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	<title>Arquivos alimentação - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Confira as melhores dicas para a alimentação das galinhas poedeiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 13:25:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Galinhas Poedeiras]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[cage free]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[galinhas poedeiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fornecer uma dieta nutritiva na alimentação de galinhas poedeiras pode contribuir de forma positiva para que as aves sejam criadas com bem-estar pleno nas granjas. Aliada a boas práticas de criação e manejo das aves, além de promover o bem-estar desses animais, uma nutrição de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Fornecer uma </span><b>dieta nutritiva na alimentação de galinhas poedeiras</b><span style="font-weight: 400;"> pode contribuir de forma positiva para que as aves sejam criadas com bem-estar pleno nas granjas.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aliada a</span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/dicas-para-criar-galinhas-poedeiras-soltas/"> <span style="font-weight: 400;">boas práticas de criação e manejo</span></a><span style="font-weight: 400;"> das aves, além de promover o </span><b>bem-estar</b><span style="font-weight: 400;"> desses animais, uma nutrição de qualidade pode refletir também na produção de ovos de qualidade e, consequentemente, em uma maior competitividade dos produtores no mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com </span><a href="https://www.afe.com.br/avicultura/livro/formulacao-de-racoes-para-galinhas-poedeiras-convencionais-e-caipiras"><span style="font-weight: 400;">pesquisas para elaboração de rações para galinhas poedeiras</span></a><span style="font-weight: 400;">, 70% dos custos na criação desses animais se destinam à alimentação das aves, o que pode impactar nos investimentos e no retorno financeiro das granjas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste post, conheça algumas </span><b>dicas para o desenvolvimento de uma dieta rica</b><span style="font-weight: 400;"> em nutrientes de qualidade na rotina de alimentação de galinhas poedeiras.</span></p>
<p><a href="/conheca-as-melhores-dicas-para-a-alimentacao-das-galinhas-poedeiras/" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-2354 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/01/guia-digital-galinhas-banner.jpg" alt="" width="600" height="227" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/01/guia-digital-galinhas-banner.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/01/guia-digital-galinhas-banner-300x114.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/01/guia-digital-galinhas-banner-200x76.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2019/01/guia-digital-galinhas-banner-400x151.jpg 400w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a></p>
<h2><b>Importância da dieta nutritiva na alimentação de galinhas poedeiras</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação das galinhas poedeiras é ponto-chave para uma produção de sucesso. Ela pode impactar na produtividade e na qualidade do produto final, ou seja, na produção de ovos de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse contexto, elaborar uma </span><b>dieta nutritiva e balanceada</b><span style="font-weight: 400;"> que atenda as variadas fases produtivas das aves, desde o início da recria até o final do ciclo produtivo, pode ser fundamental e determinante para que os produtores atinjam seus objetivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, contar com o apoio de um profissional técnico</span> <span style="font-weight: 400;">preparado e amparado por estudos sobre nutrição de galinhas poedeiras criadas em </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/galinhas-livres-x-galinhas-em-gaiola/"><span style="font-weight: 400;">sistemas alternativos que não condizem com o método convencional</span></a><span style="font-weight: 400;"> é essencial para desenvolver as dietas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No planejamento nutricional das aves, é importante que o profissional conheça a composição química de cada ingrediente das rações e formule a dieta de acordo com o estado fisiológico dos animais, respeitando etapas distintas no desenvolvimento fisiológico e comportamental das aves. São elas:</span></p>
<h3><strong>1ª Etapa: Fase Inicial</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que desenvolvam seus corpos de forma satisfatória e tenham uma fase adulta produtiva, as pintainhas devem ser alimentadas com ração à vontade; ração peletizada fornecida nas primeiras duas semanas de vida tem apresentado bons resultados produtivos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa fase, alimentos que contenham proteínas, carboidratos, minerais, vitaminas e água podem ser ou não digeridos pelas aves para auxiliar no metabolismo de crescimento.  </span></p>
<h3><strong>2ª Etapa: Fase de Recria</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nessa fase, é preciso balancear a alimentação das aves para que elas não engordem demais e não tenham a sua vida reprodutiva prejudicada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, uma dieta que contenha uma composição com nutrientes digestíveis que equilibre o metabolismo das aves e garanta energia para que elas utilizem na manutenção do organismo durante a recria é fundamental. </span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;"><strong>3ª Etapa: Fase de Produção</strong> </span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a fase de produção também é preciso fornecer proporções adequadas de nutrientes importantes, como proteína e macrominerais como fósforo, cálcio, potássio, zinco, manganês e iodo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialmente o fósforo e cálcio são essenciais para constituir a base e a casca dos ovos, além de garantir a formação dos ossos das aves. </span></p>
<p><strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-diferencas-entre-os-sistemas-cage-free-e-caipira/">LEIA MAIS: Conheça as diferenças entre os sistemas cage free e caipira</a></strong></p>
<h2><b>Como melhorar a alimentação de galinhas criadas em sistema alternativo?</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Em média, cada galinha poedeira no sistema cage free ou caipira consome entre 118 a 125 gramas de ração todos os dias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que se mantenham saudáveis, bem-nutridas e produzam ovos de qualidade, além de uma </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/criacao-de-galinhas-poedeiras-saiba-o-que-deve-ser-verificado-diariamente/"><span style="font-weight: 400;">rotina que atenda as necessidades biológicas e comportamentais</span></a><span style="font-weight: 400;">, a ração não deve conter ingredientes provenientes de mamíferos ou de outras aves, bem como deve ser livre de antibióticos preventivos de doenças ou melhoradores de desempenho.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira abaixo algumas dicas para uma alimentação de qualidade de galinhas poedeiras:</span></p>
<h3><strong>Comportamento natural influencia na alimentação</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No sistema caipira ou free range Como galinhas poedeiras são criadas livres, elas podem complementar a própria alimentação com insetos, gramíneas e sementes que encontram nos piquetes. Ainda assim deve se atentar às exigências nutricionais e o gasto energético do deslocamento das aves entre o galpão e a área externa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É fundamental que os piquetes sejam roçados de forma periódica para evitar contaminações, pragas, parasitas e outras doenças. </span></p>
<h3><strong>Disponibilidade de Ração em quantidade</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Comedouros e bebedouros devem ter quantidades suficientes para comportar todas as aves ao mesmo tempo nos galpões e evitar competições e disputas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, complementar os comedouros das galinhas poedeiras com rações que contenham alimentos alternativos mais econômicos e mais nutritivos pode oferecer boas possibilidades de suplementação em uma dieta equilibrada. </span></p>
<h2><b>A importância da nutrição para a qualidade dos ovos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A lógica é bem simples: quanto mais saudáveis for a nutrição das galinhas poedeiras, mais produtivas elas serão e melhores ovos elas irão produzir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema de criação livre de gaiolas permite que esses animais estejam confortáveis para manifestar todas as características específicas da espécie, que refletem princípios básicos da sua qualidade de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Alguns hábitos naturais das galinhas como empoleirar, ciscar, tomar banho de poeira em camas secas e postura em ninho são essenciais para que elas não desenvolvam comportamentos anormais, como o amontoamento, situação que pode causar uma grande perda da produção e a morte por asfixia das aves. </span></p>
<p><strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/3-mitos-sobre-a-certificacao-de-bem-estar-animal/">SAIBA MAIS: 3 mitos sobre a certificação de bem-estar animal</a></strong></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Conheça mais detalhes sobre a</span><b> Norma para Criação de Galinhas Poedeiras</b><span style="font-weight: 400;"> da Certified Humane. </span><strong><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-especie-galinhas-poedeiras?_gl=1*fn40oy*_ga*OTMxMjkzMDk5LjE2ODE4NTM3NDY.*_ga_V65P2PJ510*MTY5NDA0MTc3OS4xMy4xLjE2OTQwNDQyNjIuNTMuMC4w*_ga_SR2Z5JR8CP*MTY5NDA0MTc3OS4zOC4xLjE2OTQwNDQyNjIuNDMuMC4w">Clique aqui</a></strong><span style="font-weight: 400;"> e acesse!</span></h3>
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		<title>Alimentação para suínos: conheça os principais sistemas de alimentação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jun 2022 14:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Suínos]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar dos suínos]]></category>
		<category><![CDATA[criação de suínos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última década, a América Latina apresentou números históricos quanto à produção e presença de mercado dos principais países produtores de suínos. Países como Paraguai, Colômbia e Argentina apresentaram crescimento entre 135% e 262% na sua produção. Analogamente, a exportação de carne suína latino americana...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Na última década, a América Latina apresentou números históricos quanto à produção e presença de mercado dos principais países produtores de suínos. Países como Paraguai, Colômbia e Argentina apresentaram crescimento entre 135% e 262% na sua produção. Analogamente, a exportação de carne suína latino americana chegou a aumentar em 133,8% no ano de 2020, em comparação à 2010.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil detém a quarta maior produção de suínos do mundo e é um dos líderes no mercado internacional de proteína animal. Um mercado que exige cada vez mais que a  produtividade seja guiada por uma criação ética e pelo manejo responsável dos animais, que atende as características, o comportamento e a apropriada alimentação para os suínos.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Na natureza, os suínos se alimentam de grande quantidade de matéria fibrosa, contribuindo para a sensação de saciedade. Na alimentação em grupo estes animais são mais propensos a ficarem agressivos na disputa por comida &#8211; o que é evitado com o controle individual da ração ou instalações que permitam a alimentação simultânea de todo o grupo. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Continue conosco para conhecer as características, vantagens e desvantagens dos principais sistemas de alimentação para suínos e escolha a mais adequada de acordo com os objetivos da sua produção e a capacidade de investimento!</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Alimentação no piso: características, vantagens e desvantagens</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Aqui a ração é fornecida aos suínos diretamente em uma parte sólida do piso, normalmente na parte frontal da baía, de forma manual ou com o uso de drops, em um raio de 1,5 m. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O drops ajuda a reduzir a competição entre os animais ao receberem ração, mas, como não há controle individual neste sistema, ele é recomendado apenas para grupos pequenos e com animais do mesmo tamanho.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Vantagens: </b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Baixo custo de implantação;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os suínos não precisam ser treinados.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Desvantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Podem haver problemas de contaminação cruzada com as fezes no piso caso os espaços não sejam bem delimitados entre a parte sólida e vazada; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se as baias forem pequenas, é necessário fornecer uma área maior de piso sólido; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É mais difícil fazer o controle de escore corporal;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Todos os suínos devem ter acesso ao alimento ao mesmo tempo; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ocorrem disputas na hora da alimentação; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Podem ocorrer problemas com desperdício de ração.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Cochos lineares: características, vantagens e desvantagens</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sistema a ração é dispensada em cochos (ou comedouros) lineares, de forma automática ou manual, e também há a possibilidade de utilizar ração líquida ou úmida. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Indicado apenas para pequenos grupos com animais do mesmo tamanho, o custo de implantação varia de acordo com o modelo de alimentação: se a ração é seca ou líquida. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Vantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os suínos não precisam ser treinados.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Desvantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não há controle individual da ração consumida;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ocorrem disputas na hora da alimentação; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; É mais difícil fazer o controle de escore corporal. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Minibox: características, vantagens e desvantagens</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste modelo a ração é fornecida em cochos lineares, com divisórias individuais por meio do uso de drops. Ideais para reduzir as disputas entre os animais na hora da alimentação, as divisórias individuais são repartições metálicas com um metro de comprimento. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Estudos comparativos mostram que esta medida para as divisórias apresenta o melhor custo-benefício estrutural, diminuindo as brigas entre os suínos e tornando a alimentação do grupo mais uniforme. Indicado para grupos pequenos com animais do mesmo tamanho, neste sistema o espaço linear de cocho deve ser de 45 cm por matriz. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Vantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Como os animais estão protegidos pelas divisória, reduz a disputa na hora da alimentação; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; É mais fácil fazer o controle de escore corporal; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Com menor custo de implantação, esse sistema costuma ser utilizado na transformação de gestação em celas para baias coletivas  , com aproveitamento da estrutura remanescente; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os suínos não precisam ser treinados. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Desvantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Todos os suínos devem ter acesso ao alimento simultaneamente.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><b>Estação eletrônica de alimentação: características, vantagens e desvantagens</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sistema os suínos são monitorados individualmente via microchip e recebem a quantidade de alimento que precisam de acordo com o índice de escore corporal individual. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Indicada para alimentar grupos grandes e dinâmicos em especial na fase de gestação. A estação eletrônica de alimentação pode ser instalada na baia de modo a prevenir disputas entre os animais nos fluxos de entrada e saída dos comedouros. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Vantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os equipamentos de fornecimento de ração ocupam uma área menor da baia; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não ocorrem disputas na hora da alimentação; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O controle de escore corporal é feito com precisão; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Permite programar uma dieta personalizada para cada animal. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><b>Desvantagens:</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Exige cuidado ao colocar o microchip para que o mesmo não seja perdido; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os suínos precisam ser treinados para se adequarem ao uso do sistema; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; É preciso contratar mão de obra com conhecimento em informática.</span></p>
<h3><b><br />
</b><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica"><b>→ O bem-estar dos suínos na prática: baixe o e-book gratuito e conheça tudo o que você precisa saber! </b><b><br />
</b></a></h3>
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		<title>Espécies forrageiras podem ser solução para melhorar dieta dos bovinos no inverno</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/especies-forrageiras-podem-ser-solucao-para-melhorar-dieta-dos-bovinos-no-inverno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2020 17:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[forrageiras]]></category>
		<category><![CDATA[nutrição]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até a segunda quinzena do mês de setembro, o hemisfério sul enfrenta o inverno. O clima mais frio ascende a preocupação dos pecuaristas no que diz respeito à alimentação dos bovinos. Em algumas regiões a escassez de alimento pode ser minimizada com o cultivo de...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Até a segunda quinzena do mês de setembro, o hemisfério sul enfrenta o inverno. O clima mais frio ascende a preocupação dos pecuaristas no que diz respeito à alimentação dos bovinos. Em algumas regiões a escassez de alimento pode ser minimizada com o cultivo de espécies forrageiras para ofertar suplementação aos animais via pastagens, que podem auxiliar na dieta e no bem-estar dos animais. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das possibilidades é o </span><strong><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/3362038/forrageiras-de-inverno-sao-alternativas-para-melhorar-dieta-animal-nesta-epoca" target="_blank" rel="noopener noreferrer">cultivo de espécies forrageiras</a></strong><span style="font-weight: 400;"> de clima temperado por sobressemeadura em áreas de pastagens tropicais. Algumas opções, como a aveia e o azevém, cultivados em consórcio com o capim Tanzânia, podem produzir uma boa forragem na época mais fria do ano, inclusive servindo de alimentação para as vacas leiteiras entre junho e setembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim como </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/entenda-como-o-calor-influencia-no-bem-estar-animal-e-sua-produtividade/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>o calor tem uma relação direta com o bem-estar animal</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">e sua produtividade, o frio e a seca também podem prejudicar as pastagens, enquanto os animais têm seu metabolismo e comportamento afetados. Vale ressaltar que essas respostas variam com a raça animal e sua adaptabilidade à condição climática da região onde está sendo criada. Por exemplo, animais de origem europeia, advindos de climas onde as temperaturas são baixas exercem maior potencial produtivo e consequentemente estão em melhor estado de bem-estar animal, que é o caso do gado holandês. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A alimentação do rebanho é tão importante que está indicada no primeiro item dos </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>referenciais de bem-estar animal</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">para bovinos, desenvolvidos pela Certified Humane. Com base em um comitê científico composto por pesquisadores de diversos países, a certificadora destaca que os animais necessitam ter acesso a uma dieta saudável de qualidade, adequada à idade, à fase produtiva e à espécie e, além disso, fornecida na quantidade necessária. As substâncias para promover o crescimento são proibidas pelas diretrizes da Certified. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O produtor precisa estar ciente que diante da falta de algum alimento natural &#8211; como as forragens para os bovinos ou até mesmo a água &#8211; é necessário prover e garantir o fornecimento também em casos emergenciais, independente da época do ano ou dos recursos existentes. Tudo isso irá garantir que os animais tenham um </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/saiba-como-acompanhar-o-escore-da-condicao-corporal-em-bovinos-de-leite/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>ECC (escore de condição corporal)</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">de pelo menos 2, conforme é exigido pela norma. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Benefícios de estabelecer espécies forrageiras</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Algumas espécies forrageiras podem ser utilizadas como pastagem para o gado dependendo da época do ano, do ciclo de vida e da família botânica. Neste caso, as mais utilizadas são </span><strong><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.embrapa.br_clima-2Dtemperado_forrageiras&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=85JqPT7IOMRbDFWto9zAoFJFP9wzUZmHixd-4LOvL88&amp;s=dCIiUEr95u8RF0VIpnmVG42P_5mw0mllP9PCC3qYN5w&amp;e=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">gramíneas e as leguminosas</a></strong><span style="font-weight: 400;">, esse conceito é dado de acordo com a fisiologia vegetal da forrageira. Ao escolher a espécie, o produtor precisa considerar a sua produtividade, qualidade nutritiva e a adaptação ao solo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As forrageiras de origem tropical, por exemplo, apesar de apresentarem menor valor nutritivo  em comparação com as espécies de clima temperado e serem pouco produtivas durante o inverno, tendem a aumentar a capacidade de suporte da pastagem e melhorar o desempenho animal, estendendo a estação de pastejo, com a sobressemeadura &#8211; associada com o manejo apropriado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Independente das espécies forrageiras, é necessário todo o cuidado com o controle das formigas ou insetos quanto a deterioração das folhas, estolões, caules e raízes, que podem prejudicar o desenvolvimento inicial das plantas invasoras ou daninhas. Pode-se destacar </span><strong><a href="https://urldefense.proofpoint.com/v2/url?u=https-3A__www.milkpoint.com.br_colunas_educapoint_forrageiras-2Dtemperadas-2Dpodem-2Dmelhorar-2Ddieta-2Ddos-2Danimais-2Dno-2Dinverno-2D218882_&amp;d=DwMFaQ&amp;c=euGZstcaTDllvimEN8b7jXrwqOf-v5A_CdpgnVfiiMM&amp;r=sCDWu2oLuyF70ITUPALtaTFedA3s3gBun_CUrGB7zQc&amp;m=85JqPT7IOMRbDFWto9zAoFJFP9wzUZmHixd-4LOvL88&amp;s=3q4xbMhCn1SfnbcNFlGYlk2G2TesT2npnpARcuiqo3U&amp;e=" target="_blank" rel="noopener noreferrer">alguns benefícios</a></strong><span style="font-weight: 400;"> ao estabelecer as espécies forrageiras:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumento na produção de matéria seca;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aumento na qualidade da forragem;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Melhoria na fertilidade do solo com a incorporação de nitrogênio e matéria orgânica;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Maior potencial de rebrota da espécie de gramínea na primavera;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Controle de plantas invasoras.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira algumas espécies forrageiras que podem ser utilizadas para este fim:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Aveia branca e preta;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Azevém;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Capim (elefante, lanudo, nilo, Sudão);</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Cornichão;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Feijão-miúdo;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Gramas bermuda e estrela;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Hermártria;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Lótus ‘El Rincon’;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Milheto;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Sorgo forrageiro;</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Trevo (branco, persa, vermelho, vesiculoso).</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Complemento nutricional para o bem-estar animal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A qualidade nutricional de qualquer alimento deve ser avaliada pelo veterinário, zootecnista agrônomo e/ou áreas afins responsável da propriedade antes de ser oferecida ao rebanho. Como já comentado, a quantidade e o tipo de alimento variam de acordo com a idade produtiva do animal e o clima da região onde está inserida a produção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso da silagem (método de armazenagem de espécies forrageiras para que em épocas de estiagem de pastagens faça a suplementação de alimentação para os animais), por exemplo, na nutrição de ruminantes, já é uma prática rotineira adquirida por produtores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Contém boa qualidade nutritiva e é uma ótima opção quando há escassez de alimentos na propriedade em determinadas épocas do ano, podendo suplementar o rebanho também na forma de complementação alimentar, já que conforme as normas de bem-estar animal Certified Humane não é possível utilizar promotores de crescimento ou antibióticos com este objetivo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A silagem é uma ferramenta viável e que não necessita de excessivos investimentos, podendo se adequar a cada propriedade. Independentemente do tamanho da produção é possível proporcionar o bem-estar animal, assim como muitas empresas têm feito. Acesse os </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span style="font-weight: 400;"><strong>referenciais da Certified Humane</strong> </span></a><span style="font-weight: 400;">e busque a certificação. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/especies-forrageiras-podem-ser-solucao-para-melhorar-dieta-dos-bovinos-no-inverno/">Espécies forrageiras podem ser solução para melhorar dieta dos bovinos no inverno</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Bem-estar das galinhas: comportamento natural aumenta produtividade</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Dec 2017 17:15:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O bem-estar das galinhas poedeiras, quando elas podem expressar seus comportamentos naturais da espécie, as torna mais produtivas. É o que mostra um estudo da zootecnista Dayana Cristina de Oliveira Pereira – o site da revista Avicultura Industrial apresentou, recentemente, um resumo da pesquisa. O...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O bem-estar das galinhas poedeiras, quando elas podem expressar seus comportamentos naturais da espécie, as torna mais produtivas. É o que mostra um estudo da zootecnista Dayana Cristina de Oliveira Pereira – o site da revista</span><strong><a href="https://www.flipsnack.com/gessulliagribusiness/revista-avicultura-industrial-0415-ftpsrfa8t.html?p=46" target="_blank" rel="noopener noreferrer"> Avicultura Industrial</a></strong><span style="font-weight: 400;"> apresentou, recentemente, um resumo da pesquisa. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O trabalho avaliou os efeitos de alguns aspectos do bem-estar das galinhas em dois aviários da<strong> <a href="https://www.korin.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Korin Agropecuária</a> </strong>no interior paulista. Em ambos as aves foram <strong>criadas livres das gaiolas</strong>, uma das práticas mais cruéis que a indústria de ovos costuma adotar, e responderam com uma produção de ovos acima da média para a espécie. Um exemplo: as galinhas começaram a pôr ovos na 15ª semana de idade, três semanas antes do esperado. Mas a principal descoberta foi o ganho que alguns aspectos, digamos, sentimentais, podem impulsionar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num dos aviários, as poedeiras tinham a companhias de galos – algo pouco comum nas granjas de ovos. Foram justamente essas as aves mais produtivas, superando os resultados daquelas que se desenvolveram num aviário livre de galos. A galinhas que compartilharam o espaço com os machos produziram mais (cerca de 84 ovos por 100 galinhas, contra aproximadamente 76 ovos por ave no galinheiro sem galos). A taxa de mortalidade das poedeiras acompanhadas foi <strong>metade das que viviam sem os machos</strong>.</span></p>
<h3><b>Liberdade para expressar comportamento natural</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1640" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-300x258.jpg" alt="galinhas no poleiro: bem-estar das galinhas" width="300" height="258" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-300x258.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-600x515.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-200x172.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas-400x343.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/bem-estar-das-galinhas.jpg 637w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Pode parecer apenas uma curiosidade, mas não é. De fato, um dos fundamentos do bem-estar animal são as chamadas <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/conheca-as-cinco-liberdades-dos-animais/">cinco liberdades</a>,</strong> uma espécie de declaração dos direitos dos bichos. Resumidamente, considera-se que, para que se sintam bem, os animais devem estar livres de fome e sede, de dor, doença e injúria, de medo e estresse e, finalmente, ter liberdade de expressar os comportamentos naturais da espécie – entre os quais o comportamento reprodutivo. Nesse sentido, o contato com indivíduos do sexo oposto fez bem para as poedeiras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É bom ressaltar que a presença de galos nos viveiros não é uma exigência das normas de boas práticas para se obter o selo Certified Humane, que assegura a produção de ovos com respeito ao bem-estar das galinhas. Mas estudos como esse reforçam como é importante propiciar conforto e qualidade de vida às espécies que dão origem ao nosso alimento – e como isso pode resultar em ganhos para os criadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A autora do estudo reforça um aspecto importante: a crescente preocupação dos consumidores com as questões relacionadas ao bem-estar animal. Ela cita, inclusive, a presença no Brasil do selo Certified Humane. O tema está, de fato, na agenda de quase todo mundo, da academia ao mercado.</span></p>
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		<title>Livro mostra importância do bem-estar animal para as empresas de alimentos</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Dec 2017 16:47:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). A obra reúne uma série...</p>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/livro-importancia-do-bem-estar-animal-para-empresas/">Livro mostra importância do bem-estar animal para as empresas de alimentos</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Um livro recentemente lançado nos Estados Unidos mostra a importância do bem-estar animal</span> <span style="font-weight: 400;">para o futuro de empresas e criadores. Seu título é The Business of Farm Animal Welfare (O negócio do bem-estar dos animais de fazenda, numa tradução livre). </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A obra reúne uma série de artigos e estudos de caso escritos por 32 autores entre cientistas e  executivos de empresas e instituições financeiras, que comentam sobre a importância do bem-estar animal. O prefácio é assinado pela americana Temple Grandin, uma das pesquisadoras mais respeitadas do mundo em manejo de bovinos e integrante do comitê científico da Certified Humane. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira geral, a obra apresenta os riscos que a falta de comprometimento com a qualidade de vida dos animais traz para um negócio &#8211; e como é possível encontrar oportunidades de crescimento quando se adotam boas práticas para que aves, bovinos, suínos e outras espécies vivam com conforto e sem sofrimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os organizadores do livro são o especialista em responsabilidade corporativa Nicky Amos e o consultor de investimentos Rory Sullivan.  Os dois são as figuras mais proeminentes de uma organização não-governamental responsável por produzir um ranking global sobre as empresas que melhor gerenciam as boas práticas de bem-estar animal (em 2016, as brasileiras BRF, Marfrig e JBS estavam na lista, chamada de <a href="https://www.bbfaw.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Business Benchmark on Farm Animal Welfare</a> &#8211; BBFAW).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ambos assinam a apresentação e o capítulo de introdução, nos quais demonstram uma dupla importância para as empresas e criadores. Tratar o assunto com desleixo pode comprometer o futuro de um negócio &#8211; mas tomar a atitude de aprimorar a qualidade de vida dos animais é algo capaz de abrir um futuro bem mais promissor, abrindo mercados e caminhos para o crescimento sustentável levando em conta a importância do bem-estar animal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Longe de ser uma preocupação ética de um  nicho, o bem-estar dos animais de fazenda tem profundas implicações para os custos corporativos, receitas, ativos, marcas e reputação&#8221;, escreve Sullivan na apresentação da obra. &#8220;É tanto um risco comercial quanto um conceito chave para oportunidades comerciais&#8221;, ressalta.</span></p>
<p><b>Humanizar o tratamento é urgente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><a href="https://www.amazon.co.uk/Business-Farm-Animal-Welfare/dp/1783535296"><img decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1625" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare-200x300.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/12/livro-the-business-of-farm-animal-welfare.jpg 333w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /></a>Gestores de fundos que juntos somam quase 2 trilhões de dólares em ativos já levam a importância do bem-estar animal em consideração nas suas avaliações de investimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Amos e Sullivan explicam porque é urgente humanizar o tratamento que aves, bovinos, suínos e outras espécies criadas comercialmente nos sítios e fazendas.  A preocupação dos investidores com a maneira que as empresas do setor de alimentação lidam com a qualidade de vida dos animais é mais do que evidente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os organizadores do livro, 19 grandes instituições de investimento participam de uma iniciativa internacional para colaborar com o bem-estar dos animais de fazenda, entre os quais o banco francês BNP Paribas. Juntos esses grupos gerenciam mais de 1,5 trilhão de libras em ativos (quase 2 trilhões de dólares) e usam o ranking da BBFAW para avaliar como as empresas alimentos gerenciam riscos e oportunidades em relação ao bem-estar animal.</span></p>
<p><b>Os animais estão sendo realmente respeitados? </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Evidentemente, declarações de boas práticas e a documentação dos relatórios que as empresas costumam apresentar ao mercado são um bom indício de como as empresas tratam os animais que de alguma forma estão inseridos nas suas cadeias produtivas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não se pode esquecer, porém, da importância de organizações certificadoras como o Instituto Certified Humane. De outro modo, como consumidores e investidores poderiam ter garantias de que os belos discursos em favor da qualidade de vida de aves, bovinos, suínos e outras espécies estão sendo realmente respeitados?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De qualquer forma, livros como o de Amos e Sullivan mostram que o cerco sobre as companhias está se fechando. Não são só os consumidores que pensam na importância do bem-estar animal e se importam com a maneira como vivem as criaturas que dão origem à nossa comida. O tema já está na agenda dos responsáveis por administrar o dinheiro dos investidores, sem o qual as perspectivas de expansão de um negócio pode ser um bocado mais difícil. </span></p>
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		<title>Estudo comprova que brasileiros se preocupam com o sofrimento e bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Nov 2017 13:23:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos. É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>A maioria dos consumidores brasileiros quer o bem-estar dos animais e não o sofrimento dos bichos que dão origem aos alimentos.</h2>
<p>É o que indica um estudo realizado pelas pesquisadoras Maria Yunes e Maria Hötzel, da Universidade Federal de Santa Catarina, e Marina von Keyserlingk, da canadense University of British Columbia. Aproximadamente 500 pessoas participaram do estudo que leva em conta o bem-estar animal.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-suinos-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-4200 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png" alt="" width="526" height="526" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos.png 526w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-300x300.png 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-150x150.png 150w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-66x66.png 66w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-200x200.png 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/10/banner-ebook-suinos-400x400.png 400w" sizes="auto, (max-width: 526px) 100vw, 526px" /></a></p>
<p>A cada uma delas, os entrevistadores mostraram dois pares de imagens. No primeiro conjunto, os participantes tinham de dizer se preferiam a produção em confinamento ou fora dele para um determinado tipo de animal (que poderiam ser bovinos de corte, frangos de corte, galinhas poedeiras, matrizes suínos ou leitões em amamentação). No segundo conjunto de imagens, a escolha era entre a criação em gaiolas ou fora de confinamento. A preferência pelos métodos que proporcionam mais liberdade foi significativa – apenas uma minoria afirmou preferir os sistemas mais tradicionais.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1595" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg" alt="bem-estar animal galinhas poedeiras livres" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-200x134.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres-400x267.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/11/bem-estar-animal-galinhas-poedeiras-livres.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Mais especificamente, 87% das pessoas disseram preferir a ausência de confinamento, quando a opção era entre a criação confinada ou não – 78% dos entrevistados optaram pela criação livre de gaiolas, quando essas eram as opções apresentadas. A razão para essas preferências, segundo os entrevistados, é a percepção que os bichos livres para se mover e expressar seu comportamento natural têm mais qualidade de vida, visando o bem-estar animal.</p>
<p>O estudo foi publicado em setembro na Animals, uma revista científica internacional dedicada a pesquisas sobre os animais, incluindo zoologia e ciências veterinárias. De acordo com as pesquisadoras, o trabalho buscou descobrir quais as crenças e as atitudes dos brasileiros – especialmente daqueles que não têm qualquer ligação com o setor agropecuário – no que diz respeito aos métodos de criação dos animais de fazenda. “Nossas descobertas indicam que as atuais práticas de criação de animais de fazenda que são associadas às restrições de movimento podem não estar alinhadas com as <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-animal-como-exigencia-do-mercado/">expectativas da sociedade</a></strong>”, escrevem as autoras. Isso pode ser um problema sério para as empresas que não souberem se adaptar. “A falta de engajamento nesse tema põe em risco a sustentabilidade de longo prazo das indústrias”.</p>
<h3>Um alerta para criadores de animais</h3>
<p>Um motivo de alerta para o setor de alimentos: 79% dos entrevistados acreditam que os animais de fazenda não são bem tratados no Brasil. Esse é um dado importante para o Instituto Certified Humane. Empresas e criadores dispostos a dar um tratamento humano e adequado aos animais terão de encontrar maneiras de<strong> <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/medida-concreta-de-certificacao-de-alimentos/">comprovar seu compromisso aos consumidores</a></strong> – e isso pode ser feito por meio da certificação de bem-estar animal, na qual uma entidade independente avalia o sistema de produção para assegurar ao público se as boas práticas estão realmente sendo adotadas.</p>
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		<title>Estudo revela que donos de bichos de estimação são os consumidores que pensam mais em bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 13:10:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha. Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Quem tem um animal doméstico preocupa-se mais com o bem-estar animal nas fazendas. É o que mostra um <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/pesquisa-pets-bem-estar-animal.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">estudo realizado recentemente por dois pesquisadores da Universidade de Goetinggen, na Alemanha.</a></h3>
<p>Eles descobriram que os donos de pets demonstram mais disposição para valorizar o fim do sofrimento na produção de carne, leite e ovos. A convivência com cães, gatos e outros bichos de estimação é uma das forças que torna o bem-estar animal uma questão cada vez mais importante para os consumidores. Um exemplo: 57% das pessoas que têm cães ou gatos disseram estar dispostas a pagar preços acima de 10% <strong>maiores pela carne que apresentar um certificado de bem-estar animal</strong>. Essa parcela cai para 44% entre a população que não têm bichos de estimação.</p>
<p>Em outras palavras, a fofura de gatinhos e cãezinhos faz algo mais do que chamar a atenção em vídeos e fotos nas redes sociais: <strong>ela reforça os vínculos e o respeito entre humanos e animais</strong>. Criadores de bovinos, suínos e aves – entre outras espécies – precisam levar isso em conta. “Donos de pets transferem os sentimentos fortemente positivos que nutrem pelos animais domésticos para os animais de fazenda, pelo menos até certo ponto”, escrevem os pesquisadores.</p>
<p>Inicialmente, o objetivo da pesquisa era averiguar se haveria um mercado promissor para rações de cães e gatos produzidas de acordo com boas práticas de bem-estar animal. A resposta é afirmativa, uma vez que ficou demonstrado que a sensibilidade ao sofrimento dos animais é mais aguçada em quem convive diariamente com um bichinho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O Brasil tem hoje a segunda maior população de pets no mundo – e cada um deles convive com humanos potencialmente sensíveis ao bem-estar dos animais de fazenda</h3>
<p>Embora o estudo tenha se dedicado a investigar apenas o comportamento dos consumidores alemães, os pesquisadores acreditam que padrões semelhantes possam se repetir em outros países. “Em geral, nos países da Europa Ocidental os cidadãos estão cada vez mais críticos com relação aos processos de produção usados nos rebanhos das fazendas”, escrevem eles.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1554" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg" alt="" width="300" height="176" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-300x176.jpeg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-768x452.jpeg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-600x353.jpeg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-200x118.jpeg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-400x235.jpeg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-800x471.jpeg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal-1200x706.jpeg 1200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/10/Pets-bem-estar-animal.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>É bom lembrar que o Brasil tem hoje a <strong>segunda maior população mundial de pets</strong>. Segundo o IBGE, há no país 52 milhões de cães e 22 milhões de gatos – quase a metade dos lares tem um cachorrinho, e cerca de um quinto das casas possui um felino residente. Em cada uma delas, há um consumidor humano potencialmente sensível ao bem-estar animal da fazenda.</p>
<p>Um aspecto a destacar: estudos como esse mostram como é importante que as empresas <strong>busquem uma certificação de bem-estar animal</strong> – ou seja, que abram suas operações à avaliação de instituições independentes como forma de assegurar ao público que adotam as boas práticas necessárias para melhorar a qualidade de vida e o conforto das criações. Trata-se de um passo importante para a transparência no mercado.</p>
<p>De outro modo, os consumidores estariam sujeitos a serem enganados por companhias que adotam apenas um discurso bonito, com o qual encobrem métodos cruéis no manejo dos animais que dão origem aos nossos alimentos. O Instituto Certified Humane é uma instituição que cumpre o papel de verificar se as boas intenções e as belas palavras são efetivamente, postas em prática por criadores e empresas que se comprometem com a causa.</p>
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		<title>O bem-estar animal está em alta, mas poucas vezes vem associado a uma medida concreta e a um programa de certificação de alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2017 12:47:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A julgar pelas notícias, o bem-estar animal está na moda. Quase toda semana aparece alguma empresa de alimentos anunciando o compromisso de zelar pela qualidade de vida do gado de corte, das vacas leiteiras, dos frangos ou das galinhas poedeiras. Poucas vezes, no entanto, esses...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>A julgar pelas notícias, o bem-estar animal está na moda. Quase toda semana aparece alguma empresa de alimentos anunciando o compromisso de zelar pela qualidade de vida do gado de corte, das vacas leiteiras, dos frangos ou das galinhas poedeiras. Poucas vezes, no entanto, esses anúncios vêm associados a um programa de certificação de alimentos.</h3>
<p>Essa <strong>medida concreta</strong> da certificação de alimentos deve para mostrar ao público que o compromisso é para valer – como a adesão a um programa sério, por exemplo. Vamos olhar mais atentamente o que está acontecendo no mercado. A onda em favor do bem-estar animal vem varrendo praticamente todo o setor de alimentos, desde produtores de ovos a laticínios, passando por frigoríficos e chegando até restaurantes, cafeterias e lanchonetes.</p>
<p>Há grupos de todos os tamanhos: grandes multinacionais, indústrias tradicionais e pequenas empresas familiares. Sem dúvida essas empresas estão reagindo às <strong>pressões dos consumidores</strong>. Por isso todo mundo parece despertar para a necessidade de tratar bem os animais que produzem, ou ao menos exigir que seus fornecedores o façam. Parece bom, não?</p>
<h3>A certificação de alimentos assegura aos consumidores que o compromisso com o bem-estar animal é para valer</h3>
<p>De um certo ponto de vista, é sim. Pior seria se ninguém desse a mínima para o assunto. O problema com as modas, porém, é que elas passam. Se isso acontecer com o bem-estar animal, as promessas serão esquecidas? Esse é o risco de um momento como esse. E é provavelmente o que vai acontecer se não houver entre as empresas e o público instituições independentes – como o Instituto Certified Humane – que assumam a responsabilidade de assegurar que as boas práticas na criação de animais estão sendo <strong>realmente seguidas</strong>. Como diz a sabedoria popular, é mais fácil falar do que fazer e de boas intenções o inferno está cheio.</p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1494" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg" alt="galinhas livres de gaiolas: certificacao de alimentos" width="300" height="200" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-300x200.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-600x399.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-200x133.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos-400x266.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/galinhas-livres-de-gaiolas-certificacao-de-alimentos.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>Precisamos reconhecer que em boa parte dos casos falta um pouco de <strong>transparência</strong> nos compromissos firmados pelas empresas. De maneira geral, divulga-se um prazo de adaptação – como excluir da lista de fornecedores aqueles que criarem galinhas em gaiolas ou que não cuidarem adequadamente das matrizes de suínos. Mas é preciso alguém que possa certificar que o avanço gradual está realmente acontecendo ao longo do tempo. O papel de uma entidade como o Instituto Certified Humane é justamente esse.</p>
<p>As normas de certificação de alimentos permitem que as empresas obtenham o <strong>selo Certified Humane</strong> – uma garantia de que o bem-estar animal está sendo respeitado – para cada uma de suas operações. Um produtor de ovos, por exemplo, pode certificar uma granja de cada vez (e só a unidade certificada terá direito a exibir o selo em seus produtos). Permite-se que um restaurante ou lanchonete obtenha o selo apenas para um determinado prato que seja produzido exclusivamente com ingredientes certificados. Passo a passo, mas sempre em frente, portanto.</p>
<p>É importante que essa asseguração independente seja feita. Caso contrário, as empresas que fizerem a coisa certa perderão a oportunidade de se comunicar de forma correta e transparente com o público. Aquela cujo compromisso for apenas da boca para fora estarão tão somente enrolando o consumidor e praticando aquilo que muitas vezes é mera <strong>“virtude para ostentação”</strong>: apenas um bom discurso para fazer bonito, mas sem nenhuma consequência prática.</p>
<p>Cabe às empresas realmente interessadas no bem-estar animal procurar formas de assegurar ao mercado que seu compromisso com o bem-estar animal é sério – o selo Certified Humane é uma excelente alternativa para isso. Os consumidores também têm um papel importante: é preciso <strong>exigir provas concretas</strong> sempre que uma empresa se disser a favor da qualidade de vida dos animais.</p>
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		<title>Certificação de alimentos: veja como obter o selo Certified Humane para um ou vários produtos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2017 15:07:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas empresas já perceberam que o respeito ao bem-estar animal passou a ser um valor fundamental nas decisões de compra tomadas pelos consumidores. A boa notícia é que elas também podem ter uma certificação de alimentos. Não são só os criadores que podem obter o...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3>Muitas empresas já perceberam que o respeito ao bem-estar animal passou a ser um valor fundamental nas decisões de compra tomadas pelos consumidores. A boa notícia é que elas também podem ter uma certificação de alimentos.</h3>
<p>Não são só os criadores que podem <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/ebook-como-obter-o-selo-de-bem-estar-animal"><strong>obter o selo de bem-estar animal Certified Humane</strong></a>. É possível fazer a certificação de alimentos, como refeições prontas congeladas, maioneses, presuntos, iogurtes, sorvetes e outros tipos de comida que usem proteína animal como ingrediente. As <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/"><strong>normas de boas práticas de bem-estar animal</strong></a> determinam como um fabricante de alimentos pode obter o selo Certified Humane para um – ou para vários – de seus produtos. Veja cinco aspectos que as empresas precisam seguir para terem seus produtos certificados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>1. A matéria-prima (carne, leite e ovos) tem de ser fornecida por criadores certificados com o selo Certified Humane</h3>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post.jpg" data-rel="lightbox-image-0" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright wp-image-1478 size-medium" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-300x185.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-768x473.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-600x369.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-200x123.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-400x246.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post-800x492.jpg 800w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/08/fotocomselo-post.jpg 1024w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>O selo Certified Humane só pode ser concedido para um produto que puder comprovar a utilização exclusiva de carne, leite e ovos que também tiverem a certificação de bem-estar animal. Afinal de contas, o compromisso é garantir que os animais tiveram um tratamento humano – ou seja, <strong>livre de sofrimentos e desconforto desnecessário</strong> – desde o nascimento até à mesa do consumidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>2. A empresa pode buscar a certificação para apenas um produto ou para um grupo deles</h3>
<p>O selo Certified Humane comprova que um determinado alimento foi produzido respeitando as boas práticas de bem-estar animal. Nesse sentido, ele é específico para cada item certificado. Uma empresa que o obtém o selo para um de seus produtos não poderá usá-lo para os demais – a menos que todos sejam submetidos ao mesmo processo de certificação de alimentos. Em outras palavras, <strong>a empresa certifica cada produto separado</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>3. Para certificar um produto, um fabricante de alimentos precisa demonstrar organização</h3>
<p>No processo de certificação, os inspetores do Instituto Certified Humane vão averiguar alguns aspectos da organização da empresa essenciais para a certificação. Será preciso, por exemplo, apresentar um plano de compras dos ingredientes a serem usados nas receitas dos produtos que vão receber o selo Certified Humane. Outra exigência: as matérias-primas dos produtos certificados devem ser <strong>armazenadas separadamente</strong>. Isso é importante para evitar que matérias-primas não certificadas sejam usadas nos produtos que vão receber o selo. Também é preciso manter registros de compras e reclamações feitas aos fornecedores, demonstrando que as informações poderão ser rastreadas e recuperadas sempre que for necessário.</p>
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<h3>4. A empresa que busca a certificação precisa ser transparente nas inspeções</h3>
<p>Uma regra básica para quem busca a certificação de alimentos de bem-estar animal é estar disposto a receber a visita dos inspetores do Instituto Certified Humane a qualquer momento. Isso vale tanto para os criadores de animais quanto para os fabricantes de alimentos. Como diz o dito popular: quem não deve, não teme. O <strong>compromisso com a transparência</strong> atesta o firme propósito de seguir as boas práticas de bem-estar animal prescritas pelas normas.</p>
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<h3><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção.jpg" data-rel="lightbox-image-1" data-rl_title="" data-rl_caption="" title=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1464" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção-300x225.jpg" alt="Certificação de alimentos- inspeção" width="300" height="225" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2017/09/Certificação-de-alimentos-inspeção-200x150.jpg 200w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" /></a>5. É preciso se submeter ao processo de inspeção</h3>
<p>O processo de certificação de um fabricante de alimentos é bastante semelhante ao dos sítios e fazendas. As empresas precisam fazer a solicitação inicial e submeter-se à inspeção, arcando com os custos necessários para o processo (nunca é demais lembrar que as taxas para a certificação são bastante acessíveis para empresas de todos os portes). Depois, basta aguardar o resultado da avaliação dos inspetores. Quem passa por todo o processo precisa <strong>renovar o certificado anualmente.</strong></p>
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<p>Obviamente, há um aspecto fundamental em tudo isso: <strong>a pressão dos consumidores</strong>. São eles que estão exigindo que as empresas se adaptem a uma nova realidade, na qual não se toleram mais os maus tratos aos animais e o sofrimento das criaturas que nos servem de alimento.</p>
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