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	<title>Arquivos alimentos com certificação de bem-estar animal - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Vídeo: conheça o programa de certificação de bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Aug 2018 17:26:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O programa de certificação de bem-estar animal da Certified Humane é a forma que consumidores têm de confirmar que estão se alimentando de produtos que respeitam os animais. A Certified Humane nasceu há cerca de 15 anos, na América do Norte, para promover o programa...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O programa de </span><span style="font-weight: 400;">certificação de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;"> da Certified Humane é a forma que consumidores têm de confirmar que estão se alimentando de produtos que respeitam os animais. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A Certified Humane nasceu há cerca de 15 anos, na América do Norte, para promover o programa de </span><span style="font-weight: 400;">certificação de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;"> da Humane Farm Animal Care. O nosso objetivo é promover a melhoria da vida dos animais de produção. Nós sabemos que a humanidade se alimenta deles e vai continuar se alimentando. Mas, nós trabalhamos para que, pelo menos, esses animais sejam bem tratados durante a sua vida.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para falar mais sobre a </span><span style="font-weight: 400;">certificação de bem-estar animal,</span><span style="font-weight: 400;"> o </span><span style="font-weight: 400;">Diretor do Instituto Certified Humane Brasil, Luiz Mazzon</span><span style="font-weight: 400;">, abordou o tema em um vídeo sobre o programa e como encontrar e identificar empresas que têm a </span><span style="font-weight: 400;">certificação de bem-estar animal</span><span style="font-weight: 400;">. Confira! </span></p>
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		<title>Consumidores abominam crueldade e priorizam o bem-estar animal, segundo pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2017 13:14:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A forma como os animais são tratados é uma questão levada muito a sério pelos brasileiros &#8211; a maior parte dos consumidores coloca o bem-estar animal em primeiro lugar na hora de ir ao supermercado. É o que revela uma pesquisa encomendada pela ONG Mercy...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;"> A forma como os animais são tratados é uma questão levada muito a sério pelos brasileiros &#8211; a maior parte dos consumidores coloca o bem-estar animal em primeiro lugar na hora de ir ao supermercado.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É o que revela uma pesquisa encomendada pela </span><a href="https://www.mercyforanimals.org.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><b>ONG Mercy For Animals</b></a><span style="font-weight: 400;">, que atua contra as atrocidades praticadas com os animais explorados para o consumo. O </span><a href="https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2017/11/1938754-consumidor-rejeita-sofrimento-animal-e-quer-transparencia-diz-pesquisa.shtml"><span style="font-weight: 400;">estudo</span></a><span style="font-weight: 400;">, que foi realizado pelo </span><b>instituto Ipsos </b><span style="font-weight: 400;">e divulgado pela Folha de São Paulo, ainda apontou que 72% dos entrevistados acreditam que o consumidor deveria estar a par do sofrimento contra os animais na produção dos alimentos. O bem-estar animal e a relação do consumidor com práticas abusivas de criação foram questões levantadas no estudo, que envolveu cerca de 1.000 internautas de ambos os sexos, com 18 anos ou mais.</span></p>
<h3>Não ao sofrimento dos animais</h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal.png" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright wp-image-1629 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-300x126.png" alt="" width="300" height="126" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-300x126.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-600x252.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-200x84.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal-400x168.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/pesquisa-Folha-bem-estar-animal.png 643w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>A </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ovos-bem-estar-das-galinhas-poedeiras-esta-no-topo-da-preocupacao-dos-consumidores/"><span style="font-weight: 400;">limitação do movimento das galinhas </span></a><span style="font-weight: 400;">pelo confinamento em gaiolas foi outro ponto destacado. O questionário exibiu uma imagem do sistema de produção de ovos “gaiola de baterias”, em que estes animais ficam confinados por toda a vida em um espaço muito restrito, além de perguntas mais gerais. Quando perguntados sobre esta prática, 63% julgaram absolutamente <strong>inaceitável</strong>, o que confirma a preocupação com o bem-estar animal. Somente 3% consideraram absolutamente aceitável.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sobre limitar o espaço de movimento dos animais a fim de produzir alimentos, 66% avaliaram como totalmente inaceitável. Por fim, 72% dos consumidores concordam totalmente que deveriam estar cientes do <strong>sofrimento</strong> envolvido com os produtos vendidos em supermercados, sendo que para 57% estes estabelecimentos não deveriam nem disponibilizar estas mercadorias.</span></p>
<h3>Respeito ao bem-estar animal</h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Felizmente, estes números revelam que a percepção das pessoas em relação à criação dos animais vem mudando &#8211; </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/consumidor-exige-producao-de-alimentos-com-transparencia/"><span style="font-weight: 400;">o público está disposto a pagar mais por produtos que envolvam o bem-estar animal</span></a><span style="font-weight: 400;">, práticas mais humanas e responsáveis de criação. Esta conscientização vai ao encontro da atuação do Instituto Certified Humane na busca por <strong>melhores condições de vida para os animais</strong>, desde o nascimento até o abate. É uma luz que se acende e emite um sinal para os criadores repensarem o manejo dos animais, que pode ocorrer de uma forma mais decente e humanizada, gerando ganhos de eficiência e produtividade.</span></p>
<p><em>Fonte: Folha de S. Paulo</em></p>
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		<title>Livro mostra importância do bem-estar animal para as empresas de alimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). A obra reúne uma série...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal</span> <span style="font-weight: 400;">para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra reúne uma série de artigos e estudos de caso escritos por 32 autores entre cientistas e  executivos de empresas e instituições financeiras, que comentam sobre a importância do bem-estar animal. O prefácio é assinado pela americana Temple Grandin, uma das pesquisadoras mais respeitadas do mundo em manejo de bovinos e integrante do comitê científico da Certified Humane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, a obra apresenta os riscos que a falta de comprometimento com a qualidade de vida dos animais traz para um negócio &#8211; e como é possível encontrar oportunidades de crescimento quando se adotam boas práticas para que aves, bovinos, suínos e outras espécies vivam com conforto e sem sofrimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os organizadores do livro são o especialista em responsabilidade corporativa Nicky Amos e o consultor de investimentos Rory Sullivan.  Os dois são as figuras mais proeminentes de uma organização não-governamental responsável por produzir um ranking global sobre as empresas que melhor gerenciam as boas práticas de bem-estar animal (em 2016, as brasileiras BRF, Marfrig e JBS estavam na lista, chamada de <a href="https://www.bbfaw.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Business Benchmark on Farm Animal Welfare</a> &#8211; BBFAW).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos assinam a apresentação e o capítulo de introdução, nos quais demonstram uma dupla importância para as empresas e criadores. Tratar o assunto com desleixo pode comprometer o futuro de um negócio &#8211; mas tomar a atitude de aprimorar a qualidade de vida dos animais é algo capaz de abrir um futuro bem mais promissor, abrindo mercados e caminhos para o crescimento sustentável levando em conta a importância do bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Longe de ser uma preocupação ética de um  nicho, o bem-estar dos animais de fazenda tem profundas implicações para os custos corporativos, receitas, ativos, marcas e reputação&#8221;, escreve Sullivan na apresentação da obra. &#8220;É tanto um risco comercial quanto um conceito chave para oportunidades comerciais&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><b>Humanizar o tratamento é urgente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.amazon.co.uk/Business-Farm-Animal-Welfare/dp/1783535296"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1625" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare.jpg 333w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>Gestores de fundos que juntos somam quase 2 trilhões de dólares em ativos já levam a importância do bem-estar animal em consideração nas suas avaliações de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amos e Sullivan explicam porque é urgente humanizar o tratamento que aves, bovinos, suínos e outras espécies criadas comercialmente nos sítios e fazendas.  A preocupação dos investidores com a maneira que as empresas do setor de alimentação lidam com a qualidade de vida dos animais é mais do que evidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os organizadores do livro, 19 grandes instituições de investimento participam de uma iniciativa internacional para colaborar com o bem-estar dos animais de fazenda, entre os quais o banco francês BNP Paribas. Juntos esses grupos gerenciam mais de 1,5 trilhão de libras em ativos (quase 2 trilhões de dólares) e usam o ranking da BBFAW para avaliar como as empresas alimentos gerenciam riscos e oportunidades em relação ao bem-estar animal.</span></p>
<p><b>Os animais estão sendo realmente respeitados? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, declarações de boas práticas e a documentação dos relatórios que as empresas costumam apresentar ao mercado são um bom indício de como as empresas tratam os animais que de alguma forma estão inseridos nas suas cadeias produtivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se pode esquecer, porém, da importância de organizações certificadoras como o Instituto Certified Humane. De outro modo, como consumidores e investidores poderiam ter garantias de que os belos discursos em favor da qualidade de vida de aves, bovinos, suínos e outras espécies estão sendo realmente respeitados?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, livros como o de Amos e Sullivan mostram que o cerco sobre as companhias está se fechando. Não são só os consumidores que pensam na importância do bem-estar animal e se importam com a maneira como vivem as criaturas que dão origem à nossa comida. O tema já está na agenda dos responsáveis por administrar o dinheiro dos investidores, sem o qual as perspectivas de expansão de um negócio pode ser um bocado mais difícil. </span></p>
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		<title>Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 13:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos. É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos.</h2>
<p>É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk, da canadense University of British Columbia. Aproximadamente 500 pessoas participaram do estudo que leva em conta o bem-estar animal.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="(max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p>A cada uma delas, os entrevistadores mostraram dois pares de imagens. No primeiro conjunto, os participantes tinham de dizer se preferiam a produção em confinamento ou fora dele para um determinado tipo de animal (que poderiam ser bovinos de corte, frangos de corte, galinhas poedeiras, matrizes suínos ou leitões em amamentação). No segundo conjunto de imagens, a escolha era entre a criação em gaiolas ou fora de confinamento. A preferência pelos métodos que proporcionam mais liberdade foi significativa – apenas uma minoria afirmou preferir os sistemas mais tradicionais.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1595" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg" alt="bem-estar animal galinhas poedeiras livres" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-200x134.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Mais especificamente, 87% das pessoas disseram preferir a ausência de confinamento, quando a opção era entre a criação confinada ou não – 78% dos entrevistados optaram pela criação livre de gaiolas, quando essas eram as opções apresentadas. A razão para essas preferências, segundo os entrevistados, é a percepção que os bichos livres para se mover e expressar seu comportamento natural têm mais qualidade de vida, visando o bem-estar animal.</p>
<p>O estudo foi publicado em setembro na Animals, uma revista científica internacional dedicada a pesquisas sobre os animais, incluindo zoologia e ciências veterinárias. De acordo com as pesquisadoras, o trabalho buscou descobrir quais as crenças e as atitudes dos brasileiros – especialmente daqueles que não têm qualquer ligação com o setor agropecuário – no que diz respeito aos métodos de criação dos animais de fazenda. “Nossas descobertas indicam que as atuais práticas de criação de animais de fazenda que são associadas às restrições de movimento podem não estar alinhadas com as <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-como-exigencia-do-mercado/">expectativas da sociedade</a></strong>”, escrevem as autoras. Isso pode ser um problema sério para as empresas que não souberem se adaptar. “A falta de engajamento nesse tema põe em risco a sustentabilidade de longo prazo das indústrias”.</p>
<h3>Um alerta para criadores de animais</h3>
<p>Um motivo de alerta para o setor de alimentos: 79% dos entrevistados acreditam que os animais de fazenda não são bem tratados no Brasil. Esse é um dado importante para o Instituto Certified Humane. Empresas e criadores dispostos a dar um tratamento humano e adequado aos animais terão de encontrar maneiras de<strong> <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/medida-concreta-de-certificacao-de-alimentos/">comprovar seu compromisso aos consumidores</a></strong> – e isso pode ser feito por meio da certificação de bem-estar animal, na qual uma entidade independente avalia o sistema de produção para assegurar ao público se as boas práticas estão realmente sendo adotadas.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/estudo-brasileiros-se-preocupam-com-o-bem-estar-animal/">Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Grupo chileno Melting Cook adere aos ovos de galinhas poedeiras livres</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2017 11:02:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma das principais empresas gastronômicas do Chile acaba de dar um passo importante para reduzir os sofrimentos das galinhas. O grupo Melting Cook controla oito restaurantes na capital, Santiago, e decidiu eliminar do seu cardápio ovos de galinhas poedeiras submetidas a confinamento. Daqui em diante,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>Uma das principais empresas gastronômicas do Chile acaba de dar um passo importante para reduzir os sofrimentos das galinhas. O grupo Melting Cook controla oito restaurantes na capital, Santiago, e decidiu eliminar do seu cardápio ovos de galinhas poedeiras submetidas a confinamento.</h2>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal.png" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1589" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-300x158.png" alt="melting cook bem-estar animal" width="300" height="158" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-300x158.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-768x403.png 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-600x315.png 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-200x105.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-400x210.png 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal-800x420.png 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/melting-cook-bem-estar-animal.png 1200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Daqui em diante, apenas ovos de galinhas livres de gaiolas (ou cage free, como são chamadas) poderão ser usados como ingredientes nos alimentos servidos pelas casas do grupo. Para levar essa iniciativa adiante, os sócios do Melting Cook tiveram de encontrar um fornecedor confiável. Trata-se da <strong>Ecoterra</strong>, granja chilena que produz ovos de galinhas poedeiras certificados pelo selo de bem-estar animal Certified Humane. Lembra das vezes em que dissemos, aqui neste blog, que investir na qualidade de vida dos animais ajuda a encontrar boas oportunidades de negócio? <strong>Aí está uma prova concreta disso.</strong></p>
<h3>Bem-estar animal é uma questão de responsabilidade social das empresas</h3>
<p>Um dos objetivos da medida é adequar a produção dos alimentos nos restaurantes do grupo às boas práticas de responsabilidade social. “O bem-estar animal é um tema prioritário na área de responsabilidade social corporativa em nível global, e nos orgulhamos em liderar essa importante iniciativa no Chile”, disse Jerome Reynes, presidente do Melting Cook ao anunciar a decisão da empresa. “Confinar galinhas poedeiras em gaiolas não é uma prática sustentável e buscar fornecedores de ovos de galinhas não confinadas  reflete nossos valores como empresa socialmente responsável.” A empresa começará a usar ovos de galinhas livres de gaiolas no dia 1o de dezembro deste ano. A expectativa é que uma transição seja concluída até 2020, quando a utilização de ovos de poedeiras confinadas deverá ter sido completamente eliminada de todos os produtos fornecidos pelos restaurantes do grupo.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-883" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama-300x258.jpg" alt="ecoterra galinhas poedeiras livres" width="300" height="258" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2016/11/ecoterra-galinhas-grama-200x172.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Trata-se de uma excelente notícia para o <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/ovos-bem-estar-das-galinhas-poedeiras-esta-no-topo-da-preocupacao-dos-consumidores/">bem-estar das galinhas poedeiras</a>.</strong> Hoje em dia muitas delas são criadas em gaiolas apertadas e superpovoadas, nas quais vivem até mais de dez aves. Nesse ambiente insalubre, elas não têm espaço para abrir as asas e se movimentar, levando ao estresse e a agressões entre as galinhas. Resultado: brigas, agressões, ferimentos e, muitas vezes, a morte.</p>
<p>A Ecoterra, que passará a ser um fornecedor exclusivo de ovos para o grupo Melting Cook, foi criada em 2011 pelo chileno <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/empresas-certificadas/ecoterra/">Pablo Andres Albarrán Lama</a></strong>. Ele estudou agronomia na Universidade de British Columbia, em Vancouver, no Canadá &#8211; seu trabalho para concluir a licenciatura foi sobre os sistemas de criação ao ar livre. Com o diploma, ele voltou para o Chile, onde começou a pôr em prática a ideia de produzir ovos em harmonia com o meio ambiente e com o bem-estar animal.</p>
<p>Um aspecto interessante sobre a notícia: restaurantes como os do grupo Melting Cook também podem obter o selo de bem-estar animal Certified Humane. Uma das vantagens: assegurar aos consumidores de que o discurso em favor da qualidade de vida das poedeiras é efetivamente<strong> posto em prática</strong>. Essa garantia vem do trabalho de auditoria realizado pelos inspetores do Instituto Certified Humane, que fazem uma avaliação independente das boas práticas de cada empresa.</p>
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		<title>Certified Humane é a primeira a oferecer certificação de ovo caipira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Oct 2017 13:45:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Produtores de ovo caipira poderão ter o selo Certified Humane, desde que se adaptem às boas práticas de bem-estar animal. O Instituto Certified Humane Brasil é a primeira instituição a certificar esse sistema de produção de ovo caipira, que passa a ser mais uma opção...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: 400;">Produtores de </span><b>ovo caipira</b><span style="font-weight: 400;"> poderão ter o <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certificacao-de-alimentos-como-obter-selo-certified-humane/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">selo Certified Humane</a>, desde que se adaptem às boas práticas de bem-estar animal. </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Instituto Certified Humane Brasil é a primeira instituição a <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificar esse sistema de produção de </a></span><b>ovo caipira</b><span style="font-weight: 400;">, que passa a ser mais uma opção para os criadores de galinhas poedeiras, ao lado dos sistemas de criação </span><i><span style="font-weight: 400;">free range</span></i><span style="font-weight: 400;"> e pastoreio, no qual as aves têm acesso a uma área externa, embora passem a maior parte do tempo num galpão, ao abrigo do clima adverso e dos predadores.</span></p>
<p><strong><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Clique para baixar as diretrizes para Certificação de Galinhas Poedeiras &#8211; incluindo normas da ABNT para ovos caipiras (Nova edição, de 01/01/2018)</a></strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essencialmente, todos estes três sistemas &#8211; além da criação de galinhas livres dentro de galpões &#8211; se opõem aos problemas existentes na chamada criação convencional. Um deles é a superpopulação, já que o número de aves pode ser superior a 25 por metro quadrado! Diferentemente do que ocorre no sistema de criação que pode obter o certificado de bem-estar animal, no método convencional as galinhas não têm acesso ao ambiente externo nem podem expressar seu comportamento natural – seja para abrir as asas, subir em poleiros, tomar banhos de areia ou realizar a postura em ninhos. Tudo isso resulta em estresse e desconforto para aves.</span></p>
<h3><b>O sistema caipira de verdade tem regras bastante próximas das normas de bem-estar animal</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1536 alignleft" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-300x200.jpeg" alt="" width="266" height="177" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-300x200.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-768x512.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-600x400.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-200x133.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-400x267.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-800x534.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira-1200x801.jpeg 1200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Galinha-ovo-caipira.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 266px) 100vw, 266px" /></a>A inclusão do sistema caipira de produção de ovos nas normas Certified Humane é uma exigência do mercado brasileiro. Procure por aí e você irá encontrar </span><b>ovo caipira</b><span style="font-weight: 400;"> em grandes quantidades nos supermercados brasileiros. Não é de admirar que os produtores de ovos tenham adotado a expressão com entusiasmo: a palavra caipira, para muitos brasileiros, lembra um sitiozinho simpático no qual os animais são criados com cuidado, tranquilidade e atenção. Até bem pouco tempo atrás, porém, não existia uma definição detalhada que incluísse exigências específicas relacionadas ao controle sanitário, manejo geral, alimentação e água, substâncias proibidas, entre outros, da criação de galinhas pelo sistema caipira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recentemente, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) deu um passo importante para acabar com a incerteza para os consumidores. A partir de um grupo de trabalho formado pela Associação Brasileira de Avicultura Alternativa (AVAL), juntamente com o Instituto MAPA, a Secretaria Especial de Agricultura Familiar e Desenvolvimento Agrário, a  Associação Brasileira de Proteína Animal,  e outras entidades ligadas ao setor, a  instituição publicou, no final do ano passado, um conjunto de normas que precisam ser seguidas pelos criadores que desejem usar essa qualificação. Muitas destas exigências são as mesmas já presentes no programa Certified Humane, como, por exemplo, a densidade máxima a ser respeitada dentro dos alojamentos ou a exigência de ninhos para a postura.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, os criadores que cumprirem as exigências do programa Certified Humane para galinhas poedeiras terão de atender apenas algumas exigências adicionais para fazer referência ao sistema caipira. Eis a seguir algumas características específicas deste sistema de criação com relação às exigências já feitas pelo programa Certified Humane.</span></p>
<h3><b>Ambiente externo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto no </span><b>pastoreio</b><span style="font-weight: 400;"> quanto nos sistemas </span><b>caipira</b><span style="font-weight: 400;"> e </span><b>free range</b><span style="font-weight: 400;"> as aves precisam ter acesso ao ambiente externo. O tempo de permanência e o espaço mínimo necessário variam. No sistema de </span><b>pastoreio</b><span style="font-weight: 400;">, as galinhas passam boa parte do tempo ao ar livre, numa área externa que deve ser coberta por vegetação viva. O espaço mínimo é de um hectare para cada mil aves. Elas só ficam sem acesso ao exterior à noite, para proteção contra predadores. Quando criadas no sistema </span><b>free range</b><span style="font-weight: 400;">, as aves devem ter acesso diário a uma área externa por pelo menos 6 horas, sempre que o clima permitir. O espaço disponível no exterior deve ser de no mínimo 1 metro quadrado para cada cinco galinhas. O acesso das aves à uma área externa, no entanto, não é obrigatório pelo programa Certified Humane, caso os criadores não fizerem nenhuma referência aos sistemas citados anteriormente, e preferirem manter as aves livres dentro dos alojamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na criação </span><b>de ovo caipira</b><span style="font-weight: 400;">, as aves devem ter acesso à área externa, chamada de piquete. Se as condições climáticas permitirem, elas devem ser soltas pela manhã e recolhidas ao final da tarde. A norma da ABNT determina que os piquetes deverão ter espaço equivalente a 1 metro quadrado para duas galinhas.</span></p>
<h3><b>Galpões</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Os galpões servem de abrigo para que as aves se protejam do mau tempo e tenham um es<a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1506" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-300x225.jpg" alt="cage-free: Ovo caipira" width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-300x225.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-768x576.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-600x450.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-200x150.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-400x300.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira-800x600.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/cage-free-mantiqueira.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>paço seguro para dormir sem serem ameaçadas por predadores. É nesses espaços que elas realizam as atividades de postura, em ninhos apropriados. Os galpões precisam ser dotados de todo o conforto necessário ao bem-estar das aves, mesmo aquelas que não têm acesso a uma área externa. As normas de bem-estar animal determinam que o piso seja coberto com materiais como maravalha, pó de pinus ou casca de arroz, apropriados para que as aves possam expressar seus comportamentos naturais, como tomar seus banhos de areia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em qualquer caso, o espaço mínimo disponível dentro do galpão é de 7 aves por metro quadrado, tanto para o sistema caipira de criação, quanto nas exigências do programa Certified Humane para alojamentos com piso único. O programa Certified Humane determina outras densidades mínimas para sistemas de várias plataformas ou pisos elevados tipo slat.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A norma da ABNT para a produção de ovos caipiras não mencionam a necessidade de instalar poleiros nos galpões, mas as regras de bem-estar animal exigem que, em qualquer caso, deve haver o equivalente a 15 centímetros de poleiros para cada ave nos galpões de postura. Por outro lado, a norma da ABNT traz especificações sobre a malha da tela instalada para impedir o acesso de aves silvestres aos galpões.</span></p>
<h3><b>Alimentação</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As normas de bem-estar animal prescrevem que as aves tenham acesso à água e à comida nutritiva, ambas em quantidade suficiente para suas necessidades. De maneira geral, as galinhas poedeiras certificadas pelo selo Certified Humane não podem ser alimentadas com ingredientes de origem animal. Para as aves criadas no sistema </span><b>caipira</b><span style="font-weight: 400;">, as normas da ABNT determinam uma restrição adicional: elas não podem comer ração em cuja composição haja corantes sintéticos ou óleo vegetal reciclado. As normas de bem-estar animal trazem também a exigência de um número mínimo de comedouros e bebedouros instalados nos galpões.</span></p>
<h3><b>Manejo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, tanto a criação caipira quanto aquela definida pelo programa Certified Humane proíbem a utilização de antibióticos e outros medicamentos como forma de prevenir problemas. Essas substâncias só podem ser administradas às aves como forma de tratamento de doenças, com prescrição de um veterinário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto que costuma ser polêmico na avicultura é a debicagem, como é chamado o corte dos bicos das aves. Nas criações convencionais essa prática é corriqueira. Em aviários superpovoados, é comum que as galinhas se estressem e se agridam</span> <span style="font-weight: 400;">– o corte nos bicos é uma tentativa de diminuir os ferimentos. Embora as normas da ABNT não tratem do assunto, as normas para a obtenção do selo de bem-estar animal Certified Humane proíbem a debicagem – a única medida permitida é o aparo de bico, desde que realizado antes dos 10 dias de idade. </span></p>
<h3><b>Passo importante</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a </span><span style="font-weight: 400;">diretora técnico-científica da Associação ​Brasileira ​da Avicultura Alternativa (AVAL​)​, M​iwa Yamamoto Miragliota, esta certificação representa um importante passo na regulamentação da cadeia produtiva das aves caipiras. “Esta norma foi elaborada por vários representantes da sociedade (produtivo, regulatório, pesquisa​​, consumidor e fornecedor​es de insumos​) ​para definir o que é um produto legitimamente caipira e segue com as mais recentes exigências sanitárias da produção avícola. “As normas da ABNT precisam ser inseridas pelo Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento dentro de um sistema maior de inspeção e registro de produto​​. Quando houver este reconhecimento, alcançaremos o objetivo maior da AVAL​: a redu​ção​ das fraudes​ no setor​”, destaca Miwa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/certified-humane-brasil-normas-ovo-caipira.png" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-rel="lightbox-image-2" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class=" wp-image-1535 alignleft" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/certified-humane-brasil-normas-ovo-caipira.png" alt="" width="192" height="132" /></a>Segundo ela, é importante alertar que muitos ovos são vendidos como caipira somente por serem vermelhos​ e, hoje, o consumidor não tem garantias. “​Neste ponto, a Certified Humane vem para assegurar com o selo na embalagem dos ovos, ou seja, as galinhas que deram origem a estes ovos foram criadas em bem-estar e dentro do sistema de produção caipira”, explica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/entrevista-luiz-carlos-dematte-filho-diretor-da-korin/">O empresário Luiz Carlos Demattê Filho, Diretor da Korin Agropecuária e coordenador dos membros do comitê da ABNT, afirma que durante a elaboração da norma, as preocupações com requisitos de bem-estar animal foram preponderantes.</a> “É muito interessante e até mesmo inovador que a HFAC (Humane Farm Animal Care) venha a certificar a produção de frangos e ovos caipira já adicionadas da norma de bem estar animal”, comenta. Para Demattê, há sinergia importante nesta dupla certificação que beneficiará todos os envolvidos na produção e comercialização destes produtos. A Korin, por exemplo, já tem seus frangos caipira certificados em bem-estar animal, demonstrando a viabilidade deste protocolo.</span></p>
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		<title>O bem-estar animal está em alta, mas poucas vezes vem associado a uma medida concreta e a um programa de certificação de alimentos</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:47:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A julgar pelas notícias, o bem-estar animal está na moda. Quase toda semana aparece alguma empresa de alimentos anunciando o compromisso de zelar pela qualidade de vida do gado de corte, das vacas leiteiras, dos frangos ou das galinhas poedeiras. Poucas vezes, no entanto, esses anúncios vêm associados a um programa de certificação de alimentos.</h3>
<p>Essa <strong>medida concreta</strong> da certificação de alimentos deve para mostrar ao público que o compromisso é para valer – como a adesão a um programa sério, por exemplo. Vamos olhar mais atentamente o que está acontecendo no mercado. A onda em favor do bem-estar animal vem varrendo praticamente todo o setor de alimentos, desde produtores de ovos a laticínios, passando por frigoríficos e chegando até restaurantes, cafeterias e lanchonetes.</p>
<p>Há grupos de todos os tamanhos: grandes multinacionais, indústrias tradicionais e pequenas empresas familiares. Sem dúvida essas empresas estão reagindo às <strong>pressões dos consumidores</strong>. Por isso todo mundo parece despertar para a necessidade de tratar bem os animais que produzem, ou ao menos exigir que seus fornecedores o façam. Parece bom, não?</p>
<h3>A certificação de alimentos assegura aos consumidores que o compromisso com o bem-estar animal é para valer</h3>
<p>De um certo ponto de vista, é sim. Pior seria se ninguém desse a mínima para o assunto. O problema com as modas, porém, é que elas passam. Se isso acontecer com o bem-estar animal, as promessas serão esquecidas? Esse é o risco de um momento como esse. E é provavelmente o que vai acontecer se não houver entre as empresas e o público instituições independentes – como o Instituto Certified Humane – que assumam a responsabilidade de assegurar que as boas práticas na criação de animais estão sendo <strong>realmente seguidas</strong>. Como diz a sabedoria popular, é mais fácil falar do que fazer e de boas intenções o inferno está cheio.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1494" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg" alt="galinhas livres de gaiolas: certificacao de alimentos" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-600x399.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-400x266.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Precisamos reconhecer que em boa parte dos casos falta um pouco de <strong>transparência</strong> nos compromissos firmados pelas empresas. De maneira geral, divulga-se um prazo de adaptação – como excluir da lista de fornecedores aqueles que criarem galinhas em gaiolas ou que não cuidarem adequadamente das matrizes de suínos. Mas é preciso alguém que possa certificar que o avanço gradual está realmente acontecendo ao longo do tempo. O papel de uma entidade como o Instituto Certified Humane é justamente esse.</p>
<p>As normas de certificação de alimentos permitem que as empresas obtenham o <strong>selo Certified Humane</strong> – uma garantia de que o bem-estar animal está sendo respeitado – para cada uma de suas operações. Um produtor de ovos, por exemplo, pode certificar uma granja de cada vez (e só a unidade certificada terá direito a exibir o selo em seus produtos). Permite-se que um restaurante ou lanchonete obtenha o selo apenas para um determinado prato que seja produzido exclusivamente com ingredientes certificados. Passo a passo, mas sempre em frente, portanto.</p>
<p>É importante que essa asseguração independente seja feita. Caso contrário, as empresas que fizerem a coisa certa perderão a oportunidade de se comunicar de forma correta e transparente com o público. Aquela cujo compromisso for apenas da boca para fora estarão tão somente enrolando o consumidor e praticando aquilo que muitas vezes é mera <strong>“virtude para ostentação”</strong>: apenas um bom discurso para fazer bonito, mas sem nenhuma consequência prática.</p>
<p>Cabe às empresas realmente interessadas no bem-estar animal procurar formas de assegurar ao mercado que seu compromisso com o bem-estar animal é sério – o selo Certified Humane é uma excelente alternativa para isso. Os consumidores também têm um papel importante: é preciso <strong>exigir provas concretas</strong> sempre que uma empresa se disser a favor da qualidade de vida dos animais.</p>
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		<title>Certificação de alimentos: veja como obter o selo Certified Humane para um ou vários produtos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 15:07:39 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Muitas empresas já perceberam que o respeito ao bem-estar animal passou a ser um valor fundamental nas decisões de compra tomadas pelos consumidores. A boa notícia é que elas também podem ter uma certificação de alimentos.</h3>
<p>Não são só os criadores que podem <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-como-obter-o-selo-de-bem-estar-animal"><strong>obter o selo de bem-estar animal Certified Humane</strong></a>. É possível fazer a certificação de alimentos, como refeições prontas congeladas, maioneses, presuntos, iogurtes, sorvetes e outros tipos de comida que usem proteína animal como ingrediente. As <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/"><strong>normas de boas práticas de bem-estar animal</strong></a> determinam como um fabricante de alimentos pode obter o selo Certified Humane para um – ou para vários – de seus produtos. Veja cinco aspectos que as empresas precisam seguir para terem seus produtos certificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. A matéria-prima (carne, leite e ovos) tem de ser fornecida por criadores certificados com o selo Certified Humane</h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1478 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-300x185.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-768x473.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-600x369.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-200x123.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-400x246.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-800x492.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O selo Certified Humane só pode ser concedido para um produto que puder comprovar a utilização exclusiva de carne, leite e ovos que também tiverem a certificação de bem-estar animal. Afinal de contas, o compromisso é garantir que os animais tiveram um tratamento humano – ou seja, <strong>livre de sofrimentos e desconforto desnecessário</strong> – desde o nascimento até à mesa do consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. A empresa pode buscar a certificação para apenas um produto ou para um grupo deles</h3>
<p>O selo Certified Humane comprova que um determinado alimento foi produzido respeitando as boas práticas de bem-estar animal. Nesse sentido, ele é específico para cada item certificado. Uma empresa que o obtém o selo para um de seus produtos não poderá usá-lo para os demais – a menos que todos sejam submetidos ao mesmo processo de certificação de alimentos. Em outras palavras, <strong>a empresa certifica cada produto separado</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Para certificar um produto, um fabricante de alimentos precisa demonstrar organização</h3>
<p>No processo de certificação, os inspetores do Instituto Certified Humane vão averiguar alguns aspectos da organização da empresa essenciais para a certificação. Será preciso, por exemplo, apresentar um plano de compras dos ingredientes a serem usados nas receitas dos produtos que vão receber o selo Certified Humane. Outra exigência: as matérias-primas dos produtos certificados devem ser <strong>armazenadas separadamente</strong>. Isso é importante para evitar que matérias-primas não certificadas sejam usadas nos produtos que vão receber o selo. Também é preciso manter registros de compras e reclamações feitas aos fornecedores, demonstrando que as informações poderão ser rastreadas e recuperadas sempre que for necessário.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>4. A empresa que busca a certificação precisa ser transparente nas inspeções</h3>
<p>Uma regra básica para quem busca a certificação de alimentos de bem-estar animal é estar disposto a receber a visita dos inspetores do Instituto Certified Humane a qualquer momento. Isso vale tanto para os criadores de animais quanto para os fabricantes de alimentos. Como diz o dito popular: quem não deve, não teme. O <strong>compromisso com a transparência</strong> atesta o firme propósito de seguir as boas práticas de bem-estar animal prescritas pelas normas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1464" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção-300x225.jpg" alt="Certificação de alimentos- inspeção" width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção-200x150.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>5. É preciso se submeter ao processo de inspeção</h3>
<p>O processo de certificação de um fabricante de alimentos é bastante semelhante ao dos sítios e fazendas. As empresas precisam fazer a solicitação inicial e submeter-se à inspeção, arcando com os custos necessários para o processo (nunca é demais lembrar que as taxas para a certificação são bastante acessíveis para empresas de todos os portes). Depois, basta aguardar o resultado da avaliação dos inspetores. Quem passa por todo o processo precisa <strong>renovar o certificado anualmente.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Obviamente, há um aspecto fundamental em tudo isso: <strong>a pressão dos consumidores</strong>. São eles que estão exigindo que as empresas se adaptem a uma nova realidade, na qual não se toleram mais os maus tratos aos animais e o sofrimento das criaturas que nos servem de alimento.</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/certificacao-de-alimentos-como-obter-selo-certified-humane/">Certificação de alimentos: veja como obter o selo Certified Humane para um ou vários produtos</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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