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	<title>Arquivos Iniciativa MIRA - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Alho na nutrição de frangos de corte: o que dizem os estudos sobre saúde e desempenho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 15:39:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frangos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Aditivos fitogênicos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na avicultura de corte, cresce o interesse por alternativas nutricionais aos antibióticos promotores de crescimento. Entre os ingredientes estudados está o alho (Allium sativum), conhecido por compostos com ação antimicrobiana, antioxidante, anti-inflamatória e imunomoduladora. Segundo o informativo “Como o alho pode contribuir para a saúde...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na avicultura de corte, cresce o interesse por alternativas nutricionais aos antibióticos promotores de crescimento. Entre os ingredientes estudados está o alho (</span><i><span style="font-weight: 400;">Allium sativum</span></i><span style="font-weight: 400;">), conhecido por compostos com ação antimicrobiana, antioxidante, anti-inflamatória e imunomoduladora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><a href="https://mira.org.br/informativos_frangos/gen.php?id=MTI5"><span style="font-weight: 400;">o informativo “Como o alho pode contribuir para a saúde e o desempenho de frangos de corte”, da Iniciativa MIRA</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans, o alho tem sido analisado como aditivo fitogênico por seu possível papel no equilíbrio intestinal, na resposta imune e no aproveitamento dos nutrientes.</span></p>
<h2><b>O que os estudos apontam?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O alho contém compostos organossulfurados, fenólicos, saponinas, vitaminas, minerais, enzimas e óleos essenciais. Entre eles, a alicina é uma das substâncias mais estudadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o informativo, esses componentes podem atuar sobre a microbiota intestinal, a digestibilidade da dieta, a conversão alimentar, o crescimento, parâmetros sanguíneos e a resposta inflamatória. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos citados no material também indicam que o extrato de alho pode ajudar a reduzir populações bacterianas potencialmente nocivas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Escherichia coli</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Uso exige critério</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os efeitos do alho dependem da forma de apresentação, da dosagem, da idade das aves, da composição da dieta e das condições do lote. Em pintinhos, o informativo indica início com níveis menores, em torno de 0,5% da ração, para evitar distúrbios digestivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O ingrediente pode ser utilizado em pó, extrato aquoso, óleo essencial ou produtos comerciais formulados, na ração ou na água de bebida, sempre com orientação técnica.</span></p>
<h2><b>Relação com bem-estar animal</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A nutrição é uma das bases do bem-estar animal. Dietas adequadas favorecem a saúde das aves e reduzem a vulnerabilidade a doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa discussão se relaciona ao trabalho da Certified Humane®, certificação voltada ao bem-estar de animais de produção. O programa considera critérios como alimentação adequada, saúde, manejo, ambiência e prevenção de sofrimento.</span></p>
<h2><b>Potencial, não solução isolada </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O alho pode ser uma alternativa fitogênica promissora na nutrição de frangos de corte, mas não substitui boas práticas de manejo, biosseguridade, ambiência adequada e assistência técnica.</span></p>
<p><a href="https://mira.org.br/informativos_frangos/gen.php?id=MTI5"><b>Fonte: Informativo 05 da Iniciativa MIRA, “Como o alho pode contribuir para a saúde e o desempenho de frangos de corte”, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans.</b></a></p>
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		<title>Peritonite da gema revela riscos à saúde das galinhas poedeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 18:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Avicultura de postura]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
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		<category><![CDATA[Iniciativa MIRA]]></category>
		<category><![CDATA[manejo animal]]></category>
		<category><![CDATA[Peritonite da gema]]></category>
		<category><![CDATA[produção de ovos]]></category>
		<category><![CDATA[Sanidade avícola]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde das aves]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na avicultura de postura, nem sempre os problemas mais graves aparecem de forma evidente. Em muitos casos, uma queda na produção, alterações na casca dos ovos ou mudanças discretas no comportamento das aves podem indicar condições sanitárias que exigem atenção imediata. Entre elas está a peritonite da gema, também conhecida como peritonite do ovo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A enfermidade afeta o sistema reprodutivo das galinhas poedeiras e pode provocar inflamação abdominal, dor prolongada, infecções secundárias, queda na postura e aumento da mortalidade. Por isso, reconhecer os sinais é importante tanto para o desempenho do lote quanto para o bem-estar das aves.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo </span><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><span style="font-weight: 400;">informativo da Iniciativa MIRA</span></a><span style="font-weight: 400;">, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans, a doença ocorre quando ovos parcialmente ou totalmente formados, ou o próprio conteúdo vitelino, chegam à cavidade abdominal. Esse material pode desencadear uma resposta inflamatória e favorecer a proliferação de bactérias oportunistas, como </span><i><span style="font-weight: 400;">Escherichia coli</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<h2><b>Por que a peritonite da gema exige atenção?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema tem impacto direto na sanidade e no desempenho produtivo. De acordo com o informativo, a enfermidade pode estar associada à mortalidade entre 3% e 4% e à redução de 2% a 3% na produção de ovos. Também há registros de que 15,4% das alterações observadas no sistema reprodutivo de galinhas poedeiras comerciais, entre 21 e 80 semanas de idade, estão relacionadas ao problema.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em granjas comerciais, esses índices representam perdas relevantes, especialmente quando os sinais são identificados tardiamente. Além do efeito produtivo, a presença de material vitelino na cavidade abdominal pode comprometer a locomoção, o consumo de alimento e o comportamento das aves.</span></p>
<h2><b>Como a doença se desenvolve?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O quadro pode surgir quando há falhas no processo normal de formação e postura dos ovos. Retenção, ruptura no trato reprodutivo, peristaltismo reverso do oviduto ou deslocamento da gema para a cavidade abdominal são algumas das situações associadas à enfermidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conteúdo vitelino acumulado cria um ambiente favorável ao crescimento bacteriano. Em aves de alta produção, submetidas a intensa atividade ovariana, o risco tende a ser maior quando há desequilíbrios no desenvolvimento reprodutivo, manejo inadequado ou presença de agentes infecciosos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos casos crônicos, esse material pode formar massas aderidas aos órgãos internos, causar inflamação persistente e provocar lesões no oviduto. Com a evolução do quadro, o desconforto se agrava, a recuperação se torna mais difícil e os reflexos sobre o lote podem ser ampliados.</span></p>
<h2><b>Sinais que merecem atenção na granja</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A identificação da peritonite da gema nem sempre é simples. Os primeiros sinais podem ser confundidos com alterações comuns de manejo ou desempenho, o que torna a observação diária ainda mais importante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre os indicativos mais frequentes estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Redução na postura;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Interrupção da produção; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alterações na qualidade dos ovos, como cascas deformadas, finas, moles ou quebradas.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a evolução da doença, as aves podem apresentar apatia, isolamento, perda de peso, menor atividade, dificuldade respiratória, aumento do volume abdominal, esforço abdominal e dor à palpação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em quadros graves, há risco de septicemia e morte. Outro ponto de atenção é que o aumento abdominal pode gerar falsa impressão de boa condição corporal. Por isso, a avaliação do lote deve considerar comportamento, aspecto físico e histórico produtivo.</span></p>
<h2><b>O que a doença revela sobre o bem-estar animal?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A peritonite da gema não deve ser analisada apenas pelo impacto na produção. A inflamação abdominal, as aderências entre órgãos internos e possíveis infecções secundárias podem limitar movimentos, afetar a alimentação e restringir a expressão de comportamentos naturais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o informativo, a forma crônica da doença pode estar associada a uma carga de dor comparável à observada em aves com fratura de quilha, condição reconhecida como extremamente dolorosa. Esse dado reforça a importância de tratar a enfermidade como um problema sanitário com efeito direto sobre o bem-estar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa abordagem dialoga com </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/guia-digital-para-criacao-de-galinhas-poedeiras"><span style="font-weight: 400;">os princípios da certificação Certified Humane®</span></a><span style="font-weight: 400;">, que considera saúde, manejo adequado, nutrição, ambiência e resposta a sinais de dor ou doença como partes fundamentais de um sistema produtivo orientado ao bem-estar animal. No caso das poedeiras, acompanhar a sanidade reprodutiva é uma medida indispensável para prevenir o sofrimento ao longo do ciclo produtivo.</span></p>
<h2><b>Fatores que aumentam o risco</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A ocorrência da peritonite da gema pode estar relacionada a diferentes fatores produtivos, sanitários e de manejo. Entre eles estão:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Alta produção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Maturidade sexual precoce;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Intensa atividade ovariana;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ovulação ectópica,</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Retenção de ovos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Infecções bacterianas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Excesso de gordura corporal; </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Traumatismos e alterações no oviduto.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A fase de recria também merece atenção. Programas inadequados de iluminação ou estímulos precoces podem antecipar o início da postura antes da completa maturação do aparelho reprodutivo. Esse desequilíbrio aumenta a probabilidade de alterações no sistema reprodutivo e pode favorecer o desenvolvimento da enfermidade.</span></p>
<h2><b>Como reduzir riscos no manejo</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção depende de uma rotina bem estruturada, que combine nutrição, sanidade, biosseguridade e acompanhamento do lote. Entre os pontos mais importantes estão o controle do peso corporal, a uniformidade das aves, o monitoramento da qualidade dos ovos, a higiene das instalações e a qualidade da água.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação deve ser ajustada às exigências nutricionais de cada fase produtiva, considerando o desenvolvimento reprodutivo e a condição corporal das poedeiras. Diante de sinais sugestivos da enfermidade, a avaliação de um médico-veterinário é indispensável para diagnóstico e definição das medidas adequadas.</span></p>
<h2><b>Observação diária é parte da prevenção</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Reconhecer alterações no lote antes que o quadro se agrave é uma das formas mais eficazes de reduzir efeitos sanitários e produtivos. Mudanças no comportamento, na postura, na qualidade da casca e no aspecto físico devem ser avaliadas com atenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando identificada precocemente, a peritonite da gema pode ser manejada com mais rapidez, reduzindo riscos sanitários e prejuízos ao lote. Por isso, o acompanhamento contínuo deve fazer parte da rotina da granja.</span></p>
<p><a href="https://mira.org.br/informativos/gen.php?id=MTE4"><b>Fonte: Informativo da Iniciativa MIRA, elaborado por Édina de Fátima Aguiar e Elaine Cristina de Oliveira Sans.</b></a></p>
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		<title>Simpósio em Curitiba debate bem-estar de frangos de corte no Brasil</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/simposio-em-curitiba-debate-bem-estar-de-frangos-de-corte-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 20:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos e Cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Frangos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[abate humanitário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Curitiba recebeu, no dia 16 de junho, no Auditório do Bloco Didático da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o simpósio “Conexão Ciência &#38; Campo: Bem-estar de Frangos”. O encontro presencial e gratuito promoveu debates sobre os avanços, os desafios e os caminhos para a evolução...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Curitiba recebeu, no dia 16 de junho, no Auditório do Bloco Didático da Universidade Federal do Paraná (UFPR), o simpósio “Conexão Ciência &amp; Campo: Bem-estar de Frangos”. O encontro presencial e gratuito promoveu debates sobre os avanços, os desafios e os caminhos para a evolução da avicultura de corte no Brasil.</p>
<p>Realizado pela Alianima, pela Iniciativa MIRA e pelo LABEA — Laboratório de Bem-estar Animal da Universidade Federal do Paraná (UFPR) —, o evento reuniu especialistas, pesquisadores e representantes do setor para discutir evidências científicas, experiências práticas e perspectivas de mercado relacionadas ao bem-estar de frangos de corte.</p>
<p>A proposta foi promover uma conversa técnica entre diferentes atores da cadeia produtiva, considerando rotas de evolução compatíveis com a realidade brasileira e com as demandas cada vez mais presentes nas cadeias globais de alimentos.</p>
<h2>Bem-estar animal ganha relevância na avicultura brasileira</h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil ocupa posição de destaque no mercado global de carne de frango. Em 2025, o país produziu 15,289 milhões de toneladas, segundo o </span><a href="https://abpa-br.org/wp-content/uploads/2026/04/relatorio_ABPA-2804_DIGITAL.pdf"><span style="font-weight: 400;">Relatório Anual 2026 da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA)</span></a><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>Diante desse protagonismo, as condições de criação, manejo, transporte e abate das aves vêm ganhando relevância nas agendas corporativas, nos critérios de fornecimento e nas demandas dos mercados consumidores.</p>
<p>Durante o simpósio, foram discutidos o cenário da produção de frangos no país, as tendências internacionais, os desafios para a implementação de boas práticas e as oportunidades de evolução para a avicultura brasileira. A programação também abordou temas como genética, linhagens com maior potencial de bem-estar e estratégias para transformar o conhecimento técnico em ações aplicáveis à realidade produtiva.</p>
<h2><b>Norma Certified Humane® para frangos de corte</b></h2>
<p>O debate sobre o bem-estar de frangos de corte também destacou a importância de normas reconhecidas e baseadas em ciência para orientar a melhoria contínua na produção animal.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-frangos-de-corte"><span style="font-weight: 400;">norma Certified Humane® para frangos de corte</span></a><span style="font-weight: 400;"> estabelece critérios voltados ao bem-estar das aves ao longo de todo o ciclo produtivo. Entre os aspectos avaliados estão manejo, ambiência, densidade, acesso a recursos adequados, transporte e abate humanitário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com verificação independente, a certificação orienta produtores, empresas e consumidores sobre modelos produtivos mais responsáveis, transparentes e alinhados às exigências das cadeias globais de alimentos.</span></p>
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