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	<title>Arquivos livro sobre bem-estar animal - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Livro mostra importância do bem-estar animal para as empresas de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). A obra reúne uma série...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal</span> <span style="font-weight: 400;">para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra reúne uma série de artigos e estudos de caso escritos por 32 autores entre cientistas e  executivos de empresas e instituições financeiras, que comentam sobre a importância do bem-estar animal. O prefácio é assinado pela americana Temple Grandin, uma das pesquisadoras mais respeitadas do mundo em manejo de bovinos e integrante do comitê científico da Certified Humane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, a obra apresenta os riscos que a falta de comprometimento com a qualidade de vida dos animais traz para um negócio &#8211; e como é possível encontrar oportunidades de crescimento quando se adotam boas práticas para que aves, bovinos, suínos e outras espécies vivam com conforto e sem sofrimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os organizadores do livro são o especialista em responsabilidade corporativa Nicky Amos e o consultor de investimentos Rory Sullivan.  Os dois são as figuras mais proeminentes de uma organização não-governamental responsável por produzir um ranking global sobre as empresas que melhor gerenciam as boas práticas de bem-estar animal (em 2016, as brasileiras BRF, Marfrig e JBS estavam na lista, chamada de <a href="https://www.bbfaw.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Business Benchmark on Farm Animal Welfare</a> &#8211; BBFAW).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos assinam a apresentação e o capítulo de introdução, nos quais demonstram uma dupla importância para as empresas e criadores. Tratar o assunto com desleixo pode comprometer o futuro de um negócio &#8211; mas tomar a atitude de aprimorar a qualidade de vida dos animais é algo capaz de abrir um futuro bem mais promissor, abrindo mercados e caminhos para o crescimento sustentável levando em conta a importância do bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Longe de ser uma preocupação ética de um  nicho, o bem-estar dos animais de fazenda tem profundas implicações para os custos corporativos, receitas, ativos, marcas e reputação&#8221;, escreve Sullivan na apresentação da obra. &#8220;É tanto um risco comercial quanto um conceito chave para oportunidades comerciais&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><b>Humanizar o tratamento é urgente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.amazon.co.uk/Business-Farm-Animal-Welfare/dp/1783535296"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1625" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare.jpg 333w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>Gestores de fundos que juntos somam quase 2 trilhões de dólares em ativos já levam a importância do bem-estar animal em consideração nas suas avaliações de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amos e Sullivan explicam porque é urgente humanizar o tratamento que aves, bovinos, suínos e outras espécies criadas comercialmente nos sítios e fazendas.  A preocupação dos investidores com a maneira que as empresas do setor de alimentação lidam com a qualidade de vida dos animais é mais do que evidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os organizadores do livro, 19 grandes instituições de investimento participam de uma iniciativa internacional para colaborar com o bem-estar dos animais de fazenda, entre os quais o banco francês BNP Paribas. Juntos esses grupos gerenciam mais de 1,5 trilhão de libras em ativos (quase 2 trilhões de dólares) e usam o ranking da BBFAW para avaliar como as empresas alimentos gerenciam riscos e oportunidades em relação ao bem-estar animal.</span></p>
<p><b>Os animais estão sendo realmente respeitados? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, declarações de boas práticas e a documentação dos relatórios que as empresas costumam apresentar ao mercado são um bom indício de como as empresas tratam os animais que de alguma forma estão inseridos nas suas cadeias produtivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se pode esquecer, porém, da importância de organizações certificadoras como o Instituto Certified Humane. De outro modo, como consumidores e investidores poderiam ter garantias de que os belos discursos em favor da qualidade de vida de aves, bovinos, suínos e outras espécies estão sendo realmente respeitados?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, livros como o de Amos e Sullivan mostram que o cerco sobre as companhias está se fechando. Não são só os consumidores que pensam na importância do bem-estar animal e se importam com a maneira como vivem as criaturas que dão origem à nossa comida. O tema já está na agenda dos responsáveis por administrar o dinheiro dos investidores, sem o qual as perspectivas de expansão de um negócio pode ser um bocado mais difícil. </span></p>
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		<title>Vacas leiteiras: uma prova científica de como se importam com o próprio bem-estar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2017 16:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O conceito de bem-estar dos animais pressupõe que eles sentem dor, prazer, fome, sede, tristeza, felicidade. Mas é difícil saber de que forma espécies que há milênios convivem com a humanidade – como as vacas leiteiras, entre outros bovinos, suínos e frangos. Quão elevada será...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>O conceito de bem-estar dos animais pressupõe que eles sentem dor, prazer, fome, sede, tristeza, felicidade. Mas é difícil saber de que forma espécies que há milênios convivem com a humanidade – como as vacas leiteiras, entre outros bovinos, suínos e frangos.</h3>
<p>Quão elevada será sua motivação para fugir do desconforto e buscar algo que os faça sentir bem? A boa notícia é que recentemente dois pesquisadores brasileiros contribuíram para aprofundar nossa compreensão sobre o que se passa na cabeça das vacas leiteiras e outros bichos.</p>
<p>O veterinário José Antonio Fregonesi e a zootecnista Andressa Amorim Cestari fizeram parte de uma equipe de cientistas que procurou descobrir o quanto as vacas leiteiras valorizam ficar ao ar livre. A resposta: para elas, dar ao menos uma escapadinha diária para pastar fora de um estábulo fechado é tão ou mais importante quanto fazer uma boa refeição entre quatro paredes. Essa pode ser uma prova científica de que os animais se importam com o próprio bem-estar.</p>
<h3></h3>
<h3><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-cinco-liberdades-dos-animais/">A descoberta: as vacas leiteiras estavam dispostas a se esforçar para sair ao ar livre</a></h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="size-medium wp-image-1244 alignright" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-300x200.jpg" alt="vacas leiteiras: bem estar animal" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-768x512.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-600x400.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534-800x533.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/04/vacas-leiteiras-bem-estar-animal-e1492447396534.jpg 960w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A essa altura você deve estar se perguntando como eles conseguiram essa proeza. A descoberta se baseou em testes conduzidos na University of British Columbia, no Canadá. O estudo foi feito com 22 vacas da raça Holstein. Primeiro, o grupo do qual Andressa e Fregonesi fizeram parte procurou saber quanto esforço as vacas estavam dispostas a fazer para se alimentar logo após a ordenha, um momento do dia no qual elas costumam ficar esfomeadas. Para isso, os pesquisadores puseram a comida atrás de portões móveis que os animais tinham de empurrar para conseguir se alimentar.</p>
<p>A ordenha e o teste eram realizados uma vez pela manhã e outra no fim da tarde. No começo, o portão era leve, mas a cada dia mais peso era adicionado, tornando a passagem mais difícil. O segundo passo foi dar às vacas leiteiras outra opção: o portão passou a dar acesso à uma pastagem ao ar livre. Os resultados mostram que, para sair para o pasto, 59% dos animais fizeram um esforço igual ou maior ao que empreenderam na primeira fase para chegar à comida localizada dentro do estábulo. Se elas não quisessem pastar, havia comida disponível no interior das instalações.</p>
<p>Mais: a maioria das vacas se esforçou mais para sair após a ordenha da tarde, quando o sol já estava se pondo e a temperatura no campo estava mais amena. Assista um <a href="https://images.readcube-cdn.com/publishers/nature/videos/4c73ccee55b8abeb21e0264426a6a985fbb5d7ba21469b5b0e6ea1ecd83cff45/1.mp4" target="_blank" rel="noopener noreferrer">vídeo</a> das vacas empurrando os portões para sair dos estábulos.</p>
<p>Um artigo sobre a pesquisa foi publicado na edição de março da revista Nature, uma das mais prestigiadas publicações científicas internacionais – o estudo também foi a tese de doutorado de Andressa Cestari em Ciência Animal pela Universidade Estadual de Londrina. Os resultados surpreenderam os pesquisadores. Inicialmente, eles não esperavam que as vacas leiteiras fossem se esforçar tanto para ficar ao ar livre. “Nossos resultados sugerem que a motivação para acessar a pastagem não foi impulsionada pela fome, mas pela motivação de ficar ao ar livre (e se engajar em comportamentos associados ao acesso ao ar livre, incluindo pastar)”, dizem eles na conclusão do trabalho. As vacas não querem só comida, mas também ar livre e liberdade. <a href="https://www.nature.com/articles/srep44953.epdf?author_access_token=DSVR3xbAooGvPgGt9cemP9RgN0jAjWel9jnR3ZoTv0OEhrkV4JDA-aXwziXBBpaAbmiRnglO8bWXnhS0tQzVvw0JD8OmTWLylBDtQgFi75-ZgVRDNsFBqbjmL-c-GrMn" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Leia o artigo completo da revista Nature</a>.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/vacas-leiteiras-como-se-importam-com-o-proprio-bem-estar/">Vacas leiteiras: uma prova científica de como se importam com o próprio bem-estar</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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