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	<title>Arquivos ovos de galinhas livres - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Galinhas poedeiras: Bauducco também anuncia o uso de ovos sem gaiolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Apr 2018 14:25:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Bauducco é a mais nova gigante a comunicar a utilização somente de ovos de galinhas poedeiras livres de gaiolas. A promessa é que a alteração ocorra até 2025. O anúncio segue o posicionamento de outras grandes empresas, que têm deixado claro aos consumidores o apoio...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/bauducco-anuncia-que-utilizara-apenas-ovos-livres-de-gaiolas-em-producao/20180329-152112-a298" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Bauducco</span></a><span style="font-weight: 400;"> é a mais nova gigante a comunicar a utilização somente de ovos de <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal/">galinhas poedeiras</a> livres de gaiolas. </span><span style="font-weight: 400;">A promessa é que a alteração ocorra até 2025. O anúncio segue o posicionamento de outras grandes empresas, que têm deixado claro aos consumidores o apoio ao bem-estar das galinhas poedeiras. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/por-que-hemmer-se-comprometeu-usar-apenas-ovos-de-galinhas-livres-em-sua-maionese/"><span style="font-weight: 400;">Hemmer Alimentos</span></a><span style="font-weight: 400;">, as redes </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/vitoria-das-galinhas-poedeiras/"><span style="font-weight: 400;">Bob’s e Pizza Hut</span></a><span style="font-weight: 400;">, além do grupo chileno </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/melting-cook-ovos-de-galinhas-poedeiras-livres/"><span style="font-weight: 400;">Melting Cook</span></a><span style="font-weight: 400;">, já anunciaram o uso apenas de ovos de galinhas poedeiras livres. A rede de fast food </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/frangos-de-corte-burger-king-da-passo-importante/"><span style="font-weight: 400;">Burger King</span></a><span style="font-weight: 400;"> também segue o ritmo, garantindo que só usará frangos de corte produzidos segundo os preceitos de bem-estar animal. </span></p>
<h3><b>Falar é fácil </b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova postura destas grandes empresas é uma ótima notícia, claro. As galinhas poedeiras agradecem. Mas, é papel fundamental dos consumidores manter o olhar atento aos próximos capítulos. A discussão sobre uma vida mais digna para os animais tem sido recorrente em função da maior atenção dos consumidores para o assunto. E quando se fala sobre isso, é indispensável se pensar na certificação de bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que a promessa se cumpra, a utilização de ovos de galinhas poedeiras provenientes de granjas e fazendas que possuem o </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/video-como-obter-certificacao-de-galinhas-poedeiras/"><span style="font-weight: 400;">selo Certified Humane</span></a><span style="font-weight: 400;"> é a forma que estas empresas têm de demonstrar que estão realmente seguindo o que foi anunciado: a produção de alimentos advindos de uma criação com boas práticas de bem-estar animal.  </span></p>
<h3><b>Comprometimento com o bem-estar animal</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">É esse o trabalho do Instituto Certified Humane. Para os criadores de animais ou empresas alimentícias que quiserem aderir, basta entrar em contato com o Instituto e solicitar a certificação. A partir da avaliação dos inspetores, que irão verificar se as práticas de bem-estar animal estão sendo aplicadas, as empresas têm a oportunidade de usar o selo. E é através do selo de bem estar-animal que os compradores podem ter a certeza de que estão se alimentando de produtos oriundos de forma respeitosa. Estamos de olho e o consumidor deve ficar também. Só assim estaremos indo para um caminho em que a criação mais humanizada não fique somente na promessa. </span></p>
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		<title>Grupo chileno Melting Cook adere aos ovos de galinhas poedeiras livres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 11:02:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais empresas gastronômicas do Chile acaba de dar um passo importante para reduzir os sofrimentos das galinhas. O grupo Melting Cook controla oito restaurantes na capital, Santiago, e decidiu eliminar do seu cardápio ovos de galinhas poedeiras submetidas a confinamento. Daqui em diante,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Uma das principais empresas gastronômicas do Chile acaba de dar um passo importante para reduzir os sofrimentos das galinhas. O grupo Melting Cook controla oito restaurantes na capital, Santiago, e decidiu eliminar do seu cardápio ovos de galinhas poedeiras submetidas a confinamento.</h2>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal.png" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1589" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-300x158.png" alt="melting cook bem-estar animal" width="300" height="158" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-300x158.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-768x403.png 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-600x315.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-200x105.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-400x210.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-800x420.png 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal.png 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Daqui em diante, apenas ovos de galinhas livres de gaiolas (ou cage free, como são chamadas) poderão ser usados como ingredientes nos alimentos servidos pelas casas do grupo. Para levar essa iniciativa adiante, os sócios do Melting Cook tiveram de encontrar um fornecedor confiável. Trata-se da <strong>Ecoterra</strong>, granja chilena que produz ovos de galinhas poedeiras certificados pelo selo de bem-estar animal Certified Humane. Lembra das vezes em que dissemos, aqui neste blog, que investir na qualidade de vida dos animais ajuda a encontrar boas oportunidades de negócio? <strong>Aí está uma prova concreta disso.</strong></p>
<h3>Bem-estar animal é uma questão de responsabilidade social das empresas</h3>
<p>Um dos objetivos da medida é adequar a produção dos alimentos nos restaurantes do grupo às boas práticas de responsabilidade social. “O bem-estar animal é um tema prioritário na área de responsabilidade social corporativa em nível global, e nos orgulhamos em liderar essa importante iniciativa no Chile”, disse Jerome Reynes, presidente do Melting Cook ao anunciar a decisão da empresa. “Confinar galinhas poedeiras em gaiolas não é uma prática sustentável e buscar fornecedores de ovos de galinhas não confinadas  reflete nossos valores como empresa socialmente responsável.” A empresa começará a usar ovos de galinhas livres de gaiolas no dia 1o de dezembro deste ano. A expectativa é que uma transição seja concluída até 2020, quando a utilização de ovos de poedeiras confinadas deverá ter sido completamente eliminada de todos os produtos fornecidos pelos restaurantes do grupo.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-883" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama-300x258.jpg" alt="ecoterra galinhas poedeiras livres" width="300" height="258" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama-200x172.jpg 200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Trata-se de uma excelente notícia para o <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ovos-bem-estar-das-galinhas-poedeiras-esta-no-topo-da-preocupacao-dos-consumidores/">bem-estar das galinhas poedeiras</a>.</strong> Hoje em dia muitas delas são criadas em gaiolas apertadas e superpovoadas, nas quais vivem até mais de dez aves. Nesse ambiente insalubre, elas não têm espaço para abrir as asas e se movimentar, levando ao estresse e a agressões entre as galinhas. Resultado: brigas, agressões, ferimentos e, muitas vezes, a morte.</p>
<p>A Ecoterra, que passará a ser um fornecedor exclusivo de ovos para o grupo Melting Cook, foi criada em 2011 pelo chileno <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/ecoterra/">Pablo Andres Albarrán Lama</a></strong>. Ele estudou agronomia na Universidade de British Columbia, em Vancouver, no Canadá &#8211; seu trabalho para concluir a licenciatura foi sobre os sistemas de criação ao ar livre. Com o diploma, ele voltou para o Chile, onde começou a pôr em prática a ideia de produzir ovos em harmonia com o meio ambiente e com o bem-estar animal.</p>
<p>Um aspecto interessante sobre a notícia: restaurantes como os do grupo Melting Cook também podem obter o selo de bem-estar animal Certified Humane. Uma das vantagens: assegurar aos consumidores de que o discurso em favor da qualidade de vida das poedeiras é efetivamente<strong> posto em prática</strong>. Essa garantia vem do trabalho de auditoria realizado pelos inspetores do Instituto Certified Humane, que fazem uma avaliação independente das boas práticas de cada empresa.</p>
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		<title>Cage-free: cliente Certified Humane é destaque no Valor Econômico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 13:46:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Fonte: Bettina Barros/Valor Econômico- O passado bate à porta das granjas de produção de ovos. Dos Estados Unidos à Ásia, um novo clamor do mercado pede aos avicultores que voltem aos tempos dos nossos avós, quando as galinhas eram criadas como galinhas e não como robôs...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-mantiqueira-destaque-valor-economico/">Cage-free: cliente Certified Humane é destaque no Valor Econômico</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.valor.com.br/agro/5133156/antes-do-ovo-vem-galinha" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><em>Fonte: Bettina Barros/Valor Econômico-</em></strong></a></p>
<h3>O passado bate à porta das granjas de produção de ovos. Dos Estados Unidos à Ásia, um novo clamor do mercado pede aos avicultores que voltem aos tempos dos nossos avós, quando as galinhas eram criadas como galinhas e não como robôs que só comem e chocam.</h3>
<p>Desde a automação das propriedades, nos anos 1980, as aves passaram a ser engaioladas num sistema de produção em massa que viabilizou o consumo mundial e transformou o ovo na principal proteína animal em vários países, principalmente nos menos desenvolvidos, mas que chegou a tal ponto que provocou uma inevitável reação.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-galinhas-mantiqueira.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1507" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-galinhas-mantiqueira-300x170.jpg" alt="cage-free: galinhas mantiqueira" width="300" height="170" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-galinhas-mantiqueira-300x170.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-galinhas-mantiqueira-200x113.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-galinhas-mantiqueira-400x226.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-galinhas-mantiqueira.jpg 560w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Grandes indústrias consumidoras de ovos &#8211; matéria-prima para massas, biscoitos, bolos, maioneses e substratos para atletas &#8211; e cadeias globais de restaurantes, como o Mc Donald&#8217;s, anunciaram ao longo dos últimos meses políticas comerciais de aquisição restritas a ovos que tenham sido gerados por galinhas livres dessas gaiolas. E não só isso: as galinhas devem reconquistar o direito perdido de ter ninhos, se movimentar, ciscar, arriscar voos rasteiros e subir em poleiros, como manda sua natureza.</p>
<p>No centro dessa nova orientação (ou velha prática) estão grupos da sociedade civil preocupados com o bem-estar animal. Eles acusam as granjas modernas de produzirem ovos à custa da crueldade com as galinhas, o que inclui o mutilamento do bico para evitar o canibalismo resultante do estresse.</p>
<p>Como resposta às críticas, 229 empresas americanas fizeram comprometimentos públicos pelo fim das gaiolas, um movimento que tem puxado subsidiárias e empresas nacionais em outros países a fazer o mesmo. No Brasil, país de 39 bilhões de ovos produzidos em 2016, foram 43 empresas até agora, além de restaurantes e cadeias hoteleiras. Em todos os casos, o prazo final para transição dado pela indústria é 2025 &#8211; só oito anos.</p>
<p>&#8220;Não sei como vai ser isso, mas estamos fazendo&#8221;, afirma Leandro Pinto, dono do grupo brasileiro <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/mantiqueira-alimentos-brasil/">Mantiqueira</a></strong>, a maior granja de galinhas poedeiras da América do Sul e 12ª no ranking mundial.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1511" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-178x300.jpg" alt="valor economico cage-free" width="178" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-178x300.jpg 178w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-768x1297.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-355x600.jpg 355w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-200x338.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-400x675.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-600x1013.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-800x1351.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/valor-economico-cage-free-1200x2026.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 178px) 100vw, 178px" /></a> Em Paraíba do Sul, na divisa do Rio de Janeiro com Minas Gerais, o empresário iniciou um projeto-piloto que, ele acredita, vai transformar novamente a avicultura nacional &#8211; ou parte dela. Desde julho, a Mantiqueira passou a produzir diariamente na unidade 154 mil ovos &#8220;cage-free&#8221;, expressão em inglês para designar a produção sem gaiola. Primeiro a trazer a mecanização às granjas do país, Pinto quer se tornar agora protagonista também na nova modalidade.</p>
<p>As quase 600 mil galinhas dessa granja são a parte ínfima do plantel de 11 milhões de poedeiras da Mantiqueira (7,5 milhões já produzindo), distribuídas em outras três unidades em Minas Gerais e Mato Grosso e que garantem ao grupo o faturamento anual com ovos da ordem de R$ 500 milhões.</p>
<p>À medida em que ele anda por entre as aves soltas no galpão &#8211; algumas se afastam, levantando uma poeira de serragem do chão, outras chegam curiosas para bicar suas botas, sem incomodá-lo -, o avicultor admite que as cartas estão jogadas mas que é difícil saber o resultado final. &#8220;Estamos aprendendo a voltar ao passado sem qualquer indicador de que é viável&#8221;, diz ele. Há ainda muitas dúvidas, de custos à regulamentação.</p>
<p>Na semana passada, Pinto recebeu o Valor depois de retornar de um encontro mundial de avicultores na Bélgica para discutir os próximos dez anos do setor, com bem-estar e gaiolas na pauta. &#8220;Todo mundo se perguntava como transformar a avicultura de hoje no que as empresas estão pedindo&#8221;. Sobre a mesa, conta, estava um jogo de pôquer com um sinal de interrogação. &#8220;Como quem diz: os que forem [para o sistema cage-free] correm o risco de ganhar muito ou perder muito&#8221;.</p>
<p>Para se lançar no segmento antes da concorrência, a Mantiqueira arrendou por dois anos a granja em Paraíso do Sul após o pedido de recuperação judicial da Globoaves e amarrou um acordo comercial de venda exclusiva de ovos &#8220;cage-free&#8221; da marca própria do grupo Pão de Açúcar. Em três meses, a empresa adaptou as instalações da propriedade e lançou a nova linha de ovos, com investimento total estimado de quase R$ 7 milhões.</p>
<p>Os ovos já chegaram aos supermercados Pão de Açúcar e Extra de São Paulo e outros seis Estados do Sudeste e do Centro-Oeste do país. Segundo o gerente-geral comercial da rede varejista, Luiz Cláudio Haas, o volume de vendas surpreendeu. &#8220;Nossa expectativa era vender 1% [do volume de ovos comercializados pelo grupo], mas chegamos em setembro a 3%&#8221;. Até dezembro, a expectativa é que o percentual alcance 5%.</p>
<p>No caso do Pão de Açúcar, diz Haas, a categoria &#8220;cage-free&#8221; está atraindo um público intermediário, que se importa com questões como a sustentabilidade mas não pode ou quer pagar mais por ela. Esses ovos valem hoje nas gôndolas da rede R$ 6,89 a caixa de dez unidades, contra R$ 5,99 pela caixa com 12 unidades dos ovos convencionais, produzidos por galinhas presas. A caixa com dez unidades dos ovos caipira custa R$ 5,99 e a de ovos orgânicos, &#8220;top do top&#8221;, R$ 13.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free.jpg" data-rel="lightbox-image-2" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1510" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free-242x300.jpg" alt="leandro pinto mantiqueira cage-free" width="242" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free-242x300.jpg 242w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free-484x600.jpg 484w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free-200x248.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free-400x496.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/leandro-pinto-mantiqueira-cage-free.jpg 560w" sizes="auto, (max-width: 242px) 100vw, 242px" /></a>As margens estão controladas num esforço comum de lançamento e sensibilização do consumidor, mas poucos no setor avícola acreditam que será no mercado in natura, voltado ao consumidor, que o selo &#8220;cage-free&#8221; fará a diferença. &#8220;Os custos de produção serão de 30% a 40% superior ao do ovo convencional. E quem, de fato, está disposto a pagar? O ovo vai ficar o preço de um frango&#8221;, diz Fábio Yabuta, dono da Yabuta, outra gigante da avicultura brasileira, com sede em Bastos (SP).</p>
<p>Mas a Yabuta planeja investir R$ 40 milhões em duas novas granjas em Novo Horizonte do Sul (MS) &#8211; e, por via das dúvidas, uma delas será sem gaiolas. A capacidade de alocação de aves explica o porquê da diferença de preços: enquanto a granja com gaiolas receberá 1,25 milhão de aves, a sem gaiolas terá 360 mil.</p>
<p>A mudança, ao contrário, ocorrerá pela demanda da indústria, que compra os ovos processados para a fabricação de seus produtos e é capaz de diluir elevações no preço de certos insumos em sua composição final de custos. &#8220;É por isso que a mudança nos processos de produção de ovos não será generalizada&#8221;, diz Pinto. &#8220;A indústria representa de 15% a 20% do mercado de ovos. A maior parte vai para o consumidor&#8221;.</p>
<p>O Pão de Açúcar, por sua vez, acredita que o preço mais atrativo fará com que ovos &#8220;cage-free&#8221; superem as vendas dos orgânicos já em meados de 2018, mantido o ritmo atual de vendas. O raciocínio é de uma migração de nichos &#8211; não de aumento no consumo de ovos.</p>
<p>Por falta de regulamentação, a <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/maior-produtor-de-ovos-da-america-do-sul-conquista-selo/">Mantiqueira</a> e a Yabuta adotaram <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/">regras de bem-estar da Certified Humane</a>, que abriu escritório em São Paulo no ano passado na esteira da pressão por mudança nas granjas. Certificadora de Leandro Pinto, do grupo Mantiqueira: investimento de risco, mas necessário Globo Notícias marcas conhecidas como Korin e a linha brasileira de frangos do chef inglês Jamie Oliver, a empresa registrou alta expressiva nas buscas sobre a certificação de aves sem gaiolas.</p>
<p>Luiz Mazon, presidente da Certified Humane, diz que os acessos no site por informações sobre galinhas &#8220;cage-free&#8221; totalizaram 8,3 mil em agosto, ante 5,9 mil para demais certificações. Em julho, quando o site foi lançado, a proporção era de 8 mil para 4 mil. E os pedidos de visitas a propriedades começaram a despontar nos vizinhos Argentina, Chile e Colômbia.</p>
<p>&#8220;Se todas as indústrias mantiverem esse compromisso, isso significará 223 milhões de galinhas fora de gaiolas até 2025 só nos EUA &#8211; um custo de conversão de US$ 10 bilhões. É algo monumental para a indústria&#8221;, disse Larry Sadler, vice-presidente para bem-estar animal da United Egg Producers (UEP), em um evento recente em Nashville. Nos EUA, só 9,3% das galinhas poedeiras são criadas fora de gaiolas, segundo dados do governo.</p>
<p>Dizendo-se vanguardista, Pinto, do Mantiqueira, tenta não demonstrar preocupação: &#8220;Vou acabar agradecendo a esses ambientalistas&#8221;, diz ele, referindo-se às ONGs de bem-estar animal.</p>
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		<title>Por que a Hemmer se comprometeu a usar apenas ovos de galinhas livres em sua maionese?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 18:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por que a Hemmer se comprometeu a usar apenas ovos de galinhas não confinadas em sua maionese – e de que maneira as indústrias de alimentos podem obter o selo Certified Humane de bem-estar animal A Hemmer Alimentos, de Blumenau, assumiu recentemente um firme compromisso...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Por que a Hemmer se comprometeu a usar apenas ovos de galinhas não confinadas em sua maionese – e de que maneira as indústrias de alimentos podem obter o selo Certified Humane de bem-estar animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Hemmer Alimentos, de Blumenau, assumiu recentemente um firme compromisso com o bem-estar animal. A empresa <strong>deixará de comprar ovos de galinhas que passam a vida confinadas</strong> em gaiolas apertadas, superpovoadas e desconfortáveis. Não é pouca coisa. Ovos são os principais ingredientes da maionese, um dos produtos de maior destaque no portfólio da Hemmer, cuja expectativa é passar a usar na receita <strong>somente ovos de galinhas livres</strong>, criadas em condições mais humanas. A mudança terá de ser gradativa, uma vez que seus fornecedores podem precisar de tempo para se adaptar – a promessa é que o processo seja concluído até 2025.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a<strong> iniciativa</strong>, a Hemmer adere a uma tendência emergente. Outros grandes fabricantes de maionese no Brasil já tomaram caminho semelhante e passaram a comprar apenas ovos de galinhas livres. É o caso da Unilever (dona das marcas Hellmann’s e Arisco), da Cargil (que produz as marcas Liza e Maria), e da Bunge (detentora dos rótulos Primor, Soya e Salada). São boas notícias, principalmente para as aves. </span><span style="font-weight: 400;">Mas evidentemente essas promessas representam apenas um primeiro passo. Para fortalecer o compromisso com o bem-estar animal, as empresas precisam assegurar aos consumidores que seu compromisso vai além das palavras. Isso pode ser obtido, por exemplo, por meio de uma entidade independente para averiguar a aplicação das boas práticas de bem-estar animal e comunicar isso ao mercado &#8212; como faz o Instituto Certified Humane com o selo Certified Humane. Trata-se de uma etapa fundamental. </span><span style="font-weight: 400;">A crescente preocupação das indústrias com a qualidade de vida dos animais mostra um aspecto pouco conhecido sobre o assunto: a certificação de bem-estar animal também pode ser feita para <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/prefira-produtos-com-o-selo-de-bem-estar-animal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">fabricantes de alimento, e não é só para criadores, sítios e fazendas</a>. </span></p>
<h3>Para o consumidor, não basta prometer: é preciso assegurar que o compromisso com o bem-estar animal será cumprido.</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de mais nada, é preciso compreender de onde vêm o interesse pelo <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/o-que-e-bem-estar-animal/">bem-estar animal</a>. Di</span><span style="font-weight: 400;">ficilmente haveria <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1417" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-300x228.jpg" alt="Galinhas livres: Ovos de galinhas livres" width="300" height="228" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-300x228.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-768x584.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-600x457.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-200x152.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-400x304.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres-800x609.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/Ovos-de-Galinhas-Livres.jpg 908w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>um </span>movimento tão consistente entre as empresas se os consumidores não estivessem demonstrando que se importam com o bem-estar dos animais. Engana-se, porém, que o público se contenta somente com as promessas de bom comportamento. A experiência de outros países mostra que há um próximo passo fundamental para conquistar a confiança do consumidor: <span style="font-weight: 400;"><strong>assegurar que o compromisso assumido</strong> é para valer. Essa é a<a href="https://certifiedhumanebrasil.org/selo-de-bem-estar-animal-certified-humane-mostra-que-nenhum-animal-foi-maltratado-nascimento-ao-abate/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> missão do Instituto Certified Humane</a>, instituição sem fins lucrativos dedicada a garantir para os consumidores que o compromisso com o bem-estar animal está sendo cumprido na prática. Para isso, basta que um criador de animais ou uma empresa de alimento peça para ser certificado – e receberá o direito de usar o selo Certified Humane em seus <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/onde-encontrar-produtos-com-o-selo-do-bem-estar-animal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">produtos</a> caso os inspetores constatem que as boas práticas de bem-estar animal estão sendo de fato aplicadas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Basicamente, o processo de certificação de um fabricante de alimentos vai inspecionar se as matérias-primas usadas em seus produtos foram obtidas de acordo com as normas do Instituto Certified Humane – os fornecedores de carne, leite e ovos, portanto, também teriam de ser certificados. A certificação não será concedida para todos os produtos da empresa, mas apenas para aqueles que puderem comprovar usar apenas ingredientes certificados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O poder de compra das empresas de alimentos é um forte estímulo para que os produtores melhorem as condições de vida nos aviários e passem a produzir ovos de galinhas livres. Isso resulta em menos sofrimento e num tratamento mais humano para milhares de galinhas poedeiras pelo Brasil afora. </span></p>
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