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	<title>Arquivos aves - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Conheça os principais erros de manejo das aves e saiba como adequar a produção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 13:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[galinhas poedeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inspetora do Instituto Certified Humane há mais 3 anos e com a experiência prática de mais de 14 anos e visitas a  dezenas de granjas no Brasil e no exterior, Juliana Pereira é especialista na criação de galinhas livres de gaiolas. Com sua visão única,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Inspetora do Instituto Certified Humane há mais 3 anos e com a experiência prática de mais de 14 anos e visitas a  dezenas de granjas no Brasil e no exterior, Juliana Pereira é especialista na criação de galinhas livres de gaiolas. Com sua visão única, ela tem atuado ativamente junto aos produtores que estão iniciando o processo de certificação de bem-estar animal e precisam se  adequar ao sistema de produção e ao manejo das aves livres. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Em entrevista recente com o Diretor da Humane Farm Animal Care (HFAC) na América Latina, Luiz Mazzon, Juliana Pereira converteu seu conhecimento prático em valiosas dicas e conselhos que esclarecem as dúvidas mais frequentes dos produtores que não estão acostumados ao manejo de galinhas livres.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Então siga conosco, conheça os principais erros de manejo das aves e saiba como adequar sua produção! </span><b><br />
</b><b><br />
</b><b></b></p>
<h2><b>Erros na alimentação e água</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Um dos principais erros de manejo das aves ocorre quando o produtor fica preso à quantidade de ração que deve ser fornecida a cada indivíduo de acordo com a tabela da linhagem; porém, essa medida geralmente é feita para galinhas criadas em gaiolas. Quando criadas livres, as galinhas expressam seu comportamento natural, forrageiam, se deslocam pelo galpão e gastam mais energia. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Confira os principais erros relacionados ao arraçoamento das aves e como adequar o fornecimento de alimentação e água:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Na criação livre de gaiolas, o volume de consumo de ração deve ser incrementado de 10% a 15%;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A ração não deve ser fornecida apenas uma vez ao dia e tudo de uma vez: isso deixa as aves estressadas e incentiva o canibalismo e a auto-bicagem; A ração diária deve ser fornecida em três porções ao longo do dia; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A alimentação deve ser balanceada de acordo com a idade da ave para atender suas necessidades nutricionais específicas; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os comedouros e bebedouros devem ser sempre limpos e a altura também deve ser ajustada de acordo com o crescimento das aves; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É indispensável fornecer água potável e realizar a análise bacteriológica ao menos uma vez por ano; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Nenhum ingrediente de origem animal deve ser fornecido às aves, assim como antibióticos ou promotores de crescimento. </span><span style="font-weight: 400;"></p>
<p></span></p>
<h2><b>Erros no ambiente</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro dos frequentes erros de manejo das aves é deixar de fornecer poleiros: é da natureza das galinhas empoleirar-se para dormir com segurança e tranquilidade mental. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Veja os principais erros e como adequar o ambiente das aves:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O ideal é disponibilizar poleiros para as aves a partir da quarta semana de idade ou antes;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os poleiros devem ser distribuídos de maneira uniforme no galpão, com pelo menos 2,5cm de diâmetro cada um;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O poleiro deve estar a pelo menos 20 cm da boca do ninho para não bloqueá-lo; e também distante de qualquer estrutura como da parede ou tela; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Na recria, o espaço do poleiro deve ser de 7,5cm  por ave; na produção, 15cm por ave;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os poleiros devem ter angulação máxima de 45 graus em relação a cama para que as aves consigam pular de um para outro; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211;  As fiações ou tubos que suportam os comedouros e bebedouros não são consideradas poleiros. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h2><b>Erros no manejo do ninho</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A presença de ninhos em boas condições à disposição no galpão, assim que a galinha é transferida da recria, é fundamental para que a ave sinta-se segura para fazer a postura. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Confira os principais erros e como adequar o manejo do ninho:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os ninhos sempre devem ter substrato de boa qualidade em seu interior, como cascas de arroz ou maravalha que não seja muito grossa; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quando o substrato está acabando dentro do ninho, é hora de repô-lo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Idealmente, as frangas devem ser transferidas da recria para o galpão de postura com 12 ou 13 semanas para se adaptarem melhor ao ambiente e aos equipamentos;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É preciso ir retirando os ovos à medida que são postos para evitar amontoamento das aves e dos ovos; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É recomendado que o galpão de postura tenha distribuição homogênea de luz em intensidade que permita inspecionar as aves e impedir o amontoamento delas.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<h2><b>Erros no conforto térmico</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A questão do conforto térmico é mais um dos frequentes erros de manejo das aves, especialmente considerando que o Brasil é um país de temperaturas quentes. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Veja os principais erros e como adequar o conforto térmico:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A temperatura corporal das galinhas é de 40 a 41 graus Celsius e elas gastam muita energia para se manterem em conforto térmico no frio; se o ambiente ficar quente demais, caem a produtividade e a qualidade da casca do ovo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Bico e/ou as asas abertas são sinais de que as aves estão com calor, ofegantes e desesperadas para se refrescarem;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O produtor deve sempre registrar a temperatura mínima e a máxima do dia para melhor gerenciar o ambiente das aves;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se a granja fica numa região de temperaturas altas, é preciso fornecer ao mínimo ventiladores, e adicional ter aspersores, para manter o conforto térmico das aves; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Nunca deve-se ligar um sistema de aspersão sem que haja ventiladores já acionados no galpão;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se a região apresenta umidade alta, não há razão para usar aspersores; umidade relativa do ar ideal está entre 40% e 70%;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Quando as aves se amontoam é sinal de que estão com frio: use cortinas laterais no galpão para conservar a temperatura interna em caso de vento ou chuva;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É essencial que o piquete seja provido de sombra para que as aves tenham conforto térmico e proteção também fora do galpão. </span><b><br />
</b><b><br />
</b><a href="https://www.youtube.com/watch?v=SvCjMShVgeM&amp;t=236s" target="_blank" rel="noopener"><b>→</b> <b>Ouça o episódio 7 de nosso podcast com as melhores dicas e conselhos para adequar a produção de galinhas poedeiras!</b></a></p>
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		<title>Debicagem X aparo de bico: entenda a diferença</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/debicagem-x-aparo-de-bico-entenda-a-diferenca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2019 14:24:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Técnico]]></category>
		<category><![CDATA[aparo de bico]]></category>
		<category><![CDATA[aves]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[canibalismo]]></category>
		<category><![CDATA[debicagem]]></category>
		<category><![CDATA[galinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A debicagem e o aparo de bico são termos muito utilizados na criação de galinhas. Parecem a mesma coisa, mas não são. Ambos os procedimentos visam remover parcialmente o bico das aves para minimizar as possíveis consequências negativas em um evento de canibalismo entre as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">A debicagem e o aparo de bico são termos muito utilizados na criação de galinhas. Parecem a mesma coisa, mas não são. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos os procedimentos visam remover parcialmente o bico das aves para minimizar as possíveis consequências negativas em um evento de canibalismo entre as galinhas &#8211; esta conduta consiste em um comportamento anormal no qual as aves se bicam excessivamente. Quando isso ocorre ao extremo, gera lesões severas e até o sangramento dos animais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso das </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/galinhas-poedeiras-guia-destaca-criacao-com-bem-estar/"><span style="font-weight: 400;">galinhas poedeiras</span></a><span style="font-weight: 400;">, o canibalismo pode atingir diferentes tecidos, como as penas e até mesmo os ovos. A maior preocupação com o bem-estar das aves está relacionada às bicadas excessivas, que podem levar à dilaceração da pele e órgãos internos das galinhas. Bicadas fortes provocam sangramento, o que estimula os animais a bicarem ainda mais. Assim, o aparo de bico é uma alternativa para o controle deste comportamento, minimizando os seus efeitos às aves &#8211; a seguir, entenda a diferença entre este método e a debicagem para minimizar problemas de manejo na </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">criação de galinhas no sistema livre de gaiolas</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<hr />
<h3><strong>Inscrições abertas para duas turmas do Curso de Bem-estar animal para Galinhas Poedeiras:</strong></h3>
<p><strong>11/03 &#8211; Bento Gonçalves (RS)</strong><br />
<a href="https://bit.ly/poedeiras-bento" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inscrições no link bit.ly/poedeiras-bento</a></p>
<p><strong>13/03 &#8211; Curitiba (PR)</strong><br />
<a href="https://bit.ly/poedeiras-ctba" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Inscrições no link bit.ly/poedeiras-ctba</a></p>
<h3><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/curso-de-bem-estar-animal-certified-humane-divulga-agenda-de-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Cursos em mais oito cidades até novembro. Confira  a agenda completa</a></h3>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Debicagem é proibida </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A debicagem consiste no corte severo do bico das galinhas. De acordo com as normas para a obtenção do selo de bem-estar animal Certified Humane, esta prática não é permitida de modo algum. Tradicionalmente, a debicagem ainda é muito utilizada em criações convencionais de aves &#8211; normalmente é realizada em dois momentos; logo nos primeiros dias de vida dos animais e já com várias semanas de idade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A técnica, que é realizada com o uso de uma lâmina quente, gera dor e sofrimento aos animais devido à severidade do corte e das lesões decorrentes desta prática. Sendo assim, o método é estritamente proibido pelo nosso programa de certificação. </span></p>
<p><b>Aparo de bico é permitido até os 10 dias de idade </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns produtores realizam o aparo de bico das aves quando estas estão com 5 a 7 semanas, acreditando que quando o método é realizado mais cedo (menos de 10 dias de idade), é possível que o bico volte a crescer em uma maior proporção. Vale ressaltar que o aparo de bico causa dor crônica às aves quando efetuado após os 10 dias de idade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o referencial de bem-estar animal da HFAC (Humane Farm Animal Care) proíbe que essa prática seja realizada em galinhas após este período. Até os 10 dias de idade, o aparo de bico é permitido como forma de minimizar os impactos das bicadas entre os animais. Alguns itens merecem atenção dos produtores:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Somente funcionários treinados e competentes para utilizar equipamentos aprovados podem realizar o aparo de bico;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Apenas a ponta do bico superior pode ser removida, limitando a capacidade das galinhas de cortarem o músculo de outras aves (não ficando “bico de águia”), sem interferir na capacidade de se alimentarem, bicarem o solo ou fazerem a limpeza das penas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211;  O bico inferior pode ser somente aparado, sem que partes sejam removidas para evitar a distorção na forma do bico quando ficarem mais velhas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale dizer que a propensão ao comportamento de bicagem entre as galinhas se reduz drasticamente em granjas onde os animais têm acesso ao enriquecimento ambiental e a ninhos e poleiros nas proporções exigidas pelo programa Certified Humane. Além disso, um bom manejo de ambiência, incluindo uma cama de qualidade para as aves se espojarem, manejo nutricional adequado e uma relação positiva de interação entre o manejador e as aves também fazem a diferença. Por isso, é importante que o produtor tenha em mente que o comportamento das aves responde positivamente a melhores condições do ambiente em que vivem. </span></p>
<p><b>Aparo de bico passa por avaliação</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Instituto Certified Humane avalia o aparo de bico das galinhas no momento da inspeção. O procedimento analisa as condições do bico de 20 galinhas por alojamento na produção e o inspetor calcula uma pontuação média de acordo com o manual de criação de aves. A partir da pontuação, o produtor é orientado a tomar medidas (ou não) na questão do aparo de bico das aves. </span></p>
<p><strong>Veja abaixo a avaliação* (escore) de aparo de bico para aves de penas marrons:</strong></p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1.png" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright wp-image-2675 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1.png" alt="Debicagem x aparo de bico: Aves de penas marrons" width="2176" height="828" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1.png 2176w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-300x114.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-768x292.png 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-600x228.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-200x76.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-400x152.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-800x304.png 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-marrons-1-1200x457.png 1200w" sizes="(max-width: 2176px) 100vw, 2176px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">* Para o produtor pontuar nas classificações 1, 2 ou 3, todos os critérios listados devem ser atendidos. Pontuações a partir de 2,25 não são aceitáveis para atender às normas de bem-estar animal. Pontuações que atingirem 3, 4 ou 5 necessitam de ação corretiva imediata urgente com os responsáveis pelo aparo de bico. Apenas um dos critérios listados é o suficiente para pontuar nos níveis 4 ou 5, que demandam correções instantâneas. </span></p>
<p><strong>Veja abaixo a avaliação* (escore) de aparo de bico para aves de penas brancas:</strong></p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas.png" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright wp-image-2677 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas.png" alt="Debicagem x aparo de bico: Aves de penas brancas" width="2176" height="828" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas.png 2176w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-300x114.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-768x292.png 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-600x228.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-200x76.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-400x152.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-800x304.png 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/debicagem-vs-aparo-de-bico-aves-brancas-1200x457.png 1200w" sizes="(max-width: 2176px) 100vw, 2176px" /></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">*</span><span style="font-weight: 400;">Pontuações a partir de 2,25 não são aceitáveis para atender às normas de bem-estar animal. Pontuações que atingirem 3, 4 ou 5 necessitam de ação corretiva imediata urgente com os responsáveis pelo aparo de bico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre a debicagem e o aparo de bico de galinhas acessando o <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras">manual completo para a criação de galinhas poedeiras segundo as normas da HFAC.</a></span></p>
<hr />
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/curso-de-bem-estar-animal-certified-humane-divulga-agenda-de-2020/"><img decoding="async" class="size-full wp-image-2968 aligncenter" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/banner-agenda2020post.jpg" alt="agenda 2020 de cursos de bem-estar animal" width="600" height="231" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/banner-agenda2020post.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/banner-agenda2020post-300x116.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/banner-agenda2020post-200x77.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/07/banner-agenda2020post-400x154.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
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		<title>Bem-estar animal já é exigência do consumidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Apr 2018 18:05:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar animal é um item que está sendo levado muito a sério pelos consumidores brasileiros. Diante desse comportamento mais exigente &#8211; que é muito importante para intimidar os maus tratos e a crueldade muitas vezes ainda praticados aos bovinos, suínos e aves &#8211; as...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span> <span style="font-weight: 400;">é um item que está sendo levado muito a sério pelos consumidores brasileiros. Diante desse </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/pesquisa-consumidores-priorizam-o-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">comportamento mais exigente</span></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; que é muito importante para intimidar os maus tratos e a crueldade muitas vezes ainda praticados aos bovinos, suínos e aves &#8211; as empresas estão avançando nesta questão, com práticas mais humanas e responsáveis de criação.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É o que comprova o relatório anual </span><span style="font-weight: 400;">Benchmark de Negócios do </span><span style="font-weight: 400;">Bem-Estar Animal</span><span style="font-weight: 400;"> na Fazenda</span><span style="font-weight: 400;"> (ou <a href="https://www.bbfaw.com/media/1506/bbfaw-report-interactive-amended-21st.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">BBFAW</a>, em inglês). Para falar sobre o assunto, a Dinheiro Rural </span><a href="https://www.dinheirorural.com.br/o-brasileiro-ja-comeca-a-questionar-o-bem-estar-animal-do-produto-que-consome/#" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">entrevistou</span></a><span style="font-weight: 400;"> o zootecnista José Rodolfo Ciocca, que é gerente de Agropecuária Sustentável da </span><a href="https://www.worldanimalprotection.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">World Animal Protection</span></a><span style="font-weight: 400;"> &#8211; ONG que, assim como nós, do </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/quem-somos/"><span style="font-weight: 400;">Instituto Certified Humane</span></a><span style="font-weight: 400;">, luta incansavelmente pelo </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">. Há 5 anos, a entidade divulga o relatório com informações sobre a conduta das empresas diante do </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">. Abaixo você confere uma parte das questões. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Dinheiro Rural:</strong> Quais as novidades de 2018 do BBFAW?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ciocca:</strong> Os investimentos em </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal </span><span style="font-weight: 400;">vem gerando uma grande movimentação em 2018, essa á uma grande novidade. O relatório avaliou 110 empresas de 18 países. Do Brasil, foram três: a </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/brf-sadia/"><span style="font-weight: 400;">BRF</span></a><span style="font-weight: 400;">, a JBS e a Marfrig. A BRF e a JBS foram classificadas no nível dois, enquanto a Marfrig ficou no nível três. O ranking vai do um &#8211; sendo o melhor &#8211; ao seis &#8211; é o pior. Vê-se que, cada vez mais, o </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal </span><span style="font-weight: 400;">está sendo incorporado por elas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Dinheiro Rural:</strong> Quais as ações realmente praticadas pelas empresas brasileiras avaliadas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ciocca:</strong> A BRF se comprometeu a criar leitoas matrizes livres de gaiolas. Esse posicionamento influencia outras agroindústrias para assumirem a mesma postura. A proposta é que os produtores criem soltas metade dos plantéis de leitoas até 2025. Hoje, todas estão em gaiolas. Isso significará um salto para o </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Dinheiro Rural:</strong> Com poucas empresas, como o Brasil é avaliado?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ciocca:</strong> O Brasil está numa posição interessante, já que o relatório considera o conjunto das empresas avaliadas. No caso, temos só três, mas estão muito bem posicionadas. Mas é preciso que o país avance: o </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;"> está sendo visado nas produções, que são destinadas aos europeus. Na maioria das vezes, os brasileiros nem chegam a consumir os produtos dessa criação. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Dinheiro Rural:</strong> Do ponto de vista do </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">, como o Brasil pode evoluir?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ciocca:</strong> O país está começando a atender uma demanda de consumidores que são a favor do </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">. O Brasil tem potencial para garantir condições mais naturais de criação, com acesso do rebanho a pasto, luz e ar livre. <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-1863 alignright" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-300x200.jpg" alt="bem estar animal, suíno" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-768x512.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-600x400.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1-800x533.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/04/bem-estar-animal-1.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Dinheiro Rural:</strong> Para o </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">, qual a cadeia produtiva mais crítica?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ciocca:</strong> A de </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-dos-suinos/"><span style="font-weight: 400;">suínos</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/cage-free-producao-respeita-o-bem-estar-animal/"><span style="font-weight: 400;">aves</span></a><span style="font-weight: 400;">. Três aspectos identificam os pontos críticos: a longa duração de sofrimento a qual um animal pode ficar submetido, o confinamento extremo e a alta lotação de animais nos espaços e, não menos importante, as práticas de mutilação. Na avicultura, há o corte dos bicos das aves. Na suinocultura, o corte da cauda e dos dentes dos suínos. Ainda bem que há alternativas para mudar esse contexto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Dinheiro Rural:</strong> Quais seriam essas alternativas?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Ciocca:</strong> Os métodos simples de </span><span style="font-weight: 400;">bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">. Com mais condições ambientais, mais os animais expressam o seu potencial de produção. Luz, vento, alimentos mais naturais e menos estresse, com a redução de lotação &#8211; tudo isso pode refletir em maiores ganhos econômicos na criação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E para comprovar que essas alternativas que visam uma criação mais humanizada  estão sendo realmente praticadas, o </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/selo-de-bem-estar-animal-certified-humane-mostra-que-nenhum-animal-foi-maltratado-nascimento-ao-abate/"><span style="font-weight: 400;">selo de bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;"> Certified Humane expõe um comunicado muito importante para os consumidores: ao comprar produtos que levam o selo, eles podem ter a certeza que estão fazendo a sua parte ao contribuir em um consumo mais sustentável. Do nascimento ao abate, nenhum animal merece ser maltratado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fonte: </span><a href="https://www.beefpoint.com.br/o-brasileiro-ja-comeca-a-questionar-o-bem-estar-animal-do-produto-que-consome/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Beef Point</span></a><span style="font-weight: 400;"> e </span><a href="https://www.dinheirorural.com.br/o-brasileiro-ja-comeca-a-questionar-o-bem-estar-animal-do-produto-que-consome/#" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;">Dinheiro Rural</span></a></p>
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		<title>Biosseguridade tem novas regras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2018 13:02:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os granjeiros tem cerca de três meses para se adequarem às novas regras de biosseguridade para a avicultura. As exigências estão estabelecidas no Art. 37-B da Instrução Normativa nº 08/2017, que altera a IN nº 10/2013. Publicada em 03 de março de 2017, a normativa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Os granjeiros tem cerca de três meses para se adequarem às novas regras de </span><span style="font-weight: 400;">biosseguridade </span><span style="font-weight: 400;">para a avicultura. As exigências estão estabelecidas no Art. 37-B da Instrução Normativa nº 08/2017, que altera a IN nº 10/2013. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Publicada em 03 de março de 2017, a normativa prevê o prazo de um ano para que os estabelecimentos avícolas solicitem o registro no serviço veterinário estadual. Depois da publicação, os proprietários de granjas precisaram começar a adequação às novas normas, sendo que este prazo de </span><span style="font-weight: 400;">biosseguridade </span><span style="font-weight: 400;">encerra em menos de 90 dias. Novas exigências são seguidas para a obtenção de certificações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas regras de biosseguridade já fazem parte do escopo de normas previstas para a<strong> <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-frangos-de-corte">criação de frangos de corte</a> </strong>e de <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras"><strong>galinhas poedeiras</strong></a> por granjas e estabelecimentos certificados. Vale dizer que operações que a Certified Humane certifica devem respeitar todas as normas estabelecidas para a produção convencional dos animais de produção, além, é claro, das regras específicas de bem-estar descritas nos respectivos referenciais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.flipsnack.com/gessulliagribusiness/avicultura-industrial-ed-i1271.html?b=1&amp;p=32"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1653 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade-269x300.png" alt="Revista Avicultura Industrial - Biosseguridade" width="269" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade-269x300.png 269w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade-539x600.png 539w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade-200x223.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade-400x445.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade-600x668.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/01/revista-avicultura-industrial-biosseguridade.png 689w" sizes="auto, (max-width: 269px) 100vw, 269px" /></a>A </span><b><a href="https://www.aviculturaindustrial.com.br/imprensa/faltam-tres-meses-para-produtor-se-adequar-as-novas-regras-de-biosseguridade/20180105-005924-k995" target="_blank" rel="noopener noreferrer">revista Avicultura Industrial</a> </b><span style="font-weight: 400;">publicou um material com base em entrevista com o diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Guilherme Marques, a respeito do andamento das adaptações. Estas exigências para o registro dos estabelecimentos agrícolas já estão valendo desde dezembro de 2007 (Instrução Normativa nº 56, de 4 de dezembro), segundo ele. Portanto, há quase 10 anos. </span></p>
<h3><b>Quais são as med</b><b>idas de </b><b>biosseguridade?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da utilização de telas nos aviários, outras medidas são obrigatórias e fundamentais para abrandar o risco de introdução e proliferação de agentes patogênicos nos plantéis avícolas, em especial a Influenza Aviária, salmonelas e outras doenças de controle oficial pelo Programa Nacional de Sanidade Avícola (PNSA). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A instalação de arcos de desinfecção, cercas externas, tratamento de água e adoção de programas de controle de roedores e outros vetores estão entre as outras ações previstas da normativa. Estas medidas de </span><span style="font-weight: 400;">biosseguridade</span><span style="font-weight: 400;">, entre outras regras, dev</span><span style="font-weight: 400;">em fazer parte de um planejamento sanitário para os animais, elaborado e atualizado regularmente após uma consulta ao veterinário, conforme os padrões específicos aprovados para certificações da Certified Humane. </span></p>
<h3><strong>Sem muita novidade</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir da publicação da Instrução Normativa nº 8/2017 foi registrado um aumento nos pedidos de serviços veterinários oficiais de registro de estabelecimentos avícolas comerciais. Porém, é imprescindível dizer que a Instrução Normativa nº 56/2007, que lançaram estas exigências de </span><span style="font-weight: 400;">biosseguridade</span><span style="font-weight: 400;">, já está disponível há uma década. Neste período, os prazos para registro já foram ampliados muitas vezes. O objetivo é apenas preservar e fortalecer o setor avícola contra as doenças. Os <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/quem-sao-os-certificados/"><strong>estabelecimentos que possuem</strong> o  <strong>selo Certified Humane</strong></a> já estão fazendo a sua parte. Para quem ainda não se adequou, é preciso se agilizar.  </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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