidores atribuem aos ovos de galinhas não submetidas ao confinamento em gaiolas – prática proibida pelas normas de bem-estar animal – um sabor mais agradável e melhor aparência, entre outros aspectos.</p>
<p>O estudo dos australianos não oferece números. Seu objetivo foi avaliar, qualitativamente, as opiniões e conceitos presentes na mente dos consumidores – um tipo de trabalho bastante usado pelas empresas para saber que imagem transmitem ao público e basear decisões estratégicas.</p>
<h3>Há uma forte correlação entre a qualidade dos alimentos e o bem-estar animal</h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1347" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-300x200.jpg" alt="bem-estar animal das galinhas" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-768x512.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-600x400.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-800x533.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/05/bem-estar-animal-das-galinhas-1-1200x800.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Não é a primeira vez que se revela a forte correlação entre a qualidade dos alimentos e o bem-estar animal. Outros estudos e pesquisas indicam que essa impressão está disseminada na opinião pública. Mas é uma boa oportunidade para relembrar os criadores e os responsáveis pela gestão de empresas de alimentos um aspecto fundamental: mesmo consumidores que ainda não tomaram consciência dos problemas da criação convencional, tem lá suas razões para dar <strong>valor a um certificado de bem-estar animal</strong>.</p>
<p>Não que o público esteja errado. Objetivamente, o cuidado com a qualidade de vida dos animais costuma, em muitos casos dar origem a alimentos melhores. Um caso bastante claro é o da carne bovina e suína. As pesquisas mostram que animais criados sob padrões adequados de bem-estar ficam menos estressados no momento do abate – e isso <strong>evita reações físicas e químicas no organismo que prejudicam a textura, o sabor e a coloração da carne.</strong></p>
<p>Seja qual for o motivo, estudos como o da Universidade de Adelaide mostram como o tema bem-estar animal está ganhando espaço na sociedade. As questões éticas sobre a qualidade de vida dos animais não são necessariamente as primeiras que surgem à mente dos consumidores. Mas é de esperar que eles exijam um compromisso sério das empresas e criadores. Para isso, não basta adotar o discurso do bem-estar animal apenas da boca para fora. É preciso adotar os melhores padrões – e comprovar essa adesão por meio da certificação por uma instituição independente, como o Instituto Certified Humane.</p>
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		<title>Vacas leiteiras: uma prova científica de como se importam com o próprio bem-estar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 16:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[5 liberdades dos animais]]></category>
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		<category><![CDATA[livro sobre bem-estar animal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de bem-estar dos animais pressupõe que eles sentem dor, prazer, fome, sede, tristeza, felicidade. Mas é difícil saber de que forma espécies que há milênios convivem com a humanidade – como as vacas leiteiras, entre outros bovinos, suínos e frangos. Quão elevada será...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/vacas-leiteiras-como-se-importam-com-o-proprio-bem-estar/">Vacas leiteiras: uma prova científica de como se importam com o próprio bem-estar</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O conceito de bem-estar dos animais pressupõe que eles sentem dor, prazer, fome, sede, tristeza, felicidade. Mas é difícil saber de que forma espécies que há milênios convivem com a humanidade – como as vacas leiteiras, entre outros bovinos, suínos e frangos.</h3>
<p>Quão elevada será sua motivação para fugir do desconforto e buscar algo que os faça sentir bem? A boa notícia é que recentemente dois pesquisadores brasileiros contribuíram para aprofundar nossa compreensão sobre o que se passa na cabeça das vacas leiteiras e outros bichos.</p>
<p>O veterinário José Antonio Fregonesi e a zootecnista Andressa Amorim Cestari fizeram parte de uma equipe de cientistas que procurou descobrir o quanto as vacas leiteiras valorizam ficar ao ar livre. A resposta: para elas, dar ao menos uma escapadinha diária para pastar fora de um estábulo fechado é tão ou mais importante quanto fazer uma boa refeição entre quatro paredes. Essa pode ser uma prova científica de que os animais se importam com o próprio bem-estar.</p>
<h3></h3>
<h3><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-cinco-liberdades-dos-animais/">A descoberta: as vacas leiteiras estavam dispostas a se esforçar para sair ao ar livre</a></h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1244 alignright" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-300x200.jpg" alt="vacas leiteiras: bem estar animal" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-768x512.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-600x400.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-800x533.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A essa altura você deve estar se perguntando como eles conseguiram essa proeza. A descoberta se baseou em testes conduzidos na University of British Columbia, no Canadá. O estudo foi feito com 22 vacas da raça Holstein. Primeiro, o grupo do qual Andressa e Fregonesi fizeram parte procurou saber quanto esforço as vacas estavam dispostas a fazer para se alimentar logo após a ordenha, um momento do dia no qual elas costumam ficar esfomeadas. Para isso, os pesquisadores puseram a comida atrás de portões móveis que os animais tinham de empurrar para conseguir se alimentar.</p>
<p>A ordenha e o teste eram realizados uma vez pela manhã e outra no fim da tarde. No começo, o portão era leve, mas a cada dia mais peso era adicionado, tornando a passagem mais difícil. O segundo passo foi dar às vacas leiteiras outra opção: o portão passou a dar acesso à uma pastagem ao ar livre. Os resultados mostram que, para sair para o pasto, 59% dos animais fizeram um esforço igual ou maior ao que empreenderam na primeira fase para chegar à comida localizada dentro do estábulo. Se elas não quisessem pastar, havia comida disponível no interior das instalações.</p>
<p>Mais: a maioria das vacas se esforçou mais para sair após a ordenha da tarde, quando o sol já estava se pondo e a temperatura no campo estava mais amena. Assista um <a href="https://images.readcube-cdn.com/publishers/nature/videos/4c73ccee55b8abeb21e0264426a6a985fbb5d7ba21469b5b0e6ea1ecd83cff45/1.mp4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vídeo</a> das vacas empurrando os portões para sair dos estábulos.</p>
<p>Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na edição de março da revista Nature, uma das mais prestigiadas publicações científicas internacionais – o estudo também foi a tese de doutorado de Andressa Cestari em Ciência Animal pela Universidade Estadual de Londrina. Os resultados surpreenderam os pesquisadores. Inicialmente, eles não esperavam que as vacas leiteiras fossem se esforçar tanto para ficar ao ar livre. “Nossos resultados sugerem que a motivação para acessar a pastagem não foi impulsionada pela fome, mas pela motivação de ficar ao ar livre (e se engajar em comportamentos associados ao acesso ao ar livre, incluindo pastar)”, dizem eles na conclusão do trabalho. As vacas não querem só comida, mas também ar livre e liberdade. <a href="https://www.nature.com/articles/srep44953.epdf?author_access_token=DSVR3xbAooGvPgGt9cemP9RgN0jAjWel9jnR3ZoTv0OEhrkV4JDA-aXwziXBBpaAbmiRnglO8bWXnhS0tQzVvw0JD8OmTWLylBDtQgFi75-ZgVRDNsFBqbjmL-c-GrMn" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia o artigo completo da revista Nature</a>.</p>
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		<title>Benefícios do bem-estar animal nos suínos geram leitões menos agressivos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2017 17:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A preocupação e os benefícios do bem-estar animal não são, de maneira alguma, uma moda passageira ou uma questão ideológica. Frequentemente a ciência comprova que a criação num ambiente humanizado traz resultados econômicos para os produtores – além de, obviamente, melhorar a qualidade de vida...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A preocupação e os benefícios do bem-estar animal não são, de maneira alguma, uma moda passageira ou uma questão ideológica. Frequentemente a ciência comprova que a criação num <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-animal-compensa/">ambiente humanizado</a> traz resultados econômicos para os produtores – além de, obviamente, melhorar a qualidade de vida dos animais.</h3>
<p>Veja, por exemplo, em um <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-02062016-150442/fr.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo</a> realizado recentemente na Universidade de São Paulo os pesquisadores constataram que as matrizes suínas que não passam fome durante a gestação dão origem a <strong>leitões menos agressivos</strong>, diminuindo as brigas e as lesões que podem levar os filhotes a adoecer e, em casos extremos, à morte. Mais um estudo que comprova os benefícios do bem-estar animal para os produtores.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p>Trata-se de uma questão importante na criação de suínos. Segundo a pesquisa, as matrizes costumam ser submetidas a uma dieta restrita durante a gestação para que não engordem exageradamente, o que causaria problemas na hora parto. O problema é que assim elas passam fome, o que pode ser constatado por alterações comportamentais, como <strong>mastigar sem alimento na boca</strong>, morder as bordas dos comedouros ou aumentar o consumo de água.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1209 alignright" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-300x190.jpeg" alt="leitões: benefícios do bem-estar animal" width="300" height="190" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-300x190.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-768x487.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-600x380.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-320x202.jpeg 320w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-700x441.jpeg 700w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-200x127.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-400x253.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-800x507.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal-1200x760.jpeg 1200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/leitões-benefícios-do-bem-estar-animal.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A hipótese dos pesquisadores era que o <strong>estresse causado pela falta de comida</strong> afetava o desenvolvimento dos leitões durante a gestação, tornando-os mais agressivos. Em busca de uma comprovação, eles compararam o que acontece com os filhotes de matrizes que passavam pelas restrições alimentares com os de outras que receberam uma dieta enriquecida com fibras – no caso, casca de soja, um alimento que aumenta a sensação de saciedade sem resultar em engorda excessiva.</p>
<p>Os resultados mostraram que <strong>mães bem alimentadas geram filhotes mais tranquilos</strong>. Prova disso é que, antes do desmame, os leitões nascidos de matrizes que receberam uma dieta rica em fibras apresentam menos lesões na pele do que os leitões cujas matrizes sofreram com a alimentação restrita. Isso indica que o comportamento agressivo e as <strong>brigas entre leitões</strong> foram mais raros entre os filhotes de matrizes que não passaram fome. Uma possibilidade é que as fêmeas cuja dieta foi restrita tenham produzido maior concentração de hormônios ligados ao estresse – como o cortisol – que prejudicam o desenvolvimento dos leitões durante a gestação.</p>
<p>A pesquisa resultou numa dissertação de mestrado, que pode ser encontrada <a href="https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10134/tde-02062016-150442/fr.php" target="_blank" rel="noopener noreferrer">aqui</a>. No final do ano passado, uma <a href="https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0167363" target="_blank" rel="noopener noreferrer">versão do trabalho em inglês</a> foi ao ar na plataforma de publicações científicas PLOS, baseada em São Francisco, no estado americano da Califórnia.</p>
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		<title>Consumidor exige produção de alimentos com transparência</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Mar 2017 13:39:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Houve um tempo em que poucos se preocupavam em saber de onde vinha a comida que chegava às suas mesas, mas o consumidor tem exigido cada vez mais a produção de alimentos com transparência. Existia no imaginário do consumidor uma ilusão, muitas vezes reforçada pela...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Houve um tempo em que poucos se preocupavam em saber de onde vinha a comida que chegava às suas mesas, mas o consumidor tem exigido cada vez mais a produção de alimentos com transparência.</h3>
<p>Existia no imaginário do consumidor uma ilusão, muitas vezes reforçada pela publicidade, de que os alimentos disponíveis nas prateleiras dos supermercados teriam sido produzidos num cenário bucólico e acolhedor, como uma simpática fazendinha. Isso ficou para trás e o consumidor passou a exigir a produção de alimentos com transparência.</p>
<p>Descobrir o que realmente quer um consumidor é uma tarefa difícil para qualquer um, mas para os produtores de alimentos já há um caminho bastante claro pelo qual enveredar. O futuro de um negócio nesse setor passa por assegurar o bem-estar aos animais que dão origem à carne, leite e ovos. É isso que especialistas em sondar os desejos das pessoas têm descoberto a cada nova pesquisa sobre as tendências de consumo.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft size-medium wp-image-1205" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia-300x200.jpg" alt="carne: produção de alimentos com transparencia" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia-600x400.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/carne-produção-de-alimentos-com-transparencia.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Na medida em que hoje quase todo mundo tem consciência de como é complexa a produção dos alimentos, indo do campo ao varejo e passando por abatedouros, laticínios e frigoríficos. É natural, portanto, que as pessoas queiram saber o que acontece ao longo dessa cadeia. Por isso a <a href="https://www.prnewswire.com/news-releases/clean-supreme-leads-top-trends-for-2017-601079836.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">“transparência suprema”</a> nos rótulos e embalagens foi considerada, neste ano, a principal tendência do mercado de alimentação, segundo a Innova Market Insights, consultoria especializada em estudos no setor de alimentos e bebidas. No fim das contas, existem por trás desses números três tendências de mercado apontando para uma mesma direção: o consumidor valoriza os produtos que assegurem o bem estar animal. Veja a seguir quais são elas.</p>
<h3>1. O consumidor exige mais transparência na produção dos alimentos</h3>
<p>As empresas já estão se adaptando a essa necessidade. De acordo com a <a href="https://www.cnsmedia.com/vip_brochure.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Innova</a>, de 2011 a 2015, houve um crescimento médio anual de 45% no número de produtos alimentícios lançados globalmente cujos rótulos afirmam que boas práticas de bem-estar animal foram adotadas. Em outras palavras, o consumidor exige a produção de alimentos com transparência e uma das preocupações é com o<a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certified-humane-no-brasil-e-no-mundo/"> tratamento e a qualidade de vida dos animais</a>.</p>
<p>Um exemplo vem do estudo da Coppead, segundo o qual 30% das pessoas estão dispostas a pagar um adicional superior a 40% por alimentos produzidos de acordo com boas práticas de bem-estar animal (nunca é demais lembrar que é justamente isso que o selo Certified Humane assegura para o consumidor). Outro caso é a constatação, pelo Instituto Ipsos, que 82% dos consumidores estão dispostos a dar <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/comportamento-e-o-bem-estar-animal/">preferência a produtos com esse tipo de certificação</a>.</p>
<h3>2. O acirramento da competição obriga os produtores de proteína a aprimorar suas práticas.</h3>
<p><a href="https://services.rabobank.com/publicationservice/download/publication/token/X4KBcMNlMsX0taZ6VWjz" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1204 alignright" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-300x202.jpg" alt="Relatorio Rabobank: produção de alimentos com transparência" width="300" height="202" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-300x202.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-768x518.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-600x405.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-200x135.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-400x270.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência-800x540.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Relatorio-Rabobank-produção-de-alimentos-com-transparência.jpg 827w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Um <a href="https://research.rabobank.com/far/en/sectors/animal-protein/animal-protein-outlook-2017.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">relatório do banco holandês Rabobank</a> demonstra que nos próximos anos a produção mundial de carne deverá crescer mais que o consumo. Não que, como um todo, a população vá passar a consumir menos carne. Num cenário de maior oferta, é de esperar, diz o banco, que as pessoas tornem-se mais exigentes ao escolher qual carne comprar. De acordo com o Rabobank, <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/5-razoes-pelas-quais-empresas-investem-em-bem-estar-animal/">as empresas e criadores que conseguirem se diferenciar</a>  devem se sair melhor daqui para frente. Em outras palavras, o mercado deverá se tornar mais complexo. A competição entre os produtores de alimentos tende a se acirrar e as margens a cair. Mas haverá oportunidades para as empresas e criadores que conseguirem se adaptar com mais agilidade, mostrando aos consumidores seu comprometimento com questões como saúde e bem-estar animal em toda a cadeia produtiva, o que leva a ter uma produção de alimentos com transparência.</p>
<h3>3. A relação entre saúde humana e bem-estar animal ganha relevância</h3>
<p>A terceira tendência no mercado de alimentos relaciona as <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/o-que-e-bem-estar-animal/">boas práticas de bem-estar animal </a>com a qualidade da comida e seus efeitos sobre a saúde dos consumidores. De fato, para 91% dos consumidores brasileiros, produtos originados de animais submetidos à boas condições de vida, transporte e abate têm mais qualidade do que os obtidos em métodos de criação convencionais. Para a maioria das pessoas, é possível supor que essa percepção esteja baseada no senso comum. Mas a verdade é que os pesquisadores avançaram na comprovação científica dessa realidade. Um exemplo é a constatação de que a carne de animais submetidos a menos estresse durante a vida tem características físicas e químicas mais agradáveis ao paladar. Não é só isso. Tome-se o exemplo o uso de antibióticos para se acelerar o crescimento e o ganho de peso dos animais. Essa prática ainda é bastante disseminada mundo afora, mas proibida pelas <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/">normas que regem a concessão do selo Certified Humane</a>. A aplicação indiscriminada dessas substâncias contribui para a proliferação de superbactérias resistentes – e por isso está sendo combatida por governos, órgãos reguladores e entidades de proteção ao consumidor por meio da edição de leis e do levantamento de barreiras comerciais.</p>
<p>Diante de tudo isso, é natural que alguns criadores e empresários se perguntem se essas tendências não estariam, na verdade, muito distantes de sua realidade. Mas é preciso lembrar, ao menos como ponto de partida, que qualquer pessoa à frente de um negócio espera tê-lo feito para durar – e não para se submeter ao risco de ser rejeitado pelo consumidor a qualquer momento. De que lado você prefere estar?</p>
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		<title>Perdas no transporte de animais podem chegar a 20%</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 16:44:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar dos animais começa desde que os bichinhos nascem até o momento do abate. Uma das etapas de vital importância é evitar perdas no transporte de animais, das granjas e fazendas até o local de abate. Estudos indicam que as perdas no transporte de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O bem-estar dos animais começa desde que os bichinhos nascem até o momento do abate. Uma das etapas de vital importância é evitar perdas no transporte de animais, das granjas e fazendas até o local de abate.</h3>
<p>Estudos indicam que as perdas no transporte de animais podem chegar a<strong> 20%</strong>, dependendo das condições em que eles foram transportados – desde a freada brusca, até a  superlotação no caminhão ou ainda quando o caminhão para sob o sol por horas. Além das mortes, há ainda a perda na qualidade da carne, com contusões e liberação de hormônios pelo alto nível de estresse do animal.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Adroaldo-José-Zanella.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1196 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Adroaldo-José-Zanella-234x300.jpg" alt="Adroaldo José Zanella: perdas no transporte de animais" width="234" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Adroaldo-José-Zanella-234x300.jpg 234w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Adroaldo-José-Zanella-200x257.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Adroaldo-José-Zanella-400x513.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Adroaldo-José-Zanella.jpg 424w" sizes="auto, (max-width: 234px) 100vw, 234px" /></a>Especialista no assunto e primeiro veterinário no mundo com doutorado em bem-estar animal, o professor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da Universidade de São Paulo (USP), <strong>Adroaldo José Zanella</strong>, concedeu entrevista para a <a href="https://www.flipsnack.com/gessulliagribusiness/avicultura-industrial-1262.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Revista Avicultura Industrial</a> na qual afirma que<a href="https://certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-animal-compensa/"> o bem-estar animal não pode ser visto como o vilão do setor produtivo</a>: “A minha preocupação maior é o equívoco de apresentar o bem-estar animal como se ele estivesse em rota de colisão com o setor produtivo. Dessa forma, você meio que criminaliza o conceito de bem-estar animal, como se ele fosse um vilão”, e completa: “A coleta de dados sobre bem-estar animal é algo que pode ajudar imensamente o produtor a melhorar o manejo e se apresentar para a sociedade com a dignidade que ele tem como produtor de alimentos”, afirma Zanella.</p>
<p>O professor Adroaldo José Zanella é membro do Comitê Científico da Humane Farm Animal Care (HFAC) e  já fez várias pesquisas que mostram dados preocupantes para o bem-estar animal, como as já citadas perdas no transporte de animais, e defende o <strong>investimento em pesquisas para o Brasil</strong> alavancar esta questão de fundamental importância para o agronegócio no país.</p>
<p>O pesquisador também é coordenador do projeto Animal Welfare Indicators, que desenvolve desde 2011 pesquisas sobre diagnóstico e reconhecimento de dor em animais como ovelhas, cabras e perus, além do desenvolvimento de protocolos para a avaliação científica de bem-estar animal no Brasil.  Esses <strong>indicadores da qualidade de vida de animais de produção</strong>, como estresse e condição corporal, fazem parte das <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certified-humane-no-brasil-e-no-mundo/">normas exigidas pela Certified Humane</a> para a obtenção do selo de bem-estar animal.</p>
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		<title>O bem-estar animal compensa</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Mar 2017 16:57:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar dos animais de produção está definitivamente entrando na pauta das grandes empresas do ramo alimentício, que por sua vez exigem mudanças na cadeia de produção do agronegócio. Para mostrar que o bem-estar animal compensa, recentemente, a Brazil Fast-Food Corporation, dona de marcas como...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O bem-estar dos animais de produção está definitivamente entrando na pauta das grandes empresas do ramo alimentício, que por sua vez exigem mudanças na cadeia de produção do agronegócio.</h3>
<p>Para mostrar que o bem-estar animal compensa, recentemente, a Brazil Fast-Food Corporation, dona de marcas como as redes Bob’s, Pizza Hut, KFC, Yoggi e Doggis, anunciou que vai comprar somente ovos de fornecedores que garantam o bem-estar das <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/vitoria-das-galinhas-poedeiras/">galinhas poedeiras</a>. Se os produtores ainda tinham dúvidas sobre a relação custo X benefício de investir no bem-estar animal, a ONG Humane Farm Animal Care acaba de lançar um <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-bem-estar-animal-compensa">ebook</a> que traz dados e estudos comprovando que os animais bem tratados são muito mais produtivos. Ou seja, o bem-estar animal compensa. A ong é única no Brasil que oferece a certificação de bem-estar animal.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Cartilha-WAP-MAPA-sobre-gesta%C3%A7%C3%A3o-coletiva-de-matrizes-su%C3%ADnas-1.pdf"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1189 alignright" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Cartilha-WAP-MAPA-sobre-gestação-coletiva-de-matrizes-suínas-199x300.jpg" alt="Cartilha WAP MAPA sobre gestação coletiva de matrizes suínas" width="199" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Cartilha-WAP-MAPA-sobre-gestação-coletiva-de-matrizes-suínas-199x300.jpg 199w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Cartilha-WAP-MAPA-sobre-gestação-coletiva-de-matrizes-suínas-200x301.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Cartilha-WAP-MAPA-sobre-gestação-coletiva-de-matrizes-suínas.jpg 358w" sizes="auto, (max-width: 199px) 100vw, 199px" /></a>No Brasil, um estudo recente divulgado pela <a href="https://www.worldanimalprotection.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">World Animal Protection</a> faz uma comparação entre o alojamento de matrizes de suínos em gestação. A Granja Miunça, do Distrito Federal, comparou dois sistemas diferentes utilizados em suas operações. Num deles, os leitões nascem e são amamentados em baias de gestação coletiva, a forma mais recomendada pelas boas práticas de bem-estar animal, uma vez que nessas baias matrizes e filhotes encontram um ambiente adequado para se movimentar e expressar seu comportamento natural. O segundo sistema é o convencional, no qual a matriz dá à luz e amamenta os filhotes numa gaiola individual, onde a impossibilidade de se movimentar causa estresse e sofrimento aos animais. As conclusões mostram que o bem-estar animal compensa, já que no sistema de baias coletivas aumentou o número de leitões nascidos vivos em 3,5%. O peso no desmame foi 14% maior do que no sistema de gaiolas individuais. O aumento no bem-estar elevou a receita obtida por matriz em 16,5%, enquanto os custos por matriz caíram mais de 30%, portanto, mais uma vez, é provado que o bem-estar animal compensa.</p>
<p>O livro <a href="https://www.grupoetco.org.br/arquivos_br/pdf/Bem-estar-animal-como-valor-agregado.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Bem-estar animal como valor agregado nas cadeias produtivas de carnes</a>, recentemente publicado pela Funep (Fundação de Apoio à Pesquisa, Ensino e Extensão) da Universidade Estadual Paulista, traz ainda outros estudos que mostram a relação direta entre o estresse elevado dos animais e a má qualidade da carne bovina e suína, particularmente durante o transporte e o momento anterior ao abate. Em muitos casos, essas características são penalizadas – seja pelas indústrias de alimentos, que pagam com descontos a carne comprada dos criadores, seja pelo consumidor, que rejeita o produto nas gôndolas dos supermercados. Além disso, animais que precisam disputar espaço, água ou comida brigam entre si, elevando as perdas com mortes e os gastos com veterinário e medicamentos.</p>
<p>“Já está comprovado que o bem-estar animal compensa. Os animais bem tratados produzem mais. Além disso, existe uma forte tendência do <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-no-brasil-o-que-o-consumidor-pensa/">consumidor em não tolerar mais os maus tratos</a> aos quais os animais muitas vezes são submetidos”, diz o diretor geral para a América do Sul da Humane Farm Animal Care, Luiz Mazzon. Outro forte motivo, além da pressão do próprio consumidor, vem do mercado internacional. Uma pesquisa feita em 2012 na Coppead  mostra que a maioria das empresas inseridas na cadeia do agronegócio que incluem o tema do bem-estar animal em seus relatórios de sustentabilidade são exportadoras. “Mais uma prova de que a expansão deste mercado está associada às boas práticas e respeito ao ciclo de vida dos animais”, resume Mazzon.</p>
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