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	<title>Arquivos manejo animal - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 28 Aug 2026 20:21:37 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Criação de bovinos leiteiros: práticas de nutrição, manejo e alojamento</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/criacao-de-bovinos-leiteiros-conheca-dicas-praticas-para-nutricao-e-alojamento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 14:08:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[agricultura sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas agropecuárias]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos leiteiros]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação animal]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[manejo animal]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição animal]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[produção de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A criação de bovinos leiteiros exige cuidados específicos com alimentação, saúde, conforto e ambiente. Uma rotina adequada de manejo permite que os animais tenham melhores condições de vida, reduz riscos à saúde do rebanho e atende aos padrões de uma produção leiteira responsável. Desenvolvida a...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A criação de bovinos leiteiros exige cuidados específicos com alimentação, saúde, conforto e ambiente. Uma rotina adequada de manejo permite que os animais tenham melhores condições de vida, reduz riscos à saúde do rebanho e atende aos padrões de uma produção leiteira responsável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvida a partir de pesquisas científicas, recomendações veterinárias e experiências práticas de produtores, a </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-bovinos-de-leite?_gl=1*17t1yoe*_gcl_aw*R0NMLjE3ODMzNjEyNjguQ2p3S0NBandwSzNTQmhBU0Vpd0F0VjFTUEhrQ3l3OGNvRjhHblBMSkd3dEdZSjQ3U05HdVRyUDYxOURHT3I3b3lhaGRrYzVnemwwb0dob0N4VjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTY3Mzg5MzQ0NC4xNzg1MTY5MTE4LjIwMzQ4NTQ2MTQuMTc4NzI1MzY1NC4xNzg3MjUzNjUzLjEyOTIwNDg5NC4xNzg3MjUzNjU0LjE3ODcyNTM2NTM."><span style="font-weight: 400;">norma do Instituto Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;"> para bovinos leiteiros reúne critérios específicos para a criação desses animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao seguir essas diretrizes, produtores podem utilizar o selo Certified Humane® em seus produtos, materiais de comunicação e ações de marketing, demonstrando o compromisso da empresa com práticas reconhecidas internacionalmente de cuidado animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais temas abordados pela norma estão alimentação, alojamento, manejo de bezerros e cuidados com touros. Confira as principais recomendações.</span></p>
<h1><b>O que é importante considerar na criação de bovinos leiteiros?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma criação adequada de bovinos leiteiros deve considerar as necessidades naturais dos animais em todas as fases da vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso inclui garantir:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alimentação equilibrada e compatível com a idade e fase produtiva;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">acesso permanente à água limpa e fresca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">ambiente confortável e seguro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espaço suficiente para movimentação e descanso;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cuidados veterinários adequados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">manejo que permita a expressão dos comportamentos naturais.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses fatores contribuem para a saúde dos animais e para uma produção leiteira com padrões elevados de qualidade.</span></p>
<h1><b>Nutrição de bovinos leiteiros: quais são os principais cuidados?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação é um dos pontos fundamentais para a saúde das vacas leiteiras. Os bovinos devem receber uma dieta equilibrada, adequada à idade, ao peso e à fase produtiva, sempre em quantidade suficiente para atender todo o rebanho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da composição nutricional dos alimentos, existem critérios sobre produtos e práticas que devem ser evitados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as principais orientações estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não fornecer alimentos contendo proteínas derivadas de mamíferos ou aves, com exceção de leite e derivados.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não utilizar o hormônio somatotropina bovina recombinante (rBST) para estimular a produtividade.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Não administrar antibióticos, ionóforos utilizados como coccidiostáticos ou outras substâncias com objetivo de aumentar desempenho, eficiência alimentar ou produção de leite.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Utilizar antibióticos somente para tratamento de doenças e com orientação veterinária.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Oferecer alimentos com fibras que estimulem a ruminação para bovinos adultos e bezerros com mais de 30 dias.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir acesso a pastagens e forragens de qualidade em quantidade suficiente para atender às necessidades nutricionais das vacas leiteiras.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter os comedouros limpos, acessíveis e com espaço adequado para que todos os animais possam se alimentar.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar água potável e fresca diariamente, além de garantir alternativas de abastecimento em situações emergenciais, como períodos de seca.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter os animais com escore de condição corporal mínimo de 2, conforme a escala definida pelos padrões Certified Humane®.</span></li>
</ul>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4554 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg" alt="" width="900" height="296" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg 900w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-300x99.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-600x197.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-768x253.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-200x66.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-400x132.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-800x263.jpg 800w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h1><b>Alimentação de bezerros: cuidados nos primeiros meses de vida</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Os primeiros meses são determinantes para o desenvolvimento dos bezerros. Por isso, a alimentação nessa fase deve atender necessidades específicas.</span></p>
<h2><b>Água desde a primeira semana</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os bezerros devem ter acesso a água limpa e fresca desde a primeira semana de vida.</span></p>
<h2><b>Importância do colostro</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas primeiras horas após o nascimento, o colostro fornece nutrientes e componentes importantes para o desenvolvimento do sistema imunológico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recomendação é oferecer de 2 a 4 litros de colostro da mãe, de outra vaca recém-parida ou de colostro congelado nas primeiras seis horas de vida.</span></p>
<h2><b>Desmame gradual</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O bezerro não deve ser desmamado antes das cinco semanas de idade. A retirada do leite deve ocorrer gradualmente, reduzindo a oferta ao longo do processo.</span></p>
<h2><b>Oferta de fibras</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após os 30 dias de vida, os bezerros devem receber diariamente alimentos ou forragens contendo fibras digestíveis.</span></p>
<h1><b>Alojamento de bovinos leiteiros: como deve ser o ambiente?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">As instalações para bovinos leiteiros devem proporcionar conforto físico e térmico, além de permitir que os animais expressem seus comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os animais precisam ter liberdade para caminhar, deitar, levantar, virar o corpo, se lamber e esticar seus membros. A manutenção dos bovinos permanentemente amarrados não é permitida pelos padrões Certified Humane®.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os principais critérios para o ambiente de criação estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter registros sobre área disponível, número de baias ou estábulos, espaço de descanso e capacidade máxima de animais conforme idade, peso e disponibilidade de bebedouros e comedouros.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Utilizar pisos antiderrapantes e estruturas que reduzam riscos de ferimentos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir corredores com espaço suficiente para circulação segura dos animais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter galpões com altura adequada para permitir o comportamento natural dos bovinos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar abrigo contra vento e áreas secas, bem drenadas e confortáveis para descanso quando os animais estiverem em piquetes ou galpões parcialmente cobertos.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir estruturas de sombra naturais ou artificiais suficientes para proteger todos os animais.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar área mínima de 5,6 m² por vaca adulta em alojamentos com animais soltos, permitindo que todas possam se deitar simultaneamente.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manter camas com profundidade mínima de 7,5 cm. Também podem ser utilizados tapetes emborrachados adequados, com espessura mínima de 2,54 cm.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Controlar a concentração de amônia no ambiente, que não deve ultrapassar 25 ppm em situações extremas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Garantir ventilação suficiente para manter a umidade relativa abaixo de 80%.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Disponibilizar iluminação adequada para inspeção dos animais a qualquer momento.</span></li>
</ul>
<h1></h1>
<h1><b>Cuidados com parto e ordenha</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">As áreas destinadas ao parto devem permanecer limpas, secas ou bem drenadas e possuir acesso à água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sala de ordenha deve seguir padrões rigorosos de higiene para reduzir riscos de infecções. Os equipamentos utilizados precisam passar por avaliações regulares e permanecer em boas condições de funcionamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esses cuidados ajudam a preservar a saúde das vacas leiteiras e a qualidade do leite produzido.</span></p>
<h1><b>Cuidados específicos para touros e bezerros</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">Além das recomendações gerais, existem critérios específicos para o alojamento desses animais.</span></p>
<h2><b>Instalações para touros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os touros devem possuir:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área individual de acomodação de pelo menos 14 m²;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área de repouso proporcional ao peso do animal, considerando 1 m² para cada 60 kg de peso vivo em touros de grande porte;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">área de exercício de pelo menos 28 m².</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço deve permitir movimentação adequada e reduzir situações de desconforto.</span></p>
<h2><b>Instalações para bezerros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Após o desmame, os bezerros devem ser alojados em grupos com animais de idade e tamanho semelhantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Eles também devem ter acesso a áreas externas e espaços de descanso adequados, com:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">cama limpa e seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">estrutura sólida, não ripada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">piso com inclinação adequada para drenagem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espaço compatível com idade, porte e raça.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O alojamento individual pode ser utilizado até as oito semanas de idade, desde que ofereça condições adequadas de conforto e movimentação.</span></p>
<h1><b>Como funciona a certificação Certified Humane® para bovinos leiteiros?</b></h1>
<p><span style="font-weight: 400;">A certificação Certified Humane® reconhece propriedades e empresas que seguem critérios baseados em ciência para a criação responsável de animais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A avaliação considera aspectos como:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">alimentação adequada;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">acesso à água;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">saúde e cuidados veterinários;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">condições de alojamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">espaço disponível;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">manejo responsável;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">transporte e práticas de criação.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">O selo permite que consumidores identifiquem produtos provenientes de empresas que adotam padrões reconhecidos de cuidado animal.</span></p>
<h1><b>Perguntas frequentes sobre criação de bovinos leiteiros</b></h1>
<h2><b>Qual é a alimentação adequada para bovinos leiteiros?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A dieta deve ser equilibrada e atender às necessidades nutricionais dos animais conforme idade, peso e fase produtiva. Também deve incluir fibras para estimular a ruminação e acesso constante à água.</span></p>
<h2><b>O que uma vaca leiteira precisa para ter boas condições de criação?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela precisa de alimentação adequada, ambiente confortável, espaço para movimentação, descanso, cuidados veterinários e manejo responsável.</span></p>
<h2><b>Bovinos leiteiros podem permanecer presos?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não. Os padrões Certified Humane® determinam que os animais tenham liberdade de movimento para realizar comportamentos naturais.</span></p>
<h2><b>Por que o ambiente influencia a produção leiteira?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Instalações adequadas ajudam a reduzir desconfortos, prevenir problemas de saúde e proporcionar melhores condições para os animais.</span></p>
<h2><b>O que significa o selo Certified Humane®?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O selo identifica produtos provenientes de propriedades que seguem padrões específicos de bem-estar animal baseados em pesquisas científicas e boas práticas de manejo.</span></p>
<p><b>Quer conhecer mais detalhes sobre os critérios para criação de bovinos leiteiros?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acesse o e-book </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica?_gl=1*1tjhzfb*_gcl_aw*R0NMLjE3ODMzNjEyNjguQ2p3S0NBandwSzNTQmhBU0Vpd0F0VjFTUEhrQ3l3OGNvRjhHblBMSkd3dEdZSjQ3U05HdVRyUDYxOURHT3I3b3lhaGRrYzVnemwwb0dob0N4VjRRQXZEX0J3RQ..*_gcl_au*MTY3Mzg5MzQ0NC4xNzg1MTY5MTE4LjIwMzQ4NTQ2MTQuMTc4NzI1MzY1NC4xNzg3MjUzNjUzLjEyOTIwNDg5NC4xNzg3MjUzNjU0LjE3ODcyNTM2NTM."><b>“O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática”</b></a><span style="font-weight: 400;"> e confira as principais orientações da norma Certified Humane.</span></p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/criacao-de-bovinos-leiteiros-conheca-dicas-praticas-para-nutricao-e-alojamento/">Criação de bovinos leiteiros: práticas de nutrição, manejo e alojamento</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/peritonite-da-gema-revela-riscos-a-saude-das-galinhas-poedeiras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura de postura]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[galinhas poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Iniciativa MIRA]]></category>
		<category><![CDATA[manejo animal]]></category>
		<category><![CDATA[Peritonite da gema]]></category>
		<category><![CDATA[produção de ovos]]></category>
		<category><![CDATA[Sanidade avícola]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde das aves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/peritonite-da-gema-revela-riscos-a-saude-das-galinhas-poedeiras/">Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a peritonite da gema, também conhecida como peritonite do ovo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A enfermidade afeta o sistema reprodutivo das galinhas poedeiras e pode provocar inflamação abdominal, dor prolongada, infecções secundárias, queda na postura e aumento da mortalidade. Por isso, reconhecer os sinais é importante tanto para o desempenho do lote quanto para o bem-estar das aves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><span style="font-weight: 400;">informativo da Iniciativa MIRA</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans, a doença ocorre quando ovos parcialmente ou totalmente formados, ou o próprio conteúdo vitelino, chegam à cavidade abdominal. Esse material pode desencadear uma resposta inflamatória e favorecer a proliferação de bactérias oportunistas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Escherichia coli</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Por que a peritonite da gema exige atenção?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema tem impacto direto na sanidade e no desempenho produtivo. De acordo com o informativo, a enfermidade pode estar associada à mortalidade entre 3% e 4% e à redução de 2% a 3% na produção de ovos. Também há registros de que 15,4% das alterações observadas no sistema reprodutivo de galinhas poedeiras comerciais, entre 21 e 80 semanas de idade, estão relacionadas ao problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em granjas comerciais, esses índices representam perdas relevantes, especialmente quando os sinais são identificados tardiamente. Além do efeito produtivo, a presença de material vitelino na cavidade abdominal pode comprometer a locomoção, o consumo de alimento e o comportamento das aves.</span></p>
<h2><b>Como a doença se desenvolve?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O quadro pode surgir quando há falhas no processo normal de formação e postura dos ovos. Retenção, ruptura no trato reprodutivo, peristaltismo reverso do oviduto ou deslocamento da gema para a cavidade abdominal são algumas das situações associadas à enfermidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conteúdo vitelino acumulado cria um ambiente favorável ao crescimento bacteriano. Em aves de alta produção, submetidas a intensa atividade ovariana, o risco tende a ser maior quando há desequilíbrios no desenvolvimento reprodutivo, manejo inadequado ou presença de agentes infecciosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos crônicos, esse material pode formar massas aderidas aos órgãos internos, causar inflamação persistente e provocar lesões no oviduto. Com a evolução do quadro, o desconforto se agrava, a recuperação se torna mais difícil e os reflexos sobre o lote podem ser ampliados.</span></p>
<h2><b>Sinais que merecem atenção na granja</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A identificação da peritonite da gema nem sempre é simples. Os primeiros sinais podem ser confundidos com alterações comuns de manejo ou desempenho, o que torna a observação diária ainda mais importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os indicativos mais frequentes estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redução na postura;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Interrupção da produção; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na qualidade dos ovos, como cascas deformadas, finas, moles ou quebradas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a evolução da doença, as aves podem apresentar apatia, isolamento, perda de peso, menor atividade, dificuldade respiratória, aumento do volume abdominal, esforço abdominal e dor à palpação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quadros graves, há risco de septicemia e morte. Outro ponto de atenção é que o aumento abdominal pode gerar falsa impressão de boa condição corporal. Por isso, a avaliação do lote deve considerar comportamento, aspecto físico e histórico produtivo.</span></p>
<h2><b>O que a doença revela sobre o bem-estar animal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema não deve ser analisada apenas pelo impacto na produção. A inflamação abdominal, as aderências entre órgãos internos e possíveis infecções secundárias podem limitar movimentos, afetar a alimentação e restringir a expressão de comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o informativo, a forma crônica da doença pode estar associada a uma carga de dor comparável à observada em aves com fratura de quilha, condição reconhecida como extremamente dolorosa. Esse dado reforça a importância de tratar a enfermidade como um problema sanitário com efeito direto sobre o bem-estar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa abordagem dialoga com </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras"><span style="font-weight: 400;">os princípios da certificação Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;">, que considera saúde, manejo adequado, nutrição, ambiência e resposta a sinais de dor ou doença como partes fundamentais de um sistema produtivo orientado ao bem-estar animal. No caso das poedeiras, acompanhar a sanidade reprodutiva é uma medida indispensável para prevenir o sofrimento ao longo do ciclo produtivo.</span></p>
<h2><b>Fatores que aumentam o risco</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência da peritonite da gema pode estar relacionada a diferentes fatores produtivos, sanitários e de manejo. Entre eles estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alta produção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Maturidade sexual precoce;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intensa atividade ovariana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ovulação ectópica,</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retenção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Infecções bacterianas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Excesso de gordura corporal; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Traumatismos e alterações no oviduto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de recria também merece atenção. Programas inadequados de iluminação ou estímulos precoces podem antecipar o início da postura antes da completa maturação do aparelho reprodutivo. Esse desequilíbrio aumenta a probabilidade de alterações no sistema reprodutivo e pode favorecer o desenvolvimento da enfermidade.</span></p>
<h2><b>Como reduzir riscos no manejo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção depende de uma rotina bem estruturada, que combine nutrição, sanidade, biosseguridade e acompanhamento do lote. Entre os pontos mais importantes estão o controle do peso corporal, a uniformidade das aves, o monitoramento da qualidade dos ovos, a higiene das instalações e a qualidade da água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação deve ser ajustada às exigências nutricionais de cada fase produtiva, considerando o desenvolvimento reprodutivo e a condição corporal das poedeiras. Diante de sinais sugestivos da enfermidade, a avaliação de um médico-veterinário é indispensável para diagnóstico e definição das medidas adequadas.</span></p>
<h2><b>Observação diária é parte da prevenção</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Reconhecer alterações no lote antes que o quadro se agrave é uma das formas mais eficazes de reduzir efeitos sanitários e produtivos. Mudanças no comportamento, na postura, na qualidade da casca e no aspecto físico devem ser avaliadas com atenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando identificada precocemente, a peritonite da gema pode ser manejada com mais rapidez, reduzindo riscos sanitários e prejuízos ao lote. Por isso, o acompanhamento contínuo deve fazer parte da rotina da granja.</span></p>
<p><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><b>Fonte: Informativo da Iniciativa MIRA, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans.</b></a></p>
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		<title>Certified Humane® participa do ELBA 2026, encontro latino-americano sobre bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 13:03:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e Cursos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O avanço das discussões sobre bem-estar animal tem levado diferentes setores a buscar soluções baseadas em ciência para aprimorar o manejo, a saúde e as condições de criação dos animais. Nesse cenário, será realizado o ELBA 2026 – Encuentro Latinoamericano de Bienestar Animal, nos dias...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O avanço das discussões sobre bem-estar animal tem levado diferentes setores a buscar soluções baseadas em ciência para aprimorar o manejo, a saúde e as condições de criação dos animais. Nesse cenário, será realizado o ELBA 2026 – Encuentro Latinoamericano de Bienestar Animal, nos dias 5 e 6 de agosto de 2026, no Hotel Le Meridien, em Santiago, no Chile.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane® estará na terceira edição do evento, que reúne médicos veterinários, pesquisadores, produtores, representantes da indústria, certificadoras e especialistas para debater temas relacionados à produção animal, sustentabilidade, inovação e saúde.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com mais de 400 participantes e 60 expositores internacionais, o encontro conta com salas dedicadas à avicultura, porcicultura, bovinocultura, aquicultura, equinos e animais de companhia. Entre os temas previstos estão certificação, uso responsável de antimicrobianos, mensuração de impacto e o conceito One Welfare, que considera a relação entre animais, pessoas e sociedade.</span></p>
<h2><b>Participação na programação técnica do ELBA 2026</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Compartilhando experiências relacionadas à aplicação de padrões em diferentes cadeias produtivas, a certificadora estará presente na programação técnica do encontro com duas palestras no dia 5 de agosto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Sala Acuicultura, às 12h50, Daniel Rucinque apresentará a palestra “Certified Humane® &#8211; Principales Desafíos de Operaciones de Salmón de Atlántico Certificadas en Bienestar Animal”. A abordagem será sobre os principais desafios da </span><a href="https://materiales.certifiedhumanelatino.org/salmon"><span style="font-weight: 400;">certificação de operações de salmão do Atlântico</span></a><span style="font-weight: 400;">, considerando aspectos como manejo, ambiente, alimentação, saúde e processos produtivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Já na Sala Bovinos, às 15h45, a inspetora Beatriz Zapata abordará os principais pontos críticos e</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/qual-e-o-manejo-adequado-para-vacas-leiteiras/"><span style="font-weight: 400;"> práticas aplicadas em operações certificadas de vacas leiteiras</span></a><span style="font-weight: 400;">, tema da palestra “Certified Humane® &#8211; Puntos Críticos y Prácticos en Operaciones Certificadas para Vacas Lecheras”. Entre os aspectos discutidos estarão manejo, saúde do rebanho, interação entre pessoas e animais, prevenção de problemas sanitários e organização das rotinas na fazenda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A adoção dessas medidas contribui para melhores condições aos animais, maior controle sanitário e uma gestão mais eficiente das propriedades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><a href="https://www.passline.com/eventos/elba2026"><span style="font-weight: 400;">inscrições para o ELBA 2026 estão abertas</span></a><span style="font-weight: 400;">. A Certified Humane® oferece 20% de desconto nas primeiras 20 inscrições utilizando o cupom CH-ELBA no momento da inscrição.</span></p>
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		<title>Simpósio em Curitiba debate bem-estar de frangos de corte no Brasil</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/simposio-em-curitiba-debate-bem-estar-de-frangos-de-corte-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e Cursos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curitiba recebeu, no dia 16 de junho, no Auditório do Bloco Didático da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o simpósio “Conexão Ciência &#38; Campo: Bem-estar de Frangos”. O encontro presencial e gratuito promoveu debates sobre os avanços, os desafios e os caminhos para a evolução...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Curitiba recebeu, no dia 16 de junho, no Auditório do Bloco Didático da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o simpósio “Conexão Ciência &amp; Campo: Bem-estar de Frangos”. O encontro presencial e gratuito promoveu debates sobre os avanços, os desafios e os caminhos para a evolução da avicultura de corte no Brasil.</p>
<p>Realizado pela Alianima, pela Iniciativa MIRA e pelo LABEA — Laboratório de Bem-estar Animal da Universidade Federal do Paraná (UFPR) —, o evento reuniu especialistas, pesquisadores e representantes do setor para discutir evidências científicas, experiências práticas e perspectivas de mercado relacionadas ao bem-estar de frangos de corte.</p>
<p>A proposta foi promover uma conversa técnica entre diferentes atores da cadeia produtiva, considerando rotas de evolução compatíveis com a realidade brasileira e com as demandas cada vez mais presentes nas cadeias globais de alimentos.</p>
<h2>Bem-estar animal ganha relevância na avicultura brasileira</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil ocupa posição de destaque no mercado global de carne de frango. Em 2025, o país produziu 15,289 milhões de toneladas, segundo o </span><a href="https://abpa-br.org/wp-content/uploads/2026/04/relatorio_ABPA-2804_DIGITAL.pdf"><span style="font-weight: 400;">Relatório Anual 2026 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>Diante desse protagonismo, as condições de criação, manejo, transporte e abate das aves vêm ganhando relevância nas agendas corporativas, nos critérios de fornecimento e nas demandas dos mercados consumidores.</p>
<p>Durante o simpósio, foram discutidos o cenário da produção de frangos no país, as tendências internacionais, os desafios para a implementação de boas práticas e as oportunidades de evolução para a avicultura brasileira. A programação também abordou temas como genética, linhagens com maior potencial de bem-estar e estratégias para transformar o conhecimento técnico em ações aplicáveis à realidade produtiva.</p>
<h2><b>Norma Certified Humane® para frangos de corte</b></h2>
<p>O debate sobre o bem-estar de frangos de corte também destacou a importância de normas reconhecidas e baseadas em ciência para orientar a melhoria contínua na produção animal.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-frangos-de-corte"><span style="font-weight: 400;">norma Certified Humane® para frangos de corte</span></a><span style="font-weight: 400;"> estabelece critérios voltados ao bem-estar das aves ao longo de todo o ciclo produtivo. Entre os aspectos avaliados estão manejo, ambiência, densidade, acesso a recursos adequados, transporte e abate humanitário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com verificação independente, a certificação orienta produtores, empresas e consumidores sobre modelos produtivos mais responsáveis, transparentes e alinhados às exigências das cadeias globais de alimentos.</span></p>
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		<title>Bem-estar animal e qualidade da carne: saiba como o manejo interfere na produção</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-e-qualidade-da-carne-saiba-como-o-manejo-interfere-na-producao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[rogerio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jan 2023 21:24:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[manejo animal]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade da carne]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não é somente o conforto cotidiano do animal de criação que é afetado pela ausência de bem-estar: a própria qualidade do produto final é largamente determinada pelas condições em que ele vive e é manejado. Fatores como exposição a condições climáticas extremas, mistura de lotes...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Não é somente o conforto cotidiano do animal de criação que é afetado pela ausência de bem-estar: a própria qualidade do produto final é largamente determinada pelas condições em que ele vive e é manejado. Fatores como exposição a condições climáticas extremas, mistura de lotes e más condições dos locais onde são criados e medidas sanitárias falhas prejudicam o bem-estar animal e a qualidade da carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, utilizar boas práticas de manejo e empregar um sistema de alimentação eficiente traz grandes benefícios tanto para os animais quanto para o produtor &#8211; o que inclui dar condições para que o animal sinta-se protegido e possa expressar seu comportamento natural, além do seu potencial produtivo. Quando isso é feito com sucesso, a própria cadeia produtiva torna-se mais eficaz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais detalhes sobre o bem-estar animal nos sistemas de produção, a relação entre manejo e produtividade e descobrir por que o bem-estar animal e a qualidade da carne têm tudo a ver? Fique com a gente no texto a seguir!</span></p>
<h3><b>Bem-estar animal nos sistemas de produção</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os sistemas de criação intensivos de animais soltos no campo apresentam, simultaneamente, tanto condições muito favoráveis para proporcionar bem-estar animal quanto riscos inerentes ao próprio sistema. Por isso, é necessário adotar boas práticas de manejo que minimizem tais riscos e preservem a produtividade, ambiência, sanidade, nutrição e por fim, a qualidade da carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira os principais cuidados a tomar:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Previna deficiências nutricionais decorrentes da sazonalidade da forragem e da falta de nutrientes com uma suplementação adequada;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Supervisione os animais diariamente para prevenir doenças e ferimentos acidentais, priorizando detecção precoce de problemas e tratamentos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Forneça abrigo e sombra para que os animais consigam se proteger de predadores e das condições climáticas extremas &#8211; exposição prolongada em especial ao calor é muito prejudicial aos animais e a produtividade;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Descorna e castração de bovinos, corte da cauda e castração de ovinos, emprego de manejo brutos para com os animais, mau uso de cães e manejo inadequado com ferramentas indevidas são altamente prejudiciais à produção, ao bem-estar animal e à qualidade da carne.</span></p>
<h3><b>Manejo, temperamento e produtividade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Todas as espécies de animais domesticadas para a produção pecuária são sociais e vivem em grupos prioritariamente estáveis com hierarquia social definida &#8211; cada indivíduo possui uma posição dentro do grupo. O entendimento sobre o comportamento da espécie em questão e uma relação  homem-animal positiva é determinante para o sucesso da produção e deve seguir uma linguagem destinada a minimizar o estresse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A comunicação com os animais deve:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Usar sinais que os animais percebam como incentivo e não uma afronta;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser informativa;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Nunca ser ambígua;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser feita em linguagem que o animal possa entender e seguir na direção desejada pelo manejador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O medo prejudica tanto o bem-estar animal quanto a produtividade comercial: mesmo a redução do crescimento está associada ao estresse causado pela presença do homem. Assim, todo o manejo dos animais deve ser direcionado para evitar que sintam medo e estresse que possa ser evitado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira outras cuidados fundamentais:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; As instalações precisam ser adequadas à espécie em questão e devem permitir que os animais tenham liberdade de movimento e circulação;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Animais que estão mais acostumados com a presença e o contato do homem apresentam menos estresse durante rotinas de tratamento e contenção;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211;  Animais com temperamento mais calmo tendem a ganhar mais peso;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Adotar boas práticas de manejo gera bons resultados mesmo quando se trabalha com animais de temperamento difícil, como os bovinos de raças com componentes </span><i><span style="font-weight: 400;">Bos indicus</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h3><b>Bem-estar animal e qualidade do produto</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As características e fatores de qualidade da carne são divididas em 5 grupos:</span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;">Fatores bioquímicos (pH, capacidade de retenção de água, colágeno, estado e consistência da gordura, estado das proteínas, viscosidade, estabilidade oxidativa); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fatores sensoriais ou organolépticos (cor, marmoreio, exsudação, dureza, suculência, sabor e odor); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fatores nutricionais (valor protéico, aminoácidos essenciais, gordura, composição de ácidos graxos, vitaminas e minerais); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fatores higiênicos e toxicológicos (garantia de não gerar risco à saúde do consumidor); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Fatores de qualidade social (garantia de que a carne foi produzida considerando o bem-estar animal e o meio ambiente).</span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">A falta de bem-estar animal afeta de forma direta e negativa os fatores bioquímicos, sensoriais e higiênicos e pode resultar em perda de cor, suculência, maciez e outros problemas.</span></p>
<p><b>pH →</b><span style="font-weight: 400;"> Animais que chegam ao abate com fadiga ou estresse têm pouca queda no pH e ficam sem reservas de energia: isso deixa a carne mais dura, com cortes escuros, aparência desagradável e mais suscetível ao crescimento bacteriano.</span></p>
<p><b>Cor →</b><span style="font-weight: 400;"> Quando uma carne fresca de qualidade é cortada, ela muda do púrpura para o vermelho brilhante. Porém, se o animal sofrer estresse e manejo deficiente no momento pré-abate, a carne fica com altos níveis de pH, água retida, fibras inchadas e aparência escura.</span></p>
<p><b>Maciez → </b><span style="font-weight: 400;">Atributo complexo de muitas variáveis e determinante para a aceitação do consumidor, a maciez é afetada tanto pelo manejo pré e pós-abate quanto pela preparação do produto. Para diversos pesquisadores, enquanto o estresse e a adrenalina resultam em uma carne mais rígida, animais calmos e relaxados geram carnes mais macias.</span></p>
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		<item>
		<title>Qual é a relação entre manejo animal e qualidade da carne?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Nov 2019 13:44:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os suínos, mais do que qualquer outra espécie de gado, são os mais suscetíveis ao estresse animal, especialmente nos momentos antes do abate. Existem muitos fatores de estresse que os funcionários da planta de processamento não podem controlar, tais como genética, temperatura ambiente, transporte e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Os suínos, mais do que qualquer outra espécie de gado, são os mais suscetíveis ao estresse animal, especialmente nos momentos antes do abate. Existem muitos fatores de estresse que os funcionários da planta de processamento não podem controlar, tais como genética, temperatura ambiente, transporte e nutrição.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O que esses funcionários podem, sim, controlar é o design da instalação para limitar as distrações a esses animais. Também podem fornecer ferramentas alternativas de manejo animal, a fim de reduzir o medo e a ansiedade que os suínos sentem enquanto andam na rampa rumo ao sistema de atordoamento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em alguns casos, um suíno pode ser forçado de 3 a 5 vezes por vários funcionários ao descer a rampa até a caixa de imobilização ou de CO2. Mesmo que sejam eficientes nesse procedimento, muitas vezes se esquecem da qualidade final da carne.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O monitoramento rotineiro da qualidade da carne, do pH, da cor da carne, da ocorrência de carne pálida, mole e exsudativa (PSE, pela sigla em inglês), de hematomas e de outras degradações, pode melhorar o manejo animal.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os seguintes pontos enfatizam a importância do manejo animal com baixo estresse para operadores de plantas de processamento. </span></p>
<ol>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O manejo animal com baixo estresse produz carne de melhor qualidade, com menos carne PSE e hematomas.</span></span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Uma vez que um animal é impulsionado com o bastão elétrico, levará até 30 minutos para se acalmar novamente.</span></span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O maior estresse causado nos animais resulta na queima do glicogênio (glicólise) no músculo e na criação de ácido lático, o que reduz o pH do músculo, tornando a carne mais branca e mais suscetível a que seja PSE.</span></span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">O músculo PSE não retém água, assim como um músculo com um nível de pH normal. No entanto, a perda por gotejamento 24 horas após o abate para carne com um pH normal (5,6 a 5,8) é considerada em torno de 2,5%, enquanto a carne PSE (com pH de 5,5 ou menos) tem uma perda de 5% ou mais.</span></span></span>&nbsp;</li>
<li><span style="font-weight: 400;">Um abatedouro no Equador determinou que o prazo de validade da carne suína com a cor normal tinha uma vida útil de dois dias adicionais se comparado com carne PSE. </span></li>
</ol>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, participei de um curso latino-americano de capacitação, no qual os funcionários responsáveis pelo manejo de animais experimentaram carne suína com uma cor normal e, em seguida, com PSE. Treze dos 15 funcionários (87%) preferiam carne de animais não estressados, afirmando que era mais suculenta e menos dura. Essa sessão convenceu esses operadores de que o estresse animal afeta a qualidade da carne que é produzida na planta de processamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A melhoria contínua pode ser alcançada e mantida com mais facilidade, especialmente por meio do feedback com os gerentes e outros funcionários.</span></p>
<p><b>Erika L. Voogd</b><span style="font-weight: 400;"> é presidente da </span><a href="https://www.voogdconsulting.com/portuguese.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Voogd Consulting, Inc.</span></a><span style="font-weight: 400;">, West Chicago, Illinois, EUA. Atualmente, trabalha como consultora independente especializada em auxílio mundial à indústria cárnea. É especialista em “Bem-Estar Animal”, “Segurança Alimentar”, “Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle”, “Garantia da Qualidade do Produto”, “Higiene” e “Cumprimento das Normas Reguladoras do USDA”.</span></p>
<p><b><i>Texto originalmente postado no </i></b><a href="https://www.carnetec.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b><i>site CarneTecBrasil</i></b></a><b><i>. </i></b></p>
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