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	<title>Arquivos Bovinos de Leite - Certified Humane Brasil | Bem-estar animal</title>
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	<description>O selo Certified Humane® certifica que um alimento vem de produtores que atendem exigências objetivas de bem-estar animal.</description>
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		<title>Qual é o manejo adequado para vacas leiteiras?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jan 2026 12:09:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[Com que frequência cuidar dos cascos das vacas?]]></category>
		<category><![CDATA[Como aumentar a eficiência produtiva do rebanho leiteiro?]]></category>
		<category><![CDATA[Como deve ser a interação homem-animal na ordenha?]]></category>
		<category><![CDATA[Como deve ser o cuidado com o umbigo do bezerro?]]></category>
		<category><![CDATA[Como deve ser o manejo durante a inseminação artificial?]]></category>
		<category><![CDATA[Como deve ser o manejo no pré-parto de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Como fazer manejo correto de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Como garantir saúde do rebanho leiteiro?]]></category>
		<category><![CDATA[Como manejar vacas leiteiras sem causar estresse?]]></category>
		<category><![CDATA[Como melhorar o bem-estar das vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Como o calor afeta a reprodução de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Como o gerenciamento da fazenda influencia o bem-estar animal?]]></category>
		<category><![CDATA[Como o manejo influencia a produção de leite?]]></category>
		<category><![CDATA[Como preparar a vaca para o parto?]]></category>
		<category><![CDATA[Como prevenir ferimentos no manejo de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Como reduzir estresse em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Como reduzir perdas embrionárias em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[manejo]]></category>
		<category><![CDATA[O que é bem-estar animal em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é estro em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é eutanásia em bovinos e quando fazer?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é laminite em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é manejo adequado de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é manejo racional em bovinos leiteiros?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é período seco da vaca leiteira?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é planejamento sanitário (PSA) para bovinos?]]></category>
		<category><![CDATA[O que é proibido no manejo de bovinos (bem-estar animal)?]]></category>
		<category><![CDATA[O que estressa uma vaca leiteira?]]></category>
		<category><![CDATA[Pode cortar a cauda de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Pode puxar o bezerro pela perna?]]></category>
		<category><![CDATA[Pode usar bastão elétrico em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Por que falha a detecção do estro?]]></category>
		<category><![CDATA[Por que o bem-estar animal aumenta a produtividade?]]></category>
		<category><![CDATA[Quais são as boas práticas no manejo de vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Quais são as principais doenças em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Qual a idade ideal para o primeiro parto da vaca?]]></category>
		<category><![CDATA[Qual é o intervalo ideal entre partos em vacas leiteiras?]]></category>
		<category><![CDATA[Quantos dias dura o período seco da vaca leiteira?]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Garantir bem-estar aos animais não apenas assegura qualidade de vida como influencia positivamente a eficiência da produção, melhora o ambiente de trabalho, reduz perdas e custos, abre mercados e aprimora a qualidade do produto final. Um dos pilares do bem-estar animal é o manejo apropriado...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Garantir bem-estar aos animais não apenas assegura qualidade de vida como influencia positivamente a eficiência da produção, melhora o ambiente de trabalho, reduz perdas e custos, abre mercados e aprimora a qualidade do produto final. Um dos pilares do bem-estar animal é o manejo apropriado de cada espécie e isso vale também para o manejo adequado de vacas leiteiras.</p>
<p class="p1">Oferecer manejo adequado para vacas leiteiras preserva a saúde dos animais e permite que exerçam o comportamento natural da espécie. Com isso, as vacas se mantêm mais tranquilas e há redução nos índices de ferimentos e mortalidade.</p>
<p class="p1">Além disso, cuidados com reprodução, saúde do rebanho e gerenciamento da criação fazem toda a diferença no desempenho do sistema de produção.</p>
<p class="p1">Quer entender como realizar o manejo adequado para vacas leiteiras na prática? Confira a seguir os principais pontos.</p>
<h2><b>Cuidado com a reprodução melhora a eficiência produtiva</b></h2>
<p class="p1">Quanto mais positivo for o manejo com as vacas no momento da inseminação artificial e no período dos dias seguintes, mais eficiente tende a ser a produtividade do rebanho.</p>
<p class="p1">Atenção especial deve ser dada ao ambiente térmico do alojamento, pois quanto maior o calor:</p>
<ul>
<li class="p1">maiores são as perdas embrionárias;</li>
<li class="p1">maiores são as falhas na detecção comportamental do estro.</li>
</ul>
<p class="p1">A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também apresenta recomendações importantes sobre reprodução, como idade ideal para o primeiro parto e intervalo entre partos. Além disso, é fundamental lembrar que a qualidade da criação das bezerras impacta diretamente no desempenho produtivo e reprodutivo da futura vaca.</p>
<h3><b>Observações importantes sobre manejo reprodutivo</b></h3>
<ul>
<li class="p1"><span class="s1"><b>24 meses</b></span> é a idade recomendada para o primeiro parto.</li>
<li class="p1">A média de <span class="s1"><b>uma cria por ano</b></span> (ou um parto a cada <span class="s1"><b>12 meses</b></span>) é o ideal.</li>
<li class="p1">O manejo correto exige colocar a vaca em um piquete com sombra ou em curral maternidade, com acesso livre à água e alimento de qualidade, faltando <span class="s1"><b>30 dias para o parto</b></span>.</li>
<li class="p1">O período seco deve ser, em média, de <span class="s1"><b>60 dias</b></span>, para preparação da glândula mamária e início de um novo ciclo produtivo de leite.</li>
</ul>
<h2><b>Manejo e interação homem-animal: práticas essenciais</b></h2>
<p class="p1">No manejo adequado para vacas leiteiras, os animais devem ser tratados com calma, sem gritos ou movimentos bruscos. Técnicas de manejo devem respeitar os comportamentos naturais, sem causar estresse ou ferimentos.</p>
<p class="p1">A seguir, estão normas importantes relacionadas ao bem-estar animal no manejo do rebanho:</p>
<ul>
<li class="p1">Os animais não devem receber torções de cauda, nem ser puxados ou suspensos pela cauda, pele, orelhas ou membros.</li>
<li class="p1">Bezerros só podem ser movidos quando carregados, conduzidos ou por outra forma de embarque. É proibido puxá-los, arrastá-los e usar bastão elétrico.</li>
<li class="p1">No parto, a interferência deve ocorrer apenas para ajudar no nascimento e não para acelerar o processo. A indução de parto nunca deve ser usada como rotina.</li>
<li class="p1">O umbigo dos recém-nascidos deve ser imerso em solução antisséptica.</li>
<li class="p1">Qualquer animal incapacitado de caminhar deve ser tratado imediatamente.</li>
<li class="p1">É proibida a marcação com piques e cortes da orelha ou marcação na face, exceto por motivos sanitários exigidos por veterinário ou pelo governo federal.</li>
<li class="p1">Cães devem ser treinados para não ferir ou angustiar o gado e precisam ser controlados o tempo todo. Na sala de ordenha, cães são proibidos.</li>
</ul>
<h2><b>Gerenciamento: sem gestão, não existe bem-estar animal</b></h2>
<p class="p1">Não há como empregar o manejo adequado para vacas leiteiras (ou para qualquer outro animal de criação) se a gerência da fazenda não estiver familiarizada com as normas de bem-estar animal e com as particularidades de cada espécie.</p>
<p class="p1">Por isso, é indispensável oferecer treinamento adequado a gerentes e funcionários.</p>
<h3><b>Treinamentos que devem ser garantidos</b></h3>
<ul>
<li class="p1">Os encarregados devem ser treinados para identificar e lidar com fatores de estresse que as vacas leiteiras enfrentam.</li>
<li class="p1">É necessário conhecer o plano de ação de emergência, com procedimentos para casos de fogo, seca ou inundação.</li>
<li class="p1">Gerentes devem disponibilizar, a qualquer momento, registros da criação e os procedimentos de quarentena e medicação ao inspetor da certificadora de bem-estar animal.</li>
</ul>
<h2><b>Saúde do rebanho: planejamento sanitário e monitoramento constante</b></h2>
<p class="p1">Assegurar a saúde das vacas leiteiras exige desenvolver um Planejamento Sanitário dos Animais (PSA), atualizado regularmente com orientação veterinária.</p>
<p class="p1">Além disso, é necessário monitorar constantemente o desempenho dos animais. Entre as medidas que devem fazer parte do manejo estão:</p>
<ul>
<li class="p1">observar ocorrência de doenças da produção, doenças infecciosas e ferimentos causados por alojamento ou manejo inadequado;</li>
<li class="p1">tratar imediatamente animais com doenças ou ferimentos, buscando assistência veterinária sempre que necessário;</li>
<li class="p1">submeter animais de reposição vindos de outras origens a período de quarentena;</li>
<li class="p1">inspecionar e cuidar dos cascos ao menos uma vez por ano;</li>
<li class="p1">avaliar e registrar semestralmente laminite do rebanho;</li>
<li class="p1">remover tetas supranumerárias até a puberdade com medicamentos para dor;</li>
<li class="p1">realizar amochamento até 3 semanas de idade, com cauterização e uso de medicamentos para gestão e controle da dor;</li>
<li class="p1">realizar remoção dos chifres apenas por veterinário, com sedativo ou anestesia local e anti-inflamatório;</li>
<li class="p1">proibir corte de cauda (aparo da vassoura é permitido);</li>
<li class="p1">estar preparado para realizar eutanásia, se necessário, com funcionário treinado ou veterinário e eliminação de carcaça conforme exigências locais.</li>
</ul>
<h2><b>Bem-estar é produtividade e qualidade</b></h2>
<p class="p1">O manejo adequado para vacas leiteiras preserva a saúde do rebanho, permite comportamento natural da espécie e reduz estresse, ferimentos e mortalidade. Além disso, contribui para eficiência produtiva, redução de custos e melhoria do produto final.</p>
<p class="p1">Aplicar essas boas práticas depende de cuidado com reprodução, interação homem-animal, gerenciamento e planejamento sanitário.</p>
<h2><a style="font-size: 16px;" href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-4554 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg" alt="" width="900" height="296" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg 900w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-300x99.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-600x197.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-768x253.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-200x66.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-400x132.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-800x263.jpg 800w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></h2>
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		<title>Conheça os mitos e fatos do bem-estar animal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Primeira Via]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 12:47:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o assunto é bem-estar animal, é comum surgirem dúvidas e percepções distorcidas sobre o processo de certificação. Muitos produtores e empresas acreditam que o selo é restrito a operações de grande porte, que envolve custos elevados ou que exige um processo burocrático. Mas será...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1">Quando o assunto é bem-estar animal, é comum surgirem dúvidas e percepções distorcidas sobre o processo de certificação. Muitos produtores e empresas acreditam que o selo é restrito a operações de grande porte, que envolve custos elevados ou que exige um processo burocrático. Mas será que esses obstáculos realmente existem?</p>
<p class="p1">Neste conteúdo, reunimos os principais <span class="s1"><b>mitos e verdades sobre a certificação de bem-estar animal</b></span> para mostrar que o caminho para uma produção mais ética e responsável é mais viável do que parece. Se você atua com criação de animais ou utiliza produtos de origem animal na sua cadeia produtiva, vale a pena conferir.</p>
<h3><b>A certificação é mesmo para todos?</b></h3>
<p class="p1">Sim. Ao contrário do que muitos pensam, <span class="s1"><b>a certificação de bem-estar animal não depende do tamanho da propriedade ou empresa</b></span>. O que conta é o compromisso com boas práticas. Pequenos e grandes produtores podem se certificar, desde que sigam as normas e estejam organizados para atender aos critérios definidos.</p>
<h3><b>Os custos são altos?</b></h3>
<p class="p1">Não. O processo envolve etapas com taxas claras e proporcionais ao porte da operação. Os valores incluem análise documental, auditorias presenciais e renovação anual. A certificação pode, inclusive, gerar <span class="s1"><b>economia a longo prazo</b></span>, já que animais bem tratados adoecem menos, produzem mais e agregam valor ao produto final.</p>
<h3><b>É um processo complicado?</b></h3>
<p class="p1">Outro mito. As normas são objetivas e baseadas em ciência. Elas orientam como garantir que os animais tenham espaço, conforto, acesso à água e alimentação adequadas, e vivam livres de dor, estresse e maus-tratos. <span class="s1"><b>Com planejamento e transparência, qualquer produtor consegue se adequar.</b><b></b></span></p>
<h3><b>Por que ainda existem tantos mitos?</b></h3>
<p class="p1">Boa parte da resistência vem da desinformação. Assim como em outros processos de melhoria, é comum surgirem dúvidas ou justificativas para adiar mudanças. Mas o mercado evoluiu, e os consumidores estão mais atentos ao que consomem. Estar certificado é também uma <span class="s1"><b>estratégia de posicionamento e diferenciação</b></span>.</p>
<h3><b>O selo Certified Humane é mesmo confiável?</b></h3>
<p class="p1">Sim. Desde 2003, o programa atua em diversos países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Chile e Peru, certificando produtores de carne, leite e ovos que passam por auditorias rigorosas e periódicas. O selo garante ao consumidor que o produto segue critérios internacionais de bem-estar animal.</p>
<p class="p1">Não existem barreiras econômicas ou geográficas para quem quer produzir de forma ética. O primeiro passo é <span class="s1"><b>buscar informação confiável</b></span>. O selo Certified Humane está ao alcance de quem valoriza o respeito à vida animal e deseja oferecer produtos com mais responsabilidade.</p>
<p class="p4"><b>Quer entender melhor como funciona a certificação e quais são os mitos mais comuns?</b><b></b></p>
<p class="p1">👉 <a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/mitos-e-fatos-da-certificacao-bem-estar-animal?_gl=1*1bsjtic*_gcl_au*OTYyMjE0Mzk0LjE3NTc2MTA2OTU">Baixe agora o guia gratuito “Mitos e Fatos da Certificação de Bem-Estar Animal”</a> e veja por que essa prática compensa para produtores, empresas e consumidores.</p>
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		<title>Bem-estar para vacas leiteiras: cuidando das instalações e do ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 May 2025 13:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As instalações e o ambiente onde os animais de criação são mantidos fazem total diferença no seu bem-estar: deve-se levar em conta as características de cada espécie para permitir que realizem o seu comportamento natural, mantendo-os a salvo de desconforto físico e térmico, medo e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">As instalações e o ambiente onde os animais de criação são mantidos fazem total diferença no seu bem-estar: deve-se levar em conta as características de cada espécie para permitir que realizem o seu comportamento natural, mantendo-os a salvo de desconforto físico e térmico, medo e estresse. Isso é fundamental também quando se considera o bem-estar das vacas.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Adotando os padrões Certified Humane para instalações e ambiência, cria-se um espaço que previne ferimentos, acidentes, infecções, estresse e fornece às vacas leiteiras a oportunidade de exercerem as atividades comportamentais  da espécie &#8211; e elas não são as únicas beneficiadas. Custos reduzidos e mais produtividade são apenas alguns dos benefícios.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre o bem-estar para vacas e como preparar as instalações e o ambiente de criação no texto a seguir!</span></p>
<h3><b>Registros das instalações e prevenção de ferimentos aos animais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Manter sempre atualizados e disponíveis durante a inspeção e para o constante monitoramento dos recursos disponíveis, os registros das instalações trazem benefícios ao bem-estar dos animais &#8211; especialmente quando se fala dos pontos críticos. Isso inclui:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A área total disponível aos animais; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O número de cubículos ou tamanho da área de descanso; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A capacidade máxima de bovinos em relação à idade, ao peso e ao espaço para descanso, bebedouros e comedouros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro cuidado essencial nas instalações é a prevenção de ferimentos:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não deve haver nenhuma característica física no ambiente que possa causar ferimentos recorrentes nos bovinos;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Pisos de concreto devem ser bem conservados para evitar problemas com os cascos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando há ocorrência em excesso de cicatrizes, hematomas e lesões nas solas, cascos, joelhos, úberes, caudas e outros locais, é um indicativo de que há problemas na manutenção do ambiente.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica"><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-4554" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg" alt="" width="900" height="296" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg 900w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-300x99.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-600x197.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-768x253.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-200x66.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-400x132.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-800x263.jpg 800w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3><b>Conservação dos currais de manejo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O local de manejo dos animais consiste de um curral para o agrupamento dos animais em uma forma de contenção compassiva: a unidade de manejo deve ser adaptada à categoria, ao ambiente e ao número de animais que serão manejados. Nas áreas onde as vacas passam um longo tempo em pé (comedouros, sala de ordenha e área de espera) recomenda-se usar piso emborrachado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja outras dicas:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O piso dos currais de manejo deve ser antiderrapante ou conservado com cobertura para reduzir o risco de escorregões;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O piso nunca deve ser tão abrasivo que cause danos ao casco;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Pisos de concreto devem ter ranhuras de aproximadamente 0,75 – 1,3 cm ou recobertos </span><span style="font-weight: 400;">com uma camada de material antiderrapante;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os currais de manejo devem ser bem conservados e livres de partes quebradas e cantos pontiagudos.</span></p>
<h3><b>Medidas de segurança dos animais</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Há uma série de outras medidas relacionadas ao projeto das instalações e à conservação do ambiente de criação que devem ser adotadas &#8211; confira:</span></p>
<h4><b>O não uso de substâncias tóxicas nas instalações:</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os bovinos não devem ter contato com tintas, produtos </span><span style="font-weight: 400;">de preservação de madeira ou desinfetantes que sejam tóxicos a eles;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Creosoto (creolina) não deve ser usado em áreas onde os animais têm contato direto com o material.</span></p>
<h4><b>Todas as instalações elétricas devem ser:</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Inacessíveis ao gado;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Bem isoladas;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Aterradas adequadamente; </span></p>
<h4><b>Altura das instalações e projeto das passagens: </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; As instalações devem ter altura adequada para permitir que o comportamento normal dos bovinos se manifeste; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os corredores devem ser largos o bastante para permitir que dois animais passem livres simultaneamente;  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Corredores e passagens devem ser projetados de forma que animais submissos ou menores não fiquem encurralados pelos animais dominantes ou mais agressivos; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os corredores da fazenda devem ser bem conservados e livres de buracos ou rachaduras para prevenir danos aos cascos dos animais.</span></p>
<h4><b>Limpeza e desinfecção: </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; As superfícies internas dos alojamentos e currais devem ser construídas com materiais que possam ser limpos e desinfetados ou facilmente substituídos, quando necessário.</span></p>
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		<title>Nova norma de bem-estar para vacas leiteiras: conheça as modificações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 14:10:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[normas]]></category>
		<category><![CDATA[normas de bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O processo de certificação de bem-estar para vacas leiteiras envolve o cumprimento das exigências contidas na Norma para Criação de Bovinos de Leite da Humane Farm Animal Care.  Além de garantir que esses animais possam manifestar de forma plena as qualidades nutricionais, sanitárias, de manejo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O processo de certificação de </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-para-vacas-leiteiras-cuidando-das-instalacoes-e-do-ambiente/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">bem-estar para vacas leiteiras</span></a><span style="font-weight: 400;"> envolve o cumprimento das exigências contidas na</span><b> Norma para Criação de Bovinos de Leite</b><span style="font-weight: 400;"> da Humane Farm Animal Care. </span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de garantir que esses animais possam manifestar de forma plena as qualidades nutricionais, sanitárias, de manejo e do meio ambiente que os cerca, seguir as diretrizes da norma propicia aos produtores a manutenção da </span><b>qualidade do leite</b><span style="font-weight: 400;"> produzido, com impactos ainda na imagem da marca e na qualidade do produto final.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Programa Certified Humane, </b><span style="font-weight: 400;">para se manter atualizado com as evoluções científicas e tecnológicas</span><b>, </b><span style="font-weight: 400;">realiza periodicamente a revisão dos seus referenciais, os quais são específicos para as espécies criadas para produção de proteína para consumo humano. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desta forma,  o processo de obtenção do </span><b>selo Certified Humane </b><span style="font-weight: 400;">está amparado pelas mais atuais pesquisas científicas, recomendações veterinárias recentes e contribuições embasadas na experiência dos próprios produtores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste artigo, conheça os </span><b>principais pontos de destaque e as atualizações mais recentes da nova versão </b><span style="font-weight: 400;">da norma para criação de bovinos leiteiros da Certified Humane.</span></p>
<h2><b>Diretrizes de bem-estar para vacas leiteiras </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para ser certificado com o selo Certified Humane, cabe ao produtor estar atento às diretrizes de bem-estar para vacas leiteiras e seguir uma série de </span><b>procedimentos específicos</b><span style="font-weight: 400;"> quanto à </span><b>nutrição, saúde, manejo, ambiente</b><span style="font-weight: 400;"> em que elas estão alojadas, além de garantir o </span><b>gerenciamento eficaz dos colaboradores e da operação.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nesse sentido, a norma para criação e manejo de vacas leiteiras desenvolvida pelo programa Certified Humane apresenta </span><b>medidas práticas</b><span style="font-weight: 400;"> a serem aplicadas para permitir que os animais exerçam os comportamentos naturais da espécie, e previnam desafios que possam causar perdas produtivas, ferimentos e de mortalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvida em capítulos, a norma lista exigências específicas também para a criação de bezerros e touros. </span></p>
<ul>
<li style="list-style-type: none;">
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Nutrição:</b><span style="font-weight: 400;"> diretrizes sobre alimentação para vacas, bezerros e touros</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ambiente: </b><span style="font-weight: 400;">normas de alojamento, manutenção, iluminação e ambiência </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Gerenciamento:</b><span style="font-weight: 400;"> gestão das equipes, manejo, inspeção, registro e identificação </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Saúde:</b><span style="font-weight: 400;"> práticas de biosseguridade  e prevenção de doenças</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Transporte e rastreabilidade: </b><span style="font-weight: 400;">cuidados com o embarque e transporte  dos animais</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Processamento dos alimentos: </b><span style="font-weight: 400;">diretrizes sobre o beneficiamento de produtos</span></li>
</ul>
</li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A frequente </span><b>atualização dessas diretrizes</b><span style="font-weight: 400;"> pelo Certified Humane faz parte da </span><b>política de transparência e qualidade dos referenciais</b><span style="font-weight: 400;">, a partir de novas pesquisas científicas, recomendações veterinárias mais recentes e experiência dos próprios produtores.</span></p>
<p><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/criacao-de-bovinos-leiteiros-conheca-dicas-praticas-para-nutricao-e-alojamento/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">SAIBA MAIS: Criação de bovinos leiteiros: conheça dicas práticas para nutrição e alojamento</span></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A versão mais recente da norma para criação de vacas leiteiras é de junho de 2023 e traz esclarecimentos em itens específicos, inclusão de dados e ajustes de gramática, sem afetar em alguns destes pontos o conteúdo exigido pelo programa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, alguns capítulos foram reestruturados para melhor coerência e clareza das informações. Confira a seguir as informações alteradas na norma.</span></p>
<h2><b>Nutrição dos animais adultos</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A primeira parte da norma fala sobre a </span><b>nutrição dos bovinos leiteiros</b><span style="font-weight: 400;">. Os animais devem ter acesso a uma dieta saudável, adequada à idade, à fase produtiva e à espécie.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Entre as modificações contidas no capítulo que versa sobre a nutrição das vacas leiteiras, está a suplementação para animais exclusivamente criados a pasto que solicitam a certificação como “Grass Fed”, que é permitida frente a análise bromatológica da nutrição, com aprovação de um veterinário ou zootecnista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sessão para bovinos Grass Fed não é obrigatória para a certificação CH, mas devendo ser atendida sob demanda para Grass Fed. </span></p>
<h2><b>Exigências de nutrição para bezerros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As </span><b>regras de</b> <b>nutrição para bezerros</b><span style="font-weight: 400;"> são específicas dentro da norma. Os animais devem ter água sempre à disposição e, quando recém-nascidos, é imprescindível que recebam de dois a quatro litros de colostro da mãe, de outra vaca que deu cria recentemente ou de uma fonte de colostro congelado num período de 24 horas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A norma revisada de bem-estar para vacas leiteiras esclarece que o fornecimento artificial de colostro é obrigatório apenas se o bezerro não conseguir mamar a quantidade suficiente de sua mãe.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi incluído na sessão Nutrição que bezerros devem ter acesso a uma fonte de água potável </span><span style="font-weight: 400;">Água deve estar disponível aos bezerros no máximo até o terceiro dia de vida. A norma diz ainda que </span><span style="font-weight: 400;">os equipamentos de fornecimento de água aos animais, bem como os comedouros, devem ser projetados e mantidos de forma que minimizem a contaminação da água.</span></p>
<h2><b>Instalações e ambiente </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para garantir o bem-estar para vacas leiteiras, a </span><b>infraestrutura dos alojamentos</b><span style="font-weight: 400;"> deve ser projetada para facilitar o manejo compassivo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No capítulo que lista as diretrizes sobre o ambiente no qual o animal é criado foi adicionada informação de que as vacas próximas à parição devem ter área equivalente a 120% do espaço exigido para vacas em fase de lactação.</span></p>
<h3><strong>Alojamento dos bovinos </strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma melhor descrição da área de exercício do manejo no alojamento dos animais foi adicionada à norma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O piso da área disponível aos animais mantidos em confinamento pode ser de concreto desde que eles tenham acesso à cama para repouso que seja macia e permita acomodar todos os animais simultaneamente, com liberdade de movimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O espaço de trânsito dos animais pode ser somado para totalizar a área disponível para cada vaca (mínimo de 5,6m2), desde que eles estejam livres 24 horas por dia nos 7 dias da semana.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É recomendado que a área de circulação dos animais não seja usada para sua alimentação, descanso ou cama. É importante fornecer espaço para apresentações de comportamentos como o cio, que permita que animais de posição hierárquica inferior possam escapar das dominantes e realizar livremente outros comportamentos sociais.</span></p>
<h3><strong>Manejo do barro</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi adicionada diretriz para o manejo de barro lama, que determina a não permissão acima da linha do tornozelo dos animais também nos trajetos para acesso dos bovinos ao pasto.</span></p>
<h3><strong>Estrutura de alojamento</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No que diz respeito aos sistemas de confinamento dos rebanhos, a nova norma esclarece que é proibido manter os animais amarrados em baias individuais. É aceitável pelo programa Certified Humane criar animais em áreas externas, desde que tenham acesso a abrigo natural para proteção do vento e do calor com sombra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi adicionado ao item a diretriz de que os animais mantidos em alojamentos como galpões ou currais devem ter acesso a enriquecimento ambiental, a exemplo de cordas penduradas, bolas, fardos de feno ou escovões.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O referencial incluiu ainda a necessidade de reforçar que todos os corredores nas instalações dos animais devem ser construídos e mantidos com material antiderrapante. </span></p>
<h3><strong>Sala de ordenha</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para detecção precoce de casos de mastite, a norma adicionou a obrigatoriedade de  implementação de uma avaliação rotineira, pelo menos uma vez por semana dos primeiros jatos de leite das vacas leiteiras na sala de ordenha </span></p>
<h2><b>Alojamento para touros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No que diz respeito às exigências específicas para touros, a diretriz para as áreas destinadas para cada touro foi modificada, a fim de que todos os animais possam se levantar e se deitar normalmente sem risco de lesões. Eles devem ter acesso a, pelo menos, 55 m2 para cada 45 kg de peso vivo</span></p>
<h2><b>Alojamento para bezerros</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso das diretrizes para manejo e alojamento na criação de bezerros, a norma esclarece que, caso os animais estejam num espaço que limite seus movimentos em função do seu porte físico  antes das oito semanas, eles devem ser transferidos para um local maior, seja individual ou em grupo, que possibilite à espécie se movimentar livremente  e girar sobre seu eixo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda neste item, ficou claramente apontado  que os alojamentos individuais ou em grupo devem ser construídos com boa quantidade de material de cama que minimize estresse por calor e que proteja os bezerros contra flutuações de clima e vento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ela inclui também que os espaços individuais ou em grupo devem estar localizados em uma área protegida de ventos predominantes e clima extremo.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica?_gl=1*1ym2ecp*_ga*OTMxMjkzMDk5LjE2ODE4NTM3NDY.*_ga_V65P2PJ510*MTY5MjU3MTY2My4xLjEuMTY5MjU3MTY4MC40My4wLjA.*_ga_SR2Z5JR8CP*MTY5MjU3MTY2My4yNi4xLjE2OTI1NzE2ODAuNDMuMC4w" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">LEIA TAMBÉM: Ebook &#8211; Bem-estar dos bovinos leiteiros na prática</span></a></p>
<h2><b>Gerenciamento das equipes de manejo</b><b><br />
</b></h2>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Gerência: a norma esclarece para os profissionais da gerência a necessidade de estarem disponíveis e implementados na fazenda programas de treinamento e  orientações bem documentadas para cobrir todos os padrões Certified Humane e as responsabilidades de manejo e cuidado animal.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Manejo: a versão revisada do referencial adicionou informação sobre a eutanásia, que ser considerada como medida imediata, caso o animal não responda ao tratamento de saúde.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Identificação: foi incluída um novo padrão em que a mossa passa a ser proibida, mesmo que para marcação de rebanho reprodutivo, com exceção apenas por questões de manejo sanitário.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Equipamentos: a norma reforça a necessidade dos profissionais de gerência comprovarem habilidades de uso e manutenção de todos os equipamentos dos quais  os animais dependem ou em que são manejados como os currais.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conheça mais detalhes sobre a</span><b> Norma para Criação de Bovinos de Leite</b><span style="font-weight: 400;"> da Certified Humane. </span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/normas-bovinos-de-leite?_gl=1*167x4h8*_ga*OTMxMjkzMDk5LjE2ODE4NTM3NDY.*_ga_V65P2PJ510*MTY5MjU4NzI3Ny4zLjAuMTY5MjU4NzI3Ny42MC4wLjA.*_ga_SR2Z5JR8CP*MTY5MjU4NzI3Ni4yOC4xLjE2OTI1ODcyNzguNTguMC4w" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Clique aqui</span></a><span style="font-weight: 400;"> e acesse!</span></p>
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		<title>Conheça as vantagens da produção de leite a pasto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rogerio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 21:28:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Leite]]></category>
		<category><![CDATA[pecuária leiteira]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do pasto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda que o modelo de criação bovina com confinamento ou semiconfinamento siga sendo utilizado na indústria leiteira, hoje as pesquisas e a própria experiência dos produtores mostram que a produção de leite a pasto é muito mais vantajosa em diversos aspectos &#8211; com destaque evidente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Ainda que o modelo de criação bovina com confinamento ou semiconfinamento siga sendo utilizado na indústria leiteira, hoje as pesquisas e a própria experiência dos produtores mostram que a produção de leite a pasto é muito mais vantajosa em diversos aspectos &#8211; com destaque evidente para a redução de custos com alimentação e sanidade  e o aumento na produtividade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para tirar proveito dessas vantagens, é determinante que o produtor faça uso das melhores técnicas de manejo tanto com os animais quanto com o pasto. Isso inclui uma boa gestão dos recursos hídricos e o plantio de forrageiras de alta produtividade para nutrir os animais ao longo do ano inteiro. Medidas como irrigação e suplementação também podem ser necessárias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Saiba mais sobre essas e outras dicas valiosas para o sucesso da produção de leite a pasto no texto a seguir!</span></p>
<h3><b>O que é o Sistema &#8220;Leite a pasto”?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema de leite a pasto é aquele em que os animais são mantidos em regime de pastagem pelo menos a maior parte do dia, isto é: livres para alimentarem-se da vegetação em uma área dentro da fazenda. Este sistema aproveita forrageiras nutritivas e adaptadas às condições climáticas e do solo locais, mantendo-as sempre à salvo de pragas, doenças e plantas invasoras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra característica primordial da produção de leite a pasto é a necessidade de haver uma infraestrutura adequada para </span><strong><a href="https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/72586421/fazendas-de-leite-a-pasto-bem-manejadas-superam-sistemas-intensivos-em-produtividade-hidrica" target="_blank" rel="noopener">manejar os bovinos</a></strong><span style="font-weight: 400;">: piquetes, corredores de acesso, garantia de sombreamento natural ou artificial para todos os animais e água limpa, de qualidade e em quantidade, suficientes também para todos os bovinos são alguns dos quesitos indispensáveis deste sistema.</span></p>
<h3><b>Fatores que afetam a produção de leite a pasto</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o produtor que utiliza o </span><strong><a href="https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/32331/1/Leitepasto.pdf" target="_blank" rel="noopener">sistema de leite a pasto</a></strong><span style="font-weight: 400;">, quase tão importante quanto o manejo dos animais é saber como manejar também o pasto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Confira a seguir algumas dicas:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">– Rotação: a área é dividida em piquetes para que os animais alimentem-se em sequência, de acordo com o lote, assim distribuindo melhor a forragem de alta qualidade;  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">– Irrigação: irrigar o pasto em épocas de seca pode solucionar a falta de chuva e manter a oferta de alimentos estável, aumentando a produção de leite; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">– Adubação: é preciso preparar o terreno antes de fazer o plantio da forragem ou recuperar uma pastagem &#8211; e a adubação mantém as plantas com os nutrientes necessários para suprir as necessidades dos animais; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">– Suplementação: fornecer para os bovinos micro e macronutrientes de maneira suplementar irá evitar que os animais sofram de problemas nutricionais  e a produção sofra prejuízos. </span></p>
<h3><b>A contribuição dos sistemas de produção de leite a pasto para a sustentabilidade</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A gestão de um sistema de produção de leite a pasto exige um planejamento estratégico tático e operacional que vislumbre os 12 meses do ano para realizar o manejo correto em tempos de chuva, seca, frio e calor. A experiência de um ano analisando a produção de forragem ao longo dos meses é crucial para calcular e planejar o aporte alimentar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Nova Zelândia, onde a produção de leite a pasto é </span><strong><a href="https://www.portaldoagronegocio.com.br/pecuaria/bovinos-leite/artigos/a-contribuicao-dos-sistemas-de-producao-de-leite-em-pasto#:~:text=Um%20sistema%20de%20produ%C3%A7%C3%A3o%20de,o%20melhor%20manejo%20do%20pastejo%20" target="_blank" rel="noopener">extremamente eficaz</a></strong><span style="font-weight: 400;">, apenas alguns milhares de produtores conseguem gerar um volume anual de bilhões de litros de leite apoiando-se em muito menos produtores e animais que no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Peça-chave na produção leiteira, a água não só hidrata os animais e ajuda a gerar um leite de qualidade como é protagonista nos serviços de limpeza. Para que a produção de leite a pasto seja sustentável, portanto, a boa gestão dos recursos hídricos é fundamental: além  de significar maiores ou menores custos na produção, ela impacta todo o meio ambiente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um dos motivos que fazem a produção de leite a pasto certificada agregar valor ao produto: a certificação assegura para o consumidor que aquele leite não apenas é saudável e de alta qualidade como foi produzido com respeito pelos animais, pelos trabalhadores e pelo meio ambiente, poupando recursos hídricos e minimizando a geração de resíduos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, os produtores de leite devidamente certificados pela Certified Humane têm a opção de, caso cumpram alguns pontos específicos referentes à alimentação dos bovinos, utilizar a menção <strong><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/" target="_blank" rel="noopener">&#8220;</a></strong></span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/referenciais/"><strong><i>ALIMENTADO A PASTO</i></strong></a><span style="font-weight: 400;"><strong>&#8220;</strong> na embalagem de seus produtos.</span></p>
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		<title>Qual a importância da produção de leite sustentável?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[rogerio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 21:02:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[bovino de leite]]></category>
		<category><![CDATA[Leite]]></category>
		<category><![CDATA[vacas leiteiras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O consumidor atual exige que todas as empresas atuem com ética e responsabilidade sócio-ambiental. Para empresas e produtores do ramo de alimentos, o manejo responsável e o bem-estar animal são cada vez mais indispensáveis para se posicionar no mercado, agregar valor ao produto final e...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">O consumidor atual exige que todas as empresas atuem com ética e responsabilidade sócio-ambiental. Para empresas e produtores do ramo de alimentos, o manejo responsável e o bem-estar animal são cada vez mais indispensáveis para se posicionar no mercado, agregar valor ao produto final e conquistar a confiança do consumidor &#8211; e a produção de leite sustentável faz parte disso.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de leite sustentável oferece uma série de vantagens que vão muito além da construção de uma boa imagem: ela também beneficia a cadeia produtiva e a qualidade do produto final, entre outros ganhos. Quem afirma são os próprios criadores de bovinos que adotaram a produção de leite responsável certificada pelo Programa Certified Humane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quer saber mais sobre as vantagens de se produzir leite de forma sustentável? Conhecer os exemplos de quem já está se beneficiando com o bem-estar animal? E entender o que isso tem a ver com a preocupação do consumidor com a sustentabilidade?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Siga conosco e confira!</span></p>
<h3><strong>Vantagens produtivas</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de leite responsável gera vantagens na própria cadeia produtiva que são comprovadas por estudos científicos e por inúmeros criadores que adotaram as normas de bem-estar animal &#8211; a melhor forma de se produzir leite de forma sustentável. Isso porque são normas criadas justamente para preservar animais, meio ambiente e a saúde humana. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Veja algumas das principais vantagens:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O bem-estar animal melhora a quantidade e a qualidade do leite produzido;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Animais maltratados, estressados ou com desconforto </span><a href="https://summitagro.estadao.com.br/sustentabilidade/como-o-leite-de-vaca-pode-ser-sustentavel/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">reduzem a produção de leite</span></a><span style="font-weight: 400;">;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os bovinos, estando bem cuidados e manejados, são mais saudáveis e menos suscetíveis a doenças e acidentes;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; O manejo é facilitado e melhora o ambiente de trabalho da equipe e minimiza riscos de acidentes com os animais.</span></p>
<h3><strong>Exemplo 1: Guaraci Agropastoril</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Localizada em Itirapina, no interior de São Paulo, a Guaraci Agropastoril é uma das empresas que já está usufruindo das vantagens da produção de leite sustentável. Seus três pilares são produção orgânica, bem-estar animal e baixa emissão de gases de efeito estufa &#8211; e foi com esses valores que ela conquistou a certificação de bem-estar animal Certified Humane.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Sabemos que respeitar os animais, eliminando fatores de risco ou estresse, nos garantiria uma produção melhor e com animais mais sadios. Buscamos a certificação porque o bem-estar animal faz parte da essência filosófica do nosso negócio&#8221;, diz o sócio-proprietário, Luis Fernando Laranja da Fonseca.</span></p>
<h3><strong>Exemplo 2: Colun</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é só no Brasil que empresas e produtores estão valorizando e usufruindo  das vantagens da produção de leite sustentável: a Colun foi a primeira cooperativa do Chile a conquistar a certificação de bem-estar animal Certified Humane para bovinos leiteiros. Uma conquista que seus cooperados consideram um momento-chave no desenvolvimento da empresa e do cuidado com os animais e a qualidade dos produtos finais. </span></p>
<h3><strong>A preocupação do consumidor</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Se o consumidor atual </span><a href="https://www.ecommercebrasil.com.br/noticias/consumidor-brasileiro-preza-por-questoes-sociais-e-ambientais" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">exige sustentabilidade</span></a><span style="font-weight: 400;">, a melhor forma de conquistar sua confiança é comprovando que suas atividades são sustentáveis. Para tanto, a empresa pode oferecer informações detalhadas sobre como o alimento foi produzido, como os animais foram tratados e como os impactos sobre o meio ambiente foram minimizados.</span></p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><b>→ Baixe agora mesmo o e-book &#8220;O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática&#8221;!</b><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></a></p>
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		<title>Boas práticas de ordenha: a importância da saúde das vacas e dos ordenhadores</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/boas-praticas-de-ordenha-a-importancia-da-saude-das-vacas-e-dos-ordenhadores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[rogerio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2022 20:38:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[produção de ovos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há anos pesquisadores e especialistas em etologia animal vêm conduzindo estudos em fazendas leiteiras para desenvolver e aplicar boas práticas de ordenha – e foi com base nesses estudos e análises que criou-se o conceito de ordenha sustentável, uma prática que já tornou-se rotineira em...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Há anos pesquisadores e especialistas em etologia animal vêm conduzindo estudos em fazendas leiteiras para desenvolver e aplicar boas práticas de ordenha – e foi com base nesses estudos e análises que criou-se o conceito de ordenha sustentável, uma prática que já tornou-se rotineira em diversas fazendas produtoras de leite espalhadas pelo Brasil.</span></h2>
<p>“Antigamente, para as vacas entrarem na ordenha, era preciso bater. Agora é só chamar e bater palmas e deixar a porta aberta que elas entram sozinhas na ordenha!”, diz surpreso o ordenhador Claudionor Florisvaldo, da Fazenda Germânia de Taiaçu, interior de São Paulo. E ele completa: “O serviço também diminuiu: antes precisávamos de uma pessoa a mais para tocar as vacas, agora não mais.”.</p>
<p>Quer entender melhor o conceito de ordenha sustentável e sua relação com a saúde das vacas e ordenhadores? Conhecer a rotina das vacas leiteiras e saber, passo a passo, como fazer a ordenha?</p>
<p>É só continuar com a gente!</p>
<h3><b>Ordenha sustentável – conceito</b></h3>
<p>A definição de ordenha sustentável é: “aquela em que o ordenhador emprega seus conhecimentos e habilidades para realizar um bom manejo em todas as atividades desenvolvidas para a obtenção do leite”. Para realizá-la, é fundamental que o ordenhador conheça a sua função e saiba realizá-la de forma paciente, cuidadosa e sem estressar as vacas.</p>
<p>Assim, a ordenha sustentável requer que o ordenhador:</p>
<p>– Goste dos animais e do seu trabalho;</p>
<p>– Conheça o comportamento natural das vacas e saiba identificar suas necessidades;</p>
<p>– Seja treinado em boas práticas de manejo e técnicas corretas para realizar antes, durante e após a ordenha;</p>
<p>Quando o ordenhador reúne essas características e conhecimentos, fica muito mais fácil obter leite saudável e de alta qualidade.</p>
<p><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-4554 size-full" src="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg" alt="" width="900" height="296" srcset="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros.jpg 900w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-300x99.jpg 300w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-600x197.jpg 600w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-768x253.jpg 768w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-200x66.jpg 200w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-400x132.jpg 400w, https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2021/09/banner-ebook-leiteiros-800x263.jpg 800w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></p>
<h3><b>A importância da saúde das vacas e dos ordenhadores</b></h3>
<p>Leite este que só será saudável e de alta qualidade se as vacas estiverem em boas condições de saúde: olhos fundos, pelos arrepiados, diminuição na ingestão de alimentos, parada da ruminação, alteração na aparência do úbere e do leite, queda na produção de leite e alterações na urina ou nas fezes são sinais de problemas de saúde e devem estar sempre sob constante atenção dos ordenhadores.</p>
<p>As vacas em gestação, por exemplo, precisam de um período de descanso de ordenha de ao menos 60 dias antes do parto para desenvolver o feto, produzir colostro de qualidade e melhorar sua própria condição corporal. Já na lactação, o cuidado principal é com a mastite, doença resultante da inflamaçao do úbere e que prejudica substancialmente a produção de leite. Medidas preventivas de mastite iniciam já no processo de secagem da vaca</p>
<p>A mastite quanto a sua causa geral é classificada em:</p>
<p>– Mastite contagiosa → Transmitida por microrganismos na mão do ordenhador e nos equipamentos de ordenha;</p>
<p>– Mastite ambiental → Transmitida por microrganismos presentes no solo, camas e ambiente em geral.</p>
<p>Já em relação ao diagnóstico, a mastite pode ser clínica (quando é facilmente percebida por sintomas como úbere inflamado e leite com pus ou sangue) ou subclínica (quando não há sintomas claros e só é detectada por exame específico).</p>
<p>Com influência direta na saúde das vacas e na qualidade do leite, portanto, é indispensável que o ordenhador sempre cuide de sua saúde e higiene pessoal antes de entrar em contato com os animais e objetos de uso deles, realize exames de rotina (especialmente para detectar brucelose e tuberculose) e adote procedimentos básicos de higiene antes, durante e após a ordenha.</p>
<h3><b>As vacas leiteiras e suas rotinas</b></h3>
<p>Animais sociais e que gostam de estabelecer e seguir uma rotina diária, as vacas leiteiras devem ter horário bem definido para se alimentar, descansar e também para a ordenha. Por isso, a ordenha deve ser :</p>
<p>– Feita nos mesmos horários;</p>
<p>– Realizada pelas mesmas pessoas;</p>
<p>– Efetuada com o máximo de cuidado.</p>
<h3><b>A ordenha – passo a passo</b></h3>
<p>Chegou a hora de conhecer, passo a passo, 25 boas práticas de ordenha que facilitam o manejo das vacas, promovem o bem-estar animal e geram um leite com muito mais saúde e qualidade – confira:</p>
<ol>
<li>Cheque se o local de ordenha está limpo e preparado para receber as vacas;</li>
<li>Realize as ordenhas sempre nos mesmos horários;</li>
<li>Conduza as vacas para o local de ordenha com calma, sem bater nos animais, nem correr e nem gritar;</li>
<li>Respeite a formação da linha de ordenha: ordenhe primeiro as vacas em boas condições de saúde e deixe para o final as vacas com problemas;</li>
<li>Acomode as vacas no local de ordenha, não grite, nem empurre ou bata nas vacas para que elas se posicionem;</li>
<li>Se julgar necessário, amarre as pernas das vacas mais agitadas. Não utilize a corda para bater ou ameaçar o animal;</li>
<li>Tenha mais cuidado com novilhas recém-paridas e vacas mais reativas;</li>
<li>Lave os tetos com água corrente somente quando estiverem sujos, não molhe o úbere;</li>
<li>Faça a vaca perceber sua presença nesse momento: chame-a pelo nome e sinalize a sua presença antes de tocar em seu teto;</li>
<li>Faça o teste da caneca de fundo preto para o diagnóstico de mastite clínica, cheque teto por teto. Se o teste der negativo, continue a ordenha. No caso do resultado do teste ser positivo, transfira a vaca para a última bateria da linha de ordenha;</li>
<li>No caso de ordenha com bezerro ao pé, libere o bezerro e deixe que ele mame um pouco em todos os tetos para estimular a descida do leite, afastando-o do úbere logo em seguida. Não puxe o bezerro pela cauda ou orelhas;</li>
<li>Em ordenhas sem bezerro ao pé, realize o pré-dipping e aguarde 30 segundos para secar os tetos;</li>
<li>Seque os tetos um a um: utilize papel toalha descartável;</li>
<li>Acople as teteiras ou, em caso de ordenha manual, ordenhe a vaca;</li>
<li>Ajuste bem as teteiras para prevenir entrada de ar;</li>
<li>Se alguma vaca defecar ou urinar durante a ordenha, utilize um rodo ou pá e empurre (ou puxe) os dejetos para a calha de drenagem. Lave o local apenas no intervalo entre as baterias de ordenha;</li>
<li>Desligue o vácuo após cessar o fluxo de leite e remova as teteiras;</li>
<li>Realize a desinfecção dos tetos (pós-dipping);</li>
<li>Nos casos de ordenha com bezerro ao pé, deixe-o junto com a mãe por pelo menos 20 minutos após a ordenha e faça o pós-dipping após a apartação;</li>
<li>Libere as vacas da sala de ordenha calmamente;</li>
<li>Realize a limpeza das instalações e dos equipamentos imediatamente após a ordenha;</li>
<li>Para a lavagem e desinfecção de equipamentos de ordenha mecanizada siga sempre as instruções do fabricante. Na ordenha manual, os baldes e os utensílios deverão ser lavados com água corrente e detergente;</li>
<li>Após cada ordenha deixe as instalações e todos os equipamentos, materiais e utensílios preparados para o início da próxima;</li>
<li>As aplicações de medicamentos e outros tratamentos, não devem ser feitas na sala de ordenha. Defina um local adequado para esses tratamentos, com boas condições de segurança para os animais e para os responsáveis pelo trabalho;</li>
<li>Forneça alimento para as vacas logo após elas saírem da sala de ordenha para evitar que se deitem até que a abertura do teto feche.</li>
</ol>
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			</item>
		<item>
		<title>Bem-estar na produção de leite: provendo sanidade e nutrição de qualidade aos bovinos</title>
		<link>https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-na-producao-de-leite-provendo-sanidade-e-nutricao-de-qualidade-aos-bovinos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Sep 2022 20:34:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[animais de produção]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos de leite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os profissionais da produção animal, criadores experientes e outros especialistas já sabem: investir no bem-estar dos bovinos leiteiros é indispensável não somente para melhorar o manejo dos animais como também para a produtividade e um leite com qualidade superior. De fato, o bem-estar na produção...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2><span style="font-weight: 400;">Os profissionais da produção animal, criadores experientes e outros especialistas já sabem: investir no bem-estar dos bovinos leiteiros é indispensável não somente para melhorar o manejo dos animais como também para a produtividade e um leite com qualidade superior. De fato, o bem-estar na produção de leite é a chave para a obtenção de um produto diferenciado e de confiança.</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">E o que é o bem-estar na produção de leite? Ele depende, </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bovinos-de-leite-melhores-resultados-na-producao/"><span style="font-weight: 400;">entre outros fatores</span></a><span style="font-weight: 400;">, de uma nutrição adequada à espécie e às necessidades de cada animal conforme a fase produtiva e de cuidados frequentes com a saúde de todo o rebanho. Também não se pode menosprezar a importância de um gerenciamento eficaz, realizado por encarregados responsáveis e muito bem treinados detecção precoce de problemas e resoluções imediatas. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Pois então, acompanhe o texto abaixo e saiba como oferecer uma nutrição adequada, performar um gerenciamento eficaz e cuidar da saúde do rebanho para garantir o bem-estar dos bovinos leiteiros!</span></p>
<h2><b>A nutrição adequada </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que se tenha uma dieta saudável, cada bovino deve receber uma alimentação em </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-importancia-da-nutricao-adequada/"><span style="font-weight: 400;">quantidade adequada</span></a><span style="font-weight: 400;"> à idade e à fase produtiva levando em consideração o clima e a estação do ano. As novilhas, por exemplo, possuem exigências alimentares específicas que devem ser atendidas para que se tornem produtivas quando crescerem. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Confira algumas dicas importantes para proporcionar a nutrição adequada:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os bovinos não devem ser receber  antibióticos, ionóforos, coccidiostáticos ou outra substâncias para promover crescimento, eficiência alimentar ou a produção de leite;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Antibióticos devem ser administrados individualmente apenas para o tratamento de doenças e somente com a orientação de um veterinário;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Desde as primeiras semanas de vida, sempre deve haver água limpa de qualidade e em quantidade à disposição dos animais; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Assim que nascem, os bezerros devem receber uma quantidade mínima de colostro para garantir sua proteção contra doenças; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Enquanto vacas leiteiras precisam se alimentar de pastagem e forrageiras de qualidade, bezerras com mais de 30 dias precisam de uma alimentação rica em fibras para estimular o desenvolvimento ruminal;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Para reduzir o estresse, a dieta dos bovinos deve ser adaptada de acordo com suas necessidades tanto no verão quanto no Inverno;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; É essencial que haja um planejamento forrageiro para que os animais tenham alimento de qualidade também nas estações de seca ou escassez de pastagem.</span></p>
<h2><b>Gerenciamento</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">É impraticável garantir o bem-estar de qualquer animal de criação sem que os encarregados sejam treinados para identificar fatores de estresse e saibam lidar com qualquer situação de forma pronta e eficaz. Por isso, a gerência da fazenda de criação de bovinos leiteiros tem a responsabilidade de oferecer treinamento adequado a todos os funcionários. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Veja algumas dicas para um bom gerenciamento na produção de leite:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Crie um plano de ação de emergência destacando os procedimentos a serem seguidos em caso de incêndio, seca ou inundação;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Mantenha atualizados os registros da criação animal, dos procedimentos de quarentena e do uso de medicação, além de registros das doenças que acometem o rebanho, e taxa de mortalidade;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Treine os encarregados para compreender fatores de estresse que afetam os bovinos.</span></p>
<h2><b>Saúde do Rebanho </b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Promover com sucesso a saúde do rebanho de bovinos requer elaborar o Planejamento Sanitário dos Animais (PSA), que deve ser atualizado regularmente sob a orientação de um veterinário. O PSA deve incluir as práticas e os cuidados a tomar com, por exemplo, os casco dos animais que devem ser inspecionados ao menos uma vez ao ano.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Veja outras dicas sobre o PSA e a saúde do rebanho:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O desempenho do rebanho deve ser monitorado constantemente e é preciso estar atento às doenças metabólicas e infecciosas e aos ferimentos provocados pelo alojamento ou manejo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Animais que sofrem com doenças ou ferimentos precisam ser tratados imediatamente e, se necessário, passar pela eutanásia;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Animais de reposição trazidos de outras origens devem ficar em quarentena antes de integrarem o rebanho;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Para avaliar a taxa de laminite do rebanho, o escore de locomoção pode ser usado com registros semestrais no PSA;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A remoção das tetas supranumerárias pode ser realizada até a puberdade com o uso de medicamentos para dor;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O amochamento pode ser feito com até 3 semanas de idade, usando cauterização a calor e medicamentos para dor;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A remoção dos chifres só deve ser feita por um veterinário, usando sedativo ou anestesia local e antinflamatório; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O corte de cauda é proibido;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A aparo da vassoura é permitido;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; A fazenda deve estar preparada para realizar a eutanásia, quando necessário: o procedimento eve ser feito por um funcionário treinado ou por um veterinário e a eliminação da carcaça deve atender às exigências e regulamentações locais.</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica"><b>→ Baixe agora mesmo o e-book &#8220;O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática&#8221;!</b></a><span style="font-weight: 400;">  </span></h3>
<p>O post <a href="https://certifiedhumanebrasil.org/bem-estar-na-producao-de-leite-provendo-sanidade-e-nutricao-de-qualidade-aos-bovinos/">Bem-estar na produção de leite: provendo sanidade e nutrição de qualidade aos bovinos</a> apareceu primeiro em <a href="https://certifiedhumanebrasil.org">Certified Humane Brasil  | Bem-estar animal</a>.</p>
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		<title>Saiba tudo sobre as boas práticas para a parição de bezerros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 May 2022 19:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bezerros]]></category>
		<category><![CDATA[parição de bezerros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prezar pelo bem-estar dos animais e respeitar o comportamento de cada espécie vai além do eticamente responsável: pesquisas mostram que usar estratégias de manejo adequadas gera mais produtividade e melhora a qualidade do produto final. Não é diferente com os bovinos desde o seu nascimento...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Prezar pelo bem-estar dos animais e respeitar o comportamento de cada espécie vai além do eticamente responsável: pesquisas mostram que usar estratégias de manejo adequadas gera mais produtividade e melhora a qualidade do produto final. Não é diferente com os bovinos desde o seu nascimento &#8211; e a parição de bezerros, momento delicado para a lucratividade da produção, deve ser feito da forma menos invasiva possível. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">É por isso que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) criou um manual que descreve as boas práticas para o manejo e parto de bezerros. Manual este desenvolvido após uma década de estudos sobre o comportamento de vacas e bezerros e a forma como interagem com humanos, além da realização de testes práticos em fazendas comerciais. </span><b><br />
</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Segundo criadores que passaram a seguir o manual, as boas práticas não só facilitaram o manejo dos animais como reduziram o estresse das vacas e a quantidade de bezerros que apresentaram doenças  ou sofreram de lesões. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Siga conosco e saiba mais sobre as boas práticas para o parto de bezerros!</span></p>
<h2><b>Cuidados antes do parto</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Os cuidados com a saúde do bezerro começam ainda antes de seu nascimento, preparando a matriz e protegendo o feto contra doenças e manejos que podem levar ao aborto. Assim, efetuar todas as vacinações como as contra Leptospirose e Brucelose e testes sorológicos nas matrizes para identificar outras doenças reprodutivas e que podem levar a  possível infertilidade é recomendável.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Também é essencial para minimizar as perdas fetais que o veterinário prepare, a partir dos dados zootécnicos e sanitários do rebanho, um calendário de vacinação para as matrizes. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Caso um aborto ocorra, é recomendável sob a supervisão de um veterinário coletar partes do feto e da placenta para identificar a causa da mortalidade em exame laboratorial &#8211; veja como efetuar a coleta:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"> &#8211; Feto com até três meses → Deve ser enviado inteiro para o exame junto com partes da placenta: acondicione em saco plástico limpo, coloque em caixa térmica com gelo e envie até 24 horas após o aborto para o laboratório.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Feto com mais de 4 meses → Devem ser enviadas partes do feto (fígado, pulmão, </span><span style="font-weight: 400;">baço, coração, cérebro inteiro, rins inteiros, exsudato torácico e abdominal e 5ml de conteúdo gástrico) junto com partes da placenta: acondicione em saco plástico limpo, coloque em caixa térmica com gelo e envie para o laboratório.</span></p>
<h2><b>O parto</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando estão para parir, as vacas ficam inquietas, param de comer e afastam-se do rebanho em busca de um local mais seguro para o parto &#8211; além de andar em círculos, arquear as costas e deitar e levantar repetidamente em um período que dura entre 4 e 24 horas. Quando a bolsa rompe, a vaca tende a permanecer no local do estouro lambendo o fluído amniótico. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Conheça algumas constatações sobre a parição de bezerros: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Vacas gordas, por apresentarem contrações uterinas fracas, e vacas magras, por terem pouca energia, sofrem maior risco de problemas no parto;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Vacas que parem em pé têm maior risco de mortalidade de bezerros (16,1%) em relação às que os parem deitadas (4,2%); </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O parto normalmente dura entre 30 minutos e 4 horas e a expulsão da placenta ocorre cerca de 5 horas após o parto &#8211; se demorar mais de 24 horas, é indicativo de retenção da placenta o que requer uma atenção maior para riscos de infecção; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O ideal é que o bezerro mame o primeiro colostro, preferencialmente de sua mãe, até três horas após o parto. Bezerros que conseguem mamar ficam ativos e se levantam mais rapidamente.</span></p>
<h2><b>Ambiente ideal para o parto</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Vacas em fase final de gestação devem ser alojadas numa área exclusiva chamada “maternidade” &#8211; curral ou pasto para facilitar a rotina de acompanhamento mais próxima das sedes das fazendas para facilitar inspeções mais frequentes no dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo no parto, sob a forma de alguma intervenção no parto destas vacas só deve ocorrer quando for de fato necessário e deve ser sempre feito de forma calma, sem gritos, aglomerações ou agressões de qualquer tipo. Situações estressantes podem levar ao aborto ou ao nascimento precoce do bezerro. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Veja algumas dicas sobre o ambiente ideal para o parto:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; O pasto ou curral maternidade deve ser uma área calma da fazenda e dispor de alimento, água, sombra e espaço à vontade para todas as vacas, com áreas secas e bem drenadas; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os lotes de parição devem ser formados assim que a prenhez é confirmada;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Vistorie as cercas para evitar que bezerros recém-nascidos passem para o pasto vizinho ou qualquer área que lhe coloque em risco de vida; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não permita que cães, galinhas e outros animais tenham acesso a área das matrizes e bezerros recém-nascidos por questões sanitárias e de proteção dos animais. </span></p>
<h2><b>Vacas de primeira cria</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">As novilhas que terão sua primeira cria precisam ser mantidas separadas das vacas mais experientes para evitar interferências no trabalho de parto, o que pode acabar levando alguns bezerros a serem abandonados pela matriz de primeira viagem. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Mantê-las em pastos exclusivos também facilita o acompanhamento do parto, que costuma apresentar mais problemas no caso das novilhas. É importante ressaltar, entretanto, que as novilhas com baixa habilidade materna no primeiro parto podem se tornar ótimas matrizes da segunda cria em diante.</span></p>
<h2><b>Recomendações para ajudar a vaca a parir</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Intervenções devem ocorrer somente quando há risco às matrizes e à vida do bezerro. Qualquer interferência deve ser feita por pessoas treinadas, preferencialmente veterinários. Confira a seguir dicas valiosas para ajudar a vaca a parir: </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Contenha a vaca com segurança, protegendo sua cabeça e outras partes do corpo que ficam em contato direto com o chão; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Use luvas descartáveis que protegem todo o braço;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Lave bem a região do ânus e da vulva com água e sabão &#8211; podem ser utilizadas soluções desinfetantes como iodo, cloro, etc.; </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Não introduza materiais cortantes dentro do útero da vaca.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se for preciso amarrar os membros do bezerro para auxiliar a retirada, use material limpo e desinfetado;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A retirada do bezerro deve ser feita com cautela e segurança: não use força em demasia;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Após a retirada do bezerro, observe se ele consegue respirar normalmente e, se for preciso, remova as secreções placentárias da sua boca e narinas e faça movimentos cadenciados com as duas mãos comprimindo seu tórax;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Deixe o bezerro e a matriz sozinhos mas mantenha-se por perto para observar se a vaca consegue se levantar e se o bezerro consegue mamar; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se houver abandono ou troca de bezerros, aproxime matriz e filhote e mantenha-se em local tranquilo para que criem laços;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se o bezerro tiver dificuldades para mamar, ajude-o até que consiga mamar sozinho;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Dê atenção especial aos bezerros que nascem em dias frios, chuvosos ou no início da manhã;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Alimente bezerros rejeitados ou órfãos com colostro congelado ou ajudando-o a mamar em outra matriz recém-parida;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Registre todos problemas que ocorreram e as soluções que foram tomadas.</span></p>
<h2><b>Cuidados no dia seguinte</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes da estação de nascimentos, certifique-se de que possui todos os materiais e produtos necessários para cuidar dos bezerros. A identificação, assepsia do umbigo, e pesagem devem ser feitos no dia seguinte ao nascimento ou assim que possível, nunca no dia do próprio parto, para não atrapalhar a formação do vínculo entre a matriz e filhote. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Estes cuidados também não podem demorar, uma vez que após três dias o bezerro já é ágil o bastante para dificultar o manejo e apresenta maior risco de sofrer bicheiras no umbigo e outras infecções. Para que sinta-se seguro e protegido contra as investidas das vacas e possa aplicar os medicamentos com sucesso, o tratador deve executar o trabalho com calma e tranquilidade, sempre com contenção adequada. Matrizes acompanhadas de dos bezerros sempre tendem a ser mais agressivas no instinto de proteger sua cria.</span></p>
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		<title>Transporte de bovinos: como realizar o manejo correto?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Infomidia Com]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Apr 2022 19:19:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bovinos de Corte]]></category>
		<category><![CDATA[Bovinos de Leite]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
		<category><![CDATA[bem-estar animal]]></category>
		<category><![CDATA[bovinos]]></category>
		<category><![CDATA[Certified Humane]]></category>
		<category><![CDATA[transporte de bovinos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A falta de sensibilidade (empatia) e de conhecimento prático sobre os animais é uma consequência da intensificação na produção que causa sofrimento desnecessário aos animais de criação. Exercer um manejo eficaz requer conhecer as características comportamentais do animal e a forma como ele interage com...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A falta de sensibilidade (empatia) e de conhecimento prático sobre os animais é uma consequência da intensificação na produção que causa sofrimento desnecessário aos animais de criação. Exercer um manejo eficaz requer conhecer as características comportamentais do animal e a forma como ele interage com o ambiente evitando o estresse dele e do criador, inclusive durante etapas cruciais como o transporte de bovinos. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O manejo tranquilo é um dos princípios fundamentais do bem-estar animal e é somente com garantia de bem-estar que as empresas adequam-se às exigências da lei e dos mercados nacionais e internacionais e reduzem os custos na produção e as lesões nos animais, melhoram o ambiente de trabalho e aumentam a produtividade e a qualidade do produto final.  </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Foi para preencher essa lacuna e incentivar a implantação de programas de bem-estar animal nas empresas que a WSPA, atual WAP (World Protection of Animals) através do </span><a href="https://certifiedhumanebrasil.org/wp-content/uploads/2018/12/Programa-STEPS-%E2%80%93-Abate-Humanit%C3%A1rio-de-Bovinos.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">Programa Steps </span></a><span style="font-weight: 400;">elaborou algumas orientações para um manejo correto dos bovinos durante os manejos pré-abate e abate &#8211; orientações com embasamento científico e adequadas à realidade brasileira. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Conheça abaixo os cuidados necessários para o transporte de bovinos e saiba como fazer o manejo correto no embarque e desembarque dos animais!</span></p>
<h2><b>Manejo dos bovinos no embarque</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">O manejo dos bovinos durante o embarque deve ser sempre feito de forma tranquila, sem correria e livre do uso de instrumentos que agitam e causam estresse nos animais. Os bovinos só devem ser embarcados se estiverem com saúde plena e em ótima condição física: animais doentes, magros ou feridos não devem ser transportados. É essencial que os bovinos tenham acesso a água de bebida potável até o momento do embarque e que o curral seja provido de sombra se nele os animais permanecerem por períodos prolongados.</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">O transporte é uma etapa estressante para os bovinos e que pode lhes causar ferimentos &#8211; por isso, só deve ser realizado por pessoas devidamente treinadas e capacitadas. Nunca se deve usar força ou métodos que lesionam os animais. Confira abaixo algumas orientações:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Substitua o bastão elétrico por bandeiras para reduzir o estresse e o risco de acidentes; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Use um embarcadouro com estrutura firme e estável, bem-iluminado, piso uniforme e no mesmo nível do veículo;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se não for possível corrigir o desnível, a angulação não deve ultrapassar 20 graus; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Durante o embarque, mantenha uma equipe preparada para lidar com emergências e atrasos; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Animais que sofreram acidentes, fraturas ou estão em estado de sofrimento nunca devem ser embarcados para transporte. </span></p>
<h2><b>Cuidados durante o transporte</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Todos os responsáveis pelo transporte de bovinos devem estar treinados e capacitados para proporcionar bem-estar aos animais. Eles precisam se comprometer em entregar os bovinos em boas condições físicas e, para tanto, devem ter cautela com alguns fatores:</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Manter o veículo em velocidade moderada e constante;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Ter cuidado ao realizar curvas;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Evitar frear ou reduzir bruscamente;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Evitar ao máximo paradas durante o percurso &#8211; elas aumentam o estresse, a desidratação e as injúrias ao bovinos;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se parar for uma necessidade extrema, deve-se fazê-lo na sombra e em terreno plano;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Em caso de acidente durante o percurso, o transportador precisa comunicar imediatamente o responsável para que sejam tomadas providências como envio de veículo de apoio para o transporte de bovinos ou realizar a eutanásia dos animais acidentados. Por isso, um plano para casos de acidentes e emergência e os devidos contatos devem estar prontamente disponíveis.</span></p>
<h2><b>Procedimentos de desembarque</b></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao chegar no destino, o desembarque dos bovinos deve ser feito o mais rapidamente possível: os animais não devem ficar no compartimento de carga, especialmente sob o sol. Também é preciso identificar se há bovinos doentes ou feridos para que recebam um encaminhamento diferenciado dos demais &#8211; veja abaixo as principais orientações:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; A rampa deve ser de piso antiderrapante para evitar quedas e escorregões, os animais devem sair no seu tempo de forma calma;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8211; Atenção com as portas da carroceria, elas devem estar totalmente abertas para evitar lesões nos animais na passagem. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Em hipótese alguma os bovinos devem ser agredidos ou arrastados pelos chifres, orelhas, cabeça, cauda, patas ou outras partes sensíveis do corpo; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Em frigoríficos, animais que apresentam lesões mas conseguem se locomover devem ser desembarcados com calma e encaminhados para o curral de observação; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Bovinos com dificuldade ou incapacidade para se locomover devem ser submetidos ao abate emergencial;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Se não for possível remover o animal de dentro do veículo, é preciso realizar o abate emergencial no próprio local com métodos adequados de insensibilização; </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211;  O equipamento de emergência deve estar em ótimo estado de conservação e disponível próximo ao desembarque, em local de fácil acesso;</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">&#8211; Os frigoríficos são responsáveis por manter um programa de bem-estar animal listando os procedimentos adequados para manejar animais incapacitados de se locomover e dispor de equipamentos e profissionais capacitados para executar tais procedimentos sem demora. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><a href="https://materiais.certifiedhumanebrasil.org/o-bem-estar-dos-bovinos-leiteiros-na-pratica" target="_blank" rel="noopener"><b>Baixe gratuitamente o e-book &#8220;O bem-estar dos bovinos leiteiros na prática&#8221;!</b><b><br />
</b></a></p>
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