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	<title>Arquivos ranking global - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Ranking de bem-estar animal BBFAW aponta avanço de empresas brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 18:59:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bisontes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Práticas mais humanas e responsáveis de criação estão cada vez mais na pauta das empresas do setor alimentício. E para avaliar o comportamento destas companhias em relação ao tema, o ranking de bem-estar animal Business Benchmark on Farm Animal (BBFAW), publicado por ONGs internacionais, apresenta...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Práticas mais humanas e responsáveis de criação estão cada vez mais na pauta das empresas do setor alimentício. E para avaliar o comportamento destas companhias em relação ao tema, o </span><strong><a href="https://www.bbfaw.com/media/1506/bbfaw-report-interactive-amended-21st.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ranking de bem-estar animal Business Benchmark on Farm Animal (BBFAW)</a></strong><span style="font-weight: 400;">, publicado por ONGs internacionais, apresenta dados atualizados anualmente. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São informações que relatam como frigoríficos, restaurantes e agroindústrias, por exemplo, lidam com práticas mais humanas e responsáveis de criação. Ainda, o </span><span style="font-weight: 400;">ranking de bem-estar animal </span><span style="font-weight: 400;">relata como essas empresas se reportam quanto ao tema para o público e para a sociedade. Esta, que já é a sexta edição publicada da pesquisa, avaliou 110 grandes marcas, classificando-as <strong>entre o nível 1 (melhor) e o nível 6 (pior)</strong>.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<h3><b>Empresas brasileiras avançaram</b></h3>
<p><strong>O Brasil se saiu bem no </strong><span style="font-weight: 400;"><strong>ranking de bem-estar animal</strong>.</span><span style="font-weight: 400;"> As companhias que representam o nosso país na lista, as gigantes BRF, JBS e Marfrig, progrediram no relatório divulgado na última semana. A Marfrig apresentou bom desempenho, subindo uma posição  na pesquisa. A empresa, que havia caído para o nível 4 no ano passado, avançou para o nível 3, que abrange negócios que já realizam boas práticas de bem-estar animal mas que ainda necessitam evoluir no tema. A JBS também prosperou, passando do nível 3, em que estava estacionada por três anos, para o nível 2. Até o ano passado, a BRF era a única representante do país nesta posição. A multinacional manteve o seu lugar, continuando no nível 2. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas das três empresas brasileiras estão classificadas no nível 2 do </span><span style="font-weight: 400;">ranking de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">, atingindo um grande progresso em comparação aos dados registrados em 2016. O nível 2 significa um estágio bem próximo da liderança quando o assunto é bem-estar animal, comprovando que as companhias do país estão cada vez mais atentas sobre quanto às<strong> regras de manejo humanizado</strong>. </span></p>
<h3><b>O BBFAW</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Business Benchmark on Farm Animal Welfare é um</span><span style="font-weight: 400;"> ranking de bem-estar animal </span><span style="font-weight: 400;">com alcance global. O material é resultado de uma parceria entre as ONGs World Animal Protection, Compassion in World Farming e Coller Capital. As empresas são classificadas conforme a sua <strong>responsabilidade e comprometimento com boas práticas de bem-estar animal</strong>. As categorias avaliadas são: </span><span style="font-weight: 400;">Compromisso e Política de Gestão, Governança e Implementação de Políticas, Liderança e Inovação e Relatórios de Desempenho e Impacto. Todas as informações verificadas são divulgadas pelas próprias empresas avaliadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho de destaque do país no </span><span style="font-weight: 400;">ranking de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;"> também pode ser explicado pelo fato de as empresas brasileiras avaliadas serem grandes exportadoras para os EUA e a Europa, locais onde já é preciso assegurar o bem-estar animal. O Brasil ainda continua com o mesmo número de empresas consideradas e sem nenhum representante no topo da lista. Estamos crescendo, mas ainda engatinhando. Quem sabe em 2019?</span></p>
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		<title>Comportamento e o bem-estar animal: jovens valorizam como bovinos, suínos e frangos são alimentados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2017 15:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Certified Humane Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Jamie Oliver]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro passo para conquistar o coração de um consumidor é saber o que é importante para ele, valorizar o comportamento e o bem-estar animal. Uma pesquisa realizada em dezembro perguntou a pessoas de 24 a 34 anos o que eles levam em consideração antes...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O primeiro passo para conquistar o coração de um consumidor é saber o que é importante para ele, valorizar o comportamento e o bem-estar animal. Uma pesquisa realizada em dezembro perguntou a pessoas de 24 a 34 anos o que eles levam em consideração antes de comprar carne ou frango. Ficou claro que os jovens valorizam o bem-estar animal.</h3>
<p>De acordo com as respostas, dois dos três atributos mais valorizados estão diretamente relacionados ao trabalho do <strong>Instituto Certified Humane Brasil</strong>. O primeiro deles: a criação deve ter seguido <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ranking-boas-praticas-de-bem-estar-animal/">boas práticas de bem-estar animal</a>. O outro aspecto é que a forma como os animais são alimentados importa, e muito – os entrevistados preferem, por exemplo, consumir carne de bovinos, suínos e frangos cuja alimentação não tenha sido aditivada com antibióticos para promover o crescimento. (O terceiro item mais citado foi o compromisso com a sustentabilidade ambiental). É revelador:<strong> os jovens valorizam o bem-estar animal</strong>, até mesmo no que diz respeito a como bovinos, suínos e frangos são alimentados.</p>
<p>De fato, para obter a certificação de boas práticas de bem-estar animal, assegurada pelo <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/sua-propriedade-com-selo-de-bem-estar-animal/">selo Certified Humane</a>, os produtores têm de seguir diversas normas relacionadas à qualidade da ração. Eles devem assumir compromissos não só no que diz respeito à quantidade e à disponibilidade da alimentação, mas também quanto a sua composição. Ingredientes de origem animal, por exemplo, são proibidos.</p>
<p>A pesquisa sobre o comportamento e o bem-estar animal foi realizada pela Millennium Research, instituto de <a href="https://www.delacon.com/en-us/press-center/detail/survey-reveals-high-acceptance-for-phytogenic-feed-additives-among-millennial-foodies" target="_blank" rel="noopener noreferrer">pesquisa sediado nos Estados Unidos, a pedido da Delacon</a>, uma fabricante de extratos vegetais para alimentação animal – de acordo com a empresa, o papel desses extratos é substituir os antibióticos como promotores de crescimento. Um ponto importante é que <strong>o público pesquisado foi composto por jovens</strong> de um perfil bastante específico, formado por pessoas que se identificam como “foodies”. Talvez a melhor forma de traduzir esse termo para o português seja a expressão<strong> “louco por comida”</strong>. Não no sentido de alguém que seja guloso, comilão. Um foodie é o tipo de pessoa que se interessa por qualquer coisa relacionada ao mundo da gastronomia.</p>
<h3>Os foodies: loucos por comida e pelo bem-estar animal</h3>
<p>Um “foodie” é alguém que gosta, por exemplo, de <strong>experimenta<a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright wp-image-1149 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-300x158.jpg" alt="Jamie Oliver, comportamento e o bem-estar animal" width="300" height="158" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-300x158.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-768x403.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-600x315.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-200x105.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-400x210.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal-800x420.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/03/Jamie-Oliver-jovens-valorizam-o-bem-estar-animal.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>r receitas e novos ingredientes</strong>. Fica com água na boca diante de notícias, pesquisas e descobertas sobre o preparo da comida e da relação de seus ingredientes com a saúde. Não perde reality shows de culinária como MasterChef e Hell’s Kitchen. Seus ídolos não são astros e estrelas do cinema, da música ou do esporte, mas chefs celebridades como os britânicos <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/sadia-e-jamie-oliver-bem-estar-animal-grandes-empresas/">Jamie Oliver</a> e Gordon Ramsay (isso para não falar em alguns bem mais populares entre os brasileiros, como a argentina Paola Carosella e o francês Eric Jaquin).</p>
<p>Dá para para entender melhor de quem estamos falando? Pois bem. Boa parte da população que se encaixa nesse perfil, na faixa de 24 a 34 anos, como o público da pesquisa da Millennium/Delacon. Não tenha dúvida: o comportamento e o bem-estar animal são valorizados pelos jovens, que estão se tornando um <strong>grupo cada vez mais influente</strong> sobre o modo como os produtores de alimentos se relacionam com os consumidores. Esses loucos por comida manifestam-se claramente em favor do bem-estar animal. <strong>Será que vale a pena ignorá-los?</strong></p>
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		<title>5 razões pelas quais grandes empresas investem em bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2017 18:27:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[empresa de alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade dos animais]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De uns tempos para cá, é difícil passar uma semana sem que uma grande empresa de alimentos anuncie medidas em favor do bem-estar animal. Em 2017, um ano que ainda está só começando, empresas investem em bem-estar animal, como os grupos que controlam redes de...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/5-razoes-pelas-quais-empresas-investem-em-bem-estar-animal/">5 razões pelas quais grandes empresas investem em bem-estar animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>De uns tempos para cá, é difícil passar uma semana sem que uma grande empresa de alimentos anuncie medidas em favor do bem-estar animal. Em 2017, um ano que ainda está só começando, empresas investem em bem-estar animal, como os grupos que controlam redes de lanchonetes e restaurantes Giraffa’s, Viena, Spoleto e Domino’s Pizza assumiram o compromisso de exigir que os fornecedores de ovos não mantenham as galinhas poedeiras presas em gaiolas.</h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright wp-image-1141" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal-300x200.jpeg" alt="Vaca: Empresas investem em bem-estar animal" width="257" height="172" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal-300x200.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal-600x399.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal-200x133.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal-400x266.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/02/vaca-empresas-investem-em-bem-estar-animal.jpeg 640w" sizes="(max-width: 257px) 100vw, 257px" /></a>Bob’s e Pizza Hut tomaram iniciativas semelhantes no fim do ano passado. E isso para ficar apenas nos exemplos brasileiros. <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ranking-boas-praticas-de-bem-estar-animal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Multinacionais como Unilever, Burger King e McDonald’s</a>  já deram passos numerosos para proporcionar uma qualidade de vida melhor para os animais de criação – ou, como nós do Instituto Certified Humane Brasil gostamos de dizer, um tratamento mais humano às criaturas que nos servem de alimento. Por trás dessa tendência, há uma lógica poderosa: preservar o futuro desses negócios. Veja <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-cinco-liberdades-dos-animais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">5 razões</a> pelas quais as grandes empresas estão investindo em bem-estar animal:</p>
<p><strong>1.</strong> <strong>Atender às exigências dos consumidores</strong>. Cada nova pesquisa reforça a constatação de que, principalmente para a parcela mais jovem da sociedade, o bem-estar animal é um princípio quase inegociável. Pessoas na faixa dos 20 aos 35 anos preferem se relacionar com marcas e empresas cujos negócios não utilizem matérias-primas com origem em animais submetidos a maus tratos. No Brasil, por exemplo, <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-no-brasil-o-que-o-consumidor-pensa/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">uma pesquisa realizada</a> pelo Instituto Ipsos mostrou que 56% dos consumidores se preocupam com os métodos de abate dos animais – e a maior parte dessas pessoas tem de 18 a 29 anos. Com a preferência dos consumidores, empresas investem em bem-estar animal e esperam o aumento da sua participação no mercado.</p>
<p><strong>2.</strong> <strong>Proteger a imagem da empresa e a reputação de suas marcas</strong>. Mesmo consumidores que dão pouca importância à forma como os alimentos são produzidos passarão a rejeitar uma marca ou produto que ganhe a (má) fama de fazer mal aos animais. Pense no potencial destrutivo para os negócios de um único vídeo de maus tratos a um boi, a um suíno ou a uma galinha. Não há como encarar de outro modo: para qualquer pessoa normal, assistir o sofrimento de outra criatura é uma experiência das mais desagradáveis. Pesquisadores da escola de negócios Coppead, do Rio de Janeiro, constataram num estudo como a percepção do consumidor funciona. Eles questionaram quanto as pessoas estavam dispostas a pagar a mais por carne, leite e ovos cuja produção com boas práticas de bem-estar animal fosse certificada. A pergunta foi feita antes e depois da exibição de um vídeo de maus tratos aos bichos – após o vídeo ser mostrado, a parcela de quem afirmou pagar um adicional de 40% aumentou de 3 para 5 em cada dez pessoas.</p>
<p><strong>3. Assegurar a eficiência e a produtividade</strong>. O <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/livro-sobre-bem-estar-animal/">livro Bem-estar animal como valor agregado nas cadeias produtivas de carnes</a>, recentemente lançado no Brasil, traz diversos estudos  que mostram como as boas práticas de bem-estar animal tornam as granjas, sítios e fazendas mais eficientes – e esses ganhos de eficiência beneficiam toda a cadeia produtiva, até chegar ao consumidor final. Isso ocorre por uma série de razões. De acordo com os especialistas, animais bem tratados adoecem menos. Isso diminui a mortalidade e poupa custos com tratamento veterinário e medicamentos. Além disso, as normas para o transporte adequado dos animais diminuem os riscos de eles se machuquem – um problema do ponto de vista da produtividade, uma vez que a carne marcada por hematomas acaba sendo descartada ou têm perdas no seu valor de mercado.</p>
<p><strong>4.</strong> <strong>Garantir a qualidade dos produtos</strong>.  Outros estudos incluídos no livro sobre o papel da criação humanizada nas cadeias produtivas de carne indicam que o  organismo de animais submetidos a situações estressantes sofre alterações físicas e químicas. No caso de bovinos e suínos a carne fica mais dura e perde a textura, o sabor e a coloração que os consumidores valorizam mais. Em outras palavras, os padrões de bem-estar animal contribuem para que a carne não seja rejeitada nem tenham seu valor reduzido nos supermercados.</p>
<p><strong>5.Minimizar os riscos para os acionistas e investidores</strong>. No final das contas, qual negócio estará mais bem posicionado para dar retorno aos seus sócios e investidores: uma empresa que atende às expectativas dos consumidores, protege sua marca e sua reputação, busca se manter eficiente e produtiva e procura produzir com a qualidade adequada ou outra que não faz nada disso? Não restam muitas dúvidas de que a primeira é a mais promissora, por isso, as empresas investem em bem-estar animal.</p>
<p>Você é criador, dono de fazenda, responsável por um frigorífico ou agroindústria? Pense sobre essas 5 razões e o porquê grandes empresas investem em bem-estar animal. Pode ser que você veja nelas um bom caminho para seus negócios. <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-como-obter-o-selo-de-bem-estar-animal" target="_blank" rel="noopener noreferrer">O selo Certified Humane</a>  é um atestado que, uma vez conquistado, mostra aos consumidores e clientes que utilizam matérias-primas de origem animal que as boas práticas de bem-estar foram asseguradas na produção – e que sua empresa, portanto, está interessada em reforçar aspectos positivos, como qualidade, confiabilidade, eficiência e segurança.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/5-razoes-pelas-quais-empresas-investem-em-bem-estar-animal/">5 razões pelas quais grandes empresas investem em bem-estar animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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