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	<title>Arquivos consumo ético - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Bem-estar das galinhas: comportamento natural aumenta produtividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 17:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar das galinhas poedeiras, quando elas podem expressar seus comportamentos naturais da espécie, as torna mais produtivas. É o que mostra um estudo da zootecnista Dayana Cristina de Oliveira Pereira – o site da revista Avicultura Industrial apresentou, recentemente, um resumo da pesquisa. O...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O bem-estar das galinhas poedeiras, quando elas podem expressar seus comportamentos naturais da espécie, as torna mais produtivas. É o que mostra um estudo da zootecnista Dayana Cristina de Oliveira Pereira – o site da revista</span><strong><a href="https://www.flipsnack.com/gessulliagribusiness/revista-avicultura-industrial-0415-ftpsrfa8t.html?p=46" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Avicultura Industrial</a></strong><span style="font-weight: 400;"> apresentou, recentemente, um resumo da pesquisa. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho avaliou os efeitos de alguns aspectos do bem-estar das galinhas em dois aviários da<strong> <a href="https://www.korin.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Korin Agropecuária</a> </strong>no interior paulista. Em ambos as aves foram <strong>criadas livres das gaiolas</strong>, uma das práticas mais cruéis que a indústria de ovos costuma adotar, e responderam com uma produção de ovos acima da média para a espécie. Um exemplo: as galinhas começaram a pôr ovos na 15ª semana de idade, três semanas antes do esperado. Mas a principal descoberta foi o ganho que alguns aspectos, digamos, sentimentais, podem impulsionar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num dos aviários, as poedeiras tinham a companhias de galos – algo pouco comum nas granjas de ovos. Foram justamente essas as aves mais produtivas, superando os resultados daquelas que se desenvolveram num aviário livre de galos. A galinhas que compartilharam o espaço com os machos produziram mais (cerca de 84 ovos por 100 galinhas, contra aproximadamente 76 ovos por ave no galinheiro sem galos). A taxa de mortalidade das poedeiras acompanhadas foi <strong>metade das que viviam sem os machos</strong>.</span></p>
<h3><b>Liberdade para expressar comportamento natural</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1640" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-300x258.jpg" alt="galinhas no poleiro: bem-estar das galinhas" width="300" height="258" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-300x258.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-600x515.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-200x172.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-400x343.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas.jpg 637w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Pode parecer apenas uma curiosidade, mas não é. De fato, um dos fundamentos do bem-estar animal são as chamadas <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-cinco-liberdades-dos-animais/">cinco liberdades</a>,</strong> uma espécie de declaração dos direitos dos bichos. Resumidamente, considera-se que, para que se sintam bem, os animais devem estar livres de fome e sede, de dor, doença e injúria, de medo e estresse e, finalmente, ter liberdade de expressar os comportamentos naturais da espécie – entre os quais o comportamento reprodutivo. Nesse sentido, o contato com indivíduos do sexo oposto fez bem para as poedeiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bom ressaltar que a presença de galos nos viveiros não é uma exigência das normas de boas práticas para se obter o selo Certified Humane, que assegura a produção de ovos com respeito ao bem-estar das galinhas. Mas estudos como esse reforçam como é importante propiciar conforto e qualidade de vida às espécies que dão origem ao nosso alimento – e como isso pode resultar em ganhos para os criadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A autora do estudo reforça um aspecto importante: a crescente preocupação dos consumidores com as questões relacionadas ao bem-estar animal. Ela cita, inclusive, a presença no Brasil do selo Certified Humane. O tema está, de fato, na agenda de quase todo mundo, da academia ao mercado.</span></p>
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		<title>Livro mostra importância do bem-estar animal para as empresas de alimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). A obra reúne uma série...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal</span> <span style="font-weight: 400;">para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra reúne uma série de artigos e estudos de caso escritos por 32 autores entre cientistas e  executivos de empresas e instituições financeiras, que comentam sobre a importância do bem-estar animal. O prefácio é assinado pela americana Temple Grandin, uma das pesquisadoras mais respeitadas do mundo em manejo de bovinos e integrante do comitê científico da Certified Humane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, a obra apresenta os riscos que a falta de comprometimento com a qualidade de vida dos animais traz para um negócio &#8211; e como é possível encontrar oportunidades de crescimento quando se adotam boas práticas para que aves, bovinos, suínos e outras espécies vivam com conforto e sem sofrimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os organizadores do livro são o especialista em responsabilidade corporativa Nicky Amos e o consultor de investimentos Rory Sullivan.  Os dois são as figuras mais proeminentes de uma organização não-governamental responsável por produzir um ranking global sobre as empresas que melhor gerenciam as boas práticas de bem-estar animal (em 2016, as brasileiras BRF, Marfrig e JBS estavam na lista, chamada de <a href="https://www.bbfaw.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Business Benchmark on Farm Animal Welfare</a> &#8211; BBFAW).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos assinam a apresentação e o capítulo de introdução, nos quais demonstram uma dupla importância para as empresas e criadores. Tratar o assunto com desleixo pode comprometer o futuro de um negócio &#8211; mas tomar a atitude de aprimorar a qualidade de vida dos animais é algo capaz de abrir um futuro bem mais promissor, abrindo mercados e caminhos para o crescimento sustentável levando em conta a importância do bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Longe de ser uma preocupação ética de um  nicho, o bem-estar dos animais de fazenda tem profundas implicações para os custos corporativos, receitas, ativos, marcas e reputação&#8221;, escreve Sullivan na apresentação da obra. &#8220;É tanto um risco comercial quanto um conceito chave para oportunidades comerciais&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><b>Humanizar o tratamento é urgente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.amazon.co.uk/Business-Farm-Animal-Welfare/dp/1783535296"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1625" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare.jpg 333w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>Gestores de fundos que juntos somam quase 2 trilhões de dólares em ativos já levam a importância do bem-estar animal em consideração nas suas avaliações de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amos e Sullivan explicam porque é urgente humanizar o tratamento que aves, bovinos, suínos e outras espécies criadas comercialmente nos sítios e fazendas.  A preocupação dos investidores com a maneira que as empresas do setor de alimentação lidam com a qualidade de vida dos animais é mais do que evidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os organizadores do livro, 19 grandes instituições de investimento participam de uma iniciativa internacional para colaborar com o bem-estar dos animais de fazenda, entre os quais o banco francês BNP Paribas. Juntos esses grupos gerenciam mais de 1,5 trilhão de libras em ativos (quase 2 trilhões de dólares) e usam o ranking da BBFAW para avaliar como as empresas alimentos gerenciam riscos e oportunidades em relação ao bem-estar animal.</span></p>
<p><b>Os animais estão sendo realmente respeitados? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, declarações de boas práticas e a documentação dos relatórios que as empresas costumam apresentar ao mercado são um bom indício de como as empresas tratam os animais que de alguma forma estão inseridos nas suas cadeias produtivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se pode esquecer, porém, da importância de organizações certificadoras como o Instituto Certified Humane. De outro modo, como consumidores e investidores poderiam ter garantias de que os belos discursos em favor da qualidade de vida de aves, bovinos, suínos e outras espécies estão sendo realmente respeitados?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, livros como o de Amos e Sullivan mostram que o cerco sobre as companhias está se fechando. Não são só os consumidores que pensam na importância do bem-estar animal e se importam com a maneira como vivem as criaturas que dão origem à nossa comida. O tema já está na agenda dos responsáveis por administrar o dinheiro dos investidores, sem o qual as perspectivas de expansão de um negócio pode ser um bocado mais difícil. </span></p>
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		<title>Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 13:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos. É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos.</h2>
<p>É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk, da canadense University of British Columbia. Aproximadamente 500 pessoas participaram do estudo que leva em conta o bem-estar animal.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p>A cada uma delas, os entrevistadores mostraram dois pares de imagens. No primeiro conjunto, os participantes tinham de dizer se preferiam a produção em confinamento ou fora dele para um determinado tipo de animal (que poderiam ser bovinos de corte, frangos de corte, galinhas poedeiras, matrizes suínos ou leitões em amamentação). No segundo conjunto de imagens, a escolha era entre a criação em gaiolas ou fora de confinamento. A preferência pelos métodos que proporcionam mais liberdade foi significativa – apenas uma minoria afirmou preferir os sistemas mais tradicionais.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1595" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg" alt="bem-estar animal galinhas poedeiras livres" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-200x134.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Mais especificamente, 87% das pessoas disseram preferir a ausência de confinamento, quando a opção era entre a criação confinada ou não – 78% dos entrevistados optaram pela criação livre de gaiolas, quando essas eram as opções apresentadas. A razão para essas preferências, segundo os entrevistados, é a percepção que os bichos livres para se mover e expressar seu comportamento natural têm mais qualidade de vida, visando o bem-estar animal.</p>
<p>O estudo foi publicado em setembro na Animals, uma revista científica internacional dedicada a pesquisas sobre os animais, incluindo zoologia e ciências veterinárias. De acordo com as pesquisadoras, o trabalho buscou descobrir quais as crenças e as atitudes dos brasileiros – especialmente daqueles que não têm qualquer ligação com o setor agropecuário – no que diz respeito aos métodos de criação dos animais de fazenda. “Nossas descobertas indicam que as atuais práticas de criação de animais de fazenda que são associadas às restrições de movimento podem não estar alinhadas com as <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-como-exigencia-do-mercado/">expectativas da sociedade</a></strong>”, escrevem as autoras. Isso pode ser um problema sério para as empresas que não souberem se adaptar. “A falta de engajamento nesse tema põe em risco a sustentabilidade de longo prazo das indústrias”.</p>
<h3>Um alerta para criadores de animais</h3>
<p>Um motivo de alerta para o setor de alimentos: 79% dos entrevistados acreditam que os animais de fazenda não são bem tratados no Brasil. Esse é um dado importante para o Instituto Certified Humane. Empresas e criadores dispostos a dar um tratamento humano e adequado aos animais terão de encontrar maneiras de<strong> <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/medida-concreta-de-certificacao-de-alimentos/">comprovar seu compromisso aos consumidores</a></strong> – e isso pode ser feito por meio da certificação de bem-estar animal, na qual uma entidade independente avalia o sistema de produção para assegurar ao público se as boas práticas estão realmente sendo adotadas.</p>
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		<title>Estudo revela que donos de bichos de estimação são os consumidores que pensam mais em bem-estar animal</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 13:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha. Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/pesquisa-pets-bem-estar-animal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha.</a></h3>
<p>Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do sofrimento na produção de carne, leite e ovos. A convivência com cães, gatos e outros bichos de estimação é uma das forças que torna o bem-estar animal uma questão cada vez mais importante para os consumidores. Um exemplo: 57% das pessoas que têm cães ou gatos disseram estar dispostas a pagar preços acima de 10% <strong>maiores pela carne que apresentar um certificado de bem-estar animal</strong>. Essa parcela cai para 44% entre a população que não têm bichos de estimação.</p>
<p>Em outras palavras, a fofura de gatinhos e cãezinhos faz algo mais do que chamar a atenção em vídeos e fotos nas redes sociais: <strong>ela reforça os vínculos e o respeito entre humanos e animais</strong>. Criadores de bovinos, suínos e aves – entre outras espécies – precisam levar isso em conta. “Donos de pets transferem os sentimentos fortemente positivos que nutrem pelos animais domésticos para os animais de fazenda, pelo menos até certo ponto”, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Inicialmente, o objetivo da pesquisa era averiguar se haveria um mercado promissor para rações de cães e gatos produzidas de acordo com boas práticas de bem-estar animal. A resposta é afirmativa, uma vez que ficou demonstrado que a sensibilidade ao sofrimento dos animais é mais aguçada em quem convive diariamente com um bichinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Brasil tem hoje a segunda maior população de pets no mundo – e cada um deles convive com humanos potencialmente sensíveis ao bem-estar dos animais de fazenda</h3>
<p>Embora o estudo tenha se dedicado a investigar apenas o comportamento dos consumidores alemães, os pesquisadores acreditam que padrões semelhantes possam se repetir em outros países. “Em geral, nos países da Europa Ocidental os cidadãos estão cada vez mais críticos com relação aos processos de produção usados nos rebanhos das fazendas”, escrevem eles.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1554" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg" alt="" width="300" height="176" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-768x452.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-600x353.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-200x118.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-400x235.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-800x471.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-1200x706.jpeg 1200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>É bom lembrar que o Brasil tem hoje a <strong>segunda maior população mundial de pets</strong>. Segundo o IBGE, há no país 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos – quase a metade dos lares tem um cachorrinho, e cerca de um quinto das casas possui um felino residente. Em cada uma delas, há um consumidor humano potencialmente sensível ao bem-estar animal da fazenda.</p>
<p>Um aspecto a destacar: estudos como esse mostram como é importante que as empresas <strong>busquem uma certificação de bem-estar animal</strong> – ou seja, que abram suas operações à avaliação de instituições independentes como forma de assegurar ao público que adotam as boas práticas necessárias para melhorar a qualidade de vida e o conforto das criações. Trata-se de um passo importante para a transparência no mercado.</p>
<p>De outro modo, os consumidores estariam sujeitos a serem enganados por companhias que adotam apenas um discurso bonito, com o qual encobrem métodos cruéis no manejo dos animais que dão origem aos nossos alimentos. O Instituto Certified Humane é uma instituição que cumpre o papel de verificar se as boas intenções e as belas palavras são efetivamente, postas em prática por criadores e empresas que se comprometem com a causa.</p>
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		<title>O bem-estar animal está em alta, mas poucas vezes vem associado a uma medida concreta e a um programa de certificação de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:47:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A julgar pelas notícias, o bem-estar animal está na moda. Quase toda semana aparece alguma empresa de alimentos anunciando o compromisso de zelar pela qualidade de vida do gado de corte, das vacas leiteiras, dos frangos ou das galinhas poedeiras. Poucas vezes, no entanto, esses anúncios vêm associados a um programa de certificação de alimentos.</h3>
<p>Essa <strong>medida concreta</strong> da certificação de alimentos deve para mostrar ao público que o compromisso é para valer – como a adesão a um programa sério, por exemplo. Vamos olhar mais atentamente o que está acontecendo no mercado. A onda em favor do bem-estar animal vem varrendo praticamente todo o setor de alimentos, desde produtores de ovos a laticínios, passando por frigoríficos e chegando até restaurantes, cafeterias e lanchonetes.</p>
<p>Há grupos de todos os tamanhos: grandes multinacionais, indústrias tradicionais e pequenas empresas familiares. Sem dúvida essas empresas estão reagindo às <strong>pressões dos consumidores</strong>. Por isso todo mundo parece despertar para a necessidade de tratar bem os animais que produzem, ou ao menos exigir que seus fornecedores o façam. Parece bom, não?</p>
<h3>A certificação de alimentos assegura aos consumidores que o compromisso com o bem-estar animal é para valer</h3>
<p>De um certo ponto de vista, é sim. Pior seria se ninguém desse a mínima para o assunto. O problema com as modas, porém, é que elas passam. Se isso acontecer com o bem-estar animal, as promessas serão esquecidas? Esse é o risco de um momento como esse. E é provavelmente o que vai acontecer se não houver entre as empresas e o público instituições independentes – como o Instituto Certified Humane – que assumam a responsabilidade de assegurar que as boas práticas na criação de animais estão sendo <strong>realmente seguidas</strong>. Como diz a sabedoria popular, é mais fácil falar do que fazer e de boas intenções o inferno está cheio.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1494" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg" alt="galinhas livres de gaiolas: certificacao de alimentos" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-600x399.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-400x266.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Precisamos reconhecer que em boa parte dos casos falta um pouco de <strong>transparência</strong> nos compromissos firmados pelas empresas. De maneira geral, divulga-se um prazo de adaptação – como excluir da lista de fornecedores aqueles que criarem galinhas em gaiolas ou que não cuidarem adequadamente das matrizes de suínos. Mas é preciso alguém que possa certificar que o avanço gradual está realmente acontecendo ao longo do tempo. O papel de uma entidade como o Instituto Certified Humane é justamente esse.</p>
<p>As normas de certificação de alimentos permitem que as empresas obtenham o <strong>selo Certified Humane</strong> – uma garantia de que o bem-estar animal está sendo respeitado – para cada uma de suas operações. Um produtor de ovos, por exemplo, pode certificar uma granja de cada vez (e só a unidade certificada terá direito a exibir o selo em seus produtos). Permite-se que um restaurante ou lanchonete obtenha o selo apenas para um determinado prato que seja produzido exclusivamente com ingredientes certificados. Passo a passo, mas sempre em frente, portanto.</p>
<p>É importante que essa asseguração independente seja feita. Caso contrário, as empresas que fizerem a coisa certa perderão a oportunidade de se comunicar de forma correta e transparente com o público. Aquela cujo compromisso for apenas da boca para fora estarão tão somente enrolando o consumidor e praticando aquilo que muitas vezes é mera <strong>“virtude para ostentação”</strong>: apenas um bom discurso para fazer bonito, mas sem nenhuma consequência prática.</p>
<p>Cabe às empresas realmente interessadas no bem-estar animal procurar formas de assegurar ao mercado que seu compromisso com o bem-estar animal é sério – o selo Certified Humane é uma excelente alternativa para isso. Os consumidores também têm um papel importante: é preciso <strong>exigir provas concretas</strong> sempre que uma empresa se disser a favor da qualidade de vida dos animais.</p>
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		<title>Certificação de alimentos: veja como obter o selo Certified Humane para um ou vários produtos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 15:07:39 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Muitas empresas já perceberam que o respeito ao bem-estar animal passou a ser um valor fundamental nas decisões de compra tomadas pelos consumidores. A boa notícia é que elas também podem ter uma certificação de alimentos.</h3>
<p>Não são só os criadores que podem <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-como-obter-o-selo-de-bem-estar-animal"><strong>obter o selo de bem-estar animal Certified Humane</strong></a>. É possível fazer a certificação de alimentos, como refeições prontas congeladas, maioneses, presuntos, iogurtes, sorvetes e outros tipos de comida que usem proteína animal como ingrediente. As <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/"><strong>normas de boas práticas de bem-estar animal</strong></a> determinam como um fabricante de alimentos pode obter o selo Certified Humane para um – ou para vários – de seus produtos. Veja cinco aspectos que as empresas precisam seguir para terem seus produtos certificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. A matéria-prima (carne, leite e ovos) tem de ser fornecida por criadores certificados com o selo Certified Humane</h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1478 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-300x185.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-768x473.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-600x369.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-200x123.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-400x246.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-800x492.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O selo Certified Humane só pode ser concedido para um produto que puder comprovar a utilização exclusiva de carne, leite e ovos que também tiverem a certificação de bem-estar animal. Afinal de contas, o compromisso é garantir que os animais tiveram um tratamento humano – ou seja, <strong>livre de sofrimentos e desconforto desnecessário</strong> – desde o nascimento até à mesa do consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. A empresa pode buscar a certificação para apenas um produto ou para um grupo deles</h3>
<p>O selo Certified Humane comprova que um determinado alimento foi produzido respeitando as boas práticas de bem-estar animal. Nesse sentido, ele é específico para cada item certificado. Uma empresa que o obtém o selo para um de seus produtos não poderá usá-lo para os demais – a menos que todos sejam submetidos ao mesmo processo de certificação de alimentos. Em outras palavras, <strong>a empresa certifica cada produto separado</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Para certificar um produto, um fabricante de alimentos precisa demonstrar organização</h3>
<p>No processo de certificação, os inspetores do Instituto Certified Humane vão averiguar alguns aspectos da organização da empresa essenciais para a certificação. Será preciso, por exemplo, apresentar um plano de compras dos ingredientes a serem usados nas receitas dos produtos que vão receber o selo Certified Humane. Outra exigência: as matérias-primas dos produtos certificados devem ser <strong>armazenadas separadamente</strong>. Isso é importante para evitar que matérias-primas não certificadas sejam usadas nos produtos que vão receber o selo. Também é preciso manter registros de compras e reclamações feitas aos fornecedores, demonstrando que as informações poderão ser rastreadas e recuperadas sempre que for necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. A empresa que busca a certificação precisa ser transparente nas inspeções</h3>
<p>Uma regra básica para quem busca a certificação de alimentos de bem-estar animal é estar disposto a receber a visita dos inspetores do Instituto Certified Humane a qualquer momento. Isso vale tanto para os criadores de animais quanto para os fabricantes de alimentos. Como diz o dito popular: quem não deve, não teme. O <strong>compromisso com a transparência</strong> atesta o firme propósito de seguir as boas práticas de bem-estar animal prescritas pelas normas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1464" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção-300x225.jpg" alt="Certificação de alimentos- inspeção" width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção-200x150.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>5. É preciso se submeter ao processo de inspeção</h3>
<p>O processo de certificação de um fabricante de alimentos é bastante semelhante ao dos sítios e fazendas. As empresas precisam fazer a solicitação inicial e submeter-se à inspeção, arcando com os custos necessários para o processo (nunca é demais lembrar que as taxas para a certificação são bastante acessíveis para empresas de todos os portes). Depois, basta aguardar o resultado da avaliação dos inspetores. Quem passa por todo o processo precisa <strong>renovar o certificado anualmente.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obviamente, há um aspecto fundamental em tudo isso: <strong>a pressão dos consumidores</strong>. São eles que estão exigindo que as empresas se adaptem a uma nova realidade, na qual não se toleram mais os maus tratos aos animais e o sofrimento das criaturas que nos servem de alimento.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certificacao-de-alimentos-como-obter-selo-certified-humane/">Certificação de alimentos: veja como obter o selo Certified Humane para um ou vários produtos</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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