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	<title>Arquivos boas práticas de bem-estar animal - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 25 Jun 2025 17:40:11 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Saiba quais instalações favorecem o bem-estar de frangos de corte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 20:02:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Frangos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[frangos de corte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar de frangos de corte depende de uma série de cuidados que incluem o manejo correto, uma alimentação nutritiva e instalações mantidas em condições que lhes permitam exercer o comportamento natural da espécie. O ambiente também precisa respeitar as necessidades físicas das aves e...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/saiba-quais-instalacoes-favorecem-o-bem-estar-de-frangos-de-corte/">Saiba quais instalações favorecem o bem-estar de frangos de corte</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O bem-estar de frangos de corte depende de uma série de cuidados que incluem o manejo correto, uma alimentação nutritiva e instalações mantidas em condições que lhes permitam exercer o comportamento natural da espécie. O ambiente também precisa respeitar as necessidades físicas das aves e protegê-las contra desconforto térmico, medo e estresse.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Baseado em pesquisas científicas, recomendações de profissionais e práticas reconhecidas como o manejo apropriado dos animais, o referencial de bem-estar animal para a Criação de Frangos de Corte da </span><span style="font-weight: 400;">Humane Farm Animal Care</span><span style="font-weight: 400;"> apresenta as diretrizes aprovadas para criação, manejo, transporte e abate de frangos de corte segundo o programa Certified Humane. </span><span style="font-weight: 400;">As instalações recebem seu próprio capítulo &#8211; Parte 3 Ambiente</span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; </span><span style="font-weight: 400;">seções E 1 &#8211; E 50</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Gostaria de saber mais sobre como construir instalações que favorecem o bem-estar de frangos de corte &#8211; incluindo o piso, a cama, as instalações elétricas e ainda o projeto de iluminação mais adequado? Então, acompanhe o texto abaixo!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Registros das instalações que favorecem o bem-estar</b></h2>
<p><b></b><span style="font-weight: 400;">O programa Certified Humane exige que cada lote de frango receba um registro contendo uma lista de verificação com pontos críticos relacionados ao bem-estar das aves: esse registro precisa ser constantemente atualizado e estar disponível para o inspetor da HFAC sempre que requisitado </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A lista de pontos críticos do registro deve incluir:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Área total disponível para as aves;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quantidade total de aves;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quantidade total de bebedouros e comedouros ou espaço total de comedouros</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">lineares;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Programa de alimentação;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Parâmetros alvo de qualidade do ar e de temperatura conforme a idade;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Programa e níveis de iluminação; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Procedimentos de emergência (ex.: ações em caso de incêndio, inundação, falha de</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">equipamentos automáticos e quando a amônia ou a temperatura ultrapassar os limites aceitáveis).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b></b><b></b><b></b><b>Instalações elétricas</b></h2>
<p><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Ao projetar as instalações elétricas, é imprescindível assegurar-se de que sejam:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Inacessíveis aos frangos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Bem isoladas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Protegidas contra roedores;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Aterradas adequadamente; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Testadas regularmente para verificação de descarga elétrica.<br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b></b></p>
<h2><b></b><b>Projeto dos pisos </b><b><br />
</b><b></b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O alojamento dos frangos de corte deve obrigatoriamente ter um piso que permita a limpeza e uma desinfecção eficazes para evitar o acúmulo de parasitas e outros agentes transmissores de doenças. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Assim, é recomendável utilizar pisos de concreto no lugar de pisos de chão batido &#8211; justamente porque os primeiros podem ser limpos e desinfetados com maior eficácia.</span></p>
<h2><b><br />
</b><b>Pisos de concreto</b></h2>
<p><b></b><b></b><b></b><span style="font-weight: 400;">O piso de concreto das instalações que alojam os frangos de corte precisa ser de construção sólida, lisa e resistente. O chão não deve apresentar buracos ou rachaduras significativas e qualquer problema deve ser apropriadamente reparado.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b></b><b>Cama</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os alojamentos dos frangos de corte devem ter o piso completamente coberto por cama apropriada para alojar as aves e mantê-las bem &#8211; camas estas que precisam estar permanentemente acessíveis às aves. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Com isso, a cama dos frangos de corte deve:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser de material e tamanho de partículas adequados;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser de boa qualidade (limpa, seca, à prova de pó e absorvente);</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser revirada para permanecer em condição friável e seca;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ter profundidade suficiente para a diluição das excretas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os pés das aves devem estar livres de contaminação fecal excessiva;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Permitir que as aves tomem “banho de areia”; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser redistribuídas regularmente e recobertas, quando necessário, por uma cama nova.<br />
</span><b></b><b></b></p>
<h2><b><br />
</b><b>Projeto de programa de iluminação</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As normas do programa para certificação de bem-estar animal Certified Humane ditam que o programa de iluminação utilizado nas instalações dos frangos de corte deve ser projetado para diminuir problemas nas suas pernas e garantir um descanso adequado para as aves. As aves devem receber no mínimo 6 horas de escuro contínuo diariamente.<br />
</span><b></b></p>
<h2><b><br />
</b><b>Intensidade da luz</b><span style="font-weight: 400;"> </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo do dia, o nível de iluminação das instalações dos frangos de corte deve permitir que as aves tanto enxerguem quanto possam ser inspecionadas pelos criadores sem qualquer dificuldade. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O sistema de iluminação nas instalações dos frangos de corte precisa ser capaz de  proporcionar uma iluminação média mínima de 20 lux dentro de todo o alojamento.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-frangos-de-corte"><b>→ Querendo saber mais sobre o bem-estar dos frangos de corte? Então acesse já o referencial de Criação de Frangos de Corte completo da HFAC!</b></a><b> </b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h3>
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			</item>
		<item>
		<title>5 regras de bem-estar para o transporte de bovinos</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/5-regras-de-bem-estar-para-o-transporte-de-bovinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 17:59:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Assegurar o bem-estar dos bovinos não apenas no local de criação, mas também durante o transporte, tem enorme impacto na condição dos animais e na qualidade do produto final. É por isso que gerenciar o transporte de bovinos em condições de bem-estar, assim como para...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Assegurar o bem-estar dos bovinos não apenas no local de criação, mas também durante o transporte, tem enorme impacto na condição dos animais e na qualidade do produto final. É por isso que gerenciar o transporte de bovinos em condições de bem-estar, assim como para outras espécies de animais, envolve uma série de variáveis a observar e diretrizes a seguir.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Referência no tema, o </span><i><span style="font-weight: 400;">North American Meat Institute</span></i><span style="font-weight: 400;"> (NAMI) recomenda que os locais de abate e processamento avaliem o bem-estar dos animais que chegam realizando auditorias internas regulares para detectar possíveis problemas e promover melhorias no transporte. Outra orientação é para que as diretrizes específicas do MAPA em questão sejam consultadas. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mas existem práticas de bem-estar que valem para qualquer situação &#8211; e você vai conhecer no texto abaixo 5 regras essenciais de bem-estar para o transporte de bovinos! Siga conosco!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>1. Treinamento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A indústria da carne possui programas específicos para cada espécie baseados em dados científicos que são destinados a educar produtores, transportadores e processadores sobre as melhores práticas de bem-estar na criação dos animais. Isso inclui programas voltados para o transporte de bovinos que oferecem, inclusive, a certificação de treinamento para transportadores e manejadores dos animais, tanto na fazenda como nas plantas frigoríficas. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">A certificação de treinamento é a única maneira de comprovar que o produtor, o transportador ou o processador conhece as práticas de bem-estar e as técnicas de manejo animal que são aprovadas pela indústria &#8211; e é extremamente recomendado que ela seja obtida.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>2. Práticas de direção de caminhão</b></h2>
<p><b></b><span style="font-weight: 400;">Dirigir o caminhão cuidadosamente ao realizar o transporte de bovinos ajuda a prevenir lesões, ferimentos e perdas. Em contrapartida, paradas bruscas e acelerações muito rápidas aumentam os níveis de estresse e a ocorrência de ferimentos. Mitigar riscos de acidentes deve ser sempre uma prioridade durante o transporte!</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Optar por rotas mais diretas e simultaneamente evitar buracos e rodovias não pavimentadas também oferece benefícios &#8211; a principal recomendação, no entanto, é manter o veículo e a carga sempre em movimento. Isso porque o número de animais doentes, feridos, fatigados e até mortos cresce substancialmente quando o veículo é parado uma vez que os animais se agitam e aumenta o calor corporal. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h2><strong>3. Modelo de carroceria</strong></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As carrocerias dos veículos usados no transporte de bovinos devem permitir que os animais sejam transportados de forma humanitária. O piso deve ser integralmente antiderrapante e as carrocerias devem ter altura suficiente entre os compartimentos para que os animais mantenham sua posição natural sem que a cabeça ou o dorso encostem no teto ou nos portões internos da carroceria. Atenção às pontas de ferros e ripas quebradas que podem ferir os animais, por isso a inspeção rotineira e a manutenção devem ser prioridade. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Para carrocerias de dois andares, as rampas internas devem permanecer niveladas, com painéis ou trilhos no lugar para evitar que os animais caiam para os lados. As rampas não devem ser tão íngremes a ponto de fazer com que os animais deslizem e precisam ser construídas com material antiderrapante. Portas e portões devem poder ser abertos e fechados livremente e de forma segura.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>4. Embarque</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Pesquisas comprovam que a sobrecarga dos caminhões aumenta as contusões e o número</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">de animais cansados, feridos, incapazes de se locomover ou mortos. Assim, as carrocerias só devem ser carregadas na densidade recomendada pelo MAPA e pela indústria. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Motoristas e equipes de embarque devem conhecer a metragem quadrada da carroceria do veículo e o peso médio dos animais para determinar o número de animais adequado por compartimento. Os motoristas ainda devem estar cientes de condições que exijam ajustes</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">de densidade, como condições climáticas extremas e o transporte de animais de descarte. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As características físicas dos animais, como a presença de chifres, também devem ser levadas em conta &#8211; bem como a presença de animais incompatíveis por natureza, como machos inteiros e animais muito agitados. Nesses casos, os bovinos devem ser separados e todos os portões fechados em cargas que requerem segregação durante o transporte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os animais apresentados para o transporte devem estar em condições adequadas para permanecerem em pé sem dificuldade para serem transportados. O embarque de qualquer animal debilitado ou sem condições físicas é inaceitável.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
<b>5. Recepção na planta processadora</b></span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O local de processamento tem a responsabilidade de garantir que a instalação esteja preparada para receber os bovinos: piso antiderrapante nas rampas e docas e iluminação suficiente na área de desembarque são obrigatórios. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">É preciso fornecer a funcionários e motoristas não apenas treinamento sobre o manejo correto como também colocar à disposição deles equipamentos aceitáveis para exercê-lo. Em caso de condições climáticas extremas, deve-se prover recursos para gerenciar tais condições como água potável e cobertura parcial, em especial nos currais de espera. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Outro cuidado indispensável é sempre disponibilizar a programação das cargas para evitar o acúmulo de caminhões e permitir o desembarque imediato dos animais. Também é preciso criar uma política e meios de manejo destinados aos animais incapazes de se locomover, bem como dispor de equipamento de abate de emergência em bom estado de manutenção.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-para-o-abate"><b>→ Clique e conheça as normas para o abate de bovinos, suínos e ovinos! </b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></h3>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Bem-estar para perus: dicas práticas de alimentação e fornecimento de água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 20:55:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Perus]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[boas práticas de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[perus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dar aos perus uma alimentação saudável e nutritiva, assim como deve ser feito em todo tipo de criação, é crucial para assegurar o bem-estar dos animais e colher os frutos do manejo responsável &#8211; custos reduzidos, produto final aprimorado e reconhecimento do mercado, entre outros....</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Dar aos perus uma alimentação saudável e nutritiva, assim como deve ser feito em todo tipo de criação, é crucial para assegurar o bem-estar dos animais e colher os frutos do manejo responsável &#8211; custos reduzidos, produto final aprimorado e reconhecimento do mercado, entre outros. E o referencial de bem-estar animal da </span><span style="font-weight: 400;">Humane Farm Animal Care</span><span style="font-weight: 400;"> tem as dicas certas para proporcionar bem-estar para perus.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvido com base em pesquisas científicas, recomendações veterinárias e ainda experiências práticas de produtores, além das diretrizes da Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals (RSPCA), o referencial da HFAC traz práticas rotineiras para que produtores sigam os padrões internacionais de manejo dos animais. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">E aí, quer entender melhor como assegurar o bem-estar dos perus? É só seguir conosco até o final!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Alimentos saudáveis e nutritivos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que vivam com a saúde plena e em um estado positivo de bem-estar, os perus precisam ter acesso livre a água fresca e de qualidade, e a uma dieta nutricional elaborada especificamente para a espécie, atendendo ainda às demandas por fase produtiva. Além disso, a distribuição do alimento e da água deve ser realizada de forma a evitar que os animais entrem em competições indevidas ou que tenham que percorrer mais do que 7,3 m para acessar esses recursos. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Assim, as principais dicas para dar aos perus uma boa alimentação, são: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ofereça uma dieta saudável e fresca, livre de contaminantes e armazenada corretamente;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Assegure-se de que a alimentação é adequada à espécie, à idade e ao estágio da produção;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Disponibilize diariamente alimentos nutritivos em quantidade suficiente para mantê-los em boa saúde;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Use os parâmetros do Conselho Nacional de Pesquisa (National Research Council/NRC), ou ainda referências locais validadas, para atender às necessidades nutricionais dos perus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Atenção especial à altura dos comedouros, que deve ser ajustada ao tamanho e a idade das aves. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b></b></p>
<h2><b>Fácil acesso ao alimento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro cuidado indispensável no que se refere ao bem-estar para perus é garantir a eles o acesso contínuo a alimentos nutritivos ao longo do dia &#8211; é expressamente proibido privá-los de alimentos para induzir a muda em aves reprodutoras. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Existem apenas algumas exceções que exigem a interrupção do acesso contínuo dos perus ao alimento &#8211; veja quais são:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quando as restrições alimentares forem orientadas diretamente por um veterinário;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quando houver restrição ao consumo de machos reprodutores; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Jejum pré-abate dos animais.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Sistemas de alimentação que previnem problemas de saúde</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é dever do produtor ter o cuidado e o controle para que os componentes nutricionais, a qualidade do alimento e o próprio regime de alimentação evitem malformações nas pernas e outros problemas de bem-estar associados à taxa rápida de crescimento dos perus.<br />
</span> <span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Fornecimento de água</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Não são apenas os alimentos: os perus também precisam dispor de acesso contínuo a um suprimento de água limpa, fresca e destinada para o consumo com qualidade testada. Assegurar aos animais fonte adicional de água nas estações quentes e para casos de emergência é imprescindível.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">As únicas exceções que levam ao interrompimento do fornecimento de água aos perus, são:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quando orientado por um veterinário;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quando houver restrição alimentar nos machos reprodutores.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Disposição e modelo dos bebedouros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A disposição e o modelo dos bebedouros com taça podem ajudar a reduzir o derramamento de água e evitam possíveis problemas de manejo nas camas dos perus. Por isso, os bebedouros devem: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser projetados especificamente para perus;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser colocados em uma altura adequada para o tamanho e a idade das aves;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ser verificados e receber manutenções constantes.</span></p>
<h3><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-perus"><b>→ Quer saber tudo sobre o bem-estar para perus? Acesse o manual completo da HFAC! </b><b><br />
</b></a></h3>
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		<title>Certified Humane e Fazenda da Toca promovem conversa sobre bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2020 12:38:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Falar de bem-estar animal e da importância de melhorar a vida dos animais de produção nunca é demais. Por isso, a certificada Fazenda da Toca promoveu uma conversa sobre bem-estar animal com a Certified Humane, maior certificadora do mundo voltada à promoção da qualidade de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Falar de bem-estar animal e da importância de melhorar a vida dos animais de produção nunca é demais. Por isso, a <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/fazenda-da-toca-organicos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificada Fazenda da Toca</a> </strong>promoveu uma conversa sobre bem-estar animal com a Certified Humane, maior certificadora do mundo voltada à promoção da qualidade de vida dos animais de produção. O bate-papo online faz parte da série chamada Diálogos da Toca, que aborda temas relacionados à atuação da fazenda, como produção orgânica e sustentabilidade.</p>
<p>Os pontos que permearam a conversa foram o protagonismo das práticas de bem-estar animal em granjas e criações no mundo inteiro, e a posição do Brasil como um dos países que mais puxam o movimento. A atuação de empreendimentos que produzem com bem-estar animal reflete o <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ter-um-selo-de-bem-estar-animal-faz-a-diferenca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>respeito e o apreço pelas aves</strong></a>. O cuidado com a sua <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/pesquisa-mostra-melhores-resultados-em-galinhas-poedeiras-criadas-livres-de-gaiolas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">qualidade de vida</a></strong> leva a um sistema produtivo ético, responsável e sustentável cada vez mais marcado por um posicionamento crítico<strong> <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/producao-de-ovos-cage-free-dispara-na-america-latina/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">do consumidor</a></strong>, da indústria e da sociedade.</p>
<p>Participaram da conversa sobre bem-estar animal Luiz Mazzon, diretor para a América Latina da HFAC, e Fernando Bicaletto, CEO da Fazenda da Toca, com mediação de Paulo de Araújo, coordenador de comunicação da Toca. Nesse diálogo, eles também falaram do contexto histórico do conceito de bem-estar animal, definição, procedimentos, processos e comportamentos naturais das aves poedeiras. Eles explicaram em detalhes o conceito de bem-estar animal e as práticas envolvidas.</p>
<p>Assista o bate-papo e entenda mais como os animais são tratados no processo de produção de alimentos com bem-estar!</p>
<p><iframe title="Fazenda da Toca e Certified Humane apresentam bate papo sobre bem-estar animal" width="1060" height="596" src="https://www.youtube.com/embed/khcDrOOY_Ok?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Ranking de bem-estar animal BBFAW aponta avanço de empresas brasileiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Mar 2018 18:59:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Práticas mais humanas e responsáveis de criação estão cada vez mais na pauta das empresas do setor alimentício. E para avaliar o comportamento destas companhias em relação ao tema, o ranking de bem-estar animal Business Benchmark on Farm Animal (BBFAW), publicado por ONGs internacionais, apresenta...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Práticas mais humanas e responsáveis de criação estão cada vez mais na pauta das empresas do setor alimentício. E para avaliar o comportamento destas companhias em relação ao tema, o </span><strong><a href="https://www.bbfaw.com/media/1506/bbfaw-report-interactive-amended-21st.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">ranking de bem-estar animal Business Benchmark on Farm Animal (BBFAW)</a></strong><span style="font-weight: 400;">, publicado por ONGs internacionais, apresenta dados atualizados anualmente. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">São informações que relatam como frigoríficos, restaurantes e agroindústrias, por exemplo, lidam com práticas mais humanas e responsáveis de criação. Ainda, o </span><span style="font-weight: 400;">ranking de bem-estar animal </span><span style="font-weight: 400;">relata como essas empresas se reportam quanto ao tema para o público e para a sociedade. Esta, que já é a sexta edição publicada da pesquisa, avaliou 110 grandes marcas, classificando-as <strong>entre o nível 1 (melhor) e o nível 6 (pior)</strong>.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<h3><b>Empresas brasileiras avançaram</b></h3>
<p><strong>O Brasil se saiu bem no </strong><span style="font-weight: 400;"><strong>ranking de bem-estar animal</strong>.</span><span style="font-weight: 400;"> As companhias que representam o nosso país na lista, as gigantes BRF, JBS e Marfrig, progrediram no relatório divulgado na última semana. A Marfrig apresentou bom desempenho, subindo uma posição  na pesquisa. A empresa, que havia caído para o nível 4 no ano passado, avançou para o nível 3, que abrange negócios que já realizam boas práticas de bem-estar animal mas que ainda necessitam evoluir no tema. A JBS também prosperou, passando do nível 3, em que estava estacionada por três anos, para o nível 2. Até o ano passado, a BRF era a única representante do país nesta posição. A multinacional manteve o seu lugar, continuando no nível 2. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Duas das três empresas brasileiras estão classificadas no nível 2 do </span><span style="font-weight: 400;">ranking de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">, atingindo um grande progresso em comparação aos dados registrados em 2016. O nível 2 significa um estágio bem próximo da liderança quando o assunto é bem-estar animal, comprovando que as companhias do país estão cada vez mais atentas sobre quanto às<strong> regras de manejo humanizado</strong>. </span></p>
<h3><b>O BBFAW</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Business Benchmark on Farm Animal Welfare é um</span><span style="font-weight: 400;"> ranking de bem-estar animal </span><span style="font-weight: 400;">com alcance global. O material é resultado de uma parceria entre as ONGs World Animal Protection, Compassion in World Farming e Coller Capital. As empresas são classificadas conforme a sua <strong>responsabilidade e comprometimento com boas práticas de bem-estar animal</strong>. As categorias avaliadas são: </span><span style="font-weight: 400;">Compromisso e Política de Gestão, Governança e Implementação de Políticas, Liderança e Inovação e Relatórios de Desempenho e Impacto. Todas as informações verificadas são divulgadas pelas próprias empresas avaliadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desempenho de destaque do país no </span><span style="font-weight: 400;">ranking de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;"> também pode ser explicado pelo fato de as empresas brasileiras avaliadas serem grandes exportadoras para os EUA e a Europa, locais onde já é preciso assegurar o bem-estar animal. O Brasil ainda continua com o mesmo número de empresas consideradas e sem nenhum representante no topo da lista. Estamos crescendo, mas ainda engatinhando. Quem sabe em 2019?</span></p>
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		<title>Consumidores abominam crueldade e priorizam o bem-estar animal, segundo pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 13:14:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como os animais são tratados é uma questão levada muito a sério pelos brasileiros &#8211; a maior parte dos consumidores coloca o bem-estar animal em primeiro lugar na hora de ir ao supermercado. É o que revela uma pesquisa encomendada pela ONG Mercy...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;"> A forma como os animais são tratados é uma questão levada muito a sério pelos brasileiros &#8211; a maior parte dos consumidores coloca o bem-estar animal em primeiro lugar na hora de ir ao supermercado.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É o que revela uma pesquisa encomendada pela </span><a href="https://www.mercyforanimals.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>ONG Mercy For Animals</b></a><span style="font-weight: 400;">, que atua contra as atrocidades praticadas com os animais explorados para o consumo. O </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1938754-consumidor-rejeita-sofrimento-animal-e-quer-transparencia-diz-pesquisa.shtml"><span style="font-weight: 400;">estudo</span></a><span style="font-weight: 400;">, que foi realizado pelo </span><b>instituto Ipsos </b><span style="font-weight: 400;">e divulgado pela Folha de São Paulo, ainda apontou que 72% dos entrevistados acreditam que o consumidor deveria estar a par do sofrimento contra os animais na produção dos alimentos. O bem-estar animal e a relação do consumidor com práticas abusivas de criação foram questões levantadas no estudo, que envolveu cerca de 1.000 internautas de ambos os sexos, com 18 anos ou mais.</span></p>
<h3>Não ao sofrimento dos animais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal.png" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright wp-image-1629 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-300x126.png" alt="" width="300" height="126" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-300x126.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-600x252.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-200x84.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-400x168.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal.png 643w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ovos-bem-estar-das-galinhas-poedeiras-esta-no-topo-da-preocupacao-dos-consumidores/"><span style="font-weight: 400;">limitação do movimento das galinhas </span></a><span style="font-weight: 400;">pelo confinamento em gaiolas foi outro ponto destacado. O questionário exibiu uma imagem do sistema de produção de ovos “gaiola de baterias”, em que estes animais ficam confinados por toda a vida em um espaço muito restrito, além de perguntas mais gerais. Quando perguntados sobre esta prática, 63% julgaram absolutamente <strong>inaceitável</strong>, o que confirma a preocupação com o bem-estar animal. Somente 3% consideraram absolutamente aceitável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre limitar o espaço de movimento dos animais a fim de produzir alimentos, 66% avaliaram como totalmente inaceitável. Por fim, 72% dos consumidores concordam totalmente que deveriam estar cientes do <strong>sofrimento</strong> envolvido com os produtos vendidos em supermercados, sendo que para 57% estes estabelecimentos não deveriam nem disponibilizar estas mercadorias.</span></p>
<h3>Respeito ao bem-estar animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Felizmente, estes números revelam que a percepção das pessoas em relação à criação dos animais vem mudando &#8211; </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/consumidor-exige-producao-de-alimentos-com-transparencia/"><span style="font-weight: 400;">o público está disposto a pagar mais por produtos que envolvam o bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;">, práticas mais humanas e responsáveis de criação. Esta conscientização vai ao encontro da atuação do Instituto Certified Humane na busca por <strong>melhores condições de vida para os animais</strong>, desde o nascimento até o abate. É uma luz que se acende e emite um sinal para os criadores repensarem o manejo dos animais, que pode ocorrer de uma forma mais decente e humanizada, gerando ganhos de eficiência e produtividade.</span></p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 13:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos. É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos.</h2>
<p>É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk, da canadense University of British Columbia. Aproximadamente 500 pessoas participaram do estudo que leva em conta o bem-estar animal.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p>A cada uma delas, os entrevistadores mostraram dois pares de imagens. No primeiro conjunto, os participantes tinham de dizer se preferiam a produção em confinamento ou fora dele para um determinado tipo de animal (que poderiam ser bovinos de corte, frangos de corte, galinhas poedeiras, matrizes suínos ou leitões em amamentação). No segundo conjunto de imagens, a escolha era entre a criação em gaiolas ou fora de confinamento. A preferência pelos métodos que proporcionam mais liberdade foi significativa – apenas uma minoria afirmou preferir os sistemas mais tradicionais.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1595" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg" alt="bem-estar animal galinhas poedeiras livres" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-200x134.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Mais especificamente, 87% das pessoas disseram preferir a ausência de confinamento, quando a opção era entre a criação confinada ou não – 78% dos entrevistados optaram pela criação livre de gaiolas, quando essas eram as opções apresentadas. A razão para essas preferências, segundo os entrevistados, é a percepção que os bichos livres para se mover e expressar seu comportamento natural têm mais qualidade de vida, visando o bem-estar animal.</p>
<p>O estudo foi publicado em setembro na Animals, uma revista científica internacional dedicada a pesquisas sobre os animais, incluindo zoologia e ciências veterinárias. De acordo com as pesquisadoras, o trabalho buscou descobrir quais as crenças e as atitudes dos brasileiros – especialmente daqueles que não têm qualquer ligação com o setor agropecuário – no que diz respeito aos métodos de criação dos animais de fazenda. “Nossas descobertas indicam que as atuais práticas de criação de animais de fazenda que são associadas às restrições de movimento podem não estar alinhadas com as <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-como-exigencia-do-mercado/">expectativas da sociedade</a></strong>”, escrevem as autoras. Isso pode ser um problema sério para as empresas que não souberem se adaptar. “A falta de engajamento nesse tema põe em risco a sustentabilidade de longo prazo das indústrias”.</p>
<h3>Um alerta para criadores de animais</h3>
<p>Um motivo de alerta para o setor de alimentos: 79% dos entrevistados acreditam que os animais de fazenda não são bem tratados no Brasil. Esse é um dado importante para o Instituto Certified Humane. Empresas e criadores dispostos a dar um tratamento humano e adequado aos animais terão de encontrar maneiras de<strong> <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/medida-concreta-de-certificacao-de-alimentos/">comprovar seu compromisso aos consumidores</a></strong> – e isso pode ser feito por meio da certificação de bem-estar animal, na qual uma entidade independente avalia o sistema de produção para assegurar ao público se as boas práticas estão realmente sendo adotadas.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/estudo-brasileiros-se-preocupam-com-o-bem-estar-animal/">Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Com bem-estar animal, produção pode ser maior e melhor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2017 10:29:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A médica veterinária e PhD Rosangela Poletto acredita que a interação entre a academia e a indústria é necessária para que o bem-estar animal seja um sistema rentável. Rosângela tem vasta experiência com gados de corte, assim como o abate de suínos e bovinos. Além...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A médica veterinária e PhD Rosangela Poletto acredita que a interação entre a academia e a indústria é necessária para que o bem-estar animal seja um sistema rentável. Rosângela tem vasta experiência com gados de corte, assim como o abate de suínos e bovinos.</h2>
<p>Além de ser mestre na área de ‘Comportamento e bem-estar de animais de produção’, pela Michigan State University; PhD com a Unidade de Pesquisa em Comportamento de Animais de Produção do Departamento da Agricultura dos EUA e com o Laboratório de Etologia Aplicada em Bem-estar Animal da UFSC; é também membro do Comitê Científico do Programa Certified Humane nos EUA desde 2005. Leia mais sobre o ponto de vista da PhD quando o assunto é bem-estar animal.</p>
<ul>
<li>
<h3>Como você avalia a interação entre a academia e a indústria no Brasil com relação à promoção dos sistemas de criação mais focados no bem-estar dos animais de produção?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>A interação entre a academia e indústria não é essencial somente no Brasil para o desenvolvimento de novas tecnologias e sistemas de produção, mas globalmente. Nosso país, por ser um dos maiores produtores mundiais de proteína de origem animal, deve estar na vanguarda de inovações. Para isso, a chave para atender as demandas ascendentes quanto ao bem-estar animal é uma relação sólida e de colaboração entre esses dois setores.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>E como esta interação entre a academia e a indústria pode ser melhorada?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>Como academia precisamos trabalhar em consonância com a indústria e compreender mais amplamente as demandas necessárias para adequação dos sistemas de produção, que sejam economicamente rentáveis enquanto provendo uma melhor condição de bem-estar animal.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>Qual é o maior desafio em termos de bem-estar animal para os criadores de suínos?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>O maior desafio para a criação de suínos em termos de bem-estar é estabelecer, em larga escala, uma instalação de maternidade em que não sejam usadas celas ou outra forma restritiva do movimento da matriz que, ao mesmo tempo, previna o esmagamento dos leitões. Sabemos que já existem sistemas alternativos efetivos, mas ainda não é adotado em escala comercial no Brasil. Outro desafio para o bem-estar dos suínos é a alta densidade nas baias para as fases de crescimento e terminação. Não chego a citar aqui as celas de gestação, já que estas estão progressivamente sendo substituídas pelas baias coletivas.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>E qual seria a complexidade das aves e gado de corte?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1564" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal-300x200.jpg" alt="bovinos: bem-estar animal" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal-600x400.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/bovinos-bem-estar-animal.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Da mesma forma que para matrizes suínas, as galinhas poedeiras comerciais são mantidas em larga escala &#8211; em gaiolas &#8211; mais comumente em sistema de bateria. Este alojamento compromete comportamentos essenciais para as aves, como a postura em ninho, abrir as asas, caminhar e espojar &#8211; ou banho de poeira. O espaço é tão limitado que as aves têm pouquíssima mobilidade na gaiola (a área que cada ave possui é do tamanho de uma folha A4, por exemplo). Espera-se que com uma maior demanda por ovos cage-free, a conversão do sistema de gaiola para aves sendo criadas soltas em galpões seja mais rápida daquela ocorrida para as matrizes suínas.Para os bovinos, os procedimentos invasivos e dolorosos, como a descorna (retirada dos chifres), mochamento e castração sem o uso de analgésicos, comprometem o seu bem-estar. Para alguns profissionais da área, bem como produtores e tratadores, o uso de fármacos que mitiguem a dor nesses procedimentos ainda é um mito e essa barreira precisa ser rompida. Todos devemos estar cientes e ter pleno esclarecimento de que os animais zootécnicos são seres que sentem dor da mesma forma que cães e gatos ou nós seres humanos, por exemplo.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>Quais os benefícios para o produtor e a indústria quando se aplicam boas práticas de bem-estar animal na produção?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>Uma vez atendido o bem-estar animal &#8211; falando-se em conjunto de sanidade, manejo, ambiência, nutrição, gerenciamento na produção e cuidados no transporte e abate, estes produzirão mais e melhor, com uma necessidade reduzida de ferramentas que visam ‘tratar’ enfermidades, problemas de ambiência e comportamentais. Há uma gama de evidências científicas em variadas espécies, experiências de campo que, enquanto auditora e membro do comitê científico e com base nos relatos dos produtores certificados e que fizeram adequações para atender os padrões Certified Humane, foram comprovadas.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>Como você vê o papel do consumidor final de proteína animal na promoção de sistemas que priorizam o bem-estar animal? Há uma mudança de comportamento do consumidor que não tolera mais maus tratos na cadeia de animais de produção?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>Historicamente, na Europa e América do Norte e de forma mais enfática no Brasil, na última década, o consumidor tem sido chave de mudanças na percepção sobre o cuidado animal, nos sistemas de criação e manejo do nascimento ao abate. O poder de ‘barganha’ do consumidor está na simples frase ‘a indústria/mercado precisa ofertar o que eu consumo e que estou disposto a comprar ou pagar’, ou seja, está eticamente no caminho correto. É inegável que os avanços das tecnologias de comunicação, e aí está em primeiro lugar a internet e com ela as redes sociais, têm sido determinantes na disseminação de informações sobre as formas de criação animal até o consumidor final (retails). Algumas das práticas adotadas rotineiramente na criação animal perante os olhos do consumidor são questionáveis ou até inaceitáveis por desconhecimento. Alguns exemplos são o desgaste de dente e sacrifício de leitões recém nascidos, mochamento e castração de animais jovens. Ainda que sejam realizadas da forma mais ‘correta’ e seguindo as recomendações científicas na área de bem-estar animal, não são bem-vistas pelo cliente final.</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>Você acha que esta é uma tendência que veio para ficar? Qual o caminho para atender este novo consumidor?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>Essa evolução quanto à qualidade ética dos produtos de origem animal não só veio para ficar no Brasil, como deve se intensificar ao longo dos próximos anos. O caminho para o setor animal é ‘inovar’. Já vimos isso acontecer em outros lugares do mundo e, agora, é a nossa vez! Sem volta!</p></blockquote>
<ul>
<li>
<h3>Qual a importância do programa Certified Humane para a indústria de proteína animal e o consumidor?</h3>
</li>
</ul>
<blockquote><p>O programa Certified Humane, fundado há mais de uma década, é reconhecido e renomado internacionalmente pela sua seriedade e confiabilidade enquanto programa certificador de bem-estar animal. Os padrões específicos por espécie são atualizados pelo Comitê Científico com frequência para atender as evoluções de estudos e tecnológicas de cada área. Os padrões são completos e contemplam as áreas da sanidade, manejo, ambiência, nutrição, gerenciamento na produção, cuidados com os animais, transporte e abate. Na prática, estes padrões formam os pilares do bem-estar animal. Estes são verificados a risca por auditores altamente qualificados no ato in loco e abrangem desde o nascimento ao abate animal, processamento de derivados e rastreabilidade. Desta forma, garante ao consumidor e à indústria que todo o processo está de acordo com as normas estabelecidas pelo programa.</p></blockquote>
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		<title>Estudo revela que donos de bichos de estimação são os consumidores que pensam mais em bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 13:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha. Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/pesquisa-pets-bem-estar-animal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha.</a></h3>
<p>Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do sofrimento na produção de carne, leite e ovos. A convivência com cães, gatos e outros bichos de estimação é uma das forças que torna o bem-estar animal uma questão cada vez mais importante para os consumidores. Um exemplo: 57% das pessoas que têm cães ou gatos disseram estar dispostas a pagar preços acima de 10% <strong>maiores pela carne que apresentar um certificado de bem-estar animal</strong>. Essa parcela cai para 44% entre a população que não têm bichos de estimação.</p>
<p>Em outras palavras, a fofura de gatinhos e cãezinhos faz algo mais do que chamar a atenção em vídeos e fotos nas redes sociais: <strong>ela reforça os vínculos e o respeito entre humanos e animais</strong>. Criadores de bovinos, suínos e aves – entre outras espécies – precisam levar isso em conta. “Donos de pets transferem os sentimentos fortemente positivos que nutrem pelos animais domésticos para os animais de fazenda, pelo menos até certo ponto”, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Inicialmente, o objetivo da pesquisa era averiguar se haveria um mercado promissor para rações de cães e gatos produzidas de acordo com boas práticas de bem-estar animal. A resposta é afirmativa, uma vez que ficou demonstrado que a sensibilidade ao sofrimento dos animais é mais aguçada em quem convive diariamente com um bichinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Brasil tem hoje a segunda maior população de pets no mundo – e cada um deles convive com humanos potencialmente sensíveis ao bem-estar dos animais de fazenda</h3>
<p>Embora o estudo tenha se dedicado a investigar apenas o comportamento dos consumidores alemães, os pesquisadores acreditam que padrões semelhantes possam se repetir em outros países. “Em geral, nos países da Europa Ocidental os cidadãos estão cada vez mais críticos com relação aos processos de produção usados nos rebanhos das fazendas”, escrevem eles.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1554" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg" alt="" width="300" height="176" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-768x452.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-600x353.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-200x118.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-400x235.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-800x471.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-1200x706.jpeg 1200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>É bom lembrar que o Brasil tem hoje a <strong>segunda maior população mundial de pets</strong>. Segundo o IBGE, há no país 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos – quase a metade dos lares tem um cachorrinho, e cerca de um quinto das casas possui um felino residente. Em cada uma delas, há um consumidor humano potencialmente sensível ao bem-estar animal da fazenda.</p>
<p>Um aspecto a destacar: estudos como esse mostram como é importante que as empresas <strong>busquem uma certificação de bem-estar animal</strong> – ou seja, que abram suas operações à avaliação de instituições independentes como forma de assegurar ao público que adotam as boas práticas necessárias para melhorar a qualidade de vida e o conforto das criações. Trata-se de um passo importante para a transparência no mercado.</p>
<p>De outro modo, os consumidores estariam sujeitos a serem enganados por companhias que adotam apenas um discurso bonito, com o qual encobrem métodos cruéis no manejo dos animais que dão origem aos nossos alimentos. O Instituto Certified Humane é uma instituição que cumpre o papel de verificar se as boas intenções e as belas palavras são efetivamente, postas em prática por criadores e empresas que se comprometem com a causa.</p>
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		<title>O bem-estar animal está em alta, mas poucas vezes vem associado a uma medida concreta e a um programa de certificação de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:47:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A julgar pelas notícias, o bem-estar animal está na moda. Quase toda semana aparece alguma empresa de alimentos anunciando o compromisso de zelar pela qualidade de vida do gado de corte, das vacas leiteiras, dos frangos ou das galinhas poedeiras. Poucas vezes, no entanto, esses...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>A julgar pelas notícias, o bem-estar animal está na moda. Quase toda semana aparece alguma empresa de alimentos anunciando o compromisso de zelar pela qualidade de vida do gado de corte, das vacas leiteiras, dos frangos ou das galinhas poedeiras. Poucas vezes, no entanto, esses anúncios vêm associados a um programa de certificação de alimentos.</h3>
<p>Essa <strong>medida concreta</strong> da certificação de alimentos deve para mostrar ao público que o compromisso é para valer – como a adesão a um programa sério, por exemplo. Vamos olhar mais atentamente o que está acontecendo no mercado. A onda em favor do bem-estar animal vem varrendo praticamente todo o setor de alimentos, desde produtores de ovos a laticínios, passando por frigoríficos e chegando até restaurantes, cafeterias e lanchonetes.</p>
<p>Há grupos de todos os tamanhos: grandes multinacionais, indústrias tradicionais e pequenas empresas familiares. Sem dúvida essas empresas estão reagindo às <strong>pressões dos consumidores</strong>. Por isso todo mundo parece despertar para a necessidade de tratar bem os animais que produzem, ou ao menos exigir que seus fornecedores o façam. Parece bom, não?</p>
<h3>A certificação de alimentos assegura aos consumidores que o compromisso com o bem-estar animal é para valer</h3>
<p>De um certo ponto de vista, é sim. Pior seria se ninguém desse a mínima para o assunto. O problema com as modas, porém, é que elas passam. Se isso acontecer com o bem-estar animal, as promessas serão esquecidas? Esse é o risco de um momento como esse. E é provavelmente o que vai acontecer se não houver entre as empresas e o público instituições independentes – como o Instituto Certified Humane – que assumam a responsabilidade de assegurar que as boas práticas na criação de animais estão sendo <strong>realmente seguidas</strong>. Como diz a sabedoria popular, é mais fácil falar do que fazer e de boas intenções o inferno está cheio.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1494" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg" alt="galinhas livres de gaiolas: certificacao de alimentos" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-600x399.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-400x266.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Precisamos reconhecer que em boa parte dos casos falta um pouco de <strong>transparência</strong> nos compromissos firmados pelas empresas. De maneira geral, divulga-se um prazo de adaptação – como excluir da lista de fornecedores aqueles que criarem galinhas em gaiolas ou que não cuidarem adequadamente das matrizes de suínos. Mas é preciso alguém que possa certificar que o avanço gradual está realmente acontecendo ao longo do tempo. O papel de uma entidade como o Instituto Certified Humane é justamente esse.</p>
<p>As normas de certificação de alimentos permitem que as empresas obtenham o <strong>selo Certified Humane</strong> – uma garantia de que o bem-estar animal está sendo respeitado – para cada uma de suas operações. Um produtor de ovos, por exemplo, pode certificar uma granja de cada vez (e só a unidade certificada terá direito a exibir o selo em seus produtos). Permite-se que um restaurante ou lanchonete obtenha o selo apenas para um determinado prato que seja produzido exclusivamente com ingredientes certificados. Passo a passo, mas sempre em frente, portanto.</p>
<p>É importante que essa asseguração independente seja feita. Caso contrário, as empresas que fizerem a coisa certa perderão a oportunidade de se comunicar de forma correta e transparente com o público. Aquela cujo compromisso for apenas da boca para fora estarão tão somente enrolando o consumidor e praticando aquilo que muitas vezes é mera <strong>“virtude para ostentação”</strong>: apenas um bom discurso para fazer bonito, mas sem nenhuma consequência prática.</p>
<p>Cabe às empresas realmente interessadas no bem-estar animal procurar formas de assegurar ao mercado que seu compromisso com o bem-estar animal é sério – o selo Certified Humane é uma excelente alternativa para isso. Os consumidores também têm um papel importante: é preciso <strong>exigir provas concretas</strong> sempre que uma empresa se disser a favor da qualidade de vida dos animais.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/medida-concreta-de-certificacao-de-alimentos/">O bem-estar animal está em alta, mas poucas vezes vem associado a uma medida concreta e a um programa de certificação de alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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